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Escândalo em Maringá

Experiência com crises

O prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), tem experiência com crises político-partidárias. Esta que seu coordenador-geral de campanha passa é apenas uma delas. Ele ingressou e presidiu o PST enfrentando a oposição de um grupo (do qual fazia parte Paulo Mantovani, por exemplo); depois, quando presidia o PRN, viu o grande nome do partido, Fernando Collor de Mello, ser cassado; quando era tucano, viu o então prefeito Jairo Gianoto ser obrigado a deixar a prefeitura, igualmente acusado de coisa errada. Só no PDT não viveu crise, a não ser o fato de o partido nunca mais ter conseguido eleger um vereador na Câmara de Maringá.

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Para o que der e vier

Convenhamos, o PMDB de Maringá escolheu uma péssima hora para se vender aliar à organização (partidária) dos Barros. Mas, amigo é amigo, e fdp é fdp, e por isso, enquanto houver CC para sugar, o pessoal irá à luta pelo capo di tutti capi.

Escândalo em Maringá

Coletiva será na sede do PP

O presidente estadual do Partido Progressista, Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, marcou para as 10h30, na sede do PP, uma entrevista coletiva para responder as denúncias de fraude em licitação, publicadas hoje na Gazeta do Povo. Quem conhece a fera sabe que ele vai espernear o que der. Vai atacar novamente os promotores, incluindo José Aparecido da Cruz, que há anos, por força de impedimento pessoal, não atua nos casos envolvendo a figura. Ricardo sabe o que lhe espera.
PS – Uma outra coletiva foi marcada para as 16h30, no escritório da mulher do secretário, a deputada federal Cida Borghetti (PP), em Maringá. Em seu site, ele colocou uma nota de esclarecimento.

Escândalo em Maringá

Denúncia contra Barros sai no portal Terra

De Carlos Ohara, no portal Terra:
Flagrado em escutas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), no final do ano passado, o vice-presidente nacional do Partido Progressista (PP) e atual secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do Paraná, Ricardo Barros, está sendo investigado pela Procuradoria Geral do Ministério Público do Paraná por suspeita de corrupção, improbidade, interferência administrativa e tráfico de influência. A investigação foi autorizada pelo Tribunal de Justiça. Ricardo Barros foi líder do governo no Congresso Nacional no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e vice-líder do governo Lula (PT) na Câmara dos Deputados. Leia mais.

Eleições 2012

Titularidade em 2008 e 2012

Órgão Oficial do Município
Acima, reprodução de decretos assinados em 22 de abril de 2008 pelo então prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), comprovando que ele foi titular nos seis meses que antecederam a eleição, ocorrida naquele ano em 5 de outubro. A tese defendida por alguns advogados é de que, como ele assumiu no período eleitoral de 2008 e no de agora, foi titular em dois mandatos, e agora tentaria o terceiro, o que é vetado por lei. Continue lendo ›

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Fogo amigo


Causou chateação na corporação a publicação da foto acima, no Facebook, pelo candidato a vereador Fábio Sanches (PP), ex-assessor da Juventude da administração dos fratelli. A postagem, feita recentemente, critica colegas do próprio partido por terem aumentado os salários dos vereadores (depois, recuaram parcialmente).

Verdelírio

Agência do PP

A campanha eleitoral do Partido Progressista, em Maringá, será feita pela Meta Propaganda, empresa do Ademir Lautenschlager, e a produtora será a Jacques Vídeo, do Moracy e do Jacques Júnior. As duas empresas já mantêm um relacionamento de longa data com o PP seus dirigentes e também os candidatos.Continue lendo ›

Akino

Segunda reeleição não pode

Na entrevista de hoje o Pinga Fogo perguntou ao candidato Pupin se ele for reeleito… Ora, isto confirma o que MP eleitoral está argumentando, que Pupin vai para a segunda reeleição, o que não pode. Tenho ouvido opinião de juristas que dizem que a tese e consistente e acreditam que Pupin terá o registro da candidatura negado.
Akino Maringá, colaborador

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Uma grande semana

Esta é uma semana decisiva. E não é só na telenovela Avenida Brasil, onde a vilã Carminha pode ser desmascarada. Na avenida Prudente de Morais, em Maringá, o clima pode ser de pesar. Um dos motivos: os advogados da organização do capo Ricardo Barros estão preocupados com a confirmação de que o candidato do PP, Carlos Roberto Pupin, assumiu por 30 dias no lugar do titular Silvio Barros II nos seis meses que antecederam as eleições de 2008. Com isso, aumentam as chances de a candidatura de Pupin subir no telhado – e o pedido de impugnação feito pelo Ministério Público Eleitoral pode mesmo prosperar.
No caso de impedimento de Pupin, Ulisses Maia assumirá a condição de candidato dos fratelli.

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Um terceiro mandato?

Especula-se muito a respeito da decisão da Justiça Eleitoral sobre o pedido de impugnação feito pelo Ministério Público à candidatura do prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP). A situação não parece tranquila como se imaginava. O MP considera que Pupin está tentando um terceiro mandato (o que é vedado pela legislação), já que assumiu como prefeito nos dois mandatos. A controvérsia deve se estender, independente do resultado, para outras instâncias.
A situação realmente intriga. Até mesmo a assessoria do candidato está confusa: texto publicado ontem no jornal Hoje Notícias, a respeito de uma reunião na Vila Operária, diz que ela (a reunio) “fez Pupin se lembrar da campanha de 2008 pela reeleição”.

Eleições 2012

Enfim, juntos!

O ex-vereador Euclides Alexandre Zago da Silva e o ex-prefeito Ricardo Barros (ambos do PP) finalmente falam a mesma língua. Zago anunciou que vai fazer como Ricardo  – a quem ele, há anos, chama de “ladrão”, “safado” etc – e votar em Carlos Roberto Pupin. Levam o pernambucano de Inajá e desafeto público dos fratelli a votar no mesmo candidato do “ladrão”, “safado” etc, algumas circunstâncias, como o apoio já manifesto a Nereu Vidal Cézar (PMDB), dona Luíza Pupin e a palavra do prefeito em exercício de que, eleito, o capo deixará de ser capo e de mandar na Prefeitura de Maringá. Zago, que até recentemente reclamava neste blog do sistema de saúde da cidade, cobrando do coordenador de campanha de Pupin o paradeiro de R$ 134 milhões, deixa claro também que não quer nem saber do candidato do PT.

Eleições 2012

Vale tudo eleitoral

O capo Ricardo Barros (PP) não tem medido esforços na tentativa de alavancar a candidatura de Carlos Roberto Pupin. Mobilizou toda a sua organização na busca a tal objetivo, não importando inclusive com quem se façam os acordos. Vale pisar no pescoço. Os acordos partidários para se formar o Grupo dos 12 (partidos que apoiam a candidatura pepista) amarram Pupin de tal maneira que, no caso de ganhar a Prefeitura de Maringá, vislumbra-se um cenário de cinema catástrofe, implicando em aumento do número de cargos comissionados e de pastas – hoje superior à maioria das cidades brasileiras.
Todos os partidos negociaram pelo menos uma secretaria; há quem conseguiu a promessa de três (como o PMDB, secretarias que seriam comandadas por Umberto Crispim, João Alves e Miguel Grillo). Até gente que está em baixa – caso do deputado estadual Evandro Junior (PSDB), que apesar do mandato não viabilizou uma vice para a sigla – ganhou o direito de nomear um secretário, caso Pupin seja eleito.

Humor

O motorista de sempre


“A Mudança Continua” é o nome da coligação do candidato do PP em Maringá. O blog fez um gif animado para provar que o caminhão da mudança continua sendo dirigido pelo mesmo motorista.

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Tiveram que rebolar

A organização partidária comandada pelo capo Ricardo Barros (PP) reuniu-se domingo na sede do PSDB, o Cesumar. O encontro durou das 15h às 18h. O blog soube que o mais difícil e complicado foi como excluir os candidatos e filiados do PR, que não podiam aparecer nas imagens para o horário eleitoral. A saída foi esconder todos do PR na parte de cima do salão. Oficialmente, o PR está com o PT de Enio Verri.

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O ano do fim do mundo

Ele não admite publicamente, mas o chefe da organização está muito, mas muito preocupado com os próximos dias. O capo Ricardo Barros está pensando em montar um plano B, temendo que o que vem por aí possa estraçalhar o PP e os 11 partidos coligados. Em Curitiba, ele tenta montar um plano alternativo.

Eleições 2012

A nova/velha cara do condomínio


Foto tirada hoje com representantes dos partidos comandados pelo capo Ricardo Barros. Parece que estão dizendo “Onze”  (número do PP), mas teve gente que ouviu “400”. Aliás, trecho de comentário assinado por Messias Mendes: “Hoje, Ricardo e Crispim [no destaque] estão juntos na disputa eleitoral, “para o bem de Maringá”  e em nome de uma lógica partidária  torpe que,  mais dia, menos dia, sempre coloca os iguais do mesmo lado”. Foto tirada daqui.

Eleições 2012

Estadual do PMDB aceita vice do PP

O professor Cláudio Ferdinandi (PMDB) deverá mesmo ser o vice de Carlos Roberto Pupin (PP), apesar de não ser o nome predileto da direção da campanha. Há pouco o blog soube que a executiva estadual do PMDB avalizou a negociação que o presidente municipal do partido em Maringá, Umberto Crispim, fez com o condomínio partidário do capo Ricardo Barros. A executiva estadual chegou a ameaçar dissolução caso sua resolução (candidatura própria ou aliança com o PT) não fosse cumprida, mas recuou bonito. O PMDB deverá ter três secretarias e vários cargos comissionados, no caso de vitória do candidato do PP. O nome de Ferdinandi consta da lista de gestores que tiveram as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Paraná.
O PSDB, que também queria a vice e ameaçou sair da coligação caso isso não acontecesse, vai se reunir em alguns minutos para decidir o que fazer. Tudo indica que o partido do governador vai permanecer na aliança, mesmo não tendo candidato a vice e raríssimo a vereador.

Eleições 2012

Pacote para segurar o PMDB

Para ficar com o PMDB, o PP de Ricardo Barros estaria disposto a se comprometer com várias secretarias para peemedebistas maringaenses. Entre as especulações, além da manutenção da Secretaria de Meio Ambiente, hoje com Miguel Grillo, outros dois cargos de primeiro escalão seriam dados ao partido (especula-se que um deles seria a chefia de Gabinete, que ficaria com o vereador João Alves, que não pode disputar a reeleição).

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Vice de Pupin depende do DEM

O capo Ricardo Barros (PP) não está lá muito preocupado com a imposição do PMDB paranaense, pois acredita que pode dar um balão na turma, pois é muito mais esperto que ela. Mas ficou claro que a indefinição do vice de Carlos Roberto Pupin está amarrada à candidatura de Maria Iraclézia de Araújo a prefeita. Se ela confirmar a candidatura a prefeita, pelo DEM, Barros colocará uma mulher na vice de Pupin; se Maria Iraclézia desistir da candidatura, o vice será mesmo o professor Cláudio Ferdinandi, que há três eleições tem seu nome na relação dos contas sujas do Tribunal de Contas do Estado.

Eleições 2012

Tempos do Collor

Solange Lopes (PSDB), a candidata a vice preferida de Ricardo Barros (PP), Wilson Matos e Carlos Roberto Pupin, tem afinidade política com o candidato a prefeito do PP. Ela foi uma das apoiadoras da candidatura de Fernando Collor de Mello em Maringá, em 1989; Pupin presidiu o PRN, partido do ex-presidente e hoje senador alagoano. Aliás, fotografias de Pupin com Collor, PC Farias, Jairo Gianoto (ele também foi tucano) e o próprio Barros, à beira de um escândalo, circularão muito pelas redes sociais nesta campanha.

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PMDB estabelece prazo para ir com PP

O PMDB paranaense está disposto a entregar a sigla local ao condomínio Barros, nem que para isso tenha que não ler o que escreveu (uma resolução assinada pelo persidente Waldyr Pugliesi condicionava: ou candidatura própria ou apoio ao PT). Basta ao capo Ricardo Barros (PP) aumentar sua oferta. O prazo expira-se no final da tarde de hoje. O PMDB quer a vice e mais alguma coisa. Se não for atendida nas aspirações, o partido será solto na correnteza, mantendo apenas a coligação na proporcional – junto com PSL e PSD, que dificilmente conseguirá eleger um vereador. Se optar pelo PMDB, Barros terá que abrir mão do PSDB, que não desfruta hoje, dentro do condomínio partidário, de nenhum prestígio – e voto.

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Companheiro é companheiro

No último dia 16, uma ausência na pré-convenção do PP de Londrina foi notada: a do presidente estadual Ricardo Barros. Ele trocou Londrina por Palmas, no Tocantins, para onde foi levar seu apoio ao candidato do partido à prefeitura daquela capital. Trata-se de Carlos Amastha, que maringaenses conhecem do Shopping Aspen Park. Os fratelli têm apreço especial pelo colombiano, costumeiro financiador de campanhas da família. Sua filiação ao PP foi em Brasília, ao lado do casal Cide-Ricardo. Em agosto de 2010, na mesma semana em que a prefeitura que dirige promovia execução fiscal contra o shopping, o irmão mais velho se refestelava em Palmas com o empresário, de quem, em dezembro do mesmo ano, foi um dos seletos 500 convidados para uma festança em Cartagena. (Foto); Surgiu.com)

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Quem o capo irá descartar?

O capo Ricardo Barros (PP) esteve hoje à tarde na sede do PMDB estadual, em Curitiba, para tentar fechar a aliança com o partido em Maringá, recentemente adquiridopelo seu condomínio  junto ao presidente Umberto Crispim. Oficialmente, ofereceu a aliança na majoritária e na proporcional para tentar eleger o presidente do Legislativo, Mário Hossokawa. A estadual pediu mais. Achou pouco e recusou a proposta, dando a Barros prazo até a noite de hoje para uma oferta melhor – ou seja, uma que contemple a vice do PP.
Como o PSDB de Valdir Rossoni formalizou que só vai com Pupin se tiver a vice, caberá ao ex-prefeito escolher com quem ficará: os antigos companheiros tucanos ou os recém-adquiridos peemedebistas (“Comprei e paguei caro”, teria dito durante uma reunião). Ontem à noite, numa reunião com representantes dos partidos que integram seu grupo, a opção da maioria foi por descartar o PSDB e ter o professor Cláudio Ferdinandi, do PMDB, na vice; Ferdinandi está na lista de contas sujas do TCE.

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Vice do PP será mesmo do PSDB

A coligação que lançou Carlos Roberto Pupin (PP) a prefeito de Maringá só trabalha com o vice-prefeito sendo do PSDB. Se tivesse um Procon específico, o PP reclamaria, alegando que o PMDB comprado veio com defeito. É que o diretório do PMDB deve sofrer dissolução ainda esta semana; seu destino, para onde irão seus minutos de televisão, é o próximo capítulo da história.
No PSDB, a calma está se assentando, restando apenas escolher um nome. Os homens foram descartados e hoje as chances são de Akemi Nishimori, mulher do deputado Luiz Nishimori, e de Solange, secretária de Wilson de Matos, presidente do PSDB. O deputado estadual Evandro Junior teria fechado apoio a Akemi.

Eleições 2012

PT e PP continuam juntos na terra de Pupin

Hilário Gomes informa que em Itambé, terra onde o vice-prefeito Carlos Pupin possui uma fazenda, o PT vai com o prefeito Antonio Carlos Zampar (aquele que pintou a cidade com as cores do partido) e o vice saiu do PP de Paulo Maluf e Ricardo Barros: Benedito dos Santos. Chegou-se a cogitar a substituição de Santos, atual vice-prefeito, pela vereadora Salete Broio, do PDT, mas não virou. Antonio Vieira(PSDB) e o ex-prefeito João Cabrera (PMDB) também são candidatos a prefeito, mas ainda não decidiram seus vices.

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Sente e espere

Assim como o do PP, o vice de Maria Iraclézia no DEM dificilmente será conhecido hoje. A demora, sabe-se, só tende a desgastar os candidatos. No caso do Democratas, até se justificativa, já que há ali muitos marinheiros de primeiro viagem, mas no caso dos escolados do condomínio é igual muito estranho.

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E o Pupin continua sem vice…

O capo Ricardo Barros segue amanhã para Curitiba. Passadas 24 horas da convenção do PP, seu candidato a prefeito ainda não tem um vice. A água está chegando no pescoço. O PSDB tem se mantido inflexível e quer o vice, oferecido ao PMDB recentemente adquirido. Na capital do estado – dizem que talvez ele até apareça na Secretaria de Indústria e Comércio de Beto Richa, por onde recebe mensalmente como secretário – ele vai tentar demover o presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, que assinou um documento condicionando a coligação tucana em Maringá com o PP à indicação do vice. Barros está numa sinuca de bico, pois tudo indica que terá que abrir mão do PSDB ou do PMDB – e este, ele sabe, ameaçado pela executiva estadual, que também se reúne amanhã.

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Outra ausência notada


Além do médico Durval Francisco dos Santos, que era o candidato de Crispim a vice-prefeito de Carlos Roberto Pupin (PP), outra ausência chamou a atenção das convenções políticas realizadas ontem em Maringá: a primeira-dama Bernadete Matos. Apenas o marido, o viajante Silvio Barros II, apareceu no evento pepista. Por lá, quem brilhou foi dona Luíza Pupin, que chegou junto com o candidato a pref, como mostraeito a foto de Tabajara Marques. Parece até que nas aparições públicas há um rodízio de primeiras-damas, licenciada ou em exercício.

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Qual tucano será vice do PP?

Nada ainda sobre os candidatos a vice de Carlos Roberto Pupin (PP) e Maria Iraclézia de Araújo (DEM). O que se sabe é que Cláudio Ferdinandi, pela segunda vez nos últimos anos, será passado para trás pelo grupo do presidente do PMDB, Umberto Crispim; hoje se discute qual tucano será o vice do condomínio, pois o peemedebista está fora de cogitação (brigar com Beto Richa, never).
A briga agora é pela relação de pré-candidatos a vice entregue ao capo Ricardo Barros, o que manda no irmão mais velho, no Pupin e em metade da cidade. Barros, Pupin e Wilson Matos defendem o nome de Solange (ninguém se interessou em divulgar seu nome completo), que trabalha no Cesumar, e deixou de fora da lista nomes importantes como Rodrigo Khoury e Vanderlei de Almeida Cezar, tucanos de origem.
PS –  A candidata a vice chama-se Solange Munhoz Arroyo Lopes.