licitação

Eleições 2012

Orquestra Midiática Maringaense

Ontem à noite, no programa de televisão do horário eleitoral gratuita, a coligação “A mudança continua” destacou a questão da segurança e, de novo, o candidato (indeferido, com recurso), Carlos Roberto Pupin (PP) falou das tais super-câmeras de vigilância, aquelas que a administração da qual faz parte prometeu há alguns anos. Hoje, os três jornais diários da cidade trazem reportagem a respeito da licitação das câmeras; dois deles, Jornal do Povo e Hoje Notícias, usaram o mesmo release, inclusive com o mesmo entretítulo.
Ricardo Barros, desde a primeira eleição que disputou, usa a mídia para suas campanhas (a manchete de O Diário de novembro de 88 trazia seu nome na manchete, em vermelho). Mas, neste caso, claro, é só coincidência, não tem nada de abuso de poder político nem econômico.

Blog

Prefeitura finalmente abre licitação para câmeras de vigilância

A Prefeitura de Maringá informou hoje que publicou ontem edital de licitação para contratar uma empresa especializada para fornecer câmeras de segurança, que serão instaladas em diferentes pontos da cidade, e uma central de monitoramento. A abertura das propostas da concorrência será depois das eleições, em 10 de outubro. O registro de preço será para a aquisição de 80 câmeras de segurança, sendo que a primeira etapa do projeto prevê a instalação de 25 unidades com os locais já definidos. A prefeitura está disposta a gastar R$ 3.538.807,88. Os 55 pontos restantes serão definidos nas próximas reuniões do Gabinete de Gestão Integrada Municipal. Em release, a exemplo da propaganda de Pupin, a prefeitura fala em “super-câmeras”. A instalação de câmeras foi anunciada ainda no primeiro mandato de Silvio Barros II e não cumprido até agora. Leia mais.

Akino

Nebuloso

Sobre o assunto o novo parque industrial, cujo interesse da atual administração, ao que parece, é muito maior que dos próprios empresários que seriam beneficiados, vejam o seguinte comentário de Ana Lúcia Rodrigues: “Como membro do Conselho de Planejamento e Gestão Territorial encaminharei uma solicitação oficial ao presidente, sr. Valter Progiante, para que inclua na pauta que o conselho delibere e tome uma posição acerca da forma como esse projeto está sendo implementado, pois a venda dos terrenos é totalmente irregular à medida em que a área se mantém como macrozona rural e a prefeitura não pode chancelar o comércio ilegal que está ocorrendo.”
Meu comentário: Este projeto é semlhante ao da queima do lixo, onde havia um interesse fora do comum da administração (entenda Ricardo Barros). Houve movimentação da sociedade e a participação da Igreja foi importante para sua derrubada. É preciso que se faça o mesmo, pois os indícios de irregularidades muitos e esta licitação de quase R$ 28 milhões, ganha pela Sanches Tripoloni, deixa todo o processo ainda mais suspeito e nebuloso.
Akino Maringá, colaborador

Geral

Licitação em Paiçandu

A Prefeitura de Paiçandu publicou aviso de licitação informando que no dia 24 de setembro acontecerá concorrência para a contratação de empresa especializada para prestação de serviços na execução da obra de estação de tratamento de esgoto, rede coletora de esgoto e estação elevatória de esgoto. Esta, como diria um camarada, é pule de dez.

Blog

O tema é o lixo

Mais uma gravação, feita no ano passado, com autorização judicial, em Maringá, chega à internet. Reproduz uma conversa entre o prefeito Silvio Barros II e o secretário de Saneamento Básico, Leopoldo Fiewski,  tendo uma “mini-licitação” do lixo como tema – e a sugestão “dele”. A conversa deu-se na manhã de 26 de outubro.

Akino

Lá, aqui, acolá

Li no UOL e reproduzo: A licitação para definir o consórcio construtor do VLT de Cuiabá, atualmente orçado em R$ 1,47 bilhão, tinha o seu vencedor conhecido pelo menos um mês antes da entrega das propostas dos consórcios concorrentes e da abertura dos envelopes. Leia mais.
Meu comentário: Em matéria de licitações, lá, aqui, acolá, quase sempre há uma meta a ser cumprida. Na da publicidade e propaganda de Maringá (mais propaganda) pelo que ouvimos de uma conversa gravada e das explicações de Ricardo Barros, a meta era, como na China, se ter filha única, em último caso uma solução salomônica, visando o interesse eleitoral. Sobre quem venceria a licitação a certeza só não era maior do que no caso da do transporte coletivo numa cidade conhecida cidade por canção. Maringá, Maringá! Toma jeito.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Bye, bye, Ricardo

De Cícero Cattani:
O Ricardo Barros está rifado de vez do secretariado de Beto Richa. Com a confirmação pelo STJ de crime de improbidade quando prefeito de Maringá, Barros entra pro rol dos fichas sujas. Outros processos correm sob o mesmo tema no Tribunal de Justiça. Barros ainda sofre o risco de ter sua prisão cautelar pedida pelo MP ser decretada. Líder influente em Maringá, em nenhum momento deixou de comandar os negócios da família que muitas vezes se confundem com os da prefeitura. Filho de ex-prefeito, ele mesmo prefeito, irmão do atual, Ricardo Barros é também dono do PP paranaense. Pego em conversa telefônica, recentemente, grampeada com autorização da justiça, restou a Barros pedir licença de 90 dias da Secretaria da Indústria, Comércio e Mercosul, criando grande constrangimento ao governador Beto Richa.

Blog

Maioria continua ignorando a CPI

A CPI para investigar o Ricardoduto – suposta tentativa de fraude na milionária licitação da Prefeitura de Maringá, no final do ano passado – continua sendo ignorada pela maioria dos vereadores. Faltando apenas uma assinatura para investigar o tema, os vereadores que não querem mexer no tema respiram aliviados com o silêncio de entidades de classe (como a Acim, que até agora não se manifestou) e, claro, com o aval da administração municipal. Ninguém quer quebrar ovos nem fazer omelete.

Akino

Prefeito só nos fins de semana?

Em entrevista publicada na edição de hoje, de O Diário, o prefeito Silvio II admite a influência do irmão no seu mandato. Vejam o que ele disse: “Não posso abrir mão da experiência de meu irmão, que como mostra a gravação, estava ajudando a administração – seja como secretário de Estado, nos representando no governo, ou aqui. Por exemplo: no sábado, todos sabem que eu me recolho por conta de minha religião, e o Ricardo passa os finais de semana em Maringá. Então é natural que ele se preocupe com a administração e me ajude, conversando com os secretários, participando mesmo da equipe”, explicou.
Meu comentário: Se fosse só do pôr do sol de sexta até o do sábado, quando o prefeito diz que se ‘recolhe’ (fica em oração, meditação, pelo que entendi), mas o que se sabe é que as gravações foram de outros dias da semana. Continue lendo ›

Geral

Lanches

A Universidade Estadual de Maringá vai contratar, no próximo dia 28, empresa para fornecimento de lanches para o vestibular e o PAS (Processo de Avaliação Seriada). A instituição está disposta a gastar até R$ 59.520,00.

Blog

Saboia não quer saber de CPI

Para o médico e vereador Carlos Eduardo Saboia, quem defende uma investigação das denúncias sobre o Ricardoduto – fraude na licitação com gastos milionários em publicidade, conforme flagrantes telefônicos feito pelo Gaeco – é petista. Pressionado pela direção de seu partido, o PMN, ele afirmou que não vai assinar a CPI alegamdo que esta é uma iniciativa do PT e que a situação já está sendo investigada pelo Ministério Público. Integrante da Turma do Amém, surpresa seria neste momento se Saboia ouvisse o partido e os eleitores. O presidente do PMN, Miro Falkemback, porém, reafirmou o teor do ofício encaminhado esta semana ao vereador: o partido defende a apuração dos fatos.

Saúde

Ultrassonografia

A Prefeitura de Sarandi mudou para o próximo dia 27 o pregão presencial que vai adquirir um aparelho de ultrassonografia destinado a atender a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O valor máximo a ser pago não foi divulgado.

Escândalo em Maringá

Futuro em jogo

De Caroline Olinda, em “Notas Políticas”, na Gazeta do Povo de hoje:
Apermanência do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, no governo do Paraná segue indefinida. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada um afastamento temporário do cargo, sem remuneração, a partir de hoje. Ele alega que o pedido não tem relação com a investigação e que pretende participar da campanha eleitoral em Maringá e Londrina. No entanto, como não há certeza quanto à legalidade do afastamento – há quem defenda a exoneração e, depois, uma eventual renomeação –, o caso segue sendo analisado pela Procuradoria-Geral do Estado.

Escândalo em Maringá

Acesso limitado

A denúncia crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e coordenador-geral da campanha de Pupin, que tramita desde o final do ano passado no Tribunal de Justiça, agora tem acesso limitado para consulta. Fora as partes, não se consegue mais detalhes sobre o andamento do caso – que investigaria pedido de propina e direcionamento de licitações e que incluiria até pedido de prisão contra Ricardo Barros. O processo, que ganhou reportagem da Gazeta do Povo, possui oito volumes e mais de 1.800 páginas.

Escândalo em Maringá

Afastamento de Barros ainda não tem justificativa legal

O governador Beto Richa (PSDB) deve definir hoje o futuro do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, informa Carlos Ohara na Gazeta do Povo de hoje. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada uma licença do cargo, sem remuneração, por 90 dias. O pedido de afastamento, porém, pode vir a ser negado por falta de embasamento legal. De acordo com o jurista Márcio Cammarosano, professor titular de Direito Administrativo na PUCSP e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo, “se não houver lei específica sobre o caso, o correto é a exoneração do cargo e, se houver interesse do governador, uma nova nomeação para o cargo no futuro”. Leia mais.

Akino

Mais ofensas ao MP

Na sessão de ontem, da Câmara de Maringá, os defensores de Ricardo Barros, John e Heine Macieira, continuaram as ofensas ao Ministério Público. John disse que os promotores (não citou nome, mas sabemos a quem ele se referia) foram desonestos, com todos, ao denunciarem a interferência de Ricardo Barros na licitação da publicidade. Heine, repito, disse que há laranjas podres no MP. John insiste que devemos discutir o mensalão, que é assunto mais importante.
Algumas dúvidas: Por que Heine escolheu laranja, como fruta, para exemplificar? Não poderia ser maçã? Deve ser porque de laranjas seu grupo conhece muito. Qual o interesse de John em defender tanto Ricardo Barros e ofender o MP? O que está ganhando com isso? Ele não deveria se considerar impedido de falar mal dos promotores, por ter uns probleminhas com eles? Insistem em dizer que a denúncia é política e que deveria ser feita na época da gravação, esquecendo que foi. A gravação é de outubro ou novembro e o processo foi proposto em dezembro. O leitor do blog do Rigon sabe disse faz tempo. Falando em mensalão, a que partido pertencia o Borba, quando estourou o escândalo, e para qual ele foi? E os mensalinhos da Câmara? Será que não existem? Nunca vereador recebeu dinheiro para aprovar projetos de interesse do Executivo? Isto só aconteceu na Câmara Federal? Aguardamos respostas nas próximas sessões.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

PMN orienta Saboia a assinar a CPI do Ricardoduto

O PMN de Maringá já deliberou sobre a CPI para investigar a suposta fraude na licitação de R$ 7,5 milhões na publicidade da administração municipal, realizada no final do ano passado, conforme interceptação telefônica feita pelo Gaeco com autorização da justiça. O vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes já foi oficialmente orientado a assinar o requerimento de abertura da CPI, apresentado na semana passada, e que já conta com quatro assinaturas.
A orientação, segundo o presidente do partido, Miro Falkemback (foto), é resultado da vontade do partido de ver apuradas todas as denúncias que ganharam as páginas da reportagem da Gazeta do Povo, na semana passada. A chamada CPI do Ricardoduto, portanto, pode sair do papel se depender do PSB e do PMN, que já orientaram seus representantes, Paulo Soni e Carlos Eduardo Saboia. Como há fidelidade partidária e o mandato legislativo pertence ao partido, o pedido deverá ser seriamente analisado pelos vereadores.

Akino

Grandes parceiros

Do blog do Jota Erre: “Tiro meu chapéu para Adalberto Diniz, prá nós, o Beto da Trade. Esse cara literalmente vestiu a camisa da campanha de Ricardo Barros ao Senado. Um grande parceiro que conheci em 2009 na cidade de Londrina durante a campanha do Barbosa Neto à prefeitura. Em Curitiba é dono da Trade, uma das maiores agências de propaganda do país onde sua especialidade são as contas públicas. Durante a caminhada na XV ele não quis nem saber, arranjou uma bandeira e partiu cantando: um, um, um! pro senado só tem um!!!”
Meu comentário: A Trade, como sabemos, é a agência que participou da licitação da propaganda de Maringá juntamente com a Meta. Teria aberto mão da solução salomônica sugerida por Ricardo a Leo, naquela conversa. Tenho uma curiosidade: Adalberto Diniz, tem parentes em Maringá?
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

No telhado

impacto
Reportagem do Impacto Paraná desta semana cobra a saída de Ricardo Barros do secretariado de Beto Richa, citando a escuta telefônica que mostra “que tinha linguiça debaixo de uma grande farofa que foi devidamente acomodada para que todos pudessem saborear do mesmo prato”. Clique para ampliar.

Escândalo em Maringá

“Nem pensar”

Saboia
O médico e vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes, aqui visto quando deixava a inauguração do comitê do candidato Dr. Batista, não quer nem ouvir falar de assinar o pedido de CPI para investigar o Ricardoduto. E não é por falta de escutar pedidos. Ele também é autor da proposta que implanta a Ficha Limpa para nomeação de cargos comissionados no Legislativo e no Executivo; o projeto está estacionado em alguma gaveta da câmara municipal. Uma pessoa próxima garante que ele não assina nem cobra o andamento da Ficha Limpa por temer ameaças à sua integridade física. O PMN de Maringá, presidido por Miro Falkemback, ainda não se reuniu para discutir a questão, como fez o PSB.

Akino

Coisa para profissional

Acessando o site do Rigon, que tem vários e bons anúncios, um me chamou mais a atenção, pela analogia com um assunto do momento, a gravação de conversa entre ‘Ricardo e Léo’. Trata-se da empresa, Instituto Licitar, que dá curso para licitação. Fui ao site e reproduzo a apresentação: “O Instituto Licitar é a empresa de capacitação profissional do Grupo ConLicitação, cujas atividades são regidas pela ética, profissionalismo, qualidade e dedicação aos seus clientes, tendo na confiança e responsabilidade a base de um relacionamento sólido e comprometido.Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Beto da Trade vestiu a camisa de RB

betodatrade
O publicitário Adalberto Diniz, o Beto Diniz da Trade Marketing, de Curitiba, em agosto de 2010, no centro da capital paranaense, fazendo campanha para Ricardo Barros, secretário licenciado de Beto Richa. Sua agência disputou com a Meta Propaganda, que atende a prefeitura do irmão mais velho desde 2005, a licitação de R$ 7,5 milhões, sob suspeita de fraude (a tal “solução salomônica”). Em 2009 ele foi o marqueteiro da campanha de Barbosa Neto (PDT) em Londrina, coordenada por RB, e agora foi indicado por RB para a campanha de Marcelo Belinati (PP). Foto: Blog do Jota Erre.

Akino

Licença, férias ou afastamento?

Li no blog do Zé Beto e reproduzo: ”A assessoria de imprensa de Ricardo Barros informa que ele representou o governador Beto Richa na entrega do Prêmio Empresário do Ano 2012 para Jair Ferraria em Maringá. Também informa que no domingo ele repete a dose na abertura da feira “Maringá Fashion Mix”. Como se sabe, o secretário da Indústria e Comércio confirmou que se afasta do cargo no dia 10 para comandar a campanha eleitoral naquela cidade. O anúncio foi feito na semana onde explodiu a denúncia do Ministério Público sobre a interferência de Barros numa concorrência de publicidade naquele município cujo prefeito é Sílvio Barros, irmão do secretário. Hoje a Gazeta do Povo manchetou que a saída aconteceu por causa da denúncia. Barros informou que a decisão de pedir a licença é antiga – e isso de fato pode ser comprovado. Pelo sim, pelo não, pode ser tudo, pode ser nada.”
Meu comentário: A postagem é de sexta-feira, mas serve para dar noção de como a imprensa curitibana está vendo o afastamento, licença, férias, ou seja qual nome queira dar.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Gotcha!

Ontem, na entrega do título de Empresário do Ano de Maringá 2012, o governador Beto Richa fez-se representar pelo seu secretário licenciado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros. Ele fez questão de dizer que estava ali representando o governador, como se não bastasse a dor de cabeça que está dando ao governo tucano. Apesar do empenho da mídia amiga, da força do sócio e ex-deputado Pinga Fogo, Ricardo sabe que sairá e não voltará mais ao governo estadual. Desde dezembro do ano passado ele diz que vai sair; primeiro, em fevereiro, depois em março e abril, e que seria substituído pelo irmão mais velho. Como a Ficha Limpa está valendo para as nomeações de cargos comissionados no governo de Richa (parcialmente, mas está), Silvio II foi descartado – e nunca mais se falou na saída de RB, que voltou à tona agora com o escândalo da suspeita de fraude na licitação da publicidade (R$ 7,5 milhões).
Deixar de secretário agora era tudo que RB não queria, pois há um pedido de prisão no TJ-PR. Saindo, perde o foro privilegiado e passa a depender da caneta da justiça local, onde o processo correrá. A forma com que foi tratado ontem no Moinho Vermelho soa como um sinal.

Akino

“Mocinho rebelde”

Na nota distribuída à imprensa sobre o afastamento de Ricardo Barros da Secretaria de Indústria e Comércio, chama a atenção esses trechos: “A licença (…) já havia sido anunciada do início do ano: “Barros comunicou sua decisão ( …) ao governador Beto Richa”. Penso que secretários são subordinados ao governador e devem pedir licença e não comunicar a decisão. Do jeito que esta colocado Ricardo manda do governo, faz o que quer, sai de licença, que lhe aprouver. Se isto for verdade, fica ruim para o Beto Richa. Não acredito que seja assim, gostaria de uma manifestação da assessoria do Palácio Iguaçu. Em Maringá, na Prefeitura e na Câmara, ele manda e desmanda, só falta fazer o mesmo no governo do estado.
Está parecendo os filhos de hoje. No nosso tempo a gente pedia para os pais nos deixarem sair, hoje eles comunicam que estão saindo. Mocinho rebelde, este Ricardo ‘Te cuida pai Beto’!
Akino Maringá, colaborador

Akino

A mesma notícia por dois pontos de vista

“Ricardo Barros (PP) mudou de estratégia: não vai mais entrar em férias. Optou por um pedido de licença não remunerada para poder “se lançar de cabeça nas campanha de Maringá e Londrina”. Ele vai deixar a Secretaria de Indústra e Comércio na próxima sexta, dia 10. A aposta é que ele não volte mais ao cargo, dado ao desgaste da notícia-crime com pedido de prisão cautelar do Ministério Público ao Tribunal de Justiça, a qual aguarda despacho do desembargador Rotoli de Macedo. O pedido de licença teria sido acertado com o governador Beto Richa”. (do blog do Cícero Cattani).
“Diante do bom desempenho dos candidatos do Partido Progressista Roberto Pupin (Maringá) e Marcelo Belinati (Londrina) nos debates da televisão Bandeirantes, o que aumentou as possibilidades de vitórias no 1º turno, Ricardo Barros vai adiantar o início da licença do cargo de secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul. A licença, sem remuneração, já havia sido anunciada por Barros no início do ano e foi confirmada em coletiva na semana passada em Curitiba. O período vai de 10 de agosto até o fim das eleições. Barros comunicou sua decisão nesta sexta-feira (3) ao governador Beto Richa”. (de Fábio Campana que ficou ‘muito amigo’ de Ricardo na campanha para o Senado, e dizem que tem muitos motivo$)Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Formação de quadrilha?


De Carlos Ohara, na Gazeta do Povo:
Ao admitir que orienta ações na administração da prefeitura de Maringá, chegando inclusive a dar ordens ao secretariado municipal, o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, violou normas jurídicas no âmbito penal, civil e administrativo. A opinião é de juristas ouvidos pela Gazeta do Povo, que criticam a ingerência de um secretário estadual na administração de um município. Essa atuação de Barros poderia, em tese, caracterizar ato de improbidade administrativa e até mesmo crime de formação de quadrilha. Leia mais. Foto: Henry Milleo/GP

Maringá

Trocando os quiosques

A Prefeitura de Maringá vai adquirir novos quiosques metálicos para o sistema EstaR. A licitação para contratar uma empresa de engenharia para executar as obras acontecerá no próximo dia 22.

Akino

Confia no bom relacionamento com o TJ

Há quem diga que Ricardo Barros está tranquilo acreditando que o processo que o envolve vai ser arquivado no Tribunal de Justiça do Paraná. A amizade com o presidente, que teve parente em cargo comissionado na Prefeitura de Maringá, facilitaria as coisas para ele, dizem. A pressão sobre o desembargador Lídio José Rotoli de Macedo será grande e já estaria acontecendo. Alguns lembram do presidente Miguel Kfouri Neto, que recentemente cassou decisão que mandava exonerar cargos comissionados, e antes havia decidido favoravelmente aos Barros no caso da licitação do transporte coletivo.
Meu comentário: Tenho certeza que o dr. Kfouri agirá com toda independência. Conheço sua carreira de magistrado e nada há que macule. Sabemos da sua idoneidade.Todas as suas decisões anteriores foram técnicas, sem favorecimentos. Não conhecemos ao desembargador Lídio José Rotoli de Macedo, mas temos informações de que se trata de um magistrado de conduta exemplar, também, e que não cederá a pressões. O caso Cachoeira é exemplar. Não há mais espaço para grandes advogados, mesmo Márcio Thomaz Bastos, fazerem milagres. Neste caso a justiça será feita.
Akino Maringá, colaborador

Akino

“Escândalo escandaloso”

Li em O Diário, na internet, e reproduzo: “Logo após denúncias envolvendo seu nome, o secretário estadual de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, anunciou que pretende tirar férias. A decisão, no entanto, não teria relação com os últimos acontecimentos. De acordo com nota enviada por sua assessoria de imprensa, ele pretende “se dedicar às campanhas eleitorais”. ( …) O escândalo envolvendo o nome de Barros se tornou pública após a divulgação de uma escuta telefônica entre ele e o secretário de Finanças da Prefeitura, Leopoldo Fiewski. Conforme o MP, a conversa indica um suposto esquema para orientar o resultado da licitação para contratação de uma empresa de publicidade.”
Meu comentário (Akino): O surpreendente é que também O Diário, ao contrário da quase totalidade da imprensa local, considera o caso um escândalo. O verbo escandalizar, no dicionário informal, significa: Ato de ferir normas de conduta moral ou legal. Há quem diga que seja comparável ao caso Paulicchi/Gianoto, em nível local, mas que pode chegar, guardadas as proporções, à dimensão do Cachoeira, do mensalão e outros de grande repercussão nacional. É, como diria o povo mais simples, boa parte da audiência do Pinga Fogo, ‘boca escura’,’ fogo no boné do guarda’, um ‘escândalo escandaloso’.
Akino Maringá, colaborador