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Política

Surge um novo termo

PP significado
Os Barros em Maringá estão inventando um novo termo na política, percebeu um leitor. “O PP na verdade são os Políticos de Programa! Me desculpo com os homens e mulheres que se obrigam a vender o corpo para sobreviver, por essa comparação, pois eles só vendem o que lhes são de direito, e são mais dignos que essa corja de politiqueiros!”, escreveu.

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“Aliança fundamental”

PHS, Pros, PP e PT
Nas redes sociais, o vice-presidente da Câmara Federal, deputado André Vargas (PT), diz que a conversa sobre as eleições 2014 em Maringá, onde compareceu com a senadora Gleisi Hoffmann, foi “muito boa”. “Entendo que [a] aliança com PP, Pros e PHS é fundamental”, escreveu, postando foto em que aparece ao lado de Silvio Barros II (PHS), que está com os direitos políticos suspensos por condenação por improbidade administrativa, e Ricardo Barros (PP), a quem já “elogiou” algumas vezes, como no caso do Contorno Norte.

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Vereadores cassam prefeito de Campo Grande

Bernal
O prefeito de Campo Grande (MS), Alcides Jesus Peralta Bernal (PP), foi cassado ontem à noite pela câmara daquela capital por 23 votos a 6. Em seu lugar assume o vice, Gilmar Olarte (PP). Dos seis votos contra a cassação, dois foram de vereadores do PT. Ele respondia Comissão Processante, acusado de irregularidades em licitações emergenciais. Bernal foi lançado candidato a prefeito pelo então vice-presidente nacional do PP, Ricardo Barros – na foto, em 2012, à direita do prefeito cassado. Recentemente, o site Diário do Estado divulgou que Barros viabilizou dinheiro de uma empreiteira maringaense para a campanha eleitoral de Bernal. Leia mais.

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Secretário de Richa diz que pretende apoiar Gleisi Hoffmann

rb4O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros (PP), afirmou no final de semana ao grupo de vereadores que obedece suas ordens na Câmara de Maringá que deverá mesmo apoiar a candidatura da petista Gleisi Hoffmann. Barros deverá ser o único dos principais nomes do PP a apoiar o PT, já que o presidente estadual do partido, deputado federal Nelson Meurer, tende a apoiar Richa, que deverá inclusive ficar com o tempo de televisão da sigla. Ele tem ciência ainda de que a estratégia de colocar o irmão mais velho, Silvio Barros II, no PHS, só serve para fazer pouco barulho, já que o irmão está com os direitos políticos suspensos, condenado por improbidade administrativa em terceira instância. Ao admitir que está mais perto de Gleisi, RB admite também que as chances de sua mulher, Cida Borghetti (Pros), ser vice de Richa são mínimas, já que a preferência é do PMDB, que tem inclusive muito mais tempo de televisão.

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Oficialmente, o PP vai de Beto Richa

O deputado federal Nelson Meurer, presidente estadual do PP, com o aval do também deputado federal Dilceu Sperafico (os dois formam a bancada do partido no Congresso Nacional, representando o Paraná), sinaliza há tempos que a sigla vai apoiar a reeleição de Beto Richa (PSDB). Quem destoava era Cida Borghetti, que mudou-se para o Pros, e até deve ficar de fora das próximas eleições. Esta semana, em Curitiba, o Palácio Iguaçu contabilizou como fechado o apoio do partido, que ainda não definiu o que acontecerá com os diretórios municipais que eventualmente decidirem ir com Ricardo Barros e apoiar Gleisi Hoffmann (PT).

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PP e PT, o futuro da política paranaense

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Aquecimento da provável candidatura Gleisi Hoffmann (PT) -Silvio Barros II, O Ímprobo (PHS): Marcos Costa (de barba e camisa azul), coordenador do DCE da UEM e da Juventude do PT, com os companheiros da Juventude do PP. “Nós jovens somos o futuro da política maringaense e paranaense, juntos temos a capacidade de fazer grandes coisas pela nossa cidade e pelo nosso Estado”, escreveu o petista ao pepista Tiago Valenciano, que postou a foto.

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A condição do secretário

De Karlos Kohlbach:
O governador Beto Richa (PSDB) e o secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), tiveram uma conversa na semana passada para tentar aparar as arestas e acalmar os ânimos. O secretário já não escondia a insatisfação com o tucano. Richa espera contar com o PP na aliança que está formando em torno da candidatura de reeleição ao governo do estado. Mas Barros deixou bem claro: o governador terá o apoio se a vice na chapa for Cida Borghetti (Pros), deputada federal e mulher do secretário.
PS do Blog do Rigon: Barros repete o ex-colega José Janene na época de Emília Belinati, vice de Jaime Lerner.

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RB retribuirá o carinho recebido?

Não se espantem se neste domingo o chefe de todos, Ricardo Barros (PP), aparecer no CTG Rincão Verde, onde o Partido dos Trabalhadores de Maringá vai comemorar com uma costela ao fogo de chão seus 34 anos de existência. Dias atrás, no litoral paranaense, o deputado federal André Vargas voltou a afirmar que continua fazendo todo o empenho para que RB feche com Gleisi e traga junto o PP, hoje com Beto Richa (PSDB). Como Vargas esteve no aniversário do capo, em novembro passado, esta poderá ser a ocasião para que este retribua a gentileza da visita – e quem, sabe, os elogios recebidos.

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O único pepista na Alep

duilioO PP volta a ficar somente com um deputado estadual na Assembleia Legislativa do Paraná – Duílio Genari (foto), da região de Toledo, que assumiu em 2012 com a saída de Durval Amaral para o Tribunal de Contas. Duílio é irmão de Augusto Genari, ex-diretor-geral da Câmara de Maringá. Com a volta do deputado estadual Osmar Bertoldi (DEM), que ontem pediu exoneração do cargo de secretário de Habitação de Curitiba, o suplente londrinense Antônio Carlos Sales Belinati (PP), perde a vaga na Alep. Bertoldi foi eleito em 2010 com 39.643 votos. Belinati é sobrinho da vice-prefeita de Marialva, Antonieta Bellinati Perez (PTB).

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Na elite política

tiagoTiago Valenciano, quem diria, acabou no PP. Depois de passar pelo PSDB e pelo DEM, do qual desfiliou-se para se dedicar apenas à ciência política, tornar-se servidor da Câmara de Maringá e lançar o livro “A radiografia do poder – as elites políticas de Maringá (1997/2012)”, ele agora ajuda Maria Vitória a organizar a juventude do partido de Paulo Maluf e Ricardo Barros no Paraná; a filha de Ricardo Barros e Cida Borghetti é a mais nova representante da elite política local. Tiago, apesar da pouca idade, é mestre e graduado em Ciências Sociais pela UEM, professor universitário e pesquisador sobre elites, legislativos e eleições, articulista de jornais, empresário, possui um instituto de pesquisa e faz doutorado em Sociologia na UFPR.

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O que nos reserva o futuro

O blog soube que está tudo acertado por Brasília: no Paraná o PP vai se coligar na chapa para deputado federal com o PT. Veremos no mesmo palanque, portanto, Ricardo Barros e Enio Verri. O PP deve adotar o manequim Frankenstein: vai de Beto Richa para governador e Dilma para presidente. O que une os dois times, os mesmos de Paulo Maluf e José Dirceu, não tem nada de ideológico nem programático: atende pelo nome de Contorno Sul Metropolitano, mais uma obra milionária de uma sociedade que une interesses de famílias e que receberá dinheiro do PAC do governo federal. O PCdoB também deve integrar a aliança. Ajudando a dar letra e melodia ao novo samba do crioulo doido estão André Vargas e os dois Ricardo – Barros e Gomyde.

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Propaganda da pré-candidata

Horário do PP
Dona de uma escola de línguas em Maringá, a jovem Maria Victória, pré-candidata a deputada estadual pelo PP, aparece na televisão prometendo ensino de inglês – como seu partido fez em 2012 para eleger Pupin e ainda não cumpriu. Ela tem no currículo o fato de ser filha de Ricardo Barros e Cida Borghetti e uma educação mezzo suíça (fez Hotelaria por lá) e mezzo tupiniquim (seu pai, pré-candidato a deputado federal, colocou a mãe num partido, o Pros, e o tio noutro, o PHS, para negociar com quem lhe oferecer mais vantagens políticas).

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Sem nomes, PMDB de Maringá vai de PP

rb4O PMDB de Maringá, também conhecido como PMDB dos CCs,  quem diria, vai apoiar um ex-adversário figadal para deputado federal: uma peixada, no final de semana, selou a união entre os outrora inimigos políticos Ricardo Barros (foto) e Umberto Crispim. O presidente do partido, adquirido pelo condomínio Barros no pleito passado, vai ignorar a existência do deputado federal Odílio Balbinotti e irá de mala e cuia com Ricardo Barros, que já foi chamado de tudo quanto é nome pelos ex-saidistas. Mas não é só uma opção baseada em cargos comissionados – o cabide mantido pela administração fantoche possui vários peemedebistas; pesa a absoluta falta de nomes no partido, que, pela primeira vez em sua história, não conseguiu eleger um vereador em 2012 e não possui pré-candidato para 2014, tendo que importar, baseado presumivelmente em razões nada republicanas, um pré-candidato do PP com antecedentes políticos tão reprováveis. Continue lendo ›

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SB II e Cida admitem disputa do governo

Em entrevista a Tatiane Salvatico, na Gazeta Maringá/Gazeta do Povo, Silvio Barros II (PHS) e Cida Borghetti (Pros) dizem que poderão disputar o cargo que hoje é do governador Beto Richa (PSDB), “patrão” do chefe político da família, Ricardo Barros (PP). A matéria não cita, mas Silvio II terá que passar antes pela Lei da Ficha Limpa, pois responde várias ações e tem condenações por improbidade; depois, terá que enfrentar Carlos Moraes, primeiro a colocar a pré-candidatura a governador no PHS. A reportagem erra ao dizer que Ricardo preside o PP no Paraná; o presidente, desde julho de 2011, é o deputado federal Nelson Meurer – e o PP já acertou apoio à reeleição de Beto Richa, o que coloca Barros numa situação estranha perante o governador. Já o presidente do PHS continua sendo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Maringá, Valter Viana, mandado dos Barros. Também não cita que Maria Victoria, filha do casal, poderá ser candidata a deputada estadual, possivelmente no lugar da mãe, em 2014.

Blog

Pros faz condomínio desandar

Na reunião com os partidos que integram seu condomínio, domingo passado, Ricardo Barros (PP) foi incisivo: buscava um vereador para o Pros e este não seria do PP. Foram convidados vários outros – Humberto Henrique (PT), Luiz Pereira (PTC), Chico Caiana (PTB) e Márcia Socreppa (PSDB, que, dizem, teria até assinado a ficha até ouvir um “nana-nina-não” do presidente do partido, Wilson Matos. Barros, ao entregar ao Pros a mulher Cida Borghetti, com mandato de deputada federal, queria mostrar mais força política, tendo pelo menos um vereador no incipiente partido. Não conseguiu convencer ninguém. Sem vereador, optou por uma suplente – caso de Carmen da Saúde, que saiu de sua costela, o PP, e ocupa vaga do PSDB (Flávio Vicente, lienciado). Aliás, o PP, que começou a atual legislatura com quatro vereadores, hoje só tem dois – e um deles, Belino Bravin, irritado com as trapalhadas do capo que era intocável, na sessão de hoje da Câmara de Maringá chegou a dizer que poderia pedir desfiliação – e queria levar Negrão Sorriso junto, o que deixaria o PP sem bancada.

Política

Urtigão irritado

Se antes o vereador Belino Bravin Filho (PP) era considerado um rebelde, depois da última reunião do capo com o condomínio partidário então a coisa complicou. Ricardo Barros queria porque queria um vereador no Pros, mas não abriu mão de Jones Dark no PP, para ser candidato a deputado estadual. Consta que a preferência por Negrão Sorriso teria irritado profundamente Bravin, que tem vários mandatos como vereador e, quando candidato a deputado estadual, fez uma montanha de votos. Ninguém pode reclamar que Bravin nunca apoiou a família, mas a recíproca, confirma-se, nunca foi verdadeira.

Verdelírio

Palanque duplo?

Nota publicada na coluna Conexão Brasília, de André Gonçalves, na edição de ontem da Gazeta do Povo:” O PSB de Eduardo Campos e Marina Silva está estudando outras possibilidades para evitar a necessidade de ser o segundo palanque de Beto Richa (PSDB) nas eleições de 2014 no Paraná. A principal delas seria a candidatura do ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros (PHS), amparada por PP e Pros, partidos sob o guarda-chuva do casal Ricardo Barros e Cida Borghetti”.Continue lendo ›

Política

SB II deixa o PP

O blog soube que o ex-prefeito Silvio Barros II deixou o Partido Progressista. Não se sabe ainda em qual partido se filiará, mas certamente será um do chamado condomínio partidário sob o comando do irmão mais novo, o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros. Há alguns meses ele informou que, em 2014, pretende apenas apoiar o irmão e a cunhada.

Akino

Análise da resposta do TSE ao PP

Vejam que o TSE respondeu que o assunto não era novo, já fora tratado nas resoluções 21.456, 21.026 e AC-17.568 da relatoria do ministro Fernando Neves, que é irmão do ministro Henrique Neves. Vejam as ementas:
Resolução n° 21.456-2. Os vices que substituíram os titulares, seja em um primeiro mandato ou já reeleitos, poderão se candidatar à titularidade do cargo do Poder Executivo, desde que a substituição não tenha ocorrido nos seis meses anteriores ao pleito. Havendo o vice – reeleito ou não – sucedido o titular, poderá se candidatar à reeleição, como titular, por um único mandato subsequente.Continue lendo ›

Akino

PP não poderia alegar ignorância

Vejam mais esta jurisprudência que encontrei, justamente de consulta do PP, com resposta de relator com sobrenome Barros:
Consulta 1
Fica claro que Pupin não poderia ter substituído nos seis meses anteriores ao pleito. Na consulta também está claro que se fala no primeiro mandato do titular. São os casos de Guarapari e Simões.
Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Angu pepista

As informações são de que na Câmara Municipal de Maringá acontecerão muitas mexidas, principalmente envolvendo o PP e a base aliada. Mudança na liderança do prefeito, saídas de atuais vereadores para o ingresso de suplentes. A posse de Vagner Mússio e a volta do dr. Heine Macieira no Legislativo estão sendo comentadas. Arma-se um verdadeiro angu de caroço.Continue lendo ›

Cidades

Números da gestão progressista

De Claudio Roberto Paixão (PMDB), presidente da Câmara de Floresta, no Facebook:
– Apesar do aumento de arrecadação de 700 mil para 1 milhão de reais por mês nesta gestão, o prefeito [José Roberto Ruiz, do PP] diminuiu as ações públicas. Saúde: A população tem menos médicos,exames especializados e remédios. Até agora não foi realizada nenhuma cirurgia em nosso hospital e o posto de saúde está com atendimento precário e muitas reclamações dos usuários. Temos um secretário de Saúde turista e os poucos médicos contratados praticamente sem experiência e nenhum cirurgião. Prefeito investe 12% menos que a gestão passada,apesar do aumento na arrecadação do FPM (Fundo de Participação dos Municípios)Continue lendo ›

Blog

Pepistas reclamaram da postura do Legislativo

Aconteceu ontem uma reunião do PP, no escritório do capo Ricardo Barros, o homem que tudo pode. Nenhum vereador apareceu (o partido tem três na Câmara Municipal de Maringá). Entre os presentes, os ex-vereadores Valdir Pignata, Edith Dias de Carvalho, Zebrão (todos ocupando cargos comissionados na administração do fantoche de plantão), Heine Macieira e Marco Antonio Rocha Loures.
Alguns pepistas reclamaram da postura de independência do Legislativo, que chega a fazer enfrentamentos ao prefeito. A pergunta é: por que será que o PP se reuniu e não teve nenhum vereador presente?

Má-ringá

‘Chantagem’ do PP paralisa obras na UEM

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O fantoche de plantão na Prefeitura de Maringá vem seguindo à risca as ordens do capo Ricardo Barros (PP), que na gestão anterior mandou que seu irmão  suspendesse os alvarás de construção para os novos blocos da UEM, mesmo os que cujas obras já se encontravam em estágio avançado, enquanto a instituição não liberasse sua transposição através uma avenida de trânsito pesado em frente a biblioteca. De forma desrespeitosa, na semana passada, o secretário de Beto Richa fez de tudo para que o ministro Aldo Rebelo (PCdoB) não ficasse sabendo da ‘chantagem de gabinete’. Não adiantou: numa reunião do PCdoB municipal, o ministro ouviu tudo sobre o fato, que o atual reitor prefere fingir que não existe. O caso é relatado por Luiz Modesto (aqui) e há um detalhe: o presidente da câmara, Ulisses Maia (PP), estava presente e disse que a atitude da prefeitura é lamentável e que isso precisa ser solucionado o mais rápido possível. Cumprimentou os professores e se disse à disposição para ajudar naquilo que puder.

Blog

Palavra proibida

A criação do MD abre uma janela partidária, permitindo que políticos com mandato de outros partidos possam mudar sua filiação. Em relação ao isso, garante-se que Ricardo Barros, pelo menos, permanece no PP e não quer nem saber de janela. A experiência que teve com janela, quando prefeito, foi o suficiente.