paralisação

Maringá

Agentes de saúde podem parar dia 1º

Luiz Fernando Cardoso tocou no assunto, citando o Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá: os agentes comunitários de saúde podem ser a primeira categoria a parar na administração Pupin. Pelo segundo ano consecutivo o município garfou o benefício chamado 14º salário. A paralisação pode acontecer no primeiro dia de março. Ninguém entende o prefeito, que negou-se a receber diretores do sindicato e, agora, finge que não é com ele a liberação do benefício aos servidores.

Maringá

Servidores municipais podem parar

Do blog do Sismmar:
Nos dois primeiros dias de entrega da primeira edição do Jornal do Sismmar, em 2013, dirigentes do Sismmar se depararam com a crescente insatisfação dos servidores(as) municipais. A maior reclamaçao é quanto ao achatamento dos salários dos profissionais de carreira na comparação com secretários municipais e chefias. O abusivo número de CCs da gestão Pupin, em detrimento do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) também é assunto recorrente entre os servidores(as), que aproveitaram a presença dos dirigentes sindicais para esclarecer dúvidas. A indignação é tamanha que servidores(as) de várias categorias começam a falar em paralisações. Talvez assim – dizem eles, corretamente – tenham a devida atenção da administração municipal. Quando procurada, a diretoria do sindicato tem explicado que a recusa de Pupin em atender o Sismmar tem impossibilitado avanços e adiado a negociação de demandas pendentes.

Geral

MPF pede paralisação imediata de obras do Catuaí em Cascavel

O Ministério Público Federal em Cascavel quer a paralisação imediata das obras de construção do Shopping Catuaí, em virtude dos irreversíveis dados ao meio ambiente decorrentes da instalação do empreendimento na região. Em julho, o MPF/Cascavel propôs ação civil pública contra o IAP, Ibama, município de Cascavel e BR Malls Participações, por conta de atos irregulares praticados no licenciamento para a construção do empreendimento. Leia mais. Em Maringá, construído numa antiga área verde, a coisa foi, como sempre, tranquila. O shopping prometeu fazer o Trópico de Capricórnio, em troca, e até agora…

Geral

Funcionários param por salários

Parte dos funcionários do frigorífico Globoaves, em Cascavel, cruzou os braços na madrugada de segunda-feira por melhores salários, informou hoje a Gazeta do Povo. A paralisação, que segundo o Sindicato da Alimentação, reuniu 250 pessoas, foi encerrada de ontem. Segundo os funcionários, 65 mil aves deixaram de ser abatidas com a paralisação parcial. A empresa, que tem cerca de dois mil trabalhadores, afirma que não houve prejuízo na produção e entendeu que a paralisação não chegou a ser uma greve, mas uma manifestação dos funcionários durante as negociações salariais. Os trabalhadores que inicialmente cobravam um piso de R$ 935,00 aceitaram a proposta de R$ 850,00 e auxílio alimentação no valor de R$ 130,00. Continue lendo ›

Geral

Paralisação na Copel

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A foto acima foi tirada defronte a Copel em Maringá, empresa que deu início hoje a uma série de paralisações – as primeiras em 23 anos. Os sindicatos mobilizaram a turma em todas as principais regionais, respeitando decisão da maioria em assembleia. Entre as reinvindicações está o aumento real de salário dos funcionários. Esse mês é de negociação e a diretoria da Copel e o Estado fizeram apenas a correção dos salários dos copelianos (a exemplo do que ocorreu nos outros anos); no entanto, os mesmos diretores aprovaram para si próprios aumento na casa de 42% nos últimos dois anos. Continue lendo ›

Brasil

Juízes protestam contra salários

Juízes federais e trabalhistas insatisfeitos com os próprios salários prometem cruzar os braços nas próximas quarta e quinta-feira para dar visibilidade à causa. O movimento é liderado pelas duas maiores entidades de classe das categorias, a Associação dos Juízes Federais do Brasil e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho. As entidades, que representam cerca de 5 mil juízes, ainda não sabem qual será a taxa de adesão nem os efeitos da greve para a sociedade. “Mas ressaltamos que haverá magistrados de plantão para emergências e que todas as audiências agendadas para o período da paralisação serão remarcadas”, informa a assessoria da Ajufe. Leia mais.

Política

Paralisação legítima

A propósito de postagem feita nesta manhã, a assessoria do deputado Enio Verri entra em contato com o blog para esclarecer que o petista considera legítima a paralisação das auxiliares de creche em Maringá, bem como de qualquer classe de trabalhadores que se organize em manifestações, paralisações e greves em defesa de melhores condições de trabalho.

Maringá

Auxiliares de creches decidem parar

As auxiliares dos centros de educação infantil de Maringá decidiram paralisar suas atividades, por pelo menos um dia, na próxima terça-feira, 27. A decisão foi tomada depois de o prefeito Silvio Barros (PP) ignorar os pedidos da categoria, que sente-se desvalorizada pelo atual governo, informou o Sismmar. As auxiliares de creche esperavam que o prefeito comparecesse à plenária para esclarecer os motivos pelos quais não ainda não encaminhou para votação na câmara municipal o projeto de lei que incluiria as auxiliares de creche no PCCR do Magistério. SB II mandou o assessor Mário Alexandre telefonar e dizer que não ia.

Blog

Contra a paralisação

O prefeito Silvio Barros II (PP) ganhou um aliado inesperado na queda de braço que trava com as auxiliares de creche, que decidiram pela paralisação de um dia, na semana que vem: o deputado estadual Enio Verri, pré-candidato à sucessão de SB II pelo Partido dos Trabalhadores. Com receio de que haja ligação entre o PT (e sua pré-candidatura) e uma possível greve, ele tem buscado fazer o pessoal desistir da paralisação.
PS – A assessoria do deputado nega.

Educação

Reitor condena ações ocorridas ontem

A Reitoria da Universidade Estadual de Maringá encaminhará hoje ofício às entidades ligadas ao movimento de paralisação das atividades administrativas e acadêmicas, realizados nesta quarta-feira. No documento, assinado pelo reitor Júlio Santiago Prates Filho, ele manifesta-se contrário aos acontecimentos registrados no câmpus sede da universidade, no que diz respeito à depredação do patrimônio público e ao constrangimento ao trânsito dentro da instituição.
Durante a paralisação de professores, técnicos e alunos, manifestantes fecharam todos os portões de acesso à UEM ateando fogo em pneus e galhos de árvore na frente e atrás dos portões, impedindo a entrada de veículos. Além disso, foram observadas diversas pichações em alguns blocos e setores da Universidade, promovendo nítidos danos ao patrimônio público.Continue lendo ›

Educação

“Não me representam!”

De Fábio Barros, no Facebook, reproduzido no Sede de Justiça:
Um certo dia fui convidado para participar de uma manifestação dos estudantes, me disseram que iriam pintar o rosto, levar uns batuques e fazer uma passeata nos arredores da UEM como uma forma de protesto quanto a uma série de coisas inimagináveis que o governo do nosso rico estado do Paraná têm feito com relação ao ensino superior do nosso estado. Eu achei totalmente justo tal ato, e prometi participar. Acordei cedo e parti pra frente do DCE. Mas fiz questão de voltar para casa quando vi muitas bandeiras de certos partidos políticos flamejando entre os “manifestantes”, aquilo foi contra minha opinião sobre uma manifestação estudantil, que para mim deveria ser algo apartidário, com o único interesse de buscar melhorias para a universidade, mas na minha modesta opinião passou a ser uma guerra política.Continue lendo ›

Maringá

Queima de pneus na UEM

Uma grande coluna de fumaça ergue-se na rua Lauro Eduardo Werneck, numa das entradas da Universidade Estadual de Maringá, nesta manhã, dia de paralisação de funcionários e professores. O Sinteemar já divulgou que nada tem a ver com a queima de pneus, que eleva fumaça preta e tóxica para o céu. A queima teria sido feita por manifestantes independentes. Daqui a alguns minutos começa a assembleia geral no Restaurante Universitário.

Educação

Verri apoia paralisação dos professores

O deputado estadual Enio Verri (PT) manifestou solidariedade aos professores da UEM e das outras quatro universidades estaduais do Paraná (Londrina, Ponta Grossa, Guarapuava e Cascavel) pela paralisação das atividades nesta quarta-feira como forma de reivindicar o cumprimento da proposta de reajuste salarial feita pelo governo Beto Richa (PSDB) no ano passado. “Os professores têm todo meu apoio. A política do governo estadual até agora é da não valorização das nossas universidades e dos professores. Precisamos lutar contra isso”, disse Verri, que é professor da UEM.Continue lendo ›

Educação

Reitor da UEM continua em Curitiba

Enquant0 o dia de paralisação atinge 100% dos docentes da UEM, a instituição informa que o reitor Júlio Santiago Prates Filho permanece em Curitiba para dar continuidade ao processo de negociação com o governo do Estado, já que, ontem, o governador Beto Richa ouviu as reivindicações das instituições de ensino superior em relação à contratação de professores e pessoal técnico, suplementação orçamentária e reposição salarial do corpo docente. Richa assinou decreto autorizando, de imediato, a nomeação de professores, agentes hospitalares e agentes universitários para a rede de ensino superior do Estado.
A partir dessas nomeações, o governo retomará o fluxo continuo de reposição de recursos humanos nas IES, nos casos de aposentadorias e exonerações. Richa ainda assegurou que apontará uma solução para efetuar a contratação de novos técnicos para as universidades.
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Educação

Paralisação à vista

Em assembleia realizada ontem, no auditório do Sinteemar, os servidores da UEM decidiram realizar vigília e paralisação das atividades acadêmicas e administrativas no dia 14 de março. Neste mesmo dia, também ficou definido que haverá mobilização em Curitiba, com a presença ostensiva de servidores de todas as IEEs do Paraná, contra o Decreto 3728/12 e contra o descaso do governo com os Planos de Cargos e Salários dos docentes e técnicos. Vários servidores demonstraram apreensão e se declararam ansiosos por informações a respeito do posicionamento que a administração da UEM terá em função desse decreto, uma vez que o mesmo interfere diretamente na autonomia das IEEs. Leia mais.