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Akino

Como pinto no lixo

A expressão serve bem para definir o estado de euforia que estava o Bravin na última sessão, com a aprovação do projeto que acaba com a polêmica da queima do lixo em Maringá, cuja autoria lhe foi atribuída juntamente com Heine e Zebrão. “Agora , nós do PP, temos outros dois projetos para aprovar, viu dr. Heine”, disse com suas palavras: “um eu não vou contar, o outro é das geminadas.  Nois precisa resorvê”.
Meu comentário: É provável que eles vão quer revogar a a exigência de cadastro e ficarem como pais da criança, no caso das geminadas. Será muito ‘cara de pau’ de Heine e John, principalmente. Quanto ao outro projeto que Bravin não quis dizer, quem sabe seja o da extinção da Urbamar. O contribuinte maringaense ficaria muito feliz em não continuar bancando o prejuízo.
Akino Maringá, colaborador

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Máquina a todo vapor

A observação foi feita por Lauro Barbosa: os releases produzidos pela Prefeitura de Maringá não trazem mais o termo “prefeito interino” quando se referem a Carlos Roberto Pupin. A determinação teria partido do coordenador de sua campanha, Ricardo Barros.
Ao mesmo tempo, aumenta o número de textos que trazem o nome do pré-candidato dos fratelli no título e na primeira linha. É “Pupin participa”, “Pupin reúne”, “Prefeito Roberto Pupin acompanha”,  “Pupin entrega” e por aí vai.

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Coleta seletiva: PP faz projeto excludente

A bancada do PP na Câmara de Maringá – Heine Macieira, Belino Bravin e Zebrão – apresentou projeto que cria o Programa de Coleta Seletiva com Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Material Reciclável (Pró-Catador) e o Sistema de Logística Reversa. Em síntese, o projeto não resolve nada: além de o orçamento não contemplar recursos para tal, ele deixa de fora o catador individual (em Maringá, seriam cerca de 1,5 mil pessoas que seriam excluídas com sua aprovação) e transfere a responsabilidade para a parte mais fraca do processo. O projeto vai entrar em regime urgentíssima na sessão de hoje e foi assinado pelos três vereadores porque, dizem, nem o prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin, concorda com a proposta, planejada e elaborada pelo prefeito licenciado Silvio Barros II.
PS – O projeto foi baseado em decreto federal de 2010.

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Festança no CTG

Ricardo Barros, coordenador da campanha do prefeito interino de Maringá, Carlos Roberto Pupin, programou mais um grande evento para alavancar o nome do pepista. Desta vez, será um encontro no Centro de Tradições Gaúchas, no próximo dia 24, com a presença do presidente estadual do PTB, deputado federal Alex Canziani. A justificativa da festança (costela ao fogo de chão?) seria a formalização do apoio do Partido Trabalhista Brasileiro ao PP maringaense.

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Firmeza de gelatina

No dia 23 de dezembro passado, Ricardo Barros confirmou em entrevista a Vinícius Carvalho o que este modesto blog havia antecipado em novembro: que deixaria a Secretaria de Indústria e Comércio de Beto Richa até o início deste ano, que havia um compromisso de rodízio e que pela secretaria passariam outros nomes filiados ao PP, que ele deixaria o governo para ser coordenador nacional das campanhas municipais do partido e que o irmão mais velho iria assumir uma secretaria. Em março, a Josianne Ritz, do Bem Paraná, Ricardo voltou a dizer que iria deixar o governo para coordenar as campanhas municipais do PP, mas já negava que o irmão assumiria cargo estadual [lembrou-se que a Lei Ficha Limpa vale para cargos estaduais no Paraná]. Hoje, a Elizabeth Castro, do blog Vanguarda Política, ele disse o que todos já sabiam que ia acontecer: vai ficar no governo e não vai coordenar campanhas municipais do PP.
Só esqueceu de falar que em Maringá ele é o coordenador geral da campanha de Pupin, conforme oficializado no último domingo, em reunião no Cesumar.

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PP usa máquina pública para evento político

É muito possível que o prefeito interino de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), não esteja sabendo, mas a máquina pública foi usada para a pré-convenção do seu partido, que hoje lançou seu nome como candidato a prefeito. Na Secretaria da Educação, uma reunião realizada ontem à tarde com todos os diretores de escolas serviu para uma pressão direta, explícita: ou apareceriam no “lançamento da candidatura do Pupin” ou corriam o risco de perder o cargo. Diretores de escolas municipais estão entre os 158 CCs cuja nomeação foi considerada irregular e que deveriam ser exonerados, segundo decisão de primeira instância; uma liminar no Tribunal de Justiça garantiu a permanência dos CCs, a maioria cabos eleitorais do condomínio partidário.
Na reunião na Seduc, ouviu-se da pessoa que a convocou: “Queremos casa lotada!”. Um e-mail chegou a ser passado por uma das CCs, reforçando o pedido a todos os diretores de unidades escolares, e depois pediu-se a todos que o deletassem. O fato teria se repetido em outras secretarias, mas de forma menos contundente. A campanha de Pupin é coordenada por Ricardo Barros, que não costuma usar métodos republicanos em período eleitoral.

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Aguardando CCs, PP atrasa pré-convenção

O pré-lançamento do prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin, nesta manhã na câmara municipal, sofreu um atraso considerável e que fez algumas pessoas irem embora irritadas. O atraso foi proposital: para encher a galeria, esperou-se os cargos comissionados, dezenas dele, saírem da prefeitura. A maioria faz parte dos 158 que deveriam ter sido exonerados, por irregularidades, mas não o foram por decisão do presidente do TJ-PR.
Este é o segundo evento político-partidário em torno de Pupin nos últimos quatro dias. A estratégia do capo Ricardo Barros é claro: manter seu candidato em evidência e ao mesmo tempo realizar pesquisa de preferência de votos, aproveitando o que se convencionou chamar de recall.

Blog

PP faz pré-convenção amanhã

Amanhã às 10h30, na câmara municipal, o PP realiza reunião da executiva local para oficializar o nome de Carlos Roberto Pupin como pré-candidato a prefeito de Maringá. Quem vota são os 16 integrantes da executiva e o convite no papel é dirigido aos filiados, mas por telefone a assessoria de Ricardo Barros e Cida Borghetti estão convidando gente de todos os partidos do condomínio – incluindo o mais recente, o PMDB.
Será o segundo evento na semana em torno de Pupin, só que desta vez sem as presenças de autoridades civis e militares, como aconteceu na segunda-feira, na solenidade de renúncia branca de Silvio Barros II.

Política

Propaganda eleitoral antecipada. Em SP

A juíza auxiliar da propaganda eleitoral de São Paulo, Carla Themis Lagrotta Germano, multou em R$ 5 mil o PMDB e Gabriel Chalita, para cada um, por propaganda eleitoral antecipada no programa eleitoral do PMDB, exibido no último dia 18. De acordo com a sentença, ao protagonizar o vídeo, Gabriel Chalita faz expressa referência à eleição municipal e divulga a imagem e discurso de pré-candidato ao cargo de prefeito. Segundo a juíza, “a propaganda eleitoral partidária veiculada pelo PMDB retira o foco do partido, destacando como figura principal o pré-candidato notório, tornando evidente a intenção de antecipação da propaganda eleitoral. Com isso, os representados acabam por quebrar o princípio de equilíbrio e igualdade de condições que todos os candidatos devem ter para a divulgação de suas candidaturas às eleições que se verificarão neste ano.”
Se essa juíza estivesse em Maringá e assistisse as inserções do PP na semana passada, faria uma festa, pois afrontaram a legislação e fizeram propaganda eleitoral antecipada.

Blog

Peemedebistas prestigiam o PP

A renúncia branca do prefeito Silvio Barros II reforçou a impressão de que o PMDB maringaense quer mesmo apoiar Carlos Roberto Pupin, porteira aberta com a nomeação de Miguel Grillo para a Secretaria do Meio Ambiente. Além de pessoas ligadas ao presidente Umberto Crispim, estavam lá no evento político realizado nesta manhã no paço municipal a presidente do PMDB Mulher, Socorro Lima, e o deputado federal Odílio Balbinotti.

Blog

Cabo eleitoral número 1

Com pouco mais de 15 dias nas fileiras do ricardismo, o peemedebista Miguel Grillo – delegado à convenção estadual do PMDB – é hoje um dos mais aguerridos defensores da candidatura do vice Carlos Roberto Pupin (PP). O “compadre” participou hoje da reunião em que cerca de 150 integrantes do condomínio partidário de Ricardo Barros discutiram a candidatura que representa a  família.
Na reunião, realizada no Cesumar (que coincidentemente sedia a maioria dos eventos promovidos pela administração dos fratelli, em detrimento do espaços públicos, como o Cine-Teatro Plaza), Grillo era um dos mais animados, referindo-se à necessidade de se eleger o atual vice, tratado por ele como “nosso querido Pupin”.
PS – Aliás, só mesmo Ricardo, Silvio II e Pupin para fazer Grillo, William Gentil e João Machado reataram a amizade dos tempos do velho PMDB de guerra.

Blog

Baqueou

O capo Ricardo Barros (PP) mantém o queixo erguido, como sempre, mas acusou a perda do Partido da República para Enio Verri, do PT. O condomínio partido teve a estrutura abalada,  ele está correndo atrás para compensar, mas está difícil, pois perdeu ainda o PRTB, que até cargos possuía entre os 158 cabos eleitorais cujas vagas foram mantidas ontem pelo Tribunal de Justiça do Paraná.

Blog

Esse PP…


Este é o Plano de Governo do PP para 2010 e 2014. O livreto de 16 páginas traz lá, à página 4: “Implantar o Sistema Biopuster”. O PP é uma máquina de franquias, mas nem todas dão certo. Certamente haverá uma errata e colocarão no lugar: “Implantar o Incinerador de Lixo”.

Política

Turma do óleo de peroba


Os pepistas que aparecem na televisão – Carlos Roberto Pupin, Cida, Silvio e Ricardo Barros – falam do servidor público municipal como se a administração que representam tivesse realmente pago a trimestralidade prometida há oito anos, como se não tivesse sido condenada judicialmente várias vezes (a última, atingindo 158 cargos) por desvalorizar o funcionário público efetivo e valorizar os apaniguados políticos e como se a administração do PP não tivesse, finalmente, atrasada nada menos que 445 dias, 15 horas, 12 minutos e 34 segundos no envio do Plano de Carreira para ser votado na Câmara de Maringá.

Blog

Sessão comédia

A administração municipal de Maringá, que entrega obras que permanecem fechadas (telecentro, salão comunitário), que tem obras atrasadas há anos e só funciona em época de campanha eleitoral, é a mesma que aparece nas inserções do PP informando, como Paulo Maluf, que o PP promete e faz.

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Reconsiderando

Volta a se comentar, no PP, que com Bravin e Zebrão enroscados com a Ficha Limpa, Ricardo Barros não abriria mão da ex-secretária da Mulher, Terezinha Beraldo Pereira Ramos, que responde queixa por estelionato e está sendo investigada pelo Ministério Público. A ex-secretária, que esteve no escritório do capo no final de semana, teria resolvido a questão financeira com o grupo político e estaria estudando abrir mão do plano inicial de ser pastora em Curitiba, onde fixou residência há algumas semanas, reconsiderar a decisão anterior e ser candidata a vereadora.

Akino

Vereadora?

Li no blog do Lauro Barbosa e reproduzo: “Não se surpreendam se na campanha deste ano pintar a imagem da Maria Victória, filha de Cida e Ricardo Barros. O papo que rola é que a jovem já estaria sendo preparada para a campanha de 2014, onde faria dobradinha com a mãe.”
Meu comentário: Diante dos desfalques, quase certos, de Bravin e Zebrão, pode ser que o ‘técnico Ricardo Barros’, como um Luxemburgo surpreenda com a escalação de última hora.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Site do ex-secretário

Já tem carro circulando em Maringá com adesivo do site de Vagner Mússio, ex-secretário de Serviços Públicos, e pré-candidato a vereador pelo PP. O site, que traz foto e biografia, está em construção.

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Amor com amor se paga

Quando, há poucas semanas, Umberto Crispim safou-se de perder o diretório do PMDB de Maringá, por causa de um processo de dissolução tratado na executiva regional, ajudou-o a preservar o cargo um advogado chamado Wilson Quinteiro (PSB) – conta um leitor do blog. A gratidão peemedebista foi surpreendente.
Ah: Ricardo Barros (PP), como o blog publicou ontem, comentava em Curitiba que iria “comprar” o PMDB maringaense. Prometeu e conjugou o verbo certinho, embora ainda existam idosas de Taubaté acreditando que o mentor da negociação foi, vejam só, Carlos Roberto Pupin.

Blog

O PMDB no colo dos Barros

Depois de namorar todos os pré-candidatos a prefeito de Maringá, o PMDB presidido por Umberto Crispim de Araújo caiu no colo dos fratelli Barros. A negociação (palavra certa) inclui uma secretaria – que deverá ser anunciada hoje para Miguel Grillo, possivelmente a de Meio Ambiente – e vários cargos comissionados para os mais chegados de Crispim. O presidente do PMDB, que recentemente safou-se de uma dissolução justamente acusando Mário Hossokawa de vender o partido aos Barros, oportunamente viajou nesta madrugada para Simplício Mendes, no Piauí, sua terra natal. Antes, ele vinha comercializando o partido com o PT de Enio Verri (em troca de sua nomeação para o Ibama) e com o PSB de Wilson Quinteiro (em troca de um cargo na Sanepar). O acerto para o PMDB ir com o PP teria sido costurado pelo vereador João Alves, que chegou a se licenciar para que Crispim se tornasse vereador temporário.
Com a venda (locação ou leasing) do PMDB para o PP, o médico Durval Francisco dos Santos Filho é cotado para ser vice de Carlos Roberto Pupin, candidato dos Barros. Se a negociação será concretizada, isso é uma outra história.

Eleições 2012

O que está para acontecer

1) O PR está indo mesmo para o colo do deputado estadual Enio Verri (PT), em Maringá. A possibilidade tem provocado dor de barriga em assessores dos Barros e cabos eleitorais de Carlos Roberto Pupin (PP).
2) Ainda este mês o deputado federal Edmar Arruda (PSC) decidirá sobre sua candidatura a prefeito. Com o PMDB descartado, ele pode fechar aliança com o PDT nos próximos dias.
3) No PSB ninguém duvida que o PMDB irá com Wilson Quinteiro. Já na cúpula do PMDB maringaense, Quinteiro ainda não é unanimidade.

Política

Barganha, não

De Cícero Cattani:
Ricardo Barros condiciona apoio do PP a Luciano Ducci à reciprocidade do PSB ao candidato Roberto Pupin, em Maringá. Ocorre que o partido de Ducci já tem candidato, Wilson Quinteiro, que está deixando o governo Richa para concorrer. Investido na condição de coordenador eleitoral do PP, Barros afirmou, na Assembleia Legislativa, que a tendência do partido seria apoiar a reeleição do prefeito. Quem vem medindo o humor de Beto Richa, acredita que Barros está tentando se rearticular no governo e terá que romper resistências do Palácio Iguaçu. E não estaria com essa bola toda de barganhar o apoio a Ducci. “Comigo e com Ducci”, parece ser a ordem de Beto, empenhado na reeleição do prefeito. Setores palacianos veem, também, incompatibilidade da figura de coordenador político do PP com a de secretário de governo, cargo de confiança. O PP é da base de Dilma e Barros já foi um dos líderes de Lula na Câmara.

Blog

Quadro estranho no PP

Observador diz que não consegue ver firmeza nas declarações de Carlos Roberto Pupin (PP) sobre a candidatura a prefeito. Ele continua colocando tudo na condicional. Junte-se a isso uma conversa que circulou recentemente no PTB – a de que a pré-candidatura de Ulisses Maia a vereador é cortina de fumaça, porque ele mesmo já havia garantido que jamais se candidataria a vereador – e temos um quadro muito estranho. Outro ingrediente é a renúncia anunciada e não realizada por Silvio Barros II.
Dizem que Ricardo Barros prefere optar por Ulisses porque este faria tudo o que ele pede; com Pupin, que tem vida própria, isso não seria garantido. Pelo sim, pelo não, Pupin e o capo Ricardo Barros ficaram circulando juntos por bairros da cidade, no final de semana, entregando ovos de chocolate.

Blog

O leitão vesgo ataca novamente

De Cícero Cattani, sobre Ricardo Barros:
O candidato derrotado ao Senado, quando jogou nos dois lados, ora dobrando com Gustavo Fruet da mesma chapa, ora com Gleisi Hoffmann, teoricamente adversária, Ricardo Barros volta a fazer o jogo duplo. Tentou se articular, no começo do governo, com Beto Richa. Não teve o espaço que pretendia, isto é, que lhe desse visibilidade para campanhas seguintes. Nem acesso a um caixa forte de uma secretaria com recursos teve. Coube-lhe a Indústria, Comércio e Mercosul. Bem que tentou decolar, mas parece que foi podado. Faltou empenho oficial para sua candidatura à Fiep. Um fiasco que o deixou abalado. Tenta outra vez se articular com Beto, oferecendo as prefeituras de Maringá, onde é forte, e a de Londrina, terra dos Belinati. Como é sua índole, não deixa de namorar com Brasília. Está de olho numa secretaria do Ministério das Cidades, e cobra apoio de Gleisi Hoffmann. Como moeda de barganha, Maringá. Seu PP iria com o petista Enio Verri. Ricardo já não esconde que quer voltar à Câmara Federal, para onde mandou a mulher, Cida Borgheti, que voltaria para a Assembleia.

Política

Dá ou desce

De Lauro Barbosa:
Ouvi dizer que Ricardo Barros está numa sinuca de bico. Para tornar realidade o cargo de seus sonhos em Brasília, teria que declarar apoio a Gustavo Fruet em Curitiba e levar o PP para o palanque petista no Estado. Talvez isso explique o atraso.

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O chefe não citou seus áulicos

O capo Ricardo Barros, que não fica no secretariado de Lerner Beto Richa às sextas-feiras, há pouco no programa de seu sócio, o ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira, citou apenas dois pré-candidatos que o PP lançará a vereador em Maringá. Só nominou Ulisses Maia e Terezinha Beraldo Pereira Ramos – embora esta já tenha avisado que não será -, como se o partido não tivesse outros nomes. Não citou Zebrão nem Bravin, que em público continuam insistindo que sairão à reeleição.
Ricardo, que vai garantir aos pré-candidatos do PP uma campanha sem problemas financeiros, esqueceu-se de seus fiéis colaboradores intencionalmente, já que tinha falado para os dois que eles serão barrados pela Ficha Limpa.

Verdelírio

PP em peso

O Partido Progressista, dos manos Ricardo Barros e Silvio Barros II, foi presença de peso na festa de aniversário do Enzo Alfonso Rodrigues Vieira da Silva, filho do Frank e da Patrícia Rodrigues da Silva. Lá estiveram: Ricardo Barros, Silvio Barros, Cida Borghetti, Carlos Roberto Pupin, Edmundo Albuuerque  e outros.Continue lendo ›

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Com a bênção de Ricardo, Pupin será candidato a prefeito

Agora que o capo Ricardo Barros voltou de mais uma viagem a Suíça e China, que desta vez durou 15 dias, a coisa começa a andar na administração maringaense – e no PP também. Na manhã deste domingo o Conselho Político (o outro nome de Ricardo) definiu que o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin será o candidato a prefeito do partido; o médico Marco Antonio Rocha Loures só oficializou a desistência, enquanto Ulisses Maia foi convidado para ser candidato a vereador.
Especula-se que agora, mesmo sem a aguardada renúncia de Silvio II (dona Bernadete teria vetado o que era desejo do irmão mais novo), Pupin deve passar a ter mais poder dentro da administração.

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Ganha por desistência

O vice-prefeito Carlos Roberto Pupin está em campanha para ser o primeiro na pesquisa que o capo Ricardo Barros fará em abril e que definirá o candidato do PP à Prefeitura de Maringá. Do jeito que vai, acaba ganhando por W.O. Ulisses Maia sumiu e Marco Rocha Loures está mais desanimado do que nunca. Sobrou Mário Hossokawa, do PMDB, partido hoje comprometido com Beto Richa. Ou seja, só ficará mal na pesquisa se perder para ele mesmo.