Campanha no Sismmar
Paulo Vidigal, candidato da chapa “Coragem Para Mudar e Conquistar”, de oposição à atual direção do Sismmar, pede voto em vídeo de campanha.
Paulo Vidigal, candidato da chapa “Coragem Para Mudar e Conquistar”, de oposição à atual direção do Sismmar, pede voto em vídeo de campanha.
De Paulo Vidigal, servidor público e candidato a presidente do Sismmar:
A abertura da CPI do Lixo conta com as assinaturas de quatro vereadores: Ulisses Maia, Humberto Henrique, Mario Verri e Dr. Manoel. A situação da coleta de lixo é caótica há tempos. Em 2007 uma frente popular conseguiu impedir a privatização da coleta do lixo. Privatizar significa passar as mãos de empresários um serviço que a Administração deveria realizar. Privatizar significa que a população vai ter que pagar por esse serviço, que nesses moldes fica mais caro do que se o município prestasse o serviço. Significa também fim de concurso público, menores salários e condições de trabalho precarizadas.
De que lado ficará o vereador Luizinho Gari? Assinará a favor da abertura da CPI do Lixo como a população espera? Ou não assinará, se posicionando ao lado da Administração, que não quer a abertura da CPI do Lixo?

A chapa “Coragem para mudar e conquistar“, oposição à atual direção do Sismmar, foi inscrita. O pré-candidato à presidência é o servidor Paulo Vidigal. Servidor há treze anos, trabalha na saúde como auxiliar de enfermagem e graduou-se em Direito em 2014. A pré-candidata a vice é Franciely Medeiros. Franciely é servidora há sete anos, educadora infantil e graduada em Pedagogia.
Trecho de artigo de Paulo Vidigal:
Por que a administração municipal não adquire uma caminhonete para ser usada como “suporte avançado de vida” pelo Samu? Ou, por que uma das várias caminhonetes adquiridas pelo município não foi repassada ao Samu? Na verdade trata-se de uma questão de prioridade e a administração municipal deve avaliar. Não pode passar em branco o fato que alguns vereadores prometeram intervir nessa questão. Mas ao que parece suas palavras foram levadas pelo vento. Na íntegra.
De Paulo Vidigal, em seu blog:
Na última sessão foi aprovado por 9 votos contra 5 o projeto de lei do Executivo que autoriza a contratação de parceria público privada para prestação de serviços de coleta, tratamento e destinação do lixo. Até onde sei, situações em que possam ocorrer impactos ambientais é necessária a realização de audiência pública e apresentação de estudo de impacto ambiental. O que antes da votação não aconteceu. Sobre o dever do Poder Público de efetivação do direito ao meio ambiente equilibrado, diz o artigo 225 da Constituição Federal: “IV – exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade”. Fica a pergunta: sem audiência pública e estudo de impacto ambiental os vereadores que votaram favoráveis ao projeto podem afirmar que não haverá impacto ambiental? Na dúvida senhores, retirem o projeto de votação.
A propósito da licitação do carrão do prefeito, marcada para amanhã, Paulo Vidigal, servidor público municipal, comenta em seu blog sobre a justificativa – “A necessidade é justamente para dar dinâmica e agilidade nos despachos do prefeito com os seus secretários”:
– Os pacientes que esperam há anos por consultas e exames especializados esperam a mesma “dinâmica” e “agilidade”.
O servidor público municipal Paulo Vidigal fala da administração que gasta R$ 30 mil por dia em propaganda e tem dinheiro para contratar cargo comissionado, mas não tem para valorizar o funcionalismo, durante a assembleia realizada ontem à noite na Câmara de Maringá.

Em seu blog, ao citar a reunião entre vereadores e servidores do Samu, no ano passado, Paulo Vidigal lembrou que os legisladores disseram que tentariam viabilizar um veículo suporte avançado para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Ontem formalizou-se a devolução de R$ 2 milhões do Legislativo ao Executivo, que serão divididos entre Setrans e Sasc. “Deixemos sugestões. O Executivo poderia tranquilamente repassar essa verba para essas secretarias e adquirir um veículo para Suporte Avançado. Outra sugestão é que a Câmara pudesse ter adquirido o veículo e o doado para o Samu. E por fim, enquanto isso não acontece, o Executivo poderia disponibilizar para Suporte Avançado um dos veículos que foram devolvidos pelo Corpo de Bombeiros ao município e encontram-se parados na Semusp [fotos acima]”. Leia mais.
De Paulo Vidigal:
“A mudança continua”. Esse foi o slogan usado pela atual administração nas ultimas eleições. Devido os últimos acontecimentos é interessante refletir sobre o significado da palavra “mudança”. Do latim “mutare” é sinônimo de “alterar, modificar, transformar, trocar de lugar”. Porém, não diferente das gestões em que o atual prefeito era vice, é impossível dizer que essa mudança exista. (…) Em resumo, na realidade não aconteceu a “mudança” prometida porque o modelo de gestão é o mesmo. Precarização dos serviços públicos e privatizações. Alguns dizem “terceirização, parcerias”. Que nada mais é do que a entrega de serviços que deveriam ser realizados pela administração pública nas mãos da iniciativa privada, leia-se empresários. A finalidade da gestão pública, além de outras nobres, é prestar serviços públicos de qualidade e não servir para dar lucro a empresários. Na íntegra.

De Paulo Vidigal:
Quais conquistas tiveram os servidores do SAMU que entraram em greve? Qual foi a lição deixada por eles? Para responder isso é necessário voltar um pouco no calendário. Primeiro é importante dizer que os servidores do SAMU há anos reivindicavam alguns direitos mínimos. Digo “mínimos” no sentido que tais direitos são garantidos por lei e até não eram respeitados. Leia mais.
http://youtu.be/jn40fiChR9s
Intervenção do servidor Paulo Vidigal, ontem à noite, durante a assembleia do funcionalismo público municipal de Maringá. Ele fala sobre os avanços e lembra a greve de 2006.
Ao analisar a decisão do funcionalismo público municipal de paralisar a partir da próxima quarta-feira, se suas reivindicações não forem atendidas, em seu blogPaulo Vidigal destacou que foi uma resposta à desvalorização do servidor e ao grande número de cargos comissionados criados pela administração. “Outro ponto que chama a atenção foram as declarações de alguns diretores durante a assembléia. Conversando com vários servidores eles relataram que a impressão que tiveram é que a direção parecia criar obstáculos para a realização da greve que a direção sindical cutista parecia estar defendendo a proposta do prefeito para evitar a greve. Perguntavam-se de que lado a direção do sindicato está?”. Leia mais.
De Paulo Vidigal:
Primeiro gostaria de lamentar profundamente a morte desse trabalhador e expressar meus sentimentos à sua família. O servidor que morrera atropelado era concursado como motorista e naquele momento exercia a função de coletor de lixo. Era um excelente funcionário e fora ajudar numa equipe que estava desfalcada. Fato. Profissionais da imprensa e representantes da prefeitura classificaram o lamentável episódio como uma “fatalidade”. Disseram inclusive que ele se dispôs a sair como coletor. Esse tipo de declaração merece uma reflexão. Um dos significados de fatalidade é “destino inevitável”. Por exemplo, um desastre natural, uma enchente, um temporal. Isso sim não pode ser evitado. Leia mais.
De Paulo Vidigal:
Durante a campanha eleitoral o atual prefeito prometeu entregar nas casas das pessoas medicamentos de uso contínuo. Hoje fui ao Cisam pegar medicamentos para um parente e me deparei com um cartaz avisando da falta de medicamentos (Carbamazepina, Ritalina, não me lembro se mais algum). Imagino que a contratação de 515 cargos comissionados deve de fato tomar tempo. Mas os pacientes que dependem desses medicamentos e não tem comprá-los não podem esperar tanto tempo assim… Algum vereador quer se manifestar sobre a falta de medicamentos?
De Paulo Vidigal:
Bomba! Bomba! Bomba! Após pesquisa foi divulgado o número de servidores satisfeitos com a atual administração: total 515.
De Paulo Vidigal:
Imagine ouvir de um famoso narrador esportivo: “Entra em campo vestindo azul, o “novo” time da administração “A mudança Continua”. Seu comentário Casagrande… “E mudou mesmo Galvão. O time que já era grande ficou maior”. Cômico. Se não fosse trágico… Explico: a administração atualmente conta com 277 cargos comissionados. Agora pode contratar mais 238, totalizando 515 cargos de “confiança”. Segundo informações, os gastos com essas contratações podem passar dos atuais R$ 17,7 milhões para R$ 33,5 milhões ao ano. Leia mais.
O servidpor público municipal Paulo Vidigal anunciou ontem à noite em seu blog que ficará alguns dias sem postar. Recentemente, conforme este blog registrou, ele protocolizou uma denúncia de uso indevido do patrimônio público. “Para minha surpresa chegou ao meu conhecimento uma ameaça de morte feita contra mim. Essa informação me foi dada por uma pessoa e preferi acreditar no que ela me disse do que correr o risco. Novamente não citarei nomes, mas tomei a precaução de registrar um boletim de ocorrência na delegacia de polícia, inclusive citando os nomes dos autores da ameaça’, informou. Aqui.

De Paulo Vidigal:
Conheci o Luizinho na greve geral dos servidores em 2006, ocorrida na administração Silvio e Pupin. Certa feita durante uma manifestação em frente ao paço, de microfone em mão, chorando e indignado, Luizinho retirou seu holerite do bolso, jogou no chão e depois mostrou o baixo salário que recebia como coletor de lixo. Seu choro acompanhado de indignação fez com que quem assistiu a cena chorasse. Naquele período estávamos no grupo de 28 servidores que lutavam por melhores salários e foram injustamente demitidos e expostos à sociedade como baderneiros. Luizinho é um bom sujeito, não tenho nada pessoal contra ele. Mas ser um bom sujeito não é o suficiente para uma trilhar uma carreira política pautada na coerência. Como disse Messias Mendes, lhe falta “consistência ideológica”. Leia mais.
Em seu blog, o servidor público municipal Paulo Vidigal informa que hoje teve acesso à sentença judicial proferida pelo juiz da 6ª Vara Cível de Maringá, Belchior Soares da Silva, que determina que a prefeitura anule o processo administrativo que o exonerou em 2011 e pagar os vencimentos do período em que ele ficou ilegalmente demitido. “Essa decisão confirma exatamente o que denunciamos na época: tratava-se de uma exoneração injusta, motivada por minha participação nas lutas da categoria e às críticas e denúncias feitas contra a administração e publicadas em meu blog”. Leia mais.
Paulo Vidigal levanta uma questão a respeito da destruição de livros promovida pela administração municipal de Maringá: Se for considerado que esses livros, adquiridos pelo município ou doados, pertencem ao patrimônio público, essa conduta pode vir a ser caracterizada como dano qualificado, conforme tipifica o Código Penal. Está lá, no artigo 163: Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia é dano qualificado e se o crime é cometido contra o patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista, a penaserá detenção, de 6 meses a 3 anos, e multa.