Após a apreensão…

Alvo de operação policial na semana passada, loja com milhares de produtos falsificados voltou a vender na Mandacaru
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Alvo de operação policial na semana passada, loja com milhares de produtos falsificados voltou a vender na Mandacaru
Continue lendo ›A Anvisa e a Polícia Federal estão neste momento em uma ação em Curitiba para apreender implantes odontológicos falsos.
A ação faz parte de uma série de operações que ocorrem por todo o Brasil desde 2016 e quase cem mil peças já foram apreendidas.Continue lendo ›

Uma grande operação do Gaeco de Londrina e Maringá, com apoio da Polícia Militar, acontece desde a manhã de hoje em Maringá e Sarandi. Na avenida Morangueira os alvos foram três estabelecimentos que vendem suprimentos de informática.Há pouco um barracão com muito material gráfico falsificado da HP foi descoberto. A informação é do Maringá News. Foto André Almenara.
Combater a pirataria parece que deixou de ser prioridade das autoridades maringaenses. A cidade voltou a ser tomada por produtos piratas, em especial DVDs, vendidos aos montes, caixas e caixas, nas proximidades de uma rede de supermercados que pertence a um ex-presidente da Acim. Uma pena, já que a porta fica aberta.
O ex-vereador João Alves Correa (PMDB), que tem livre acesso no governo Pupin, dias atrás foi ao prefeito defender um vendedor de CDs e DVDs piratas que havia sido preso em flagrante também por agressão, na área central da cidade, por integrantes da Guarda Municipal de Maringá durante uma operação. Os comerciantes estabelecidos e regularizados junto aos órgãos públicos agradecem, por sinal, a presteza da defesa do patrimônio público, já que os ambulantes, geralmente vindos de outras cidades, costumam utilizar o passeio público para tal.
A propósito, o ambulante irregular – com quem foram apreendidas mil cópias falsificadas de mídias digitais – precisou levar um disparo de Taser para ser controlado e detido (foi o quarto disparo feito pela GM até agora).
Segundo Marco Feltrin, em O Bonde, Londrina tirou de Maringá o título de capital da pirataria. Segundo o delegado Fernando Martins, do Nurce, Londrina é a cidade que concentra maior número de laboratórios de produção de CDs e DVDs piratas. No ano passado, foram fechados pelo menos seis laboratórios na cidade. Maringá, Sarandi e Cambé também tiveram casos de apreensões, mas em menor número. “Maringá já foi capital nacional da pirataria, mas hoje a vigilância é acirrada. O título pertence a Londrina, principalmente por conta dos shoppings populares. As fábricas abastecem estes camelódromos, que por sua vez revendem a outras cidades da região. Nas apreensões feitas em Maringá recentemente, todas as mídias eram compradas nos camelódromos de Londrina”, observa o delegado.
Os produtos fabricados em Londrina chegam a ser vendidos até nos shoppings populares de São Paulo. “A cidade ganhou fama pela pirataria. Apesar de estarmos sediados em Maringá, a grande maioria das denúncias que recebemos são de Londrina”, afirma.