segurança

Maringá

Seguranças, estúdio e carro de som

Através de registro de preços, a Prefeitura de Maringá vai contratar a Rossil Segurança e Vigilância Ltda., com sede no Jardim Alvorada, para prestar serviços de segurança, acompanhando eventos em diferentes locais da cidade. Serão 4.632 horas de segurança contratadas,  a um preço total de R$ 84.626,64. Também foi contratada a Via Som Brasil Ltda., de Maringá, para gravação de áudio (30 e 45 segundos), por R$ 16.470,00, e a B7 Som e Luz Locações Ltda., de Paiçandu, por R$ 57.454,00, para a divulgação de eventos através de carro de som, para atender a Secretaria de Cultura.

Geral

Crimes não são apurados; policiais, punidos

Dde Mauri König, na Gazeta do Povo:
No dia 26 de janeiro, um grupo de policiais fechou uma mansão-cassino no bai­­rro Parolin, em Curitiba. Passados dois meses, as investigações sobre os donos da casa de jogos não avançaram, mas os policiais estão sendo chamados a se explicar na Corregedoria da Polícia Civil por não terem comunicado a operação aos superiores. Eles alegam que desde o início o comando da corporação demonstrou mais preocupação em puni-los do que em apurar os crimes que desmantelaram. (…) Aproximadamente 20 policiais já foram ouvidos na Corregedoria, em depoimentos de cerca de sete horas. Alegando constrangimento ilegal, eles buscaram ajuda na Comissão de Direitos Humanos da seccional Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil, que passou a acompanhá-los nas oitivas. Leia mais.

Bronca

O “Buracão” pede mais segurança

O Parque Alfredo Nyffeler, o antigo Buracão da Morangueira, apesar do desleixo com que foi tratado pela atual administração maringaense, continua atraindo famílias em caminhadas, no final da tarde. Leitora conta que apesar de existir uma guarita, com um guarda, usuários de drogas utilizam o local para fumar sem nenhum pudor, como acontece na Vila Olímpica. “Eles chegam de moto, entram com o capacete no braço, vão para a beira do lago e fumam à vontade. O cheiro infesta o parque todo e onde seria um lugar para prática do esporte se torna um ligar de risco. E tem mais dois problemas: o mato que está invadindo a pista de fazer caminhada e a iluminação que na pista é zero. O parque tem iluminação, mas só na beira do lago e não chega na pista; em alguma parte esta iluminação até atrapalha a caminhada, pois não é adequada”, reclama.
O blog já abordou algumas vezes a situação do local, que o especialista em turismo não conseguiu transformar em um parque mais decente, mas não custa reforçar as urgências: é preciso roçada, iluminação na pista e conserto no alambrado.