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Ricardo Barros pareceu “vendido”

Na reunião-almoço de hoje, Ricardo Barros pareceu estar “vendido”. O vendido, neste caso, refere-se não ao produto adquirido, mas ao jogador perdido em campo. Apesar de lhe terem poupado de perguntas constrangedoras (“e aí, é verdade que o Beto Richa está lhe rifando porque ninguém o suporta no governo?”, “é verdade que está mendigando cargo em Brasília?” ou “e a gravação, meu?”), percebeu-se que ele já não é mais o mesmo. Ele não tocou nos assuntos considerados mais palpitantes. O uniforme de político por cima da carne seca já não lhe cabe mais.
Se bem que olhos de lince presentes ao encontro perceberam que quem havia sido “vendido” mesmo era o vice Pupin.

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Ausentes e presentes

No beija-mão ao capo Ricardo Barros, na manhã deste sábado, duas ausências: o PSB de Wilson Quinteiro e o PMN de dr. Batista. A maioria dos presentes era mesmo do PP e dos pequenos partidos que integram o condomínio do irmão mais novo. Em compensação, lá estava o PMDB de Mário Hossokawa, que por sinal fez uso da palavra. Hossokawa, pra quem nasceu depois de 1990, presidiu Comissão Processante que constatou diversas irregularidades contra os cofres públicos maringaenses cometidas pelo então prefeito Ricardo Barros.
Além do peemedebista, discursaram na reunião-almoço de RB o anfitrião, sua mulher, o presidente do PP, Marco Antonio Rocha Loures, e o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin. Eles falaram, mas ninguém tocou no assunto denúncia-crime contra o chefão nem a propalada postura gelatinosa, ora no PSDB, ora no PT.