pupin

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Esperando ser chamado


(Corrigido) O nome do ex-vereador e ex-secretário Marco Antonio Rocha Loures, fiel escudeiro de Ricardo Barros (ele preside o PP há anos, perdendo apenas para Crispim no PMDB), para substituir Carlos Roberto Pupin já foi completamente digerido pela organização comandada pelo ex-prefeito, ex-deputado e secretário licenciado de Beto Richa, alvo de denúncia crime no Tribunal de Justiça do Paraná. Ele teria aceito o convite. Assim que for confirmada a decisão final em relação a Pupin, restará a Rocha Loures assumir o restante da campanha. Antes, aguarda-se que se manifeste finalmente sobre uma falsificação de assinatura que teria ocorrido num processo licitatório durante os poucos meses que passou na Secretaria de Saúde – ele ficou cinco meses, em 2005, antes de passar o cargo para Heine Macieira, que teve uma gestão barulhenta (foto) -, e que poderia ter (ou teria) causado prejuízo de R$ 2 milhões ao erário. Como outros, é aquele tipo de caso sobre o qual a administração Silvio Barros II nunca preferiu falar muito. Foto: Henri Jr./O Diário

Opinião

Pupin, um adversário amigo do PT

De Bruno Coga (PSTU), candidato a vice-prefeito de Maringá pela coligação “Maringá para os trabalhadores”:
Com a impugnação de Pupin no TRE e o indeferimento de seu vice, Carlos Ferdinandi (PMDB), por ter as contas reprovadas pelo TCE, a coligação “A mudança continua” fica oficialmente sem candidato. Com o PP fora da jogada, Enio Verri tem caminho livre para sua campanha. Com isso pode abrir grande diferença nas pesquisas eleitorais com outros candidatos. Queremos aqui analisar a relação histórica do PP com o PT e suas implicações para as eleições municipais de Maringá. Leia mais.

Akino

Estude o onze

O nome do programa do PP, na TV, é Estúdio 11, que me inspirou o título, dirigido ao eleitor propenso a votar no onze. Estude o onze, estude muito bem. Se o candidato for Pupin, pelo que disse ontem, até Silvio II quer mandar nele. “Eu e o Pupin formamos uma dupla afinada (algo assim), nunca tivemos desentendimentos nesses oito anos, agora ou vou ficar do lado de cá ajudando, ou seja, mandando, digo ‘ajudando’, como Ricardo ‘ajudou’ esses oito anos.”
Claro que quem conhece o sistema sabe que não é verdade que mandará. Se não mandava quando era prefeito, imagine não sendo. Que vai mandar, se Pupin ou qualquer outro do PP, for eleito, será RB, ainda que não tenha liberdade de ir e vir, motivada pelos processos. Quanto à ‘harmonia’ de Silvio e Pupin, há controvérsias, basta lembrar como ocorreu a queda de Heine Macieira da Secretaria da Saúde, na qual Pupin teve um papel preponderante, e a grande amizade entre as esposas de ambos. Portanto, é bom que se estude o onze. Eu já estudei.
Akino Maringá, colaborador

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Amadorismo profissional

Esqueçam a justificativa mandrake (fosse em outros tempos, chamaria de mentirosa) da coligação “A mudança continua”, de que o primeiro programa do candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) não iria ao ar na tarde desta quarta-feira por solidariedade aos candidatos a vereador, cujo primeiro programa, ontem, também não foi exibido porque o material foi entregue à emissora depois do horário fixado (9h). O material para ser veiculado hoje foi entregue no horário, mas… na mídia não havia o programa do candidato. O que estva gravado ali nada tinha a ver com programa eleitoral. O coordenador-geral da campanha de Pupin, Ricardo Barros, que não gosta de coisa de amador, está dando pulo.

Akino

Pupin merece

Muitos acharam exagero o Ministério Público pedir a decretação da prisão preventiva de RB, mas tomando conhecimento de poucos minutos de gravações telefônicas dá para se ter uma ideia das razões. Imaginem quando vier, se vier, à tona o conteúdo de mais de 1.800 páginas do processo. Acho que Pupin deve agradecer a Deus pela impugnação. Seriam quatro anos, se eleito, terríveis e que poderiam comprometer o resto da vida. Esses oito como ‘meio prefeito oficial’ já vão dar muita dor de cabeça, mas mais quatro como prefeito de direto, com ele de fato, seriam um inferno, talvez sem retorno.
Pupin merece. Deus não desampara os bons.Continue lendo ›

Akino

Por que uma contra?

Interessante a resposta do dr.. José Busato, um dos advogados de RB, sobre os recursos para tentar reverter a impugnação da candidatura de Pupin, em entrevista a Murilo Gatti. Disse ele: “Vamos ingressar com embargo de declaração ( …) para que o desembargador declare porquê, dentro de tantas jurisprudências  ao nosso favor, decidiu usar uma contra para cassar o registro da candidatura.”
Meu comentário: Se eu fosse o desembargador, promotor eleitoral ou advogado das coligações contrárias diria que ficou claro que os 100 dias  foi uma farsa, uma mentira deslavada (desculpa de coordenar prefeitos na Rio+20), cujo objetivo foi beneficiar a candidatura de Pupin, que assumiu seis meses antes do pleito para fazer campanha eleitoral. Este foi o motivo da escolha da jurisprudência. Se eu fosse advogado das coligações de Quinteiro e Enio Verri, entraria com a ação, conforme sugerido no acórdão, por abuso de poder econômico e político, contra a coligação, pedindo que o eventual substituto de Pupin seja declarado inelegível também, pelo uso da verba de publicidade e outras traquinagens que estão sendo reveladas, que caraterizam abuso de poder econômico e político do eterno candidato indireto, Ricardo Barros.
Akino Maringá, colaborador

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Sinopse

Ricardo Barros passou a segunda-feira em Curitiba. O blog soube que foram dados a ele todos os sinais possíveis de que será impossível o retorno à cadeira de secretário de Indústria e Comércio.
Barros teria comentado que acredita ser igualmente difícil reverter a situação de Carlos Roberto Pupin no TSE e lamentando sobre o pouco tempo que tem para elaborar uma nova estratégia de campanha.

Eleições 2012

O acórdão da inelegibilidade de Pupin

Este é o acórdão do julgamento de ontem do caso do vice-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), no TRE do Paraná. Por unanimidade, ele teve o registro indeferido. Também na mesma ação foi julgada representação do PSB contra a coligação de Pupin por abuso de poder econômico, que foi negada pelo tribunal.

Midia

Para debate em sala de aula

Notícia
A mesma notícia, sob dois ângulos: acima, no portal Terra, a candidatura Pupin barrada pela justiça; abaixo, o release de Ricardo Barros, na íntegra, com título e tudo, informando que o STF (!!!) garante a candidatura do pupilo.  Serve para debate em sala de aula dos cursos de jornalismo.

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Perseguidos pela Justiça


A reunião da coligação Barros-Pupin neste domingo teve a participação de pouco mais de 600 pessoas – embora os mais empolgados com o discurso messiânico espalhem que foram 1,5 mil pessoas. Realizado num auditório do Cesumar, reduto do vice impugnado, o encontro teve uma batida: Ricardo Barros, ainda apresentado como secretário da Indústria e Comércio de Beto Richa (o governador, gelatina como o outro, finge que não é com ele), falou que ele, o irmão – ambos condenados por improbidade administrativa – e, agora, o pupilo Carlos Roberto Pupin, são perseguidos por promotores e juízes. Em resumo, que a Justiça é o inimigo número 1 da coligação. Embora ninguém tenha ido em cana, como aconteceu com Antonio Belinati, a dupla (ou, agora, o trio) posa de perseguidos. Como Jim Jones, já que há quem acredite.

Eleições 2012

Campo livre para Verri

De Cícero Cattani:
Sem candidato a prefeito em Maringá, parece estar dando tudo certo para Ricardo Barros, finalmente, deixar campo livre para Enio Verri, do PT. Desde o ano passado que se especula uma aliança do PP com o PT em Maringá, sob as bênçãos de Paulo Bernardo. Barros chegou perto de um acordo, recebendo em troca um emprego no alto escalão da república. O escândalo do Contorno Norte acabou com o acerto. Barros que chegara a anunciar sua ida para Brasília, tratou de se recompor com o governador Beto Richa. Consta que tentou emplacar o irmão, o atual prefeito Silvio Barros, no secretariado. Outro escândalo, porém, abalou a pretensão: Barros foi flagrado em uma escuta telefônica. Restou a ele se licenciar da secretaria da Industria, Comércio e Mercosul, à qual não deve retornar. Negando registro de Pupin, o TRE pode levar Richa a apoiar Wilson Quinteiro e se livrar de vez do indesejado “companheiro”.

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O “Deixa comigo” não virou

A coligação “A mudança continua” realizou reunião agora à tarde no Cesumar. A reunião estava agendada antes da decisão do TRE do Paraná de cassar a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), cujo vice, professor Claudio Ferdinandi, diretor da instituição, havia sido cassado na última quinta-feira. Para os candidatos a vereador – são cerca de 170 – tentou-se passar a impressão de que está tudo bem, de que nada aconteceu e de que, apesar da decisão por goleada (seis votos a zero), existem chances de reverter a sentença em Brasília. O TSE tem até o próximo dia 7 para definir situações como essa e julgar o recurso que a coligação prometeu apresentar.
Só para lembrar: a situação de Ferdinandi e a do próprio Pupin era, óbvio, de conhecimento da assessoria jurídica da coligação da organização chefiada por Ricardo Barros. Pupin tinha a questão do terceiro mandado e Ferdinandi, as contas reprovadas no TCE. Para os dois casos, Barros deu a mesma “solução”: afirmou a todos que ele resolveria as questões junto à Justiça Eleitoral. “Deixa comigo, não se preocupem”, disse ele – mas, isso, antes das duas derrotas no Tribunal Regional Eleitoral.

Eleições 2012

PT divulga cassação de Pupin

A assessoria do deputado estadual Enio Verri, candidato do PT a prefeito de Maringá, divulgou há pouco o sucesso de seu recurso junto ao TRE e que cassou a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP). Diz o release: “O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) indeferiu, em sessão extraordinária realizada na tarde deste domingo (19), a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), da Coligação “A Mudança Continua”, à Prefeitura de Maringá. Por unanimidade (6 votos a zero), o TRE acatou o recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação “Maringá de Toda A Nossa Gente”, que apontou a inelegibilidade de Pupin por ter substituído o atual Prefeito de Maringá nos seis meses anteriores às eleições deste ano, desrespeitando os termos do artigo 1º, §2º, da LC nº 64/90. Nesta quinta-feira, o TRE já havia cassado a candidatura do vice de Pupin, Claudio Ferdinandi (PMDB), pela desaprovação das contas de gestão de recursos do Cesumar, onde é diretor, pelo Tribunal de Contas do Paraná”.

Eleições 2012

Coligação diz que vai recorrer

A coligação “A mudança continua” divulgou nota há pouco informando que vai recorrer ao TSE da decisão tomada hoje, por unanimidade, pelo TRE paranaense, e que indeferiu o registro da candidatura do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin. A tese dos advogados do ex-secretário Ricardo Barros é de que o caso envolvendo Pupin é igual ao do então vice-governador de São Paulo Geraldo Alckimin (PSDB), em 2002. “Roberto Pupin segue normalmente sua campanha assim como seu vice, professor Claudio Ferdinandi, também alvo de interpretação equivocada da legislação pelo TRE do Paraná”, diz o texto, acrescentando que os candidatos “esperam que a eleição de Maringá seja resolvida pela consciência de seus cidadãos eleitores”.
Seguindo o estilo Barros, os advogados da coligação defendem atacando e dão como exemplo o caso de Alckimin, que assumiu com a morte do governador Mário Covas – algo diferente do que aconteceu em Maringá, já que, até onde se sabe, Silvio Barros II está muito vivo. Eis a íntegra da nota, sob o título “Decisão do STF garante candidatura de Pupin”:Continue lendo ›

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PMDB, uma ameaça

Tenho a impressão que o PMDB de Crispim, John, Grillo e cia sonha mais alto do que com o cargo de vice-prefeito. No fundo sabem que Pupin, se eleito, terá muitos problemas e que não será surpresa que tenha o mandato cassado por malfeitos articulados pelo chefão, mas que acabaram marcados por suas digitais. Cassado o prefeito, assumiria o vice, de preferência alguém sem a experiência de Cláudio Ferdinando, para ser manipulado pelo grupo, que na prática assumiria o comando, tirando fora até o então chefe, às essas alturas ferido pela degola de Pupin, ficaria fora de combate.
Corremos o risco de nos livrarmos dos Barros e cairmos nas mãos de outro grupo tão articulado quanto. Imaginem a gana que estarão John e Crispim, por exemplo, para se vingar do povo maringaense, pelo que ‘sofreram’ dos últimos tempos. Continue lendo ›

Akino

Pupin já foi rebelde

Quem ouve o hoje candidato do Barros falar da gestão como sendo dele desde 2005, nem se lembra que no começo as relações eram complicadas. Em diversas oportunidades ele teria dito que se arrependera de ter entrada no barco. Hoje é quase um irmão dos outros dois, e talvez até chame dona Barbara de mãe. Vejam nota da coluna Mosaico em 19 de novembro de 2005:
Curuca – Não é somente a rebeldia do vice-prefeito Pupin que preocupa Sílvio II.
Arrumar dinheiro para pagar a segunda parcela do 13º do funcionalismo público tem prioridade.
O vice – Amigos apelidaram Pupin de José Alencar
Akino Maringá, colaborador

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A preocupação

O ex-secretário Ricardo Barros disse hoje a um interlocutor não estar preocupado com  substituto de Claudio Ferdinandi na vice de Pupin. Ele comentou que é a possibilidade da impugnação do candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin, acusado de disputar um irregular terceiro mandato, que lhe tira o sono. A possibilidade seria um atrapalho nas pretensões políticas do PP e de outros onze partidos da coligação.

Eleições 2012

Liminar contra propaganda velada

O TRE do Paraná negou agora à noite recurso apresentado pela coligação “A mudança continua” contra liminar concedida pelo juízo da 137ª Zona Eleitoral por causa de propaganda eleitoral irregular. Alegando que não cabe recurso contra decisão do juízo monocrático que concede ou denega liminar, a relatora Andrea Sabbaga de Melo indeferiu o agravo de instrumento contra liminar que determinou ao jornal Hoje Notícias que cessasse reportagens de cunho propagandista do candidato do PP, Carlos Roberto Pupin. A coligação “Maringá de toda a nossa gente” ajuizou o pedido de liminar alegando que o jornal teria feito propaganda eleitoral velada, o que foi atendido pelo juiz Jaime Souza Pinto.

Akino

Foram na jugular do Judiciário

Vejam este trecho do voto do relator no acordão do julgamento do TJ-PR, que condenou um secretário e um assessor II nomeados por Pupin: “Quanto à perda do cargo público, conforme já me manifestei, entendo que tal situação restou devidamente fundamentada consoante se extrai às fls. 2550, sendo que, por importante, consigno a decisão do Juízo de primeiro grau: “… cometeram os delitos a que foram condenados com violação de dever inerente à função que desempenhavam, sendo que suas condutas, além de graves, comprometeram de forma acentuada a imagem do Poder Público Estadual, através de seu Departamento de Trânsito em Maringá… com intuito de obtenção de vantagem indevida, agindo sem nenhuma compostura, o que sem dúvida revela que não são dignos de continuarem no desempenho de suas funções, de modo que decreto as perdas dos cargos que vinham desempenhando junto ao Governo do Estado, no Departamento de Trânsito.”Continue lendo ›

Akino

Perguntas para Pupin

Se for eleito, quem escolherá o secretariado? O senhor ou Ricardo Barros? Leopoldo, Edith, Grillo, Progiante continuariam, se dependesse de sua opinião? Bovo, Mussio, WValter Viana, os dois últimos caso não eleitos vereadores, voltariam? Nomearia John e Crispim e seus chegados para cargos comissionados? Ton Schiavone seria o seu assessor para assuntos religiosos? Sabemos que não responderá em púbico, mas aí, na intimidade do lar, responda com toda sinceridade. Se as respostas forem Ricardo Barros para a primeira e sim para as demais, é bom tomar cuidado para não ter o mesmo tratamento que os servidores públicos de carreira tiveram por parte de Leopoldo. Como agricultor o senhor usa botas? Cuidado para não borrá-las na política.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Pupin induzido a erro?

Da entrevista concedida a O Diário, edição deste domingo, pelo candidato Pupin, na resposta sobre educação ficou em dúvida. Vejamos a pergunta e a resposta: Em relação à educação, qual é o grande desafio a ser vencido? Avançamos muito na educação, com o plano de cargos e salários. Quando assumimos a prefeitura, tínhamos uma folha de pagamento na educação de R$ 500 mil. Hoje, estamos com a folha em quase R$ 5 milhões. Vamos continuar com a qualificação dos nossos professores e dar mais incentivo para que possam se qualificar. Mas o principal foco da minha administração na educação é a escola em tempo integral.(…)
Dúvida: Será que Pupin não foi induzido a erro com essa informação de que a folha de pagamento na educação saltou de R$ 500 mil em 2005 para R$ 5 milhões em 2012? Isto representa um aumento de 900%, e pelo que sabemos os professores não tiveram este aumento. Continue lendo ›

Akino

Foi comício ou show?

Sobre o comício que a coligação comandada pelo PP de Ricardo Barros realizou ontem do Jardim Alvorada li no blog do Diniz Neto o seguinte: “A iniciativa é do candidato Roberto Pupin (PP). Os comícios sempre foram parte importante das campanhas e se tornaram, em passado recente, em grandes shows. Hoje, com as limitações da legislação eleitoral, os comícios ficaram menores, mas ainda são boas alternativas para o contato dos candidatos com os eleitores.” Já leitor fez este comentário, em postagem do Rigon: “Como é proibido show artístico em comícios, a turma da quadrilha deu um atestado de idiota à Justiça Eleitoral, sem pestanejar. Continue lendo ›

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Não foi o sucesso planejado

O primeiro comício da campanha eleitoral deste ano em Maringá não foi o sucesso que os organizadores esperavam. Um especialista acredita que foram gastos pelo menos R$ 100 mil para fazer o auê no Jardim Alvorada, que não virou: a maioria era realmente de cabos eleitorais, que fizeram papel de figurante para imagens a serem usadas na campanha de televisão. No palanque, à frente, o capo Ricardo Barros, ainda livre, com aspecto solitário. Só faltou, mesmo, o povo não remunerado.
Pelo menos o candidato dos fratelli obedeceu o figurino ficha suja iniciado com a nomeação de dois condenados criminalmente e a promoção de outro CC denunciado por improbidade: quem apresentou o comício de Pupin foi o vereador John Alves (PMDB), de trajetória interrompida pela Lei Ficha Limpa, e que, ao contrário do que esperava, não sorteou notebooks ao final da “festa”.

Maringá

“Ele mentiu”, diz sindicalista sobre Pupin

Em entrevista à TV Maringá (Band), a presidenta do Sismmar, Iraídes Baptistoni, desmentiu o candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin (PP). No debate da Band ele disse que a prefeitura só não pagou a trimestralidade porque o sindicato não quis, o que não é verdade. A reportagem foi motivada por nota de esclarecimento divulgada pelo sindicato.

Akino

R$ 1 milhão em livros III

Lendo a postagem sobre livros da biblioteca municipal, sendo jogados fora, lembrei de uma outra, que talvez a explique: “É muita coincidência que as duas empresas que estão habilitadas para fornecerem livros no valor que chega a R$ 1 milhão, à Secretaria de Educação de Maringá, sejam de João Pessoa, PB. Como diria um vereador da base, ‘aí tem esquema’. Pediria aos vereadores Humberto Henrique e Marly, que, mesmo em recesso, entrassem no caso. Ao prefeito Pupin que avaliasse e pedisse esclarecimentos aos responsáveis pela compra. Ao dr. Cruz que não deixasse passar em branco. Ainda que esteja tudo certo, acho que a compra é desnecessária. Lembro mais uma vez a semelhança com o caso do Acervo da TV Cultura, que tantos problemas trouxeram à ex-secretária Márcia Socreppa. O que acha, professora Edith Dias? Passado o recesso, gostaria de saber se algum vereador tomou providência para esclarecer esta compra.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

O Sivamar em saia justa


O prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) deixou o Sivamar em situação constrangedora. Em julho, o sindicato fez o sorteio da ordem para ouvir os cinco principais candidatos a prefeito entre 7 de agosto e 25 de setembro. O primeiro a ser ouvido seria Pupin, ontem, mas como seus apoiadores do PMDB recentemente adquirido só conseguiram marcar uma audiência com o presidente nacional do partido, em Brasília, para aquele dia, ele preferiu ir para a capital federal. A viagem teve o propósito de pedir ao PMDB que impedisse a presidente Dilma Rousseff de participar da campanha do petista Enio Verri. Além de Valdir Raupp, Pupin fez outra visita de cunho político-eleitoral: tirou foto com o presidente nacional do PP, Francisco Dorneles, junto com seu vice, Claudio Ferdinandi, e a deputada Cida Borghetti.
Agora, o blog soube que a assessoria do candidato do PP está sendo mobilizada para fazer o Sivamar alterar a agenda definida em 9 de julho e abrir um dia para Pupin. Ao fazer isso, o Sivamar estará contrariando suas próprias regras e demonstrando privilégio de tratamento a um candidato – e logo agora, que o sindicato é presidido por Rubens Abrão, que integrou a administração municipal no governo do PT.

Eleições 2012

Outro compromisso mais importante

O Sindicato do Comércio Varejista de Maringá (Sivamar) deu início hoje a um ciclo de encontros com candidatos a prefeito. Carlos Roberto Pupin (PP) era para ser o primeir. Era. O cano magoou a turma que eperava ouví-lo. Mas, como no caso das reivindicações do funcionalismo público, ele tinha compromisso mais importante: foi para Brasília, acompanhado por alguns fichas sujas, pedir ao PMDB que não deixe a presidente Dilma Rousseff pedur votos para Enio Verri, em Maringá.

Akino

Quando interessa, pode

Com a justificativa que a Constituição Federal estabelece que a competência legislativa para elaborar normas gerais em matéria ambiental é da União, ficando para o município a competência para suplementar a legislação federal e estadual no que couber e para legislar sobre assuntos de interesse local, o chefe do Executivo vetou o projeto de autoria da vereadora Marly (PPL), que estabelece sanções e penalidades administrativas para aqueles que praticarem maus-tratos aos animais. (do blog do Lauro Barbosa)
Meu comentário (Akino): Quando o projeto interessa, como aquele que proíbe a propaganda em locais públicos, pode ser inconstitucional que o prefeito sanciona, já quando não interessa… Este é o prefeito Pupin, obedecendo ordens superiores. Só pode.
Akino Maringá, colaborador

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Troca tudo

De leitor, ao comentar sobrer o engano de Carlos Roberto Pupin (PP), que, perguntado sobre educação, respondeu sobre saúde no debate:
– No próximo debate, se perguntarem sobre saúde, o Pupin responderá sobre gastos com publicidade.

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Mudando de assunto

Carlos Roberto Pupin (PP), que apareceu no vídeo com cara de brabo, deu um susto na audiência e principalmente nos muitos assessores presentes ao responder a primeira pergunta do debate. Hércules Ananias de Souza (PSDC) perguntou o que ele faria na área da educação; Pupin, certamente nervoso, respondeu o que faria na área da saúde, deixando a todos atônitos. Hércules, no entanto, por causa do tempo curto, não conseguiu terminar a frase informando que o prefeito em exercício havia dado uma de Franco Montoro e trocado as bolas.

Escândalo em Maringá

Experiência com crises

O prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), tem experiência com crises político-partidárias. Esta que seu coordenador-geral de campanha passa é apenas uma delas. Ele ingressou e presidiu o PST enfrentando a oposição de um grupo (do qual fazia parte Paulo Mantovani, por exemplo); depois, quando presidia o PRN, viu o grande nome do partido, Fernando Collor de Mello, ser cassado; quando era tucano, viu o então prefeito Jairo Gianoto ser obrigado a deixar a prefeitura, igualmente acusado de coisa errada. Só no PDT não viveu crise, a não ser o fato de o partido nunca mais ter conseguido eleger um vereador na Câmara de Maringá.

Akino

Do Caixa Zero

(…) Barros, que aparentemente era tão prefeito de Maringá quanto o irmão, Silvio Barros, dá ordens para um secretário municipal. A conversa não permite conclusões mais apressadas, mas uma coisa é certa: Barros estava interferindo para que a licitação ocorresse de determinada forma. (Texto de Rogério Galindo, do blog Caixa Zero, leia aqui.)
Meu comentário (Akino): Caro Rogério, discordo do trecho. Na verdade Ricardo é, de fato, quem dá ordens na prefeitura, ou seja, o prefeito. Certamente pretende continuar atuando numa eventual administrração de Pupin. Há quem diga que este não permitiria. Fica a dúvida. O que acha, Zago?
Akino Maringá, colaborador