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Tá em casa

Dizem que o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) está despreocupado em relação à pesquisa que os fratelli farão em abril para indicar o candidato a prefeito do partido.
É que a pesquisa será feita pelo Herculano Ferreira, presidente do PSDC. A última que ele fez dava Pupin pau a pau com Enio Verri.

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Pupin ainda não é “o candidato”

O vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (foto) viajou no final de 2011 para férias nos Estados Unidos – ele tem uma casa em Orlando – com a fama de ser “o candidato” à sucessão dos fratelli Barros à Prefeitura de Maringá. Retornou ontem e hoje pela manhã, na reunião-almoço do capo Ricardo, percebeu que já não era mais “o candidato” da família. Barros anunciou aos presentes que o partido vai consultar lideranças e filiados para escolher o candidato a prefeito do condomínio partidário que dirige. Estarão na pesquisa quatro nomes: Ulisses Maia, Marco Antonio Rocha Loures, ambos do PP, Mário Hossokawa, do PMDB, e ele, o vice Pupin. Quem aparecer melhor será o candidato.
A decisão coloca em ruínas tudo o que foi discutido nos três últimos meses de 2011 e, pior, passa a impressão de que, para conquistar um cargo de escalão inferior em Brasília, Ricardo Barros estaria mesmo negociando as eleições municipais. O certo é que Pupin saiu “espumando” do encontro no escritório comercial e político da avenida Prudente de Morais.

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Ricardo Barros pareceu “vendido”

Na reunião-almoço de hoje, Ricardo Barros pareceu estar “vendido”. O vendido, neste caso, refere-se não ao produto adquirido, mas ao jogador perdido em campo. Apesar de lhe terem poupado de perguntas constrangedoras (“e aí, é verdade que o Beto Richa está lhe rifando porque ninguém o suporta no governo?”, “é verdade que está mendigando cargo em Brasília?” ou “e a gravação, meu?”), percebeu-se que ele já não é mais o mesmo. Ele não tocou nos assuntos considerados mais palpitantes. O uniforme de político por cima da carne seca já não lhe cabe mais.
Se bem que olhos de lince presentes ao encontro perceberam que quem havia sido “vendido” mesmo era o vice Pupin.

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Ausentes e presentes

No beija-mão ao capo Ricardo Barros, na manhã deste sábado, duas ausências: o PSB de Wilson Quinteiro e o PMN de dr. Batista. A maioria dos presentes era mesmo do PP e dos pequenos partidos que integram o condomínio do irmão mais novo. Em compensação, lá estava o PMDB de Mário Hossokawa, que por sinal fez uso da palavra. Hossokawa, pra quem nasceu depois de 1990, presidiu Comissão Processante que constatou diversas irregularidades contra os cofres públicos maringaenses cometidas pelo então prefeito Ricardo Barros.
Além do peemedebista, discursaram na reunião-almoço de RB o anfitrião, sua mulher, o presidente do PP, Marco Antonio Rocha Loures, e o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin. Eles falaram, mas ninguém tocou no assunto denúncia-crime contra o chefão nem a propalada postura gelatinosa, ora no PSDB, ora no PT.