pupin

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Ele aproveitaria a deixa?

No paço municipal, em Maringá, o blog ficou sabendo, circula que o prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin, não bastasse as presepadas de seu coordenador-geral de campanha, está uma arara com o super-secretário Leopoldo Fiewski, que teria sido o verdadeiro mentor do reajuste de 100% para os advogados e 150% para os contadores da prefeiutura. Agora que o “Leo”, como diz o “chefe” Ricardo Barros, está com tudo na mídia, o pessoal torce para que Pupin aproveite a brabeza e dispense o secretário importado de Cascavel.

Verdelírio

Tudo misturado

O advogado e produtor rural Roberto Pupin, prefeito em exercício de Maringá, e que é candidato a prefeito, pelo PP, é primo do engenheiro Sidnei Telles [ex-secretário de Silvio Barros II], candidato a vice prefeito de Maringá, na chapa do PT, que tem Enio Verri na cabeça.Continue lendo ›

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Presença indispensável

Apesar do converseiro sobre o pedido de prisão do coordenador-geral de sua campanha à Prefeitura de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP) diz que seria impensável algum político local dispensar a presença e o apoio de Ricardo Barros numa campanha. A consideração de Pupin pelo ex-prefeito que deixou a prefeitura saindo pela janela impressiona.
Por falar no secretário de Beto Richa, que esta semana nem citado foi na cerimônia sobre cidades sustentáveis na Acim, ele virou “uma seda” nos últimos dias. Está humilde, como não se via há tempos.

Akino

Pupin, o “preferido” dos servidores

Esta semana conversei com o servidor municipal, da carreira administrativa (carreira é modo dizer, já que não existe um plano), e perguntei o que pensa do fato da administração não ter enviado o PCCS para a Câmara votar. Imaginem a resposta. Perguntei se achava que com Pupin pefeito seria diferente e ele respondeu que não acredita, ficará do mesmo jeito, completou.
Depois do seu curto discurso de ontem, dizendo, em outras palavras, que estava ali perdendo tempo (já perdi dois compromissos), não tenho dúvidas que Pupin é o “preferido” dos servidores municipais. Preferido para não ser eleito.
Akino Maringá, colaborador

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Um pequeno engano

Candidato do PP, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin ainda não se acostumou à companheirada que o condomínio partidário dos fratelli adquiriu recentemente, o outrora combativo PMDB maringaense. Tanto que, numa recente reunião com peemedebistas, alguns deles ocupando cargos comissionados em sua administração, referiu-se à Socorro Lima, presidente do PMDB Mulher, acreditando que ela era esposa do vereador Mário Hossokawa, presidente do Legislativo. O constrangimento foi rápido, mas existiu.

Akino

Segunda reeleição não pode

Na entrevista de hoje o Pinga Fogo perguntou ao candidato Pupin se ele for reeleito… Ora, isto confirma o que MP eleitoral está argumentando, que Pupin vai para a segunda reeleição, o que não pode. Tenho ouvido opinião de juristas que dizem que a tese e consistente e acreditam que Pupin terá o registro da candidatura negado.
Akino Maringá, colaborador

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Uma grande semana

Esta é uma semana decisiva. E não é só na telenovela Avenida Brasil, onde a vilã Carminha pode ser desmascarada. Na avenida Prudente de Morais, em Maringá, o clima pode ser de pesar. Um dos motivos: os advogados da organização do capo Ricardo Barros estão preocupados com a confirmação de que o candidato do PP, Carlos Roberto Pupin, assumiu por 30 dias no lugar do titular Silvio Barros II nos seis meses que antecederam as eleições de 2008. Com isso, aumentam as chances de a candidatura de Pupin subir no telhado – e o pedido de impugnação feito pelo Ministério Público Eleitoral pode mesmo prosperar.
No caso de impedimento de Pupin, Ulisses Maia assumirá a condição de candidato dos fratelli.

Eleições 2012

Enfim, juntos!

O ex-vereador Euclides Alexandre Zago da Silva e o ex-prefeito Ricardo Barros (ambos do PP) finalmente falam a mesma língua. Zago anunciou que vai fazer como Ricardo  – a quem ele, há anos, chama de “ladrão”, “safado” etc – e votar em Carlos Roberto Pupin. Levam o pernambucano de Inajá e desafeto público dos fratelli a votar no mesmo candidato do “ladrão”, “safado” etc, algumas circunstâncias, como o apoio já manifesto a Nereu Vidal Cézar (PMDB), dona Luíza Pupin e a palavra do prefeito em exercício de que, eleito, o capo deixará de ser capo e de mandar na Prefeitura de Maringá. Zago, que até recentemente reclamava neste blog do sistema de saúde da cidade, cobrando do coordenador de campanha de Pupin o paradeiro de R$ 134 milhões, deixa claro também que não quer nem saber do candidato do PT.

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Um dinheiro que nunca falta

De 19 de janeiro a 4 de junho passado, o prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), manteve o pique do titular, Silvio Barros II, e pagou, com  dinheiro do seu IPTU, R$ 4.514.775,00 para a Meta Propaganda Ltda. fazer publicidade e propaganda para vários órgãos de comunicação da cidade. Como é de praxe na administração que não é transparente, ninguém sabe qual o valor destinado a cada veículo – incluindo a emissora que pertence ao do irmão mais novo do prefeito licenciado.
Somada ao valor da chamada publicidade legal, a dinheirama gasta com propaganda e publicidade nesse período chega a R$ 4.643.455,14 (quase R$ 1 milhão por mês). Depois os contribuintes não entendem porque alguns protestos feitos nos bairros da cidade não ganham a mídia…

Eleições 2012

Vale tudo eleitoral

O capo Ricardo Barros (PP) não tem medido esforços na tentativa de alavancar a candidatura de Carlos Roberto Pupin. Mobilizou toda a sua organização na busca a tal objetivo, não importando inclusive com quem se façam os acordos. Vale pisar no pescoço. Os acordos partidários para se formar o Grupo dos 12 (partidos que apoiam a candidatura pepista) amarram Pupin de tal maneira que, no caso de ganhar a Prefeitura de Maringá, vislumbra-se um cenário de cinema catástrofe, implicando em aumento do número de cargos comissionados e de pastas – hoje superior à maioria das cidades brasileiras.
Todos os partidos negociaram pelo menos uma secretaria; há quem conseguiu a promessa de três (como o PMDB, secretarias que seriam comandadas por Umberto Crispim, João Alves e Miguel Grillo). Até gente que está em baixa – caso do deputado estadual Evandro Junior (PSDB), que apesar do mandato não viabilizou uma vice para a sigla – ganhou o direito de nomear um secretário, caso Pupin seja eleito.

Akino

Quem substituiria Pupin?

Diante da real possibilidade de Pupin ter o registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral, a grande questão é quem o substituiria. A verdade é que Ricardo Barros não tem um nome a altura, alás o próprio vice, com todo respeito ao professor Cláudio Ferdinando, já demonstra que o capo não tem nomes. Ulisse Maia aceitaria o sacríficio? Acredito que seja uma possibilidade? Mário Hossokawa? Pode ser. Se já não está bom com Pupin, pior sem ele. Cá, com meus botões, fico me questionando: Não teria sido uma cilada armada contra o candidato? Esta licença de 100 dias não foi ardilosamente pensada? Tudo é possível, vindo do poderoso chefão. Mas também posso estar vendo chifres em cabeça de cavalo. Meu candidato, por hora, continua firme, sem qualquer impugnação, resistindo ‘herculamente’.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

PP defende legitimidade da candidatura

O pedido de impugnação da candidatura do vice-prefeito e prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), apresentado pelo Ministério Público Eleitoral, está baseado no fato de que o vice, quando candidato a prefeito, não poderia assumir seis meses antes do pleito – a lei complementar nº 64, a lei das inelegibilidades, de maio de 1990. A assessoria de Pupin divulgou há pouco texto produzido pela área jurídica que assessora a coligação que defende existir precedentes. A lei fala em vacância do cargo, e o que aconteceu em Maringá foi um mero pedido de licença programado para 100 dias, de mero cunho eleitoral; por isso, desde o final do ano passado, o combinado entre os fratelli era a renúncia, pois, com ela, não haveria discussão e, de fato, vacância efetiva do cargo. De qualquer forma, deverá haver debate, mesmo com recente jurisprudência de que a vacância pode ser temporária. A coligação “A mudança continua” já entra em campo tendo um candidato a prefeito com pedido de impugnação e um vice garantido por liminar. Leia a posição da assessoria jurídica de Pupin sobre a legitimidade da candidatura:Continue lendo ›

Maringá

Moradores tentam impedir desativação de UBS

Unidade de saúde Paulino de Carlos
Moradores do Conjunto Paulino de Carlos, em Maringá – entre eles, pessoas idosas, crianças e cadeirantes que realizam tratamento de saúde – foram pegos de surpresa na manhã de hoje ao chegar à unidade de saúde do bairro. Sem avisar pra ninguém, a administração do prefeito que viaja e do prefeito que faz campanha fechou o local e colocou um aviso, informando que não haveria atendimento a partir da tarde desta sexta-feira, pois seria realizada mudança para o posto do Conjunto Piatã, que dista cerca de 3 km do local. Os moradores estão revoltados e desde então, alguns até sem almoço, fazem plantão defronte a unidade de saúde (uma casa adaptada) para impedir que a mudança aconteça. Continue lendo ›

Maringá

Prefeitura não atendeu pedido da comunidade

Unidade de saúde Paulino de Carlos
Os moradores não podem contar, neste protesto, com o presidente da associação do Conjunto Paulino de Carlos, que é José Donizete Felipe, assessor do ex-deputado federal Ricardo Barros e candidato a vereador pela organização do chefe, e que procurava agora à tarde acalmar a turma, pega de surpresa com o fim da unidade de saúde do bairro – na verdade a casa 4 do Programa Estratégia Saúde da Família. Na foto mostra a unidade de saúde e o carro de Felipe chegando no local. Além da distância que dificulta os atendimentos, pacientes reclamam que o acesso ao posto do Piatã (escolhida sem discussão com a comunidade) é deficiente, não há linha de transporte coletivo nas proximidades. Continue lendo ›

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A primeira bota ninguém esquece

Um vídeo mostrado aos convencionais do PP, na convenção municipal do dia 30, que homologou a candidatura a prefeito, destacou a origem humilde do prefeito interino Carlos Roberto Pupin. A biografia considerou importante informar que Pupin veio a ganhar a sua primeira bota aos 9 anos de idade.
O fato faz remeter a Ademar Schiavone, candidato a prefeito pelo PL em 1988, que considerou fundamental divulgar bastante o fato de ter sido engraxate quando era adolescente.

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Assessoria de imprensa

O jornalista Antonio Roberto de Paula, que chefia a Comunicação Social da Câmara de Maringá, vai deixar o cargo até o final desta semana. Ele sairá para integrar e comandar o grupo de jornalistas (gente pra dedéu) contratados para fazer a campanha do prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP).

Eleições 2012

Fora da declaração

Leitor observa o que pode ser um esquecimento do candidato do PP, Carlos Roberto Pupin. A relação de bens declarada à Justiça Eleitoral não faz referência à casa que possui em Metro West, Orlando, Flórida (EUA), adquirida em 2008 por US$ 215 mil. A tecnologia do Google Street View permite ao internauta passear defronte a residência.

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Partido de Richa não emplaca nem vice

A ameaça do PSDB deixar a coligação que apoia a candidatura oficial da administração dos fratelli era só para inglês ver. O presidente municipal, Wilson da Silva Matos, passou a tarde no escritório da deputadada Cida Borghetti (PP), cujo marido coordenou a aliança com as siglas do condomínio. Barros, quando sobra tempo, é secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa. Ele determinou ao presidente do PP local, Marco Antonio Rocha Loures, que telefonasse para toda a imprensa comunicando que o professor Cláudio Ferdinandi será o vice de Pupin. A notícia foi dada às 16h14 por este blog.
O partido do governador em Maringá ficou literalmente na mão: há pouquíssimos candidatos a vereador, que devem se coligar proporcionalmente com o PP, e mostrou sua inconsistência ao não conseguir emplacar sequer o vice da candidatura que, de acordo com a última pesquisa registrada no TSE, ocupa a quarta colocação na preferência do eleitor.

Eleições 2012

Tempos do Collor

Solange Lopes (PSDB), a candidata a vice preferida de Ricardo Barros (PP), Wilson Matos e Carlos Roberto Pupin, tem afinidade política com o candidato a prefeito do PP. Ela foi uma das apoiadoras da candidatura de Fernando Collor de Mello em Maringá, em 1989; Pupin presidiu o PRN, partido do ex-presidente e hoje senador alagoano. Aliás, fotografias de Pupin com Collor, PC Farias, Jairo Gianoto (ele também foi tucano) e o próprio Barros, à beira de um escândalo, circularão muito pelas redes sociais nesta campanha.

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No aguardo

Quatro dias depois de terminado o prazo legal para a escolha dos candidatos, ninguém em Maringá sabe quem será o vice do PP nem se Maria Iraclézia de Araújo ainda será candidata pelo DEM. As conversas que correm nos bastidores é que poderia até haver desistência, dada a impossibilidade de costurar uma aliança para se designar um vice. Uma desistência a essa altura do campeonato, além de demonstrar fraqueza, serviria para sepulcro político.

Akino

Pupin pode ficar fora das eleições

Vejamos o que diz a lei sobre os prazos para a realização das convenções para escolha dos candidatos: Lei 9504/97: Art. 8º A escolha dos candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações deverão ser feitas no período de 10 a 30 de junho do ano em que se realizarem as eleições, lavrando-se a respectiva ata em livro aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral.
Ora, terminado prazo, não pode se falar em ‘atas abertas’, tudo teria que ser deliberado até 30 de junho e as atas, lavradas. Está na hora do Ministério Público eleitoral tomar uma atitude e acabar com esta palhaçada de ficarem esperando acertos para terminar as atas. Ao pé da letra, entendo que o PP deveria perder o direito de lançar candidato a prefeito, já que não escolheu o vice.
Akino Maringá, colaborador

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E o Pupin continua sem vice…

O capo Ricardo Barros segue amanhã para Curitiba. Passadas 24 horas da convenção do PP, seu candidato a prefeito ainda não tem um vice. A água está chegando no pescoço. O PSDB tem se mantido inflexível e quer o vice, oferecido ao PMDB recentemente adquirido. Na capital do estado – dizem que talvez ele até apareça na Secretaria de Indústria e Comércio de Beto Richa, por onde recebe mensalmente como secretário – ele vai tentar demover o presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, que assinou um documento condicionando a coligação tucana em Maringá com o PP à indicação do vice. Barros está numa sinuca de bico, pois tudo indica que terá que abrir mão do PSDB ou do PMDB – e este, ele sabe, ameaçado pela executiva estadual, que também se reúne amanhã.

Eleições 2012

Cláudio Ferdinandi será o vice de Pupin


O professor Cláudio Ferdinandi, vice-presidente do PMDB de Maringá, será o vice de Carlos Roberto Pupin (PP). Ele confirmou ao blog que recebeu o convite e aceitou. O nome deverá ser referendado na convenção de amanhã, no paço municipal. O capo Ricardo Barros mudou a estratégia e, agora, ao invés de dividir, quer aglutinar: o PP pretende se coligar com o PMDB na majoritária e com o PSDB na proporcional. Por isso, Akemi Nishimori já foi descartada na vice.
Ferdinandi está na lista de administradores com contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Com a decisão, o PMDB maringaense dá uma banana à executiva estadual.

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Acredite, se quiser

Título de release produzido hoje pela Prefeitura de Maringá:
“Pupin visita Feira do Produtor e elogia qualidade dos produtos comercializados pelos feirantes”. Não acredita? Clique aqui. Horrorizado? Calma. Não, eles não estão usando a máquina pública para fazer campanha para o PP.

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Pupin revela sociedade com Silvio Barros II

Ao ser entrevistado hoje na TV Tibagi (Rede Massa/SBT), o prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), confirmou uma suspeita antiga dos meios políticos da cidade: ele disse que é sócio do prefeito licenciado Silvio Barros II. “Somos amigos e sócios”, afirmou. Como o entrevistador não o questionou a respeito da sociedade, mais não se falou. Mas há ilações sobre onde seria tal sociedade, que não aparece nas declações de bens dos dois à Justiça Eleitoral.
Considerando que Silvio Barros II (PP) disse certa vez no programa do ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira que ele, SB, era sócio do petista Enio Verri no Contorno Norte, é lícito supor que no final das contas todos participam de uma mesma sociedade? Quais os interesses dela, onde atua, o que objetiva, quanto lucra? O eleito saberá detalhes? Dúvida, ó dúvida…

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E o PMDB não vai para… o PP!

O PMDB pode ir para Wilson Quinteiro (PSB), Enio Verri (PT) ou Dr. Batista (PMN), mas uma coisa é certa: não fica com Carlos Roberto Pupin (PP). Venderam e não poderão efetuar a entrega do partido, que tem hoje alguns filiados nomeados em  cargos comissionaods na administração dos fratelli Barros (alguns, dizem, nem aparecem para justificar o larjan). Na noite de ontem a executiva estadual do PMDB voltou a deixar claro que ou o PMDB apoiará um dos três ou lançará candidatura própria  – o que é hoje uma temeridade, mesmo considerando que o condomínio Barros, milionário, banque a produção dos programas de televisão. É que o candidato de Umberto Crispim “não vira”, diriam os jovens, além do que ele estava se preparando para uma vice de Pupin.
Resumo da ópera: Pupin ficará com o ônus de ter nomeados peemedebistas de ficha suja (dois deles têm condenação em segunda instância por formação de quadrilha) para seu reinado tampão e não terá ônus – a não ser, claro, os votos que o estrategista Umberto Crispim possa lhe carrear, o que no final das contas ficará caro, mesmo sendo o povo o pagador.

Eleições 2012

Inserção do PP promove Pupin


A propaganda do PP na televisão, ao contrário do que prevê a lei, tem feito promoção pessoal. Neste caso, do pré-candidato a prefeito dos fratlli, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin. Nas gravações, ele aparece como candidato, com direito a depoimentos de eleitores e uma casa como cenário. Teve partido que pensou em recorrer à justiça, mas desistiu.

Eleições 2012

O que mais surpreenderia?


Depois que Lula aliou-se a Paulo Maluf, em São Paulo, para apoiar Fernando Haddad, tem gente que considera fortemente a possibilidade de o ex-presidente conseguir o apoio de Carlos Roberto Pupin para Enio Verri, ainda mais se os números do pré-candidato do capo continuarem patinando nas pesquisas. Depois do rápido namoro do pré-candidato petista com a ruralista Maria Iraclézia, do DEM, nada mais surpreenderia em Maringá.

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Pupin ainda procura um vice

Circulou hoje a história de que o pai do deputado Evandro Junior (PSDB) teria aceitado a vice de Carlos Roberto Pupin (PP), mas ela não se sustenta. Ele realmente recebeu o convite, mas não aceitou (seria sua última, mas bota última nisso, opção).
Pupin, aliás, foi ontem a Curitiba participar da reunião semanal da executiva do PMDB, levou a pesquisa da DataBarros e ofereceu a vice aos peemedebistas. Ficou surpreso ao saber que eles estavam de posse de outra pesquisa; tivesse lido este blog no final de semana, saberia que o PMDB havia contratado a segunda pesquisa de um instituto de Londrina, com números diferentes. Resumindo: ao contrário do que o capo Ricardo Barros espalha, ele não tem o PSDB nem o PMDB em suas mãos.

Akino

Abra os olhos, Pupin

Será que os 100 dias de licenças foram só para dar visibilidade, torná-lo mais conhecido, em condições de entrar melhor na disputa? Há quem diga que Pupin terá como missão fazer coisas do arco da velha, que talvez até o irmão recusasse. Abra os olhos, Pupin. Vai sobrar para você. Ou acredita que Ricardo é seu amigo, parceiro, companheiro? Ou será que você está fazendo (volto ao assunto) fazendo o papel de Nina (da novela Avenida Brasil), que agrada a Carminha, se faz de amiga, para fazer justiça? Se for isso, você é gênio e entrará para história de Maringá como um verdadeiro heroi.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Pena

Palavra que segundo o dicionário tem diversos significados: castigo · comiseração · condenação · dó · lição · lástima · penalidade · punição. Com ela podemos formar muitas expressões: Que pena ! Pena que! Valeu a pena? Tenho pena! Só para citar algumas. Neste sábado, dia que aprendemos ser de reflexão para o nosso irmão Silvio II, queremos refletir sobre ele, Pupin e outros políticos de Maringá.
Que pena que Pupin tenha se deixando picar pela mosca azul do poder a qualquer custo, ao que parece, e transformado num legítimo ‘ricardista’. Pena que não tenha ouvido os conselhos de D. Luiza, segundo dizem. Tenho pena dele. Como pena tenho de Silvio II, com sua aparência de cristão verdadeiro foi tragado pelas águas das cachoeiras da política de resultado. Ao final do seu mandato (há quem diga que já acabou) se perguntará: Valeu a pena?Continue lendo ›

Política

PTB indicará adventista para vice do PP

O empresário Nelson Aparecido, membro da Igreja Adventista, será indicado pelo PTB de Maringá para a vice do prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP). O PTB vai se coligar com o PSL para vereador e apoiará o candidato dos fratelli Barros para prefeito. O presidente do PTB de Maringá, Flávio Mantovani, recebeu hoje carta de apoio a Nelson Aparecido com assinatura do presidente da Associação Norte Paranaense (ANP) da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pastor Ronaldo Bertazzo, entre outros.
PS – Como o PTB não forneceu o nome completo do empresário, procurei na relação de filiados do partido e encontrei Nelson Aparecido somente em Cianorte, Rosário do Ivaí, Abatiá, Amaporã e Arapongas.

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Seguindo o mestre

Os fratelli Barros não têm do que reclamar do prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin. Consideram que ele está seguindo o mestre, ao nomear fichas sujas em cargos de comissão, ao fazer empréstimo para o Parque do Japão e, principalmente, por enviar para a câmara municipal projetos suspeitos, como o que dá benefícios a uma construtora do todo-poderoso Jefferson Nogaroli.
Para ficar mais parecido com os fratelli, só mesmo levando nas costas uma ação civil pública por improbidade administrativa, coisa que parece não estar tão longe.

Akino

Se Pupin tiver juízo, manda retirar para arquivamento…

…o projeto de lei 12.344/2012, assinado por ele em 8 de maio, dia da posse para o período mais importantes de sua trajetória política até aqui, através do qual se pretende doar 9.251,40 m2 , numa área residencial, nobre, próximo ao Contorno Norte. Pelo tom da defesa de John e Heine, e pelas falas de Humberto e Marly, tudo leva a crer que tem ‘esquema’ e sobrará para o prefeito. Se insistirem, o caso deve parar no MP e em processo por improbidade. O que acha, Aparecido Baptista? Não é boca escura, como diria, parodiando o Pinga Fogo?
E o dr. Heine? Que papelão!
Akino Maringá, colaborador