salão

Maringá

Um CC do barulho

Campanha de bairro
(Corrigido) Eleito recentemente presidente da associação de moradores do Conjunto Branca Vieira, Residencial Village Blue e Parque Residencial Tuiuti, em Maringá (na campanha não faltou apoio de políticos, faixas e muros pintados), Dionilson da Silva Filho, assessor II da Secretaria de Relações Interinstitucionais, já causa lamentação de correligionários da administração Pupin/Barros. É que ele trocou o cadeado que dá acesso ao salão comunitário localizado na esquiana das ruas Rio Guandu e Rio Madeira, no Conjunto Paulino (o da Tuiuti, dizem, é dele faz tempo) onde fica a ATI, impedindo que voluntários dêem continuidade às atividades desenvolvidas com a terceira idade. “É uma falta de consideração com as famílias e em especial com os mais velhos”, disse uma voluntária. O local, onde também eram realizados cursos, bazares e festas típicas, está fechado e agora abriga material de construção.

Maringá

Salões comunitários em reforma


Além das ATIs e obras estaduais, a administração municipal incluiu entre as 65 obras a serem entregues para alavancar a campanha do candidato do PP (Ricardo Barros havia decidido, há 30 dias, que seriam 40, mas, sabe como é…) a reforma de vários salões comunitários, que, em tese, deveriam ser responsabilidade da associação de moradores de cada bairro. Os salões foram construídos com recursos de emendas do ex-deputado federal (o Sinconv foi bonzinho com a documentação da turma) e a maioria ficou sem uso até agora, inclusive sendo depredado, como este, do Conjunto Léa Leal, cuja reforma (“fechamento e acessibilidade”) custará R$ 342.435,31 aos cofres públicos. Hoje, dois funcionários lixavam as paredes, que serão pintadas, algumas serão substituídeas e, depois, os vidros quebrados, trocados. E la nave va…

Má-ringá

Na cidade que tem dois prefeitos…


Vinte dias depois de inaugurado, o salão comunitário do Santa Felicidade, em Maringá, continua fechado, sem atender a comunidade, como haviam anunciado os dois prefeitos (em exercício e licenciado) no dia da entrega – feita, aliás, com meses de atraso. O material utilizado na inauguração foi retirado no dia seguinte. As salas, inclusive a da associação de bairro, permanecem fechadas (o presidente da associação aparece numa das fotos recebendo uma chave das mãos do prefeito Carlos Roberto Pupin; a chave era de plástico e nunca foi entregue oficialmente).
Mesmo sem utilidade até agora, o salão dispõe da mão de obra de três funcionários públicos. Um deles, a mulher da limpeza, não pode fazer muita coisa, pois o local não possui água. Oficialmente, as caixas d´água têm problema e houve infiltração nos dois banheiros do prédio.

Blog

Cena da administração maringaense

Entregue na semana passada, em solenidade cheia de cargos comissionados, o salão comunitário do Santa Felicidade permanece fechado. Hoje apareceram por lá seis funcionários da Secretaria de Habitação e de Serviços Públicos, além de uma servidora ligada ao PAC, de onde, por sinal, veio o dinheiro para a construção.
Os moradores sem entender o que leva uma administração a inaugurar primeiro o prédio para depois fazer a vistoria.

Má-ringá

Meia boca 2

A entrega do salão comunitário do Santa Felicidade, ontem pela manhã em Maringá, parece ter sido mesmo de fachada, só para flashes. A entrega das salas não está amparada em convênio assinado legalmente e, no caso da associação de moradores, sequer a chave foi entregue.

Má-ringá

Esperando desenrolar


O presidente da Associação de Moradores do Santa Felicidade apareceu em reportagem da TV Cultura (RPC/Globo), exibida ontem à noite, sobre o salão comunitário do bairro que, concluído há alguns meses, continua fechado. Aqui. Como se diz em Alagoas, a administração municipal “não desenrola”.