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Eleições 2012

“Seu Vicente”, um grande atleta

Vicente Pimentel
Espectadores do horário eleitoral gratuito ficaram com a impressão de que o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) não conhece um dos maiores nomes do atletismo maringaense, Vicente Pimentel Dias. Foi ele quem fez uma das perguntas levada ao ar nos dois últimos programas. Pupin referiu-se a ele como “Seu Vicente”, o que provocou a estranheza. Vicente é irmão da secretária de Educação de Pupin, a ex-vereadora Edith Dias de Carvalho, foi campeão nos 800 e 1.500 metros rasos em quatro Jogos Abertos do Paraná, vencedor por três vezes da extinta (uma pena) Prova Sussumu Itami e vencedor das duas primeiras edições da Prova Rústica Tiradentes.

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Um outro nome

Na semana passada, o empresário Francisco Feio Ribeiro Filho, ex-presidente da Urbamar, recebeu as visitas do prefeito Silvio Barros II e Ricardo Barros. Foi o bastante para o pessoal achar que Chiquinho Ribeiro foi sondado para assumir a condição de candidato a prefeito da coligação “A mudança continua”, em Maringá, caso o registro da candidatura de Pupin permaneça indeferida. Os amigos dele, porém, não acreditam que ele deixe os bastidores para subir à ribalta.

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Estratégia pepista

(Repostagem) O ex-secretário de Saúde e presidente do PP de Maringá, Marco Antonio Rocha Loures, abriu o programa eleitoral da coligação “A mudança continua” no rádio, nesta segunda-feira – falou antes mesmo dos candidatos a prefeito e vice, que estão enrolados na Justiça Eleitoral. Rocha Loures, ex-vereador e que em 92 disputou a Prefeitura de Maringá, esteve, pela primeira vez para muita gente, no Café Cremoso no final de semana e confirmou que, se Pupin não reverter a situação no TSE, deverá assumir sua vaga. Pupin, enquanto isso, na propaganda eleitoral, promete tudo o que não realizou nos últimos oito anos, como toneladas de consultas especializadas e postos de saúde funcionando à noite. O presidente do PMDB, Umberto Crispim, disse de seu  lado que a coligação ganhará com qualquer nome no lugar de Pupin.

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Sem espaço para a dúvida

Carlos Roberto Pupin (PP) não cogita a possibilidade de ter cassado pelo TSE o registro de sua candidatura a prefeito de Maringá. Ele perdeu por unanimidade no TRE do Paraná, o mesmo acontecendo com o primeiro recurso. Pupin é advogado e tem registro na OAB em dia.
Ele, porém, trabalha com a possibilidade de seu vice, professor Claudio Ferdinandi (PMDB), não conseguiu reverter o indeferimento do registro em Brasília. Como o substituto teria que sair do PMDB, um nome que lhe caberia bem seria o de Mário Hossokawa. Neste caso, nem a rejeição da direção do partido (Crispim e John Alves) conta: é que o próprio Mário prefere a candidatura a vereador. Sua saída, por sinal, desarticularia a chapa.

Akino

Pupin não será substituído

Penso diferente dos que dizem que já se prepara um plano para a substituição de Pupin, possivelmente por Rocha Loures. Este entraria na vaga do vice, dando a rasteirinha no PMDB. Acredito que Pupin não será substituído por outro candidato. Ricardo vai mantê-lo mesmo que o TSE julgue e mantenha o indeferimento, antes da eleição. Neste caso, com recurso ao STF, disputaria sub judice. Logo após a eleição, antes de 1º de janeiro, o caso teria desfecho.
Pensei em complementar meu raciocínio, mas acho melhor ‘deixar queto’, como diz o Pinga Fogo.
Akino Maringá, colaborador

Opinião

Pupin, um adversário amigo do PT

De Bruno Coga (PSTU), candidato a vice-prefeito de Maringá pela coligação “Maringá para os trabalhadores”:
Com a impugnação de Pupin no TRE e o indeferimento de seu vice, Carlos Ferdinandi (PMDB), por ter as contas reprovadas pelo TCE, a coligação “A mudança continua” fica oficialmente sem candidato. Com o PP fora da jogada, Enio Verri tem caminho livre para sua campanha. Com isso pode abrir grande diferença nas pesquisas eleitorais com outros candidatos. Queremos aqui analisar a relação histórica do PP com o PT e suas implicações para as eleições municipais de Maringá. Leia mais.

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Cadê?

O programa da coligação “A mudança continua” finalmente estreou, há pouco. Não deve ser fácil preencher todos aqueles longos minutos. Notou-se algo de cara: sumiram com Ricardo Barros das imagens.

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Ação de investigação e representação

No final da tarde de hoje, o Partido SocialIsta Brasileiro ingressou com pedido de ação de investigação eleitoral junto ao juízo da 66ª Zona Eleitoral de Maringá. São requeridos na ação o candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin, o coordenador-geral de sua campanha, Ricardo Barros, o prefeito de Maringá, Silvio Barros II, e as comissões estadual e municipal do Partido Progressista.
Também hoje à tarde a coligação “Maringá de toda nossa gente” (PT-PDT-PR-PV-PC DO B-PSC-PRTB-PPL) representou na 137ª Zona Eleitoral contra o ex-secretário Ulisses Maia, a coligação “A mudança continua” e o candidato Carlos Roberto Pupin (PP). A representação é por conta de propaganda eleitoral supostamente irregular. Caberá ao juiz Jaime Souza Pinto Sampaio decidir sobre a procedência.

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Só os mais próximos

Na reunião do último domingo, no Cesumar, dos doze partidos que integram a coligação “A mudança continua” apenas dois formaram a mesa principal: Umberto Crispim (PMDB) e Marco Antonio Rocha Loures (PP). Os demais presidentes presentes ficaram chateados, para dizer o mínimo. Um deles referiu-se aos dois privilegiados de “Ricardo´s boys”.
Ah: um dos que discursaram disse que o PP prefere perder no voto popular do que ganhar “roubado” no tapetão da Justiça Eleitoral.

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Sinopse

Ricardo Barros passou a segunda-feira em Curitiba. O blog soube que foram dados a ele todos os sinais possíveis de que será impossível o retorno à cadeira de secretário de Indústria e Comércio.
Barros teria comentado que acredita ser igualmente difícil reverter a situação de Carlos Roberto Pupin no TSE e lamentando sobre o pouco tempo que tem para elaborar uma nova estratégia de campanha.

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O acórdão da inelegibilidade de Pupin

Este é o acórdão do julgamento de ontem do caso do vice-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), no TRE do Paraná. Por unanimidade, ele teve o registro indeferido. Também na mesma ação foi julgada representação do PSB contra a coligação de Pupin por abuso de poder econômico, que foi negada pelo tribunal.

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Só sobram os centavos

Além dos problemas em pedir voto para os candidatos majoritários, ambos rejeitados pela legislação eleitoral, a maioria dos candidatos a vereador pela coligação “A mudança continua”, em Maringá, enfrenta outras dificuldades. Por exemplo: dizem que o dinheiro levantado pelos arrecadadores dos fratelli Barros está beneficiando pouquíssimos candidatos da cidade – mais especificamente, quatro candidatos. Os demais, por causa disso, são chamados de “candidatos flanelinhas”, aos quais só sobram centavos.
Mas o volume mais forte da arrecadação não fica em Maringá. Vai mesmo para candidatos do PP em outras cidades da região.

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O “Deixa comigo” não virou

A coligação “A mudança continua” realizou reunião agora à tarde no Cesumar. A reunião estava agendada antes da decisão do TRE do Paraná de cassar a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), cujo vice, professor Claudio Ferdinandi, diretor da instituição, havia sido cassado na última quinta-feira. Para os candidatos a vereador – são cerca de 170 – tentou-se passar a impressão de que está tudo bem, de que nada aconteceu e de que, apesar da decisão por goleada (seis votos a zero), existem chances de reverter a sentença em Brasília. O TSE tem até o próximo dia 7 para definir situações como essa e julgar o recurso que a coligação prometeu apresentar.
Só para lembrar: a situação de Ferdinandi e a do próprio Pupin era, óbvio, de conhecimento da assessoria jurídica da coligação da organização chefiada por Ricardo Barros. Pupin tinha a questão do terceiro mandado e Ferdinandi, as contas reprovadas no TCE. Para os dois casos, Barros deu a mesma “solução”: afirmou a todos que ele resolveria as questões junto à Justiça Eleitoral. “Deixa comigo, não se preocupem”, disse ele – mas, isso, antes das duas derrotas no Tribunal Regional Eleitoral.

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PT divulga cassação de Pupin

A assessoria do deputado estadual Enio Verri, candidato do PT a prefeito de Maringá, divulgou há pouco o sucesso de seu recurso junto ao TRE e que cassou a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP). Diz o release: “O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) indeferiu, em sessão extraordinária realizada na tarde deste domingo (19), a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), da Coligação “A Mudança Continua”, à Prefeitura de Maringá. Por unanimidade (6 votos a zero), o TRE acatou o recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação “Maringá de Toda A Nossa Gente”, que apontou a inelegibilidade de Pupin por ter substituído o atual Prefeito de Maringá nos seis meses anteriores às eleições deste ano, desrespeitando os termos do artigo 1º, §2º, da LC nº 64/90. Nesta quinta-feira, o TRE já havia cassado a candidatura do vice de Pupin, Claudio Ferdinandi (PMDB), pela desaprovação das contas de gestão de recursos do Cesumar, onde é diretor, pelo Tribunal de Contas do Paraná”.

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Coligação diz que vai recorrer

A coligação “A mudança continua” divulgou nota há pouco informando que vai recorrer ao TSE da decisão tomada hoje, por unanimidade, pelo TRE paranaense, e que indeferiu o registro da candidatura do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin. A tese dos advogados do ex-secretário Ricardo Barros é de que o caso envolvendo Pupin é igual ao do então vice-governador de São Paulo Geraldo Alckimin (PSDB), em 2002. “Roberto Pupin segue normalmente sua campanha assim como seu vice, professor Claudio Ferdinandi, também alvo de interpretação equivocada da legislação pelo TRE do Paraná”, diz o texto, acrescentando que os candidatos “esperam que a eleição de Maringá seja resolvida pela consciência de seus cidadãos eleitores”.
Seguindo o estilo Barros, os advogados da coligação defendem atacando e dão como exemplo o caso de Alckimin, que assumiu com a morte do governador Mário Covas – algo diferente do que aconteceu em Maringá, já que, até onde se sabe, Silvio Barros II está muito vivo. Eis a íntegra da nota, sob o título “Decisão do STF garante candidatura de Pupin”:Continue lendo ›

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TRE tem sessão neste domingo

O Tribunal Regional Eleitoral tem sessão de julgamento marcada para a tarde deste domingo. Na pauta há pelo menos uma referência à campanha maringaense: o recurso de Letícia Lourenço Bento Soria Martos Peris, do Democratas, que teve seu registro indeferido em julho, por problemas relacionados à filiação partidária. A assessoria jurídica de Ricardo Barros (PP), porém, acredita que o caso da impugnação do registro da candidatura a prefeito de Carlos Roberto Pupin possa entrar em pauta já para a sessão de amanhã. Esta é, segundo o próprio ex-secretário de Indústria e Comércio, sua maior preocupação no momento.

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Coisa muito doida

Coisa das mais estranhas que já se viram nas campanhas eleitorais em Maringá é o santinho dos candidatos a vereador pelo PR de Maringá. Embora não esteja coligado na proporcional, o PR está coligado com o PT de Enio Verri na majoritária, mas nenhum santinho traz o nome do deputado estadual e candidato a prefeito. Há um, por exemplo, do Felipe, ex-presidente da Feabam, em que ele faz referência a Ricardo e Cida Borghetti, que apoiam o candidato a prefeito do PP. É uma das cois

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Hossokawa é ventilado para a vice

O vereador Mário Hossokawa (PMDB) teve o nome ventilado para ocupar a vaga de candidato a vice-prefeito de Carlos Roberto Pupin (PP), no caso do impedimento definitivo do professor Claudio Ferdinandi, cujo registro foi indeferido ontem pelo TRE do Paraná. Hossokawa, que é candidato a reeleição na coligação que reúne PSL e PSD, seria o nome preferido pelo candidato a prefeito. Oficialmente ainda não ocorreu a conversa, mas, se ela acontecer, a resposta do presidente do Legislativo será “sim”. Mário Hossokawa já foi vice-prefeito de Maringá, na segunda gestão de Said Ferreira. Outro nome considerado para ocupar a vaga é o do médico Durval Francisco dos Santos Filho.

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Aquecimento para assumir a vice

O médico Durval Francisco dos Santos Filho, que foi usado lançado candidato a prefeito pelo PMDB e tinha dinheiro investido no partido, antes de a sigla ser adquirida pelo condomínio Barros, já foi contatado para ficar de prontidão. Duas fontes do PMDB local garantiram que seus olhos brilharam com a possibilidade de vir a substituir o professor Claudio Ferdinandi, que teve o registro indeferido pela Justiça Eleitoral. Durval, ex-presidente da Unimed e Empresário do Ano em 2007, deve aguardar o resultado do recurso feita pela coligação, mas já entrou em aquecimento para assumir como vice de Carlos Roberto Pupin (PP).
Nisso tudo, porém, há uma condicionante: se também a candidatura de Pupin for impugnada (ele estaria disputando o terceiro mandato, o que é proibido pela legislação), seu substituto seria o também médico Marco Antonio Rocha Loures, presidente do PP local, e neste caso dois médicos numa mesma chapa majoritária é algo que não se cogita.

Escândalo em Maringá

Efeito Barros em Londrina

De Cícero Cattani:
Um boqueirão que se abre pela frente, na linguagem dos antigos narradores de futebol de rádio ao perceber um ataque à uma defesa desarmada. Assim está Luiz Eduardo Cheida, com o desfalque de Ricardo Barros na campanha de Marcelo Belinati. Cheida, que já foi prefeito, concorre pelo PMDB. O candidato do PP em Londrina deve sofrer o desgaste das condenações e denúncias que o presidente do partido vem sofrendo junto aos tribunais superiores. Toda a campanha de Belinati está sustentada na estrutura armada por Barros. Há denúncias que recursos da prefeitura de Maringá – o prefeito é irmão de Barros – tenham sido desviados para alavancar a candidatura de Marcelo Belinati, através da agência de propaganda que cuida das campanhas do PP e atende à família Barros há tempos. No Centro Cívico, não há quem acredite que Barros, agora ficha suja, permaneça no governo. Embora licenciado, Barros pode contaminar a boa imagem do governador Richa.

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Troféu Arrogância

Leitor diz que a briga está pau a pau pelos lados do PP e que filiados e simpatizantes pretendem abrir votação para escolher o candidato a vereador mais arrogante desta campanha. Dois estão na cabeça: um vereador que tenta a reeleição e uma mulher, ambos da área da saúde. Mas o que não falta na sigla é arrogância, e por isso pode aparecer uma surpresa.

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Fábrica de CCs

Um dos tópicos da campanha da situação, elaboradas por Silvio Barros II, responsável pelas promessas, é a “Fábrica de empregos” em Maringá. Um eleitor, ao receber mais um impresso com o plano de Pupin, apelidou a promessa de “Fábrica de CCs”, já que para acomodar os apoiadores de doze partidos políticos diferentes será preciso triplicar o número de cargos comissionados na prefeitura.

Akino

Quem é candidato e quem será o prefeito?

Depois de falar sobre saúde, ao ser perguntado sobre edução no debate da Band, Pupin respondeu assim a esta pergunta ao ser entrevistado por Murilo Gatti: “Com oito anos como vice-prefeito de uma gestão que tem recebido uma boa avaliação, é natural ser o principal alvo dos outros candidatos? O prefeito é Roberto Pupin. O candidato é Roberto Pupin e o futuro prefeito é Roberto Pupin. Então, quem vai mandar na prefeitura chama-se Roberto Pupin. Vou ter meus secretários, vou ter humildade de ouvir a comunidade e as entidades de Maringá, que sempre participam das grandes decisões. Vou aceitar o apoio político de todos os líderes, deputados estaduais e deputados federais, que sempre ajudam a cidade. O apoio político sempre será bem vindo, mas quem vai tomar as decisões chama-se Roberto Pupin.”
Meu comentário: Acredito que Pupin esperava que a pergunta fosse esta: “É verdade que, caso o senhor seja eleito, Ricardo Barros vai continuar sendo o prefeito de fato, e mandando?” Acho que Pupin está sofrendo de ‘síndrome da resposta diferente’, que tem como causa a pressão do capo, que até aqui age como se o prefeito e candidato fossem ele.
Akino Maringá, colaborador

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Não foi o sucesso planejado

O primeiro comício da campanha eleitoral deste ano em Maringá não foi o sucesso que os organizadores esperavam. Um especialista acredita que foram gastos pelo menos R$ 100 mil para fazer o auê no Jardim Alvorada, que não virou: a maioria era realmente de cabos eleitorais, que fizeram papel de figurante para imagens a serem usadas na campanha de televisão. No palanque, à frente, o capo Ricardo Barros, ainda livre, com aspecto solitário. Só faltou, mesmo, o povo não remunerado.
Pelo menos o candidato dos fratelli obedeceu o figurino ficha suja iniciado com a nomeação de dois condenados criminalmente e a promoção de outro CC denunciado por improbidade: quem apresentou o comício de Pupin foi o vereador John Alves (PMDB), de trajetória interrompida pela Lei Ficha Limpa, e que, ao contrário do que esperava, não sorteou notebooks ao final da “festa”.

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Cena da política maringaense

Na inauguração do comitê do ex-vereador Geremias Vicente da Silva (PSC), candidato nestas eleições, além dos candidatos a prefeito e a vice da coligação – no caso, o deputado estadual Enio Verri (PT) e o ex-secretário de Silvio Barros II, Sidnei Telles (PSC) -, um outro ex-vereador chamou a atenção ao discursar. Era Walter Guerlles, amigo pessoal de Geremias e chefe de gabinete de Carlos Roberto Pupin, o candidato a prefeito do PP.
Guerlles, por sinal, continua filiado ao PR – outro partido que apoia a candidatura de Enio Verri. Como o PDT, que tem entre seus filiados a atual primeira-dama Luíza Pupin. (Pano rápido)

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O Sivamar em saia justa


O prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) deixou o Sivamar em situação constrangedora. Em julho, o sindicato fez o sorteio da ordem para ouvir os cinco principais candidatos a prefeito entre 7 de agosto e 25 de setembro. O primeiro a ser ouvido seria Pupin, ontem, mas como seus apoiadores do PMDB recentemente adquirido só conseguiram marcar uma audiência com o presidente nacional do partido, em Brasília, para aquele dia, ele preferiu ir para a capital federal. A viagem teve o propósito de pedir ao PMDB que impedisse a presidente Dilma Rousseff de participar da campanha do petista Enio Verri. Além de Valdir Raupp, Pupin fez outra visita de cunho político-eleitoral: tirou foto com o presidente nacional do PP, Francisco Dorneles, junto com seu vice, Claudio Ferdinandi, e a deputada Cida Borghetti.
Agora, o blog soube que a assessoria do candidato do PP está sendo mobilizada para fazer o Sivamar alterar a agenda definida em 9 de julho e abrir um dia para Pupin. Ao fazer isso, o Sivamar estará contrariando suas próprias regras e demonstrando privilégio de tratamento a um candidato – e logo agora, que o sindicato é presidido por Rubens Abrão, que integrou a administração municipal no governo do PT.

Akino

Grandes nomes do PP

Li na Gazeta do Povo, sobre o prefeito de Jandaia do Sul, e reproduzo: “Depois da renúncia ao mandato, em dezembro de 2005, migrou para o PP e pelo novo partido elegeu-se prefeito de Jandaia do Sul. Mesmo fora do PMDB, os tempos de líder ainda garantem prestígio em Brasília. Borba costuma viajar de três a quatro vezes por mês à capital para acompanhar a liberação de convênios com o governo federal. De acordo com levantamento feito pela Gazeta do Povo em agosto do ano passado, Jandaia do Sul era o município paranaense que mais havia recebido recursos via convênios do Ministério do Turismo entre 2008 e 2011 – R$ 15,3 milhões. A cidade, de 20 mil habitantes, não tem atrações turísticas”.
Meu comentário: Borba é um dos grandes nomes do PP, e desfalca o partido, eleições até 2015, barrado pela Lei da Ficha Limpa. Borba é um, mas o partido tem grandes nomes no Estado, como Antonio Belinati, e o maior de todos é Ricardo Barros, orgulho para muitos maringaenses, que só perde, nacionalmente, para Paulo Maluf.
Akino Maringá, colaborador