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Justiça

TJPR julga ação de Pupin que contesta refeição para coletores

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná deve julgar nas próximas semanas o mérito da ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) em julho do ano passado.
O chefe do Executivo municipal contesta lei aprovada pelos vereadores maringaenses, que prevê o fornecimento de refeição diária para servidores públicos auxiliares operacionais que atuam na coleta de lixo. Continue lendo ›

Maringá

Restaurante Popular reajustará preço da refeição

A administração Barros/Pupin esperou o período eleitoral passar para privatizar o Parque do Ingá, aumentar os benefícios a empresários amigos via Prodem, mexer no Plano Diretor para acertar os ponteiros com a turma do poder econômico e, agora, aumentar o valor da refeição no Restaurante Popular. A partir do próximo dia 3, a refeição passará de R$ 1,50 para R$ 2,00, um reajuste de 33%. Neste período, o Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (geral) foi de 12,92%, para um aumento no preço dos alimentos de 22,15%.

Maringá

Diferença pouca


A administração municipal de Maringá, que contratou 12 mil refeições (com direito a rodízio de carnes nobes) para suas secretarias e convidados, está pagando pelas refeições quase o mesmo valor de uma cesta básica adquirida para ser destinada às famílias mais carentes. Deve ser o efeito do prefeito-que-bate-no-peito-que-é-cristão. Confira: o processo 1725/2011 registrou preços para adquirir refeições (almoço e jantar) por R$ 26,10 cada; já o processo 3020/2011 registrou preços para adquirir cestas básicas por R$ 28,23 cada. Comer no Restaurante Popular, nem pensar, né, prefeito(s)?