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Maringá

Sistema monitora isolamento e avalia comportamento

O sistema para monitorar o índice de isolamento social é mais uma ferramenta da Prefeitura de Maringá de enfrentamento ao coronavírus. O sistema apresenta taxa de isolamento de todas as cidades do Brasil, sendo possível fazer a comparação de índices entre municípios/estados e visualizar o comportamento das pessoas. O Índice de isolamento desta terça, 26, em Maringá está em 38% – mesma média do país e do Paraná.

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Paraná

CGE monitora evolução patrimonial do alto escalão

O governador e todos secretários de Estado e presidentes de órgãos ou entidades vinculados à administração estadual direta e indireta do Governo do Paraná deverão encaminhar uma cópia da declaração do imposto de renda do ano passado para a Controladoria-Geral do Estado. O documento servirá para controle e monitoramento da evolução patrimonial desses gestores em cargos de comissão.

A decisão foi tomada considerando a lei estadual 19.857, proposta pelo Governo do Paraná, que instituiu o Programa de Integridade e Compliance na administração pública estadual a partir de 2019. Também está amparada na Lei da Improbidade Administrativa (lei federal 8.429/1992) e no decreto estadual 2.484/2019, que determina os documentos necessários e procedimentos para cargos em comissão.

O controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, explicou que essa é uma das medidas de controle e monitoramento a fim de efetivar ações de combate à corrupção indicadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior para blindar a administração pública contra atos ilícitos.

A autoridade de cada órgão tem até dia 21 de fevereiro para encaminhar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física, em envelope lacrado dirigido ao controlador-geral do Estado, indicando o sigilo do conteúdo.

“De acordo com a Constituição Federal, a administração pública é regida pelos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Nossas ações são empreendidas nesse sentido para tornar o Paraná um Estado íntegro”, disse o controlador-geral. “O governador também apresentará sua declaração do IR, ele faz questão de dar exemplo e mostrar que esse governo só tem compromisso com a população e a boa gestão”, acrescentou.

TRABALHO – Siqueira lamentou o resultado obtido pelo Brasil no Índice de Percepção da Corrupção, da organização Transparência Internacional, que manteve o mesmo índice do ano passado e baixou uma posição no ranking dos 180 países avaliados.

“O Governo do Paraná faz a sua parte para melhorar a posição nacional. O acompanhamento da evolução patrimonial da alta administração, o programa de compliance e outras ações de controle interno e social que vamos implementar este ano vão resgatar o orgulho do servidor público e garantir segurança a investidores e empresários”, disse o controlador-geral. (AEN)

(Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

Geral

Monitoramento

Comenta-se que o ex-presidente Lula passará a merecer monitoramento. Como no julgamento em Porto Alegre é certo que será mantida sua condenação, e como Lula tem convites de diversos países latino-americanos, o monitoramento seria implantado.Continue lendo ›

Maringá

Video wall para monitoramento

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Como sempre em ano eleitoral a Prefeitura de Maringá vem com magia; em 2012 foi o Parque Industrial Barros, cuja entrega está atrasada há “apenas” quatro anos, e as super-câmeras que de super não têm nada, não conseguem identificar uma placa de automóvel.
No próximo dia 25 acontece a licitação para a compra do sistema vídeo wall (acima, o da CET, de São Paulo), para o qual foram reservados R$ 377.450,00. Continue lendo ›

Legislativo

Transparência

Evandro JuniorO deputado estadual Evandro Junior (PSDB) votou na sessão plenária de ontem a favor da lei que estabelece o monitoramento do tráfego nas praças de pedágio do Paraná.
O objetivo do projeto de lei nº 754/2015 é facilitar o levantamento de informações em tempo real de quanto se arrecada com os pedágios nas rodovias concessionadas. Assim será possível avaliar com mais precisão as melhorias nas rodovias, de maneira a estimular a economicidade nos sistemas viários do Estado.

Maringá

Pegando firme

Depois de cobrar a prestação de contas do dinheiro público gasto com a realização da feira de aviação, ocorrida em agosto, o Observatório Social de Maringá convida os vereadores para tratar de outros dois temas palpitantes: a aquisição das câmeras de monitoramento, que não funcionam, e a gastança com jogos de voleibol este ano na cidade. Leia mais.

Gossip

Arco da velha

Nos três meses em que o Gaeco fez o monitoramento do empreiteiro Edenilso Rossi, ouve-se nos bastidores, foram flagradas conversas que podem ter consequências na política paranaense. Numa delas, entre o empresário e um ex-prefeito, o assunto girou em torno da legalização de um loteamento habitacional numa cidade do interior, que foi barrada na prefeitura. Dizem que o caso é cabeludo e envolveria gente que gosta de se apresentar como insuspeita, apesar da ficha. O caso segue em segredo de justiça.

Geral

Monitoramento sucateado

E as super-câmeras de Maringá, que serviram como mote de campanha do PP maringaense nas eleições de 2012, caminham para o sucateamento. Na gestão capitão Ideval, o sistema de monitoramento, cujo superfaturamento vem sendo investigado pelo Ministério Público, tem cada dia mais dificuldades de funcionamento, já que não existe mais manutenção. Serviu apenas para gastar dinheiro com propaganda – R$ 30 mil por dia na era Pupin, em 2013.

Maringá

Monitoramento por super-câmeras beira o fiasco

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A gestão do capitão Ideval de Oliveira na Setrans está bem longe de ser a maravilha que lhe foi prometida, antes de assumir o cargo, em novembro do ano passado. O sistema de monitoramento de vias públicas da cidade, as chamadas super-câmeras, tem beirado o fiasco. A situação piorou depois que o Ministério Público Estadual passou a apurar a denúncia de indícios de superfaturamento na licitação. Quem precisa das imagens não as consegue; sempre arranjam uma desculpa, mas a verdade é que o sistema vive caindo, não há mais manutenção nem arquivo de imagens. O blog soube que o sistema de câmeras que custou milhões, entregue com pompa em setembro passado sob o argumento de que ajudariam a combater a criminalidade, ficou sem funcionar  por cerca de uma semana em janeiro passado. Num momento em que a sociedade cobra providências das autoridades em relação à segurança pública, a administração municipal dá mau exemplo. Foto PMM.

Blog

Super-câmeras: Observatório aponta indícios de superfaturamento

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Indícios de superfaturamento e outras irregularidades na licitação das tais super-câmeras da administração Silvio Barros II/Carlos Roberto Pupin (PP) foram tema de reportagem veiculada nesta noite na RPC TV. Em fevereiro deste ano este modesto blog publicou que o Observatório Social e o Conseg tinham conhecimento da existência das irregularidades e avisou que Pupin iria ter dor de cabeça, pois ele esteve à frente do processo licitatório e de homologação. Além da câmera adquirida ser diferente do estabelecido no edital, postes de 9 metros foram colocados no lugar dos licitados de 12 metros, num sobrepreço de quase dez vezes. Se o Ministério Público quiser, em nome de proteger o dinheiro público do maringaense, assim como em relação ao R$ 1,5 milhão da feira aeronáutica, agora tem material suficiente para fazer uma bela duma ação civil pública. A administração, na tentativa de minimizar o que aparenta ser um belo esquema de época de eleição, disse que vai pedir à empresa vencedora da licitação redução no preço – que, mesmo com desconto de 40%, está acima dos valores de mercado.

Maringá

Licitação foi feita em período eleitoral

Há cerca de um ano este modesto blog divulgou as suspeitas de malandragem na aquisição das tais câmeras, que viraram super-câmeras e foram licitadas em pleno período eleitoral, uma combinação de uso da máquina pública que só a Justiça Eleitoral não conseguiu enxergar. O dinheiro para as câmeras, enviado em parte pelo governo federal, estava disponível desde janeiro de 2012; a promessa de colocá-las era de 2005. Até o Conseg, que é amigo, cobrou as câmeras do ex-prefeito Silvio Barros II em abril do ano passado. Num belo dia da campanha eleitoral o programa da coligação A mudança continua anunciou como proposta de campanha a instalação de super-câmeras; no dia seguinte, a administração licitava a compra. Em janeiro deste ano, no fervor da discussão sobre a elegibilidade do prefeito, anunciou-se o vencedor. Em fevereiro, lembraram de licitar o link. Em outubro passado, o blog divulgou que as tais super-câmeras não conseguiam registrar placas de carros, por causa da resolução.

Geral

Monitoramento deve mudar

Com a militarização da Guarda Municipal de Maringá, o blog aposta que é questão de tempo para o monitoramento do sistema público de câmeras de vigilância deixar de ser feito pelo município. Há um boato de que o serviço, realizado hoje por guardas municipais, passará a ser feito na sede do 4º Batalhão da Polícia Militar, como sempre defendeu o presidente do Conselho Comunitário de Segurança, coronel Tadeu Rodrigues.

Cidades

Monitoramento em Pontal do Paraná

Pontal do Paraná
Leitor que esteve no litoral envia a foto e comenta que, enquanto Maringá esta há mais de oito anos falando em colocar câmeras, em Pontal do Paraná isso já é realidade há dois anos. Lá, foi da Secretaria de Segurança Pública, criado o Fundo Municipal de Segurança Pública e o Conselho Municipal de Segurança Pública, com a finalidade precípua de prevenção à violência. Em Maringá, sabe-se que é o ex-prefeito que está cuidando do assunto, depois de uma licitação milionária e estranha, vencida por uma empresa que não tinha a câmera pedida no edital.

Maringá

Prefeitura vai licitar link para monitoramento


O prefeito Carlos Roberto Pupin assinou no último dia 8 um aviso de pregão presencial, marcado para o primeiro dia de março, que prevê a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de interligação em link MPLS (Multi Protocol Label Switching) entre os pontos de câmeras e a central de monitoramento para a transmissão de vídeo; a prefeitura está dispota a gastar até R$ 161.611,44. Estranhantemente, este item não foi licitado junto com a concorrência do monitoramento (parece que esqueceram que algo deveria ligar as câmeras de vigilância à central de monitoramento). Acima, os itens licitados anteriormente, bem detalhados, e que custarão, se o Ministério Público permanecer inerte, mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos maringaenses.

Maringá

Câmera não atenderia especificações do edital

Durante o decorrer do processo de licitação, cujo cancelamento chegou a ser solicitado junto à Secretaria de Administração, o Conselho Municipal de Segurança e a Sociedade Eticamente Responsável, entidades ligadas à Acim, foram informadas de possíveis irregularidades. A principal e mais grave delas é que as câmeras adquiridas não correspondem ao edital da concorrência 045/2012. A câmera da Intelbras vendida pela NEC não atenderia o edital: trata-se de modelo analógico, com comunicação IP e não possui IP nativo como exigido. O próprio site do fabricante confirma que se trata de modelo analógico com comunicação IP. As licitações na área de vigilância costumam solicitar que a câmera deve ser fabricada com protocolo IP nativo e compressão incorporada, sendo vedada a utilização de encoder em separado. A câmera deve ser baseada em componentes padrões e tecnologia de ponta, utilizando protocolos abertos e publicados para integração em aplicações de terceiros, e atender ao padrão Onvif.

Maringá

Cultura pode perder espaço

Centro de Excelência
Na campanha eleitoral, Carlos Roberto Pupin prometeu que o Ciosp (Centro Integrado de Operações e Segurança Pública) seria instalado na avenida Paraná, na antiga delegacia de polícia. Depois, pressionado pelo Conseg, mudou de ideia e aceitou a central de monitoramento nas instalações do Batalhão de Polícia Militar. Agora, o chefão Ricardo Barros decidiu que será na antiga Usina de Conhecimento, o Centro de Excelência em Atendimento Público, um dos poucos espaços da cultura maringaense. Beto Richa, sempre solícito ao fratello mais famoso, teria dado sinal verde. Resta esperar que a Secretaria de Relações com a Comunidade do Paraná e a Universidade Estadual de Maringá, que formalizaram uma parceria – na época em que o deputado Wilson Quinteiro era o secretário – para uso daquele prédio pelo menos até 2016, se manifestem contrários.