Reserva florestal ainda corre o risco de ser vendida pela Prefeitura de Maringá

Por 9 votos a 6 a Câmara de Maringá impediu que o projeto do vereador Carlos Mariucci (PT), apresentado em regime de urgência com o objetivo de impedir a venda de uma reserva ambiental na Zona 20, fosse votado na sessão de ontem. O projeto de Mariucci tem a intenção de revogar a lei 9.662 promulgada em 2013 que autoriza a Prefeitura de Maringá a vender o Parque da Rua Diogo Martins Esteves, que fica na avenida Joaquim Duarte Moleirinho, próximo ao Bosque Dois. A área é considerada, por lei, Zona de Preservação Ambiental. Como a urgência foi rejeitada o projeto passa a tramitar em ritmo normal na casa. “Isso é ruim e abre brecha para permitir que a prefeitura execute a venda do parque público para a iniciativa privada. Será mais um crime ambiental cometido pela prefeitura. Ou a sociedade se mobiliza ou vamos perder mais essa batalha ambiental”, comenta Mariucci.
Nos bastidores, comenta-se que os vereadores votaram contra apenas por ciúmes de Mariucci, não queriam que ele levasse a fama. Motivo: na semana passada, o procurador geral da prefeitura, Luiz Carlos Manzato, garantiu a vereadores que o município, diante da péssima repercussão do fato, havia desistido da venda, programada para o dia 30 de junho. Amanhã, só pra lembrar, é o Dia Mundial do Meio Ambiente.
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A administração Pupin/Barros decidiu denunciar criminalmente o Observatório das Metrópoles, criado em 2002 pelas professoras Ana Lúcia Rodrigues e Celene Tonella e ligado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, Centro de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Maringá, Ipardes e com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com inúmeros trabalhos na área do desenvolvimento das cidades da Região Metropolitana de Maringá, inclusive na confecção de Plano Diretor, projetos e pesquisas de políticas públicas, o Observatório das Metrópoles teria denunciado como reação ao levantamento que fez das famílias que vivem em condições pouco humanas numa escola rural desativada, onde foram depositadas pela administração fantoche. O blog ainda não tem os detalhes da denúncia, mas, a julgar pela extremidade da denúncia, aguarda-se para breve que o prefeito Pupin denuncie também o arcebispo metropolitano, 
