O boletim epidemiológico publicado nesta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Saúde mostra que a circulação do novo coronavírus aumentou 40% no Paraná na última semana. A diferença é entre os 1.477 casos da semana epidemiológica 22 (período de 24 a 30 de maio) e os 2.068 da semana 23 (de 31 de maio a 6 de junho). No mesmo quadro houve aumento de 83% no número de óbitos, de 29 para 53. A doença já atingiu 283 cidades no Paraná (70,9%).
O Governo do Paraná confirmou o repasse de R$ 19,9 milhões do Fundo Estadual de Saúde para 119 municípios do Estado. Os recursos serão usados em compra de veículos para transporte sanitário, como ambulâncias, automóveis e vans, e também aquisição de equipamentos para as unidades básicas de saúde. Entre os contemplados estão municípios da microrregião de Maringá, como Sarandi e Paiçandu.
A Secretaria de Estado da Saúde informou hoje mais 134 confirmações e seis mortes pelo novo coronavírus. O total de pessoas contaminadas é de 7.031 e 243 pacientes mortos pela infecção.
Mais 533 confirmações e 13 mortes pelo novo coronavírus foram registradas no Paraná. O informe epidemiológico de hoje mostra que o número acumulado de pessoas infectadas é de 6.437, 227 morreram em decorrência da doença. Há registro da covid-19 em 273 municípios do Estado, e em 81 ocorreu ao menos um óbito. Acima, o perfil dos óbitos por escolaridade.
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou hoje mais 327 casos de covid-19. É o terceiro dia consecutivo que o Paraná registra mais de três centenas de diagnósticos positivos; o total de confirmações é de 5.820. Mais dez pessoas perderam a vida pela infecção, e o acumulado agora é de 215 mortes.
A Polícia Civil do Paraná lança a possibilidade de registro pela internet de Boletins de Ocorrência referentes a crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher (Lei Maria da Penha) e estelionato. O serviço entra em funcionamento oficialmente hoje, mas já estava disponível em caráter experimental desde segunda-feira.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou hoje de um evento online promovido pela Câmara Americana do Comércio (Amcham Curitiba) e destacou a estruturação do Estado para o enfrentamento ao novo coronavírus e o planejamento para a recuperação econômica do Estado pós-pandemia.
O Paraná deverá produzir 40,6 milhões de toneladas de grãos na safra 2019/2020, volume 13% superior ao da safra 2018/2019, em uma área de quase 10 milhões de hectares, segundo relatório mensal divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou hoje mais 273 casos da covid-19. São 73 a mais do que a quantidade de ontem, totalizando 3.984 casos. Uma confirmação foi excluída do acumulado de confirmações por duplicidade de notificação. Foram mais sete óbitos pela doença, chegando a 169 mortes pela infecção. Acima, o coeficiente de casos por regional de saúde (mortes por milhão).
Mais da metade dos municípios paranaenses, 244 cidades, não registraram homicídios dolosos durante o primeiro trimestre deste ano. A informação foi divulgada hoje em Relatório de Crimes Relativos a Mortes, da Secretaria de Estado da Segurança Pública, que também mostra alta redução no número de latrocínios e lesão corporal seguida de morte no Estado, quando comparados com o mesmo período do ano anterior.
Num trabalho conjunto encerrado ontem, o Tribunal de Contas do Estado do Paraná e a Controladoria-Geral da União identificaram, por meio do cruzamento de dados, que 10.648 servidores, de 388 prefeituras do Paraná, podem ter recebido o auxílio emergencial do governo federal, num montante de R$ 7.319.400,00. O levantamento é o primeiro fruto de convênio que permite o intercâmbio de informações entre os dois órgãos.
O secretário estadual da Fazenda, Renê de Oliveira Garcia Junior, apresentou hoje na Assembleia Legislativa o balanço do primeiro quadrimestre de 2020 das contas do Estado. Ele alertou para o impacto provocado pela pandemia do novo coronavírus, citou a queda de arrecadação já na casa de R$ 1 bilhão e disse que a Secretaria de Saúde ainda tem 60% de orçamento disponível para investir em cuidados contra a covid-19.
Os registros de confirmações de covid-19 dobraram no Paraná entre a semana encerrada no último domingo ne a semana imediatamente anterior, segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde. Foram 928 casos entre 18 a 24 de maio, contra 450 entre 11 a 17 de maio. O aumento chegou a 106%. No comparativo com a primeira semana do mês (4 a 10), que teve 324 confirmações, o salto foi de 186%.
Rodolfo Luis Kowalski, do Bem Paraná, informa que, reunido ontem por meio de videoconferência, transmitida pelo YouTube, o Tribunal de Justiça do Paraná decidiu aposentar compulsoriamente um jovem juiz que atuava no interior do estado. Ele havia sido flagrado em 2018 nu e com entorpecentes em um clube social.
A fiscalização sobre o uso obrigatório de máscaras em espaços de uso público ou coletivo será realizada pelas vigilâncias sanitárias do Estado e dos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições. As determinações constam no decreto 4692/20, que regulamenta a lei estadual 20.189 que instituiu a obrigatoriedade do uso das máscaras no Estado enquanto durar a pandemia.
O novo coronavírus alcançou mais da metade dos municípios do Paraná nesta quinta-feira (21), exatos 71 dias depois dos primeiros casos surgirem em Curitiba e Cianorte. Segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, 201 dos 399 municípios (50,3%) já registram ao menos um caso e 52 ao menos um óbito (13%). No total são 2.810 casos e 141 mortes. Os dados informam ainda que 1.680 pessoas se recuperaram da doença.
O Paraná, com 81 pontos, aparece como quarto colocado no índice de transparência dos contratos emergenciais para o enfrentamento da covid-19 no Brasil. À frente estão os estados do Espírito Santo (97,4 pontos), Distrito Federal (88,6 pontos) e Goiás (84,8 pontos).
A arrecadação do Governo do Paraná segue em queda em razão da pandemia da covid-19. Nos primeiros 15 dias de maio, a receita com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços foi de R$ 1,26 bilhão. O montante é R$ 631,4 milhões menor em relação ao mesmo período do ano passado, já corrigido pela inflação e sem contabilizar entradas relativas a combustíveis, energia e parcelamentos.
As perdas aos cofres públicos alcançaram 33,4% nas duas primeiras semanas do mês, período que corresponde, em média, a 73% do total de receitas esperadas para maio. O deficit no conjunto das primeiras quinzenas de janeiro a maio alcança 7,2%. Os dados compõem o novo boletim conjuntural, divulgado hoje O estudo é realizado semanalmente pelas secretarias de Planejamento e Projetos Estruturantes e da Fazenda.
Somando a perda de R$ 405 milhões no primeiro quadrimestre (-3,8% em relação ao mesmo período de 2019) com os R$ 631,4 milhões registrados em maio, a queda de arrecadação do Estado atingiu R$ 1,036 bilhão em termos reais. O valor já equivale a 54% da compensação que o Paraná vai receber do governo federal a partir de junho, R$ 1,9 bilhão.
Os impactos negativos no quadrimestre foram observados em razão do baixo desempenho de oito dos nove principais setores: energia, bebidas, automóveis, indústria, comércio varejista, comércio atacadista, serviços e combustíveis. Apenas agricultura/extração apresentou crescimento de receita em relação ao ano passado, reflexo da safra de soja e da manutenção das atividades no segmento de carnes.
O ICMS é a principal fonte de arrecadação do Estado e representa 59% da receita corrente líquida (RCL), já descontadas transferências obrigatórias. O imposto é o termômetro da atividade econômica (industrial, comercial e do agronegócio) e da circulação de bens e mercadorias. A perda de arrecadação impacta diretamente os municípios, que recebem, por lei, 25% do valor arrecadado.
VENDAS – Segundo o boletim, nove dos onze principais setores do comércio varejista registraram volume de vendas inferior no primeiro quadrimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado.
As evoluções se concentraram nos setores considerados essenciais na pandemia: hipermercados e supermercados (9%) e farmácias (11%). Nos demais, as perdas acumuladas variam entre 1% (materiais de construção e ferragens) e 28% (calçados). A venda de veículos novos caiu 17% nesse período.
No comparativo com o início da pandemia (valor de 100%), dois setores registraram movimentação acima do esperado na última semana, inclusive ultrapassando os indicadores de março: áudio, vídeo e eletrodomésticos, e informática e telefonia. Hipermercados e supermercados (82%), farmácias (79%) e materiais de construção e ferragens (94%) também geraram resultados positivos.
Na comparação com a semana anterior (4 a 10 de maio), houve perdas em cinco dos nove índices pesquisados (vestuários e acessórios, calçados, cama/mesa/banho, farmácias, e hipermercados e mercados); manutenção de patamar em dois (restaurantes e lanchonetes e materiais de construção e ferragens); e crescimento em dois, áudio, vídeo e eletrodomésticos e informática e telefonia.
PRODUTOS – Na classificação por produtos, as maiores quedas em valores absolutos de venda ao consumidor final no primeiro quadrimestre, em relação a 2019, ficaram com os setores de automóveis, tratores, outros veículos terrestres e suas partes (-R$ 699 milhões) e vestuário e acessórios (-R$ 275 milhões). Os maiores crescimentos foram em papel e cartão (R$ 208 milhões) e leite, laticínios e ovos (R$ 178 milhões).
Setorialmente, alguns produtos apontam trajetória de recuperação desde o início de abril, depois das quedas de março. Nesta coluna aparecem linha branca, televisores, telefone celular, móveis, colchão, iluminação, metalurgia e plástico. Bebidas alcoólicas, bebidas não alcoólicas, carnes, frutas, laticínios e cereais tiveram vendas regulares em todo o período. Combustíveis (etanol, diesel e gasolina), automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus caíram em março e ainda mantêm trajetórias abaixo do padrão.
EMPRESAS EM ATIVIDADE – No cenário específico do funcionamento para as empresas, o boletim aponta que 7,2 mil estabelecimentos que operam no Simples Nacional e 1,8 mil do Regime Normal ainda estavam fechados no dia 19 de maio. Esse número contrasta com o levantamento anterior (8,4 mil estabelecimentos do Simples Nacional e 2,3 mil do Regime Normal fechados em 7 de maio) e indica aumento nas aberturas.
Cerca de 90% das empresas que emitem documentos fiscais (NF-e ou NFC-e) estavam em operação no Paraná na semana passada (11 a 15 de maio). Em Arapongas e Araucária o índice já alcançou 96%, e em Toledo e Francisco Beltrão, 95%. O resultado é um comparativo com o patamar de normalidade (valor referência igual a 100) da segunda semana de março.
ANÁLISE REGIONAL – O balanço de atividade econômica aponta queda de 22,7% entre 7 de março e 17 de maio. No confronto com a semana de 16 de abril, quando foi anotado o menor nível de movimentação econômica, já houve aumento de 30,2%. As maiores quedas durante toda a pandemia foram registradas nas macrorregiões de saúde Leste (-26,1%), Noroeste (-19,6%), Oeste (-18,2%) e Norte (-18,1%).
Entre a primeira semana de março e a segunda semana de maio, houve retração de 22,4% no comércio e na alimentação e de 23,1% no segmento industrial. A redução mais expressiva na atividade industrial foi contabilizada no Leste (Litoral, Região Metropolitana de Curitiba, Capital e Campos Gerais), com contração de 31,3%. A macrorregião Noroeste, de Maringá e Umuarama, registrou a maior queda no comércio e alimentos, 25,5%.
DESEMPREGO – O boletim conjuntural desta semana também aponta crescimento do desemprego no Paraná entre o quarto trimestre de 2019 e o primeiro trimestre de 2020. O Estado apresenta 7,9% de taxa de desocupação (calculada a partir da população economicamente ativa) entre janeiro e março, contra 7,3% do último trimestre de 2019. O novo coronavírus interrompeu uma trajetória de diminuição no desemprego iniciada no ano passado.
Mesmo com esse índice, o Paraná se mantém como um dos três melhores estados do País no indicador de ocupação, atrás apenas de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. A taxa de desocupação nacional subiu para 12,2% no primeiro trimestre deste ano, alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o último trimestre de 2019. O Brasil soma 12,9 milhões de desempregados.
Os dados foram compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) a partir da última pesquisa Pnad Continua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na semana passada.
PROJEÇÕES NACIONAIS – O boletim também destaca alguns dados macroeconômicos do País, como a projeção de perda de 5,12% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 e crescimento de 3,2% em 2021, a desvalorização acumulada do real frente ao dólar em 2020, na casa de 31,9%, e a deterioração na arrecadação do governo federal.
GEOLOCALIZAÇÃO – O boletim também mostra que o índice de isolamento social caiu pouco no Paraná na última semana, 0,9 ponto percentual. O Estado registrava 37,8% da população em casa em 17 de maio, contra 38,3% em Santa Catarina e 40% no Rio Grande do Sul. O número foi calculado pela empresa In Loco com base nas informações de geolocalização dos celulares.
Confira o BOLETIM SEMANAL com dados do impacto da covid-19. (AEN)
A estiagem mais prolongada no Paraná desde que o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) começou a monitorar as condições do tempo, em 1997, pode comprometer a safra de inverno no Estado. Um estudo detalhado sobre o que ocorre neste ano em relação às chuvas aumenta a preocupação dos produtores.
O Paraná foi o Estado que apresentou a menor taxa de crescimento de casos de covid-19 entre 11 e 18 de maio. No período, a variação foi de 27,6% no número de registros confirmados da doença, enquanto a média nacional bateu em 51%. No mesmo período, a taxa de crescimento do número de óbitos causados pelo novo coronavírus no Paraná também foi a menor do Brasil: 14,4%.
O Governo do Estado pagou R$ 39.395.324,99 em acordos de precatórios em 2020. A maior parte a partir de fevereiro e março, quando o governador Carlos Massa Ratinho Junior solicitou que a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) encontrasse formas de dar celeridade na análise dos pedidos de acordo direto apresentados por credores dentro da emergência em saúde pública provocada pelo novo coronavírus.
O Paraná é o terceiro estado brasileiro com maior número de células do movimento neonazista brasileiro: são 66. Perde apenas para São Paulo (99) e Santa Catarina (69).
Esta segunda-feira, 18 de maio, é marcada pelo Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e Secretaria de Estado da Saúde faz um alerta para a importância do assunto.
Os médicos inscritos no Conselho Regional de Medicina do Paraná já podem fazer a solicitação de exames para seus pacientes de forma remota, por meio do Portal de Serviços do órgão.
A partir de quarta-feira os kits da alimentação escolar serão padronizados, conforme determinação do Governo do Estado. A medida auxilia na organização do processo nas escolas e ainda contribui para diminuir o contato com os produtos alimentícios. A qualidade dos itens adquiridos também está mantida. Os kits são distribuídos às famílias cadastradas em programas sociais e em situação de vulnerabilidade.
A segunda safra de soja, que terminou este mês de ser colhida, rendeu aos produtores do Estado cerca de R$ 142 milhões. Deste total, 25% ficaram no Sudoeste, algo em torno de R$ 35 milhões.
O novo coronavírus tem alcançado os paranaenses cada vez mais cedo, segundo a média de idade do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde. A faixa atual do Paraná é de 44,9 anos, calculada depois do Estado atingir a marca de 2 mil casos diagnosticados. No dia 22 de abril, quando essa métrica começou a aparecer nos informes, a média era de 46,4 anos, diante de 1.063 casos. Em 3 de maio, quando o Estado alcançou 1,5 mil casos, era de 45,6 anos.
Cerca de 89% das empresas que emitem documentos fiscais (NF-e ou NFC-e) estavam com operação no Paraná na semana passada, de acordo com o boletim conjuntural divulgado nesta quinta-feira (14) pelas secretarias de Planejamento e Projetos Estruturantes e da Fazenda. Em Toledo, Pato Branco, Araucária (foto) e Umuarama o índice chega a 95%. O resultado é um comparativo com o patamar de normalidade (valor referência igual a 100) da segunda semana de março.
A Secretaria da Saúde do Paraná divulgou hoje o boletim quinzenal da febre amarela e, além dos dados de monitoramento, destaca a importância da vacinação contra a doença.
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