licitação

Eleições 2012

O azul é mais caro

Já que o PP de Maringá resolveu assumir a cor do boi Generoso (azul), contra a do Garantido (vermelho), do PT, leitor sugere que a coligação de Enio Verri lembra o custo do azul. Por exemplo, a licitação milionária da substituição das luminárias duplas – aqueles que o ex-vereador Zago tanto reclamou – por luminárias azuis, R$ 500 mil mais caras, e que acabou na justiça.

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Especula de rodinha

A (eleitoreira) licitação da contratação das chamadas “supercâmeras” para a vigilância da área central de Maringá – prometidas há mais de quatro anos, mas anunciadas só depois que o vice-prefeito, candidato a prefeito, lançou o projeto na televisão – emperrou. O blog ficou sabendo que já entraram com pedido de impugnação. Há suspeita de que o certamente estaria direcionado.

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Fraude em licitação de medicamentos

Em Mandaguari, o prefeito Cyllêneo Pessoa Pereira Júnior, o Cileninho (PP), o vice e candidato a prefeito Claudio Fachini (PSDB) e seis vereadores da base aliada estão envolvidos em denúncia de fraude em licitação de medicamentos. O Ministério Público investiga o caso desde o início do mês, baseado na denúncia feita pelo farmacêutico Juliano Flausino de Souza, que foi convidado pelo vereador Marco Alípio Costa (PP) a participar do esquema de favorecimento junto ao Departamento do Idoso da Secretaria de Saúde daquela cidade. A farmacêutica Flávia Del Moro, da mesma secretaria, também é citada como uma das pessoas que eram autorizadas a retirar medicamentos sem requisição na farmácia, assim como a mulher do prefeito. De acordo com o depoimento feito ao promotor Erick Leonel Barbosa da Silva, no último dia 3, Flávia  passava mensalmente uma lista de remédios que deveriam constar da nota fiscal, e muitas vezes eram incluídos  medicamentos não retirados, além do que a nota era acrescida de 10% do valor original. Em outras vezes, a farmacêutica da Prefeitura de Mandaguari assinava a nota e retirava o valor do medicamento em dinheiro; remédios para uso pessoal, como anticoncepcional e vaselina, eram pagos pelo erário. Clique acima e leia a denúncia na íntegra.

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Denunciante alegou perseguição

O caso veio à tona por causa dos atrasos no pagamento e de um saldo devedor que a prefeitura não quis saldar; como o denunciante desistiu de continuar participando da fraude, a administração passou a perseguir seu estabelecimento, que chegou a ser autuado por fiscais da prefeitura. De acordo com informação obtida na prefeitura, o farmacêutico não trabalha mais em Mandaguari (sua residência é em Maringá) e seu depoimento tem sido distribuído pela cidade pelos adversários do prefeito, por causa da campanha eleitoral. Alguns dos citados já teriam sido ouvidos e outros aguardam o andamento do procedimento do Ministério Público, que posteriormente deve ajuizar ação civil pública por improbidade administrativa.

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Improbidade: Justiça indisponibiliza bens do prefeito de Itambé

A juíza Mylene Rei de Assis Fogagnoli, de Marialva, decretou a indisponibilidade e o sequestro de bens do prefeito de Itambé, Antonio Carlos Zampar (PT), e determinou a quebra de seu sigilo fiscal e bancário, em atendendimento à solicitação do Ministério Público Estadual, que pediu liminar em ação civil pública por improbidade administrativa. A decisão é do último dia 30 e foi tornada pública no início deste mês. Além de Zampar, a medida atinge a AMS Materiais Elétricos (Adeverci Mendes Soares ME), que em dezembro de 2009 venceu licitação para realizar serviços de instalação de extensão de rede elétrica de baixa tensão e projeto elétrico em ruas, praças e avenidas do município. O MP aponta que houve direcionamento na licitação, já que serviços foram realizados em apenas quatro dias (ou seja, vinham sendo executados antes da licitação terminar), superfaturamento nos produtos para a instalação elétrica, ausência de planejamento/projeto básico preliminar, contratação irregular de serviços de terceiros e preenchimento irregular das notas fiscais. A juíza entendeu que há farta prova documental que revela indícios da prática de improbidade administrativa. Zampar, candidato à reeleição, é o mesmo que pintou prédios públicos com a cor de seu partido político.

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Prioridades da administração

A administração Barros/Pupin desapropriou e pagou terrenos para um parque industrial – que chegou a ser anunciado em outro local -, abriu, realizou licitação e contratou a famosa Sanches Tripoloni para fazer a infraestrutura por R$ 28 milhões, e, mesmo a nuvens de suspeitas envolvendo o irmão mais novo, assinou contrato até – tudo isso em tão pouco tempo que a cidade quase entra no calendário da Fórmula 1.
Já para a aquisição das câmeras de vigilância, mesmo com recursos anunciados pelo governo federal, a coisa se arrasta sonolenta há vários anos, e é marcada para período eleitoral. Como disse uma vez Silvio Barros II, o Sr. Avião, num debate na TV Cultura, pobre de uma cidade que só tem prefeito em período de campanha eleitoral…

Eleições 2012

Orquestra Midiática Maringaense

Ontem à noite, no programa de televisão do horário eleitoral gratuita, a coligação “A mudança continua” destacou a questão da segurança e, de novo, o candidato (indeferido, com recurso), Carlos Roberto Pupin (PP) falou das tais super-câmeras de vigilância, aquelas que a administração da qual faz parte prometeu há alguns anos. Hoje, os três jornais diários da cidade trazem reportagem a respeito da licitação das câmeras; dois deles, Jornal do Povo e Hoje Notícias, usaram o mesmo release, inclusive com o mesmo entretítulo.
Ricardo Barros, desde a primeira eleição que disputou, usa a mídia para suas campanhas (a manchete de O Diário de novembro de 88 trazia seu nome na manchete, em vermelho). Mas, neste caso, claro, é só coincidência, não tem nada de abuso de poder político nem econômico.

Blog

Prefeitura finalmente abre licitação para câmeras de vigilância

A Prefeitura de Maringá informou hoje que publicou ontem edital de licitação para contratar uma empresa especializada para fornecer câmeras de segurança, que serão instaladas em diferentes pontos da cidade, e uma central de monitoramento. A abertura das propostas da concorrência será depois das eleições, em 10 de outubro. O registro de preço será para a aquisição de 80 câmeras de segurança, sendo que a primeira etapa do projeto prevê a instalação de 25 unidades com os locais já definidos. A prefeitura está disposta a gastar R$ 3.538.807,88. Os 55 pontos restantes serão definidos nas próximas reuniões do Gabinete de Gestão Integrada Municipal. Em release, a exemplo da propaganda de Pupin, a prefeitura fala em “super-câmeras”. A instalação de câmeras foi anunciada ainda no primeiro mandato de Silvio Barros II e não cumprido até agora. Leia mais.

Akino

Nebuloso

Sobre o assunto o novo parque industrial, cujo interesse da atual administração, ao que parece, é muito maior que dos próprios empresários que seriam beneficiados, vejam o seguinte comentário de Ana Lúcia Rodrigues: “Como membro do Conselho de Planejamento e Gestão Territorial encaminharei uma solicitação oficial ao presidente, sr. Valter Progiante, para que inclua na pauta que o conselho delibere e tome uma posição acerca da forma como esse projeto está sendo implementado, pois a venda dos terrenos é totalmente irregular à medida em que a área se mantém como macrozona rural e a prefeitura não pode chancelar o comércio ilegal que está ocorrendo.”
Meu comentário: Este projeto é semlhante ao da queima do lixo, onde havia um interesse fora do comum da administração (entenda Ricardo Barros). Houve movimentação da sociedade e a participação da Igreja foi importante para sua derrubada. É preciso que se faça o mesmo, pois os indícios de irregularidades muitos e esta licitação de quase R$ 28 milhões, ganha pela Sanches Tripoloni, deixa todo o processo ainda mais suspeito e nebuloso.
Akino Maringá, colaborador

Geral

Licitação em Paiçandu

A Prefeitura de Paiçandu publicou aviso de licitação informando que no dia 24 de setembro acontecerá concorrência para a contratação de empresa especializada para prestação de serviços na execução da obra de estação de tratamento de esgoto, rede coletora de esgoto e estação elevatória de esgoto. Esta, como diria um camarada, é pule de dez.

Blog

O tema é o lixo

Mais uma gravação, feita no ano passado, com autorização judicial, em Maringá, chega à internet. Reproduz uma conversa entre o prefeito Silvio Barros II e o secretário de Saneamento Básico, Leopoldo Fiewski,  tendo uma “mini-licitação” do lixo como tema – e a sugestão “dele”. A conversa deu-se na manhã de 26 de outubro.

Akino

Lá, aqui, acolá

Li no UOL e reproduzo: A licitação para definir o consórcio construtor do VLT de Cuiabá, atualmente orçado em R$ 1,47 bilhão, tinha o seu vencedor conhecido pelo menos um mês antes da entrega das propostas dos consórcios concorrentes e da abertura dos envelopes. Leia mais.
Meu comentário: Em matéria de licitações, lá, aqui, acolá, quase sempre há uma meta a ser cumprida. Na da publicidade e propaganda de Maringá (mais propaganda) pelo que ouvimos de uma conversa gravada e das explicações de Ricardo Barros, a meta era, como na China, se ter filha única, em último caso uma solução salomônica, visando o interesse eleitoral. Sobre quem venceria a licitação a certeza só não era maior do que no caso da do transporte coletivo numa cidade conhecida cidade por canção. Maringá, Maringá! Toma jeito.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Bye, bye, Ricardo

De Cícero Cattani:
O Ricardo Barros está rifado de vez do secretariado de Beto Richa. Com a confirmação pelo STJ de crime de improbidade quando prefeito de Maringá, Barros entra pro rol dos fichas sujas. Outros processos correm sob o mesmo tema no Tribunal de Justiça. Barros ainda sofre o risco de ter sua prisão cautelar pedida pelo MP ser decretada. Líder influente em Maringá, em nenhum momento deixou de comandar os negócios da família que muitas vezes se confundem com os da prefeitura. Filho de ex-prefeito, ele mesmo prefeito, irmão do atual, Ricardo Barros é também dono do PP paranaense. Pego em conversa telefônica, recentemente, grampeada com autorização da justiça, restou a Barros pedir licença de 90 dias da Secretaria da Indústria, Comércio e Mercosul, criando grande constrangimento ao governador Beto Richa.

Blog

Maioria continua ignorando a CPI

A CPI para investigar o Ricardoduto – suposta tentativa de fraude na milionária licitação da Prefeitura de Maringá, no final do ano passado – continua sendo ignorada pela maioria dos vereadores. Faltando apenas uma assinatura para investigar o tema, os vereadores que não querem mexer no tema respiram aliviados com o silêncio de entidades de classe (como a Acim, que até agora não se manifestou) e, claro, com o aval da administração municipal. Ninguém quer quebrar ovos nem fazer omelete.

Akino

Prefeito só nos fins de semana?

Em entrevista publicada na edição de hoje, de O Diário, o prefeito Silvio II admite a influência do irmão no seu mandato. Vejam o que ele disse: “Não posso abrir mão da experiência de meu irmão, que como mostra a gravação, estava ajudando a administração – seja como secretário de Estado, nos representando no governo, ou aqui. Por exemplo: no sábado, todos sabem que eu me recolho por conta de minha religião, e o Ricardo passa os finais de semana em Maringá. Então é natural que ele se preocupe com a administração e me ajude, conversando com os secretários, participando mesmo da equipe”, explicou.
Meu comentário: Se fosse só do pôr do sol de sexta até o do sábado, quando o prefeito diz que se ‘recolhe’ (fica em oração, meditação, pelo que entendi), mas o que se sabe é que as gravações foram de outros dias da semana. Continue lendo ›

Geral

Lanches

A Universidade Estadual de Maringá vai contratar, no próximo dia 28, empresa para fornecimento de lanches para o vestibular e o PAS (Processo de Avaliação Seriada). A instituição está disposta a gastar até R$ 59.520,00.

Blog

Saboia não quer saber de CPI

Para o médico e vereador Carlos Eduardo Saboia, quem defende uma investigação das denúncias sobre o Ricardoduto – fraude na licitação com gastos milionários em publicidade, conforme flagrantes telefônicos feito pelo Gaeco – é petista. Pressionado pela direção de seu partido, o PMN, ele afirmou que não vai assinar a CPI alegamdo que esta é uma iniciativa do PT e que a situação já está sendo investigada pelo Ministério Público. Integrante da Turma do Amém, surpresa seria neste momento se Saboia ouvisse o partido e os eleitores. O presidente do PMN, Miro Falkemback, porém, reafirmou o teor do ofício encaminhado esta semana ao vereador: o partido defende a apuração dos fatos.

Saúde

Ultrassonografia

A Prefeitura de Sarandi mudou para o próximo dia 27 o pregão presencial que vai adquirir um aparelho de ultrassonografia destinado a atender a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O valor máximo a ser pago não foi divulgado.

Escândalo em Maringá

Futuro em jogo

De Caroline Olinda, em “Notas Políticas”, na Gazeta do Povo de hoje:
Apermanência do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, no governo do Paraná segue indefinida. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada um afastamento temporário do cargo, sem remuneração, a partir de hoje. Ele alega que o pedido não tem relação com a investigação e que pretende participar da campanha eleitoral em Maringá e Londrina. No entanto, como não há certeza quanto à legalidade do afastamento – há quem defenda a exoneração e, depois, uma eventual renomeação –, o caso segue sendo analisado pela Procuradoria-Geral do Estado.

Escândalo em Maringá

Acesso limitado

A denúncia crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e coordenador-geral da campanha de Pupin, que tramita desde o final do ano passado no Tribunal de Justiça, agora tem acesso limitado para consulta. Fora as partes, não se consegue mais detalhes sobre o andamento do caso – que investigaria pedido de propina e direcionamento de licitações e que incluiria até pedido de prisão contra Ricardo Barros. O processo, que ganhou reportagem da Gazeta do Povo, possui oito volumes e mais de 1.800 páginas.

Escândalo em Maringá

Afastamento de Barros ainda não tem justificativa legal

O governador Beto Richa (PSDB) deve definir hoje o futuro do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, informa Carlos Ohara na Gazeta do Povo de hoje. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada uma licença do cargo, sem remuneração, por 90 dias. O pedido de afastamento, porém, pode vir a ser negado por falta de embasamento legal. De acordo com o jurista Márcio Cammarosano, professor titular de Direito Administrativo na PUCSP e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo, “se não houver lei específica sobre o caso, o correto é a exoneração do cargo e, se houver interesse do governador, uma nova nomeação para o cargo no futuro”. Leia mais.

Akino

Mais ofensas ao MP

Na sessão de ontem, da Câmara de Maringá, os defensores de Ricardo Barros, John e Heine Macieira, continuaram as ofensas ao Ministério Público. John disse que os promotores (não citou nome, mas sabemos a quem ele se referia) foram desonestos, com todos, ao denunciarem a interferência de Ricardo Barros na licitação da publicidade. Heine, repito, disse que há laranjas podres no MP. John insiste que devemos discutir o mensalão, que é assunto mais importante.
Algumas dúvidas: Por que Heine escolheu laranja, como fruta, para exemplificar? Não poderia ser maçã? Deve ser porque de laranjas seu grupo conhece muito. Qual o interesse de John em defender tanto Ricardo Barros e ofender o MP? O que está ganhando com isso? Ele não deveria se considerar impedido de falar mal dos promotores, por ter uns probleminhas com eles? Insistem em dizer que a denúncia é política e que deveria ser feita na época da gravação, esquecendo que foi. A gravação é de outubro ou novembro e o processo foi proposto em dezembro. O leitor do blog do Rigon sabe disse faz tempo. Falando em mensalão, a que partido pertencia o Borba, quando estourou o escândalo, e para qual ele foi? E os mensalinhos da Câmara? Será que não existem? Nunca vereador recebeu dinheiro para aprovar projetos de interesse do Executivo? Isto só aconteceu na Câmara Federal? Aguardamos respostas nas próximas sessões.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

PMN orienta Saboia a assinar a CPI do Ricardoduto

O PMN de Maringá já deliberou sobre a CPI para investigar a suposta fraude na licitação de R$ 7,5 milhões na publicidade da administração municipal, realizada no final do ano passado, conforme interceptação telefônica feita pelo Gaeco com autorização da justiça. O vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes já foi oficialmente orientado a assinar o requerimento de abertura da CPI, apresentado na semana passada, e que já conta com quatro assinaturas.
A orientação, segundo o presidente do partido, Miro Falkemback (foto), é resultado da vontade do partido de ver apuradas todas as denúncias que ganharam as páginas da reportagem da Gazeta do Povo, na semana passada. A chamada CPI do Ricardoduto, portanto, pode sair do papel se depender do PSB e do PMN, que já orientaram seus representantes, Paulo Soni e Carlos Eduardo Saboia. Como há fidelidade partidária e o mandato legislativo pertence ao partido, o pedido deverá ser seriamente analisado pelos vereadores.

Akino

Grandes parceiros

Do blog do Jota Erre: “Tiro meu chapéu para Adalberto Diniz, prá nós, o Beto da Trade. Esse cara literalmente vestiu a camisa da campanha de Ricardo Barros ao Senado. Um grande parceiro que conheci em 2009 na cidade de Londrina durante a campanha do Barbosa Neto à prefeitura. Em Curitiba é dono da Trade, uma das maiores agências de propaganda do país onde sua especialidade são as contas públicas. Durante a caminhada na XV ele não quis nem saber, arranjou uma bandeira e partiu cantando: um, um, um! pro senado só tem um!!!”
Meu comentário: A Trade, como sabemos, é a agência que participou da licitação da propaganda de Maringá juntamente com a Meta. Teria aberto mão da solução salomônica sugerida por Ricardo a Leo, naquela conversa. Tenho uma curiosidade: Adalberto Diniz, tem parentes em Maringá?
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

No telhado

impacto
Reportagem do Impacto Paraná desta semana cobra a saída de Ricardo Barros do secretariado de Beto Richa, citando a escuta telefônica que mostra “que tinha linguiça debaixo de uma grande farofa que foi devidamente acomodada para que todos pudessem saborear do mesmo prato”. Clique para ampliar.

Escândalo em Maringá

“Nem pensar”

Saboia
O médico e vereador Carlos Eduardo Saboia Gomes, aqui visto quando deixava a inauguração do comitê do candidato Dr. Batista, não quer nem ouvir falar de assinar o pedido de CPI para investigar o Ricardoduto. E não é por falta de escutar pedidos. Ele também é autor da proposta que implanta a Ficha Limpa para nomeação de cargos comissionados no Legislativo e no Executivo; o projeto está estacionado em alguma gaveta da câmara municipal. Uma pessoa próxima garante que ele não assina nem cobra o andamento da Ficha Limpa por temer ameaças à sua integridade física. O PMN de Maringá, presidido por Miro Falkemback, ainda não se reuniu para discutir a questão, como fez o PSB.

Akino

Coisa para profissional

Acessando o site do Rigon, que tem vários e bons anúncios, um me chamou mais a atenção, pela analogia com um assunto do momento, a gravação de conversa entre ‘Ricardo e Léo’. Trata-se da empresa, Instituto Licitar, que dá curso para licitação. Fui ao site e reproduzo a apresentação: “O Instituto Licitar é a empresa de capacitação profissional do Grupo ConLicitação, cujas atividades são regidas pela ética, profissionalismo, qualidade e dedicação aos seus clientes, tendo na confiança e responsabilidade a base de um relacionamento sólido e comprometido.Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Beto da Trade vestiu a camisa de RB

betodatrade
O publicitário Adalberto Diniz, o Beto Diniz da Trade Marketing, de Curitiba, em agosto de 2010, no centro da capital paranaense, fazendo campanha para Ricardo Barros, secretário licenciado de Beto Richa. Sua agência disputou com a Meta Propaganda, que atende a prefeitura do irmão mais velho desde 2005, a licitação de R$ 7,5 milhões, sob suspeita de fraude (a tal “solução salomônica”). Em 2009 ele foi o marqueteiro da campanha de Barbosa Neto (PDT) em Londrina, coordenada por RB, e agora foi indicado por RB para a campanha de Marcelo Belinati (PP). Foto: Blog do Jota Erre.

Akino

Licença, férias ou afastamento?

Li no blog do Zé Beto e reproduzo: ”A assessoria de imprensa de Ricardo Barros informa que ele representou o governador Beto Richa na entrega do Prêmio Empresário do Ano 2012 para Jair Ferraria em Maringá. Também informa que no domingo ele repete a dose na abertura da feira “Maringá Fashion Mix”. Como se sabe, o secretário da Indústria e Comércio confirmou que se afasta do cargo no dia 10 para comandar a campanha eleitoral naquela cidade. O anúncio foi feito na semana onde explodiu a denúncia do Ministério Público sobre a interferência de Barros numa concorrência de publicidade naquele município cujo prefeito é Sílvio Barros, irmão do secretário. Hoje a Gazeta do Povo manchetou que a saída aconteceu por causa da denúncia. Barros informou que a decisão de pedir a licença é antiga – e isso de fato pode ser comprovado. Pelo sim, pelo não, pode ser tudo, pode ser nada.”
Meu comentário: A postagem é de sexta-feira, mas serve para dar noção de como a imprensa curitibana está vendo o afastamento, licença, férias, ou seja qual nome queira dar.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Gotcha!

Ontem, na entrega do título de Empresário do Ano de Maringá 2012, o governador Beto Richa fez-se representar pelo seu secretário licenciado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros. Ele fez questão de dizer que estava ali representando o governador, como se não bastasse a dor de cabeça que está dando ao governo tucano. Apesar do empenho da mídia amiga, da força do sócio e ex-deputado Pinga Fogo, Ricardo sabe que sairá e não voltará mais ao governo estadual. Desde dezembro do ano passado ele diz que vai sair; primeiro, em fevereiro, depois em março e abril, e que seria substituído pelo irmão mais velho. Como a Ficha Limpa está valendo para as nomeações de cargos comissionados no governo de Richa (parcialmente, mas está), Silvio II foi descartado – e nunca mais se falou na saída de RB, que voltou à tona agora com o escândalo da suspeita de fraude na licitação da publicidade (R$ 7,5 milhões).
Deixar de secretário agora era tudo que RB não queria, pois há um pedido de prisão no TJ-PR. Saindo, perde o foro privilegiado e passa a depender da caneta da justiça local, onde o processo correrá. A forma com que foi tratado ontem no Moinho Vermelho soa como um sinal.