O comentário de Serraglio
Relator da CPMI dos Correios, que investigou o mensalão, o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB) comenta na entrevista acima sobre a prisão dos mensaleiros.
Relator da CPMI dos Correios, que investigou o mensalão, o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB) comenta na entrevista acima sobre a prisão dos mensaleiros.
Do Velho Gagá:
O Brasil todo sabe hoje que o amor de mãe não falou mais alto em sua defesa. Consta nas investigações que na noite de seu desaparecimento, por volta de meia noite, seu padrasto, que reiterou isto no Fantástico deste domingo, saiu para dar mais um “tiro” (comprar pó). Seu padrasto reagiu assim, ao ouvir a notícia de que encontraram teu cadáver:
– “Pô… maravilha… Vamo ligá pro nosso advogado….” (deboche gravado no mesmo programa que citei)
Seu grande amigo e pai biológico nunca foi avisado por tua mãe do comportamento de seu “ham…ham… padrasto”. Mas falhamos todos, enquanto sociedade que dizemos ser ou fazer parte.Continue lendo ›
De Juliano Pelegrini Dambros:
Olha o absurdo que está acontecendo no Cemitério Municipal de Maringá. A avó de minha esposa foi ao cemitério essa semana e, ao se deparar com o local onde fica o túmulo de sua filha, só encontrou um buraco sendo cimentado e revestido novamente. O túmulo ao lado, dos sogros de sua filha, estavam na mesma situação.Retiraram todos os ossos e quebraram o túmulo para colocá-lo à venda novamente, sem avisar ninguém da família. A velhinha, coitada, ficou desesperada, reclamou com os funcionários que a conduziram a administração do cemitério e no caminho disseram “que se ela pagasse uns R$ 2.000,00 provavelmente arrumariam a sepultura novamente”. Ao chegar à administração do cemitério ela foi informada que os túmulos foram dados como abandonados e seriam colocados a venda novamente.Continue lendo ›
De José Luiz Boromelo:

As esperanças do povo brasileiro no estabelecimento da verdadeira democracia caíram por terra. Mais uma vez o cidadão foi usurpado em suas aspirações mais elementares por conta de interesses nada louváveis de uma classe que manipula o poder e dita regras conforme suas conveniências. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou por 16 votos a seis a proposta de emenda à Constituição que tornava facultativo o voto no País. Dessa forma o eleitor é intimado a comparecer às urnas e o faz (muitas vezes contra sua vontade) apenas para fugir de sanções previstas em lei. Isso (em tese) justificaria os elevados números de votos brancos ou nulos uma vez que o desinteresse é evidente, com resultados diferentes dos apontados pelas pesquisas de opinião pública. A tendência do eleitor quando contrariado é votar no primeiro nome que lhe for sugerido ou direcionar o voto a desconhecidos, ou ainda aumentar a lista daqueles que resolveram aderir ao chamado “voto de protesto” elegendo figuras excêntricas e folclóricas, que nada têm a oferecer à sociedade no exercício daquela delicada missão.Continue lendo ›
Do professor Gilberto Pavanelli:
A respeito do resgate dos cães em São Roque, fato que já havia ocorrido em Maringá há algum tempo (UEM), gostaria de me manifestar. Acho tudo isso uma hipocrisia. Se o ser humano, pelo menos a maioria, não se alimentasse de animais até que o protesto seria razoável. Dizem até que em São Roque após o rapto dos cães o pessoal foi comemorar o feito em uma churrascaria, onde foram servidos vitela, galeto ao primo canto, sashimi de salmão, patê de ganso, picanha mal passada, filé de cavalo, asinhas de frango, entre outros. Nunca vi ninguém tentar impedir um rodeio em Barretos e nem na Exposição de Maringá onde os bois são tratados com desumanidade inconcebível. O projeto para utilizar animais em experimentos é rigorosamente fiscalizado pelos conselhos de éticas das universidades e institutos de pesquisas. Não há ainda possibilidades de se desenvolver vários medicamentos sem antes testá-los em animais. Nenhum cientista faz isso com prazer, mas sim motivado pela necessidade de se desenvolver medicamentos para cura de doenças que atacam a espécie humana. Continue lendo ›
De José Luiz Boromelo:
Atualmente existem no Brasil nada menos que 32 partidos políticos. Esse espantoso número (que tende a aumentar ainda mais) sugere uma diversidade inimaginável de ideologias e doutrinas partidárias totalmente distintas. Interesses ocultos vagueiam sob as siglas que se proliferam sem critérios e acabam por confundir o eleitor. A multiplicidade de partidos políticos sem identidade nem representatividade alguma foi possível a partir de recente alteração jurisprudencial do Supremo Tribunal Federal, que garante aos recém-filiados (entre outras prerrogativas) o tempo correspondente no rádio e na televisão e os valores relativos ao Fundo Partidário. Nota-se que os novos partidos são uma forma de abrigar lideranças insatisfeitas e viabilizar projetos pessoais na disputa por poder e na realocação de interesses próprios. Não existem preocupações com programas, ideologias, pragmatismos ou coerências. Continue lendo ›
De José Luiz Boromelo:
A Semana Nacional do Trânsito instituída pelo artigo 326 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é comemorada de 18 a 25 de setembro, enquanto que o artigo 75 recomenda que todos os órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito promovam outras campanhas durante o ano no âmbito de sua circunscrição e de acordo com as peculiaridades locais. Especialmente nesse período as escolas mobilizam-se para incentivar as crianças e jovens a participar de atividades referentes ao trânsito. É uma forma de estimular positivamente os mais novos a reconhecerem desde a mais tenra idade, seus direitos e deveres no complexo universo de mobilidade urbana que todos estão inseridos. Espera-se que os ensinamentos transmitidos sejam assimilados e colocados em prática na vida adulta, resultando numa convivência pacífica entre os integrantes do sistema. Ocorre que as estatísticas mostram uma tendência de aumento considerável no número de acidentes e na gravidade das ocorrências. Proporção similar verifica-se nas autuações dos condutores infratores, um sinal evidente que as medidas coercitivas tornaram-se ineficazes para conter os abusos e impor a disciplina necessária.Continue lendo ›

Leitor curitibano escreve como um cidadão que depende do SUS para severo tratamento e vê, “além de toda a política(gem) que se fez com a vinda de médicos(as) de Cuba e de outros países, um fato sério e com pouco foco… a maior parte destes profissionais “exerce o sagrado sacerdócio da medicina”. A grande maioria já esteve em outros países para dar aos doentes imensas doses de um remédio raro nos dias de hoje, que exatamente combate o vírus do descaso. Pessoalmente, como portador de malignidade, eu gostaria de morrer na hora designada por Deus… não aceito, como cidadão, morrer por descaso ou por desleixo político.
“Estes médicos e médicas – continua -, vão levar um sopro, um alento, uma sobrevida, em forma de um sorriso sincero, um cadinho de sorinho caseiro, bolacha de velório de plano funerário (feito o meu) e uma aspirina…. mas ali é um carente doente diante de um médico, que já de fortuna pessoal feita (grande parte deles faz é missão humanitária comprovada) tem esperanças para dar aos pobres. Cura??? Até creio pois eu sei o que trabalhar a estima de uma pessoa, fazem surgir probabilidades imensas de cura – os impossíveis dos homens são os possíveis do Altíssimo. Não tenho partido político mas tenho, dentro de minha pequena cultura a democracia de verdade correndo nas veias”.
Por Edmar Arruda:
O pacto federativo é a forma como são administrados os impostos arrecadados pelo Governo Federal, estados e municípios. A administração dos impostos é dividida em Fundo de Participação de Estado – FPE e Fundo de Participação Municipal – FPM. Ou seja, o pacto federativo é definir como são arrecadados e onde aplicar os impostos.
Hoje, a arrecadação da maior fatia de impostos é realizada pelo Governo Federal, enquanto as responsabilidades nas políticas públicas, como saúde e educação, ficam por conta dos Estados e municípios.
Discutir e compreender melhor os objetivos do pacto federativo é estratégico para defendermos essa bandeira que dará impulso ao nosso país.Continue lendo ›
Vejam a opinião de um amigo da ‘corônia’, o Mura, expressada em sua página no Facebook: “Srs. Vereadores de Maringá… Amanhã [hoje] teremos um grande momento na nossa casa de Leis. O Legislativo que nos últimos 20 anos foi somente motivo de descréditos e imoralidades vai ter o privilégio de mostrar que os edis deste mandato iniciado em 2012 realmente merecem todo o crédito dos seus eleitores e cidadãos maringaenses. Já avançamos muito na questão ética da nossa Câmara, esforço conjunto do presidente Ulisses Maia e demais vereadores, mas o projeto de lei que será colocado em discussão no plenário desta quinta feira é de extrema importância para todos nós cidadãos de bem que sonhamos com uma administração pública baseada nos princípios morais e na leis que regem este país. Continue lendo ›

De José Luiz Boromelo:
?O país experimenta uma das maiores ondas de manifestações públicas desde as passeatas dos “caras-pintadas”, que culminaram com a deposição de um presidente da república na década de 90. Por todo o país as demonstrações de insatisfação tomaram conta das ruas e logradouros públicos, reunindo multidões que ultrapassam as centenas de milhares de manifestantes. A maioria das manifestações foi pacífica, mas em alguns locais houve casos de vandalismo. Veículos incendiados, prédios públicos depredados, estabelecimentos comerciais saqueados e outros casos de violência foram registrados. O confronto com o aparato de repressão foi inevitável e o saldo não poderia ser diferente: policiais, guardas municipais e manifestantes feridos, envoltos num verdadeiro campo de batalha. Na capital da República, a cobertura do Congresso Nacional foi tomada por manifestantes portando cartazes e gritando palavras de ordem, mostrando a indignação do cidadão com a situação atual do país.Continue lendo ›

Por Rubens Sartori:
Um dos assuntos mais palpitantes do momento que vivemos no Brasil é a diária discussão por sobre os fatores que estimulam, dia-a-dia, os índices de criminalidade, especialmente em crimes diversos com a participação sempre de menores de 18 anos. Há correntes defendendo a redução da idade para possível punição rigorosa desses “menores”. Há outros, com iguais argumentos, totalmente contrários a essa tese, pois entendem que fatores educacionais, econômicos e sociais é que fundamentam a participação de criminosos “menores” em delitos que participam empurrados pelas condições mencionadas e de cunho exógeno à “idade”. Todos têm bons argumentos e boa-fé nesta imensa discussão sem síntese aparente de consenso.Continue lendo ›
De leitora, sobre a 39ª Prova Rústica Tiradentes:
Esta foi minha primeira participação e certamente no próximo ano estarei lá. Para nós corredores amadores que corremos por esporte, lazer e saúde foi uma ótima corrida. Sou amadora, porém tenho amigos profissionais (maringaenses) e é lamentável ver suas dificuldades. Corredores de outros países têm todo o incentivo possível, isenção de inscrição, hotel, comida, patrocínio etc. Este amigos profissionais e maringaenses correm sem patrocínios,n fizeram um tempo de 31 minutos (10 km), ou seja, são bons, mas, coitados, difícil melhorar, pois as vezes desanimam. Até a própria inscrição tiveram que pagar. Onde está o incentivo aos prata da casa? Temos atletas maringaenses e da região que são profissionais e não são tratados com o devido respeito. Espero que nossa Secretaria de Esporte pense nisto para os próximos ano, é uma vergonha mesmo. Agora para nós, não profissionais, foi maravilhoso!
Do leitor:
Vamos parar com esse equívoco de dizer que o papa é o sucessor do trono de Pedro. Pedro, o apóstolo, pertencia à igreja primitiva que seguia fielmente os ensinamentos de Jesus. Pouco mais de três séculos após a morte e ressurreição de Jesus, o imperador romano Constantino criou, de forma casuística, a Igreja Católica e influenciou diretamente na escolha do primeiro papa. Resumo da ópera: Cristo não fundou o cristianismo e nenhuma religião, mas nos ensinou a amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao nosso próximo como a nós mesmos.Continue lendo ›
De José Luiz Boromelo:
As estatísticas das autoridades de saúde apontam um crescimento vertiginoso nos casos de dengue em todas as regiões do país, mostrando que as medidas preventivas não estão surtindo o efeito desejado. É imprescindível o comprometimento de cada morador, no sentido de evitar que o mosquito consiga renovar seu ciclo de vida. E o resultado aí está: leitos de hospitais ocupados por pacientes com sintomas do mal do século, considerada uma epidemia sem precedentes. As consequências da omissão e do descaso são desastrosas para o país. Continue lendo ›
Acima, o primeiro programa “Opinião & Notícias”, apresentado por este blogueiro na Banda 1 AM, ontem, 7 de janeiro de 2013. O programa ao vivo pode ser acessado clicando aqui. Vai ao ar das 11h às 12h. Hoje algumas das novidades são a bronca dos proprietários de terrenos do Jardim Oriental, em Maringá, a possibilidade de redução do valor da tarifa de transporte coletivo em Maringá e Sarandi, além de entrevistas com o prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula Junior (PDT), e com o fotógrafo Tabajara Marques, já que hoje é o Dia Nacional da Fotografia e do Fotógrafo.
Do leitor:
Como a Justiça Eleitoral marcou para este final de semana a diplomação do candidato a prefeito mais votado, será que o TSE já definiu – nos bastidores – o imbróglio de quem tentava o terceiro mandato, o que é ilegal? Como ter tanta certeza de que a candidatura não será indeferida no TSE, depois de seu indeferimento por 6 x 0 no TRE? Como ficar tão confiante mesmo com o parecer da PGE concordar que Pupin não pode ser diplomado por ter cometido flagrante ilegalidade por ter sido prefeito por duas vezes nos dois mandatos do (im)probo Silvio Barros?
Li no blog do Linjardi e reproduzo: “Empurrado na popularidade de Silvio Barros, Carlos RobertoPupin (PP) é o prefeito eleito de Maringá. Ele teve 104.482 votos (53% dos votos válidos). Já Enio Verri (PT) recebeu 92.646 votos (47% do total). A diferença entre os dois candidatos foi de 14 mil votos no primeiro turno. Desta vez, distribuídos os eleitores dos candidatos derrotados no primeiro turno, diminuiu um pouco, 11 mil. Ainda assim, não é pouco pelo tamanho da cidade. O PT não conseguiu convencer a maioria do eleitorado de que seria uma opção melhor do que o atual governo que aí está. Os 53% de votos válidos optaram em manter o time de administradores. Mas fica o alerta de que quase do eleitorado, 47%, se colocou a favor da mudança. Continue lendo ›
Ontem emiti opinião, com base na lei, sobre as razões pelas quais considero que a decisão do m,inistro Marco Aurélio, sobre a impugnação da candidatura Pupin, deve ser reformada no plenário do TSE. A este respeito, volto ao assunto com comentário do Balestra, que é um advogado, portanto mais preparado que este modesto colaborador, que é um mero interpretador de textos: “Akino, queiram ou não os que lhe opõem, mas você tem toda razão; a lei é claríssima, dispensando qualquer interpretação: “…não tenham sucedido ou substituído o titular.” (grifei) Portanto, a decisão interlocutória assinada pelo ministro tem tudo pra ser reformada pelo colegiado depois da eleição.Veja. Continue lendo ›
De Ana Lúcia Rodrigues-professora do DCS/UEM:
Ninguém dá nada a ninguém numa sociedade em que o coletivo é uma mera ficção e o individual é quem reina. Assim, resta às diversas categorias de trabalhadores se articular ou amargar a cassação dos poucos direitos que possuem, os quais no Brasil, nem chegaram a constituir condição de bem-estar mínimo a todos. Afinal, o bem-estar está à venda no mercado. Por isso, os trabalhadores devem se tornar protagonistas de uma luta em vias de ser construída e praticada, para explicitar as contradições e os conflitos desta sociedade que a elite econômica – incluindo as altas rendas e as que desejam ser altas (aquelas dependuradas nos limites bancários e nos “carnezões”) – e a elite política – aquela que vem assegurando ao capital que lhe financia acesso aos fundos públicos – insistem em não querer enxergar. São os “sem acesso”; os “sem parcelas”; os “sem direitos” os que devem e podem tornar visível, dizível e contável aquilo que o poder não vê, não diz e não leva em conta em suas políticas corporativistas (para relembrar Rancière). Corporativismo que serviu, na prática, para desmantelar o pluralismo sindical (acusado de promover atividades anti-sociais e comunistas) e para instituir o “sindicato” enquanto apêndice do Estado.Continue lendo ›
Concordo com o jornalista Luiz Carlos Rizzo. No artigo “E a democracia, padre Orivaldo?, ele diz ser contra a proposta de reduzir número de candidatos a prefeito e a vereador. Evidente, com menos vereadores na Câmara, o prefeito pode manipular mais. Sem dizer que em nosso arcaico sistema político só consegue se eleger quem tem dinheiro para investir na campanha. Imagine, se reduzirem as cadeiras de vereador. Ficaria pior. Portanto, quanto mais vagas, mais candidatos e mais diversidade. Bom tempero para a democracia.
Quanto às considerações sobre a candidata Débora Paiva, basta fazer uma reflexão dos problemas de Maringá. As propostas dela vão direto ao ponto. Para mudar, de verdade, certas coisas, é preciso ir ao cerne da questão. Sem rodeios.
Donizete Oliveira
Época de campanha política muita gente escreve besteira e que pode eventualmente deixar outros em maus lençóis. Esta semana circulou que haveria representação contra internautas, por causa de possíveis ataques feitas na internet. Para que o inocente não pague pelo eventual culpado, é bom deixar claro que o blog de Paulo Vergueiro – www.paulovergueiro.com –, consultor e crítico da política local, não tem nada a ver com as “notícias”, que, cá entre nós, são irresponsáveis na medida em que não citam vítimas nem autores. Creio que nesta campanha eleitoral nenhum candidato seria pequeno a tal ponto de questionar alguém judicialmente por causa de opinião…
Lendo as opiniões, provavelmente de pessoas da área, eu, que não tenho formação em direito, retifico a opinião de que o STF deveria ser composto exclusivamente por juízes, e outros juristas de carreira. Na verdade me entusiamo pelo trabalho de alguns grandes juízes de primeira instância, aqui de Maringá mesmo, bem como outros de segunda e terceiro e me esqueci de desembargadores que vendem sentenças, como o caso que foi noticiado ontem pelo Fantástico. Só continuo achando que a indicação do presidente da república é ruim, na medida que pode redundar na acensão demMinistros comprometidos seus patronos. Dou as mão à palmatória, dentre advogados de notável saber pode sair bons ministros. Quem sabe por eleição, ou outra forma de escolha menos dependente do rpimeiro mandatário do país.
Akino Maringá, colaborador
De Cláudio Humberto, sobre as mortes provocadas pela Taser:
– Se o objetivo da arma é não matar, e ela está matando, o certo é não usá-la. Não entendo como alguns homens públicos insistem nisso.