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PSDB teria dado um ultimato ao PP

Teria partido do governador Beto Richa a imposição ao capo Ricardo Barros para que um tucano seja vice na chapa encabeçada por Carlos Roberto Pupin, do PP, na disputa pela Prefeitura de Maringá. A informação de que o vice tem que ser do PSDB foi dada à noite pelo presidente da executiva municipal, Wilson de Matos, ao chegar na convenção do PP. Barros já havia mandado Pupin convidar o professor Cláudio Ferdinandi, sócio de Matos no Cesumar e vice-presidente municipal do PMDB, para a vaga de vice. A colocação a Barros foi simples: ou o vice será do PSDB ou os tucanos não se apoiarão Pupin, aí podendo optar pelas candidaturas de Wilson Quinteiro (PSB) ou Dr. Batista (PMN).
Ricardo Barros, que não esperava ser colocado na parede pelos tucanos, pretende conversar com Beto Richa e fazer o governador desistir da pretensão, alegando que, com PMDB e PSDB, o PP terá o maior tempo na televisão e, em tese, mais chances de eleger seu candidato.

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PSD também vai com o PP

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O ex-deputado estadual Ricardo Maia venceu e o PSD oficializa sua entrada no condomínio partidário dos fratelli Barros e vai apoiar a candidatura a prefeito do PP. Maia disputava com o também ex-deputado estadual Divanir Braz Palma, que defendia ir com o PSC no apoio ao PT. A possibilidade de vice do PSB de Wilson Quinteiro sequer foi colocada em votação.
Com a decisão, o PSB deve disputar a Prefeitura de Maringá com chapa pura. A vice seria Roeling da Costa, esposa do secretário de estado das Relações com a Comunidade, Rene Pereira da Costa.

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PSDB se rebela e quer a vice

O PSDB de Maringá, criador da convenção secreta, resolveu chutar o balde. Agora há pouco, colocou três nomes à disposição do capo Ricardo Barros para a vice de Carlos Roberto Pupin (PP). Se a vice do PP não for tucana, o PSDB não coliga na proporcional.
Foram colocadas como potenciais vices: Akemi Nishimori, Márcia Socreppa e Solange, secretária do professor Wilson (esta, a preferida de Pupin e de Barros). A vice de Pupin foi prometida por RB ao PMDB, que indicou o sócio do presidente do PSDB, professor Cláudio Ferdinandi. O negócio é aguardar pra ver o que vai dar.

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Já não é mais o mesmo

Até dias atrás o capo Ricardo Barros (PP) batia no peito, em conversa com deputados em Curitiba, e dizia que Wilson Quinteiro e Dr. Batista só seriam candidatos a prefeito em Maringá se ele deixasse, pois teria em mãos a maioria dos partidos políticos da cidade. Até agora, pelo menos, nenhum dos partidos que integram seu condomínio partidário fechou apoio aos dois candidatos, o que não significa pouca coisa. Batista e Quinteiro estão em voos próprios. Ele já não manda mais como antes.

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Vice tucana

Voltam a subir as chances de Akemi Nishimori (PSDB) ser a vice de Carlos Roberto Pupin (PP), apesar do convite feito ao professor Cláudio Ferdinandi (PMDB).

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Perdendo com a coligação

A notícia de que o capo Ricardo Barros vai cumprir o que prometeu e coligar os candidatos a vereador do PSDB com os do PP está provocando resmungos. A coligação terá em Márcia Socreppa e Flávio Vicente nomes que, numa primeira análise, estariam mais fortes que  alguns pepistas. Quem mais perde com a aliança é o líder do prefeito, Heine Macieira. Para acalmá-lo, estariam acenando com promessas de CCs e, quem sabe, uma secretaria num eventual governo Pupin.

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Velho estilo

Para atrair os pré-candidatos do PSL a apoiar o PMDB, e eleger pelo menos um vereador peemedebista, o capo Ricardo Barros acenou ao partido com a oferta de cargos comissionados numa eventual administração de Carlos Roberto Pupin (PP). Os cabelos podem estar caindo da cabeça do ex-prefeito, mas o jeitão de fazer política com o erário continua o mesmo.

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Ficou feio, muito feio

Agora, com a decisão do PMDB paranaense, como fica o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP), que deu uma secretaria municipal e nomeou uma leva de peemedebistas – entre eles, dois condenados criminalmente por integrarem uma quadrilha que agia na Ciretran – em cargos comissionados como paga pela adesão ao condomínio do capo Ricardo Barros? Se resolver demití-los, a emenda ficará pior do que o soneto, ensejando inclusive oportunidade para uma ação civil pública, pois ficará evidenciado que usou recursos públicos para a tentativa de compra de um partido político. Terá que aturar os peemedebistas “autênticos” até passadas as eleições, no mínimo. E, claro, aturar a gozação da turma por ter acreditado na combinação dos dois maiores estrategistas políticos de Maringá.

Eleições 2012

Inserção do PP promove Pupin


A propaganda do PP na televisão, ao contrário do que prevê a lei, tem feito promoção pessoal. Neste caso, do pré-candidato a prefeito dos fratlli, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin. Nas gravações, ele aparece como candidato, com direito a depoimentos de eleitores e uma casa como cenário. Teve partido que pensou em recorrer à justiça, mas desistiu.

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Uma observação

Na administração/campanha eleitoral de Carlos Roberto Pupin (PP), os meios justificam os fins. Desde, claro, que tanto os meios quanto os fins tenham sido determinados por Ricardo Barros.

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Coincidência

Por falar em comitê, dizem que há duas semanas o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) visitou a praça Farroupilha, no Jardim Alvorada, acompanhado de um pré-candidato a vereador. No dia seguinte um imóvel das proximidades foi alugado para comitê de campanha e, coincidentemente, a Semusp fez uma geral naquele trecho da avenida Pedro Taques e região.

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Manda muito

A escolha de Akemi Nishimori (PSDB) para a vice de Carlos Roberto Pupin, além de evidenciar o poder do capo Ricardo Barros (PP), mostra a escassez de nomes no partido do governador Beto Richa em Maringá. Wilson de Matos Silva, presidente tucano, queria o vereador Flávio Vicente na vice do candidato dos fratelli, mas Barros preferiu que fosse uma mulher. Antes da escolha recair sobre a mulher do deputado federal Luiz Nishimori, ele sondou uma funcionária de Wilson de Matos Silva no Cesumar, que também é filiada ao PSDB.
Pelo jeito, somente uma intervenção pessoal do governador Beto Richa faria os tucanos deixarem o colo do capo.

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O nome escolhido

O capo Ricardo Barros (PP) escolheu Akemi Nishimori (PSDB) para a vice de seu títere, digo, pré-candidato a prefeito, Carlos Roberto Pupin. Se virar, e tenho cá razões para acreditar que não se mantém, Akemi tornar-se-ia recordista em ser vice: em 96, foi vice de Silvio Barros II (então no PFL) e, em 2008, de João Ivo Caleffi (PMDB).

Eleições 2012

PHS realiza convenção neste domingo

O PHS, dono da Secretaria de Desenvolvimento Econômico na administração dos fratelli, marcou para o próximo domingo, às 9h30, na câmara, sua convenção municipal. Para prefeito, conforme reza contrato, o partido vai com o PP, e para vereador, para eleger Valter Viana, a coligação será com o PRP. Durante a convenção o PHS pretende anunciar sua coligação para composição de chapa com o PRP.
Nem todos no PHS vão com o prefeito em exercício; uma boa parte vai com Dr. Batista (PMN), porque tem interesse em ter o primeiro deputado estadual do partido (seu suplente é Evandro Araújo, vice-prefeito de Marialva).
PS – O PHS havia informado que seria dia 29, corrigindo posteriormente.

Política

Maurício Yamakawa sai do PSDB

Diante da intervenção do diretório estadual no PSDB de Paranavaí, onde presidia a comissão diretiva, o ex-prefeito Maurício Yamakawa desfiliou-se do partido, pois desejava que sua esposa Toshie fosse a candidata a prefeita pelo PP; antes, ele havia garantido aos tucanos de Curitiba que seria candidato novamente. Como a manobra foi feita pelo capo Ricardo Barros, dizendo que o PSDB não teria candidato em Maringá, Londrina e também Paranavaí, houve o rechaço pelo presidente Valdir Rossoni, que apontou o também ex-prefeito Rubens Felippe como candidato.
Agora a novidade: Yamakawa desfiliou-se do PSDB e sua esposa foi ofertada por Barros como pré-candidata a vice de Rubens Felippe, pois o condottiere não viabilizou nem com o PT muito menos o voo solo pelo PP. Yamakawa deu sinais de que apoiará o PT, informa o Taturana.

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Agenda política lotada

Na sexta-feira passada o capo Ricardo Barros (PP) dedicou a maior parte do tempo a conversas com  partidos políticos de seu condomínio, imprensa amiga e com as pessoas que vão coletar dinheiro junto ao empresariado para seu candidato, Carlos Roberto Pupin. A coleta na área médica, por exemplo, ficou a cargo de Hiranzinho, do Santa Rita. No sábado, foi ao Tocantins. Com a realização das convenções, ele tem cada vez menos tempo para ser secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa.

Política

Encontro regional do PP em Londrina


No sábado passado, o presidente do PP de Mauá da Serra, Chico Coutinho (ex-vereador em Maringá), participou da reunião regional do PP de Londrina. Nas fotos, Coutinho ao lado de  Gustavo Richa, primo do governador do estado, que será candidato a vereador, e da família Belinati: o coordenador regional Antonio Carlos Salles Belinati (diretor da Sanepar), o vereador Marcelo (que lidera todas as pesquisas de intenção de votos para a prefeitura) e o ex-prefeito Antonio Belinati. Na outra foto, sua filha Rebeca e a esposa Simoni com o pré-candidato a prefeito.

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Pré-campanha rasteira

Na tentativa de complicar a vida de potenciais adversários desta campanha, o capo Ricardo Barros (PP) mandou espalhar que Dr. Batista (PMN), Wilson Quinteiro (PSB) e Maria Iraclézia de Araújo (DEM) estariam desistindo da candidatura a prefeito. Não se sabe o que mais ele pretende com isso, mas é o tipo de coisa que não agrada muita gente.
Contatados, todos os três reafirmaram a disposição da candidatura: Batista porque lidera as intenções de voto há masi de um ano; Quinteiro, por ser o único representante dos evangélicos (que somam 32% da população); e Maria Iraclézia de Araújo por acreditar ser uma novidade nas eleições.

Akino

PPP do PP

Depois do projeto de doação de 9.251,10 m2 à Sisa Construções, agora Pupin quer doar 72.600m2, ou seja 3 alqueires paulistas, à Camilo Distribuidora Comercial de Alimentos, alem dos incentivos de isenção de impostos. Tudo com base na Lei 6936/2005, chamada Lei do Prodem, que prevê incentivos para novas empresas e geração de empregos. O estranho é que ultimamente as doações têm sido feitas para empresa já existentes, o que a meu ver contraria a lei. Nos dois casos, as mensagens dizem, sem qualquer comprovação, que serão criados 60 e 400 novos empregos.
Apresentados em regime de urgência, não passam por uma análise efetiva e as comissões dão aqueles pareceres verbais, na hora da sessão, apenas para ‘inglês ver’. Tudo isto é época de inícios de campanhas eleitorais, com candidatos precisando de dinheiro, alguns secretários deixaram os cargos. Muito estranho, suspeito.Continue lendo ›

Akino

Uma invertida, algo desconsertado

Assisti novamente a sessão e pude confirmar e entender as razões pelas quais o vereador Heine Macieira estava estranho. Depois que Humberto disse que área objeto do projeto de Lei 12.344/2012 era residencial, John disse que tinha sido construídas algumas casas na administração do PT. Mário Verri falou que queria ouvir o líder para definir o seu voto. O líder demonstrando arrogância respondeu que Verri votaria contra, pois se existe erro, dolo, que se o terreno fica dentro de uma área residencial, se houve erro em se construir erros de alguma casas este erro era do ‘guverno’ de V. Excia. Humberto, rebateu imediatamente, dizendo que as casas foram inauguradas na gestão de Silvio II, mas que acredita que foram construídas também na gestão do PP. Logo depois sua assessoria confirmou que as casas foram construídas na gestão Barros.Continue lendo ›

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Compra e venda

Frase atribuída ao capo Ricardo Barros (PP), que mobiliza mundos e fundos (estes, principalmente) para reverter a perda do PRTB para o PT:
– Comprei e paguei – e paguei caro.

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Após boato de que foi “vendido”, PSL deleta postagens sobre PSB

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Há alguns dias o presidente e o vice-presidente do PSL de Maringá, Jamil Ribeiro e Geraldinho, respectivamente, visitaram o prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin, sob a justificativa de que iriam entregar o convite para um encontro do partido – e o PSL, para quem não sabe, foi o primeiro a fechar com Wilson Quinteiro (PSB), há quase um ano. Nos bastidores, dizem que naquele mesmo dia, no próprio gabinete do paço municipal, Pupin acertou a aquisição do PSL para o condomínio de Ricardo Barros, algo a ver com pecúnio. A foto acima foi feita no dia da suposta venda do PSL para o PP. Fala-se, desde então, que haverá intervenção no PSL local. No blog do partido, porém, todas as postagens foram apagadas, permanecendo apenas uma, que mostra uma entrevista de Ribeiro a um programa de televisão.
Entre as várias postagens apagadas e que abordam o apoio do PSL a Quinteiro está uma que tem como título “PSB fecha acordo político com o PSL”, de 10 de julho do ano passado, registrada aqui e que ainda pode ser lida na íntegra no blog do Oséias Miranda.

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Ferrando o cerimonial

A situação armada em Maringá, com dois prefeitos, uma estratégia para driblar a Justiça Eleitoral e fazer campanha antecipada, está ferrando quem faz cerimonial. Ontem, no churrasco do PHS, no CTG, para variar, os dois títeres de Ricardo Barros estavam lá, e foram anunciados como prefeito da cidade. Não há cerimonial que aguente…
PS – Aliás, o PHS justificou a festa dizendo que era pré-convenção. Tá bom… só Maringá mesmo para acreditar.

Política

De ocasião

O capo do Partido Progressista no Paraná, ex-deputado Ricardo Barros, foi tema de debates acalorados ontem a tardezinha na cúpula curitibana do PSDB, principalmente sobre a política de alianças ou candidatura própria (com o deputado e secretário da Fazenda Luiz Carlos Hauly ou outro filiado) em Londrina. Ele tem dito nas reuniões do PP que não precisa de ninguém do PSDB para ganhar as eleições na cidade onde tem Antônio Belinati como o líder popular mais importante. Nem de um vice do PSDB, do tempo de TV e rádio ou da presença do governador Beto Richa nos palanques do vereador Marcelo Belinati, até o momento o único ficha limpa da famiglia Belinati e do PP local.
“Estamos acostumados a ganhar sem eles (PSDB) em Londrina. Se fizerem charme, ficam sem espaço”, diz Barros, outro da família maringaense condenada do PP por desonestidade (improbidade) administrativa, como os Belinati em Londrina. Em Maringá ele tem dito outra coisa para a direção do PSDB paranaense: “O PSDB tem que ser leal a quem é leal ao governador Beto Richa. E apoiar o PP irrestritamente.”

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Político-partidário

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Maringá, depois de abolir o “em exercício” do vice Carlos Roberto Pupin, continua embarcada. Divulgou há pouco notícia político-partidária, informando que, a exemplo do que já havia acontecido com o PSL, está tratando de política no gabinete do paço municipal e hoje recebeu o secretário-geral do PHS, Eduardo Machado, acompanhado do presidente estadual e até há alguns dias secretário municipal Valter Viana; o partido possui aquela secretaria e a Ouvidoria. “O objetivo do encontro foi convidar o prefeito para uma reunião partidária que acontecerá nesta quarta-feira, no Centro de Tradições Gaúchas, com a participação de autoridades políticas, militantes do partido e convidados”, diz o texto. Conforme release distribuído ontem pelo PHS, é lá que o partido, que integra há anos o condomínio partidário dos fratelli, manifestará apoio ao candidato do PP, atualmente à frente da prefeitura.

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Investindo no ninho tucano

O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros, que por sinal tem aparecido pouco no trabalho por estar coordenando a campanha de Carlos Roberto Pupin, está investindo no PSDB para compensar a perda do PR. Ele vem mantendo encontros com a cúpula tucana tentando convencer os dirigentes partidários de que não é jogo ter candidatura própria a prefeito. Ao buscar um vice no PSDB, Barros prejudica o objetivo do deputado estadual Evandro Junior – logo ele, que já declarou qeu seu grande mestre é o capo pepista.

Política

Agenda pró-exposição II

Conforme o blog adiantou, o PHS de Maringá realiza evento amanhã às 19h30 no CTG para oficializar apoio à candidatura do prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin. Não há informações sobre a coligação para os candidatos a vereadores.
De outro lado, não há confirmação da reunião-churrasco do PTB, no mesmo CTG, também para oficializar o apoio ao PP. Esta aconteceria na quinta-feira, 24, também como parte de uima agenda pró-exposição do candidato pepista.

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PSL em momento de fraqueza

O PSL realizou na última sexta-feira, em Maringá, um encontro regional. Nas proximidades do evento, o partido, que havia sido o primeiro a fechar apoio a Wilson Quinteiro (PSB), em julho do ano passado (aqui), teria balançado e caído nos braços dos fratelli. No meio do caminho, a entrega de um convite ao prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP). No encontro, lá estavam Wilson Quinteiro e Pupin na mesma mesa (vídeo). A última informação era de que o PSL recuperou-se do momento de fraqueza e permanece ao lado de Quinteiro.
Nesta reta pré-convenção, o império Barros está investindo tudo o que pode – com 100% de dinheiro público, como se viu no caso da cooptação do PMDB velho de guerra.

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Agenda pró-exposição

Em busca de expor o máximo possível o seu candidato a prefeito, o capo Ricardo Barros criou uma agenda específica, que inclui, além dos eventos oficiais, a realização de encontros e reuniões das siglas que compõem seu condomínio partidário. Hoje, no Centro Português, um deles realiza uma reunião com a participação do prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (seria o PRP). Na quarta-feira será a vez do PHS, que pretende reunir mais de 1,5 mil pessoas no CTG. E la nave va…