moradores

Maringá

Abaixo-assinado para vereadores pede área de lazer

cemiterio
Moradores do entorno do Cemitério Municipal de Maringá continuam mobilizados para evitar que a área existente na esquina das ruas Mem de Sá com Saulo Porto Virmond seja utilizada pela prefeitura para a ampliação do campo santo. Alguns deles, que defendem a utilização como área de lazer (a região é populosa), estiveram na última quinta-feira na sessão itinerante da câmara no Conjunto Cidade Alta, e apresentaram a questão na tribuna livre. Praticamete todos os vereadores deram seu apoio e informaram que foi feito requerimento pedindo explicações ao prefeito. Na próxima quinta-feira os moradores voltarão à câmara para entregar um abaixo-assinado com mais de 600 assinaturas de cidadãos indignados com a pretensão da administração Pupin.

Má-ringá

Local que deveria ser área de lazer pode dar lugar a novos túmulos

Cemitério municipal
O Instituto Ambiental do Paraná já recebeu o alerta de que a prefeitura e a nova direção do cemitério municipal (Pupin colocou na chefia do local um cargo comissionado que já foi denunciado por concussão pelo Ministério Público Estadual, uma pessoa que ele já havia promovido na famosa interinidade dos 100 dias, ano passado) pretendem aumentar a capacidade do cemitério, um acabado exemplo da falta de planejamento e desprezo pela população. O aumento inclui aquela área na ponta das ruas Saulo Porto Virmond e Mem de Sá (a rua do IML), local que moradores há anos querem ver como uma área de lazer, com quadra poliesportiva, ATI e parque infantil, já que a região teve um grande avanço populacional nos últimos anos (há muitos prédios residenciais por ali). Um morador preocupado também questiona o aspecto ambiental, “pois se houver este novo aumento do cemitério municipal seus jazigos e túmulos  ficarão praticamente a 10 metros de janelas dos prédios circundantes, inclusive havendo risco de contaminação de poços artesianos na região”. Resta aguardar uma posição do IAP.

Maringá

Comerciantes e moradores da Morangueira cobram prefeitura

Reuniao Morangueira
Dezenas de comerciantes e moradores participaram da reunião convocada pelo gabinete do vereador Carlos Mariucci (PT) ontem à noite no Centro Pastoral Arquidiocesano. O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) foi convidado, mas não participou e também não enviou representante. A reunião foi convocada para que os moradores pudessem acompanhar como o Legislativo tem encaminhado as cobranças pela revitalização e readequação da avenida Morangueira. “Nós estamos como poder legislativo, por isso temos o dever de cobrar a prefeitura. Infelizmente não há projeto por parte dessa administração. E os comerciantes e moradores não aguentam mais esperar”, declarou Mariucci.Continue lendo ›

Maringá

Administração quer abrigar moradores em escola abandonada

Após a medida judicial que suspendeu a reintegração de posse e solicitou à Prefeitura de Maringá que apresentasse um relatório social das famílias da ocupação Atenas, os documentos foram apresentados juntamente com a proposta da prefeitura de que os moradores da ocupação do Antenas sejam abrigados na escola municipal João Gentilin. Trata-se de uma escola desativada localizada na área rural da cidade. O prédio que está abandonado há anos fica há cerca de cinco quilômetros do ponto de ônibus mais próximo e boa parte da estrada sequer é asfaltada. Leia mais.

Maringá

Jardim Oriental: sábado tem reunião

Proprietários de terrenos no Jardim Oriental (final da avenida Kakogawa, em Maringá) continuam se mobilizando contra o valor do Imposto Predial e Terrial Urbano lançado pela administração municipal. Ontem houve uma reunião preparatória, com cerca de 100 pessoas, mas ninguém da lotedora Santa Alice nem da prefeitura apareceu. Ali, a administração está cobrando em média R$ 2,5 mil de imposto.
Há mais de dois anos um projeto transformou uma área daquele loteamento em Zona Especial de Interesse Social (Zeis), para a construção de 213 casas populares, que, de acordo com a lei, já deveriam estar concluídas. A próxima reunião será no sábado, a partir das 12h, no plantão da loteadora. Uma das alternativas em estudo é acionar o município judicialmente.

Saúde

UBS do Paulino atende cerca de 4 mil

Moradores do Conjunto Paulino de Carlos, em Maringá, continuam resistindo ao prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), que determinou a transferência da casa 4 da Saúde da Família para o Conjunto Piatã, ignorando a vontade de pacientes que ali residem. Neste sábado a equipe informou que acompanha cerca de 4 mil pessoas, entre elas crianças, gestantes, idosos, hipertensos e diabéticos (usúarios de insulina que precisam de acompanhamento), e ainda faz o acompanhamento de acamados que precisam de muitos cuidados e não podem se dirigir até um centro de atendimento, comode ficientes físicos e visuais, entre outros.
A equipe 4 ainda realiza grupos de convivência, grupo de adolescentes. A base da equipe 4 é prevenir as doenças, e por isso promove eventos preventivos, como palestras sobre drogas e doenças. Os moradores, contam, oito anos átras lutaram para que fosse trazido uma unidade básica de saúde para o Conjunto Paulino de Carlos porque o que os moradores usavam – o NIS III Jardim Pinheiros – fica a 3 km de distância, a mesma da unidade construída no Piatã.

Maringá

Moradores tentam impedir desativação de UBS

Unidade de saúde Paulino de Carlos
Moradores do Conjunto Paulino de Carlos, em Maringá – entre eles, pessoas idosas, crianças e cadeirantes que realizam tratamento de saúde – foram pegos de surpresa na manhã de hoje ao chegar à unidade de saúde do bairro. Sem avisar pra ninguém, a administração do prefeito que viaja e do prefeito que faz campanha fechou o local e colocou um aviso, informando que não haveria atendimento a partir da tarde desta sexta-feira, pois seria realizada mudança para o posto do Conjunto Piatã, que dista cerca de 3 km do local. Os moradores estão revoltados e desde então, alguns até sem almoço, fazem plantão defronte a unidade de saúde (uma casa adaptada) para impedir que a mudança aconteça. Continue lendo ›

Maringá

Prefeitura não atendeu pedido da comunidade

Unidade de saúde Paulino de Carlos
Os moradores não podem contar, neste protesto, com o presidente da associação do Conjunto Paulino de Carlos, que é José Donizete Felipe, assessor do ex-deputado federal Ricardo Barros e candidato a vereador pela organização do chefe, e que procurava agora à tarde acalmar a turma, pega de surpresa com o fim da unidade de saúde do bairro – na verdade a casa 4 do Programa Estratégia Saúde da Família. Na foto mostra a unidade de saúde e o carro de Felipe chegando no local. Além da distância que dificulta os atendimentos, pacientes reclamam que o acesso ao posto do Piatã (escolhida sem discussão com a comunidade) é deficiente, não há linha de transporte coletivo nas proximidades. Continue lendo ›