Ederlei na Sema
O dentista Ederlei Alkamin, presidente municipal do Partido Verde, trocará a Sasc pela Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, pasta que estava inicialmente reservada para outro verde, o ex-vereador Joba.Continue lendo ›
O dentista Ederlei Alkamin, presidente municipal do Partido Verde, trocará a Sasc pela Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, pasta que estava inicialmente reservada para outro verde, o ex-vereador Joba.Continue lendo ›

A Diretoria de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente de Maringá, em conjunto com o Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde, promoveu no primeiro semestre a castração de 1.660 castrações de cães e gatos.
Em todo o ano passado, na gestão Pupin, foram feitos somente 258 procedimentos. Continue lendo ›
No final de junho, mais uma mudança aconteceu na Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal de Maringá. Vera Lúcia Menegoti Tasca pediu exoneração do cargo de diretora de Apoio a Cooperativa de Recicláveis.Continue lendo ›

O prefeito Ulisses Maia entregou hoje a primeira licença ambiental emitida pela Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal.
Também foram entregues as primeiras autorizações de intervenção florestal para o reflorestamento, manejo de plantas exóticas e limpeza em área de preservação permanente (fundo de vale).
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A Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal começou ontem a receber processos para o licenciamento ambiental de baixo e médio impacto.
A concessão de licenciamento chegou a ser anunciada em 2014, mas somente agora começou a funcionar.
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Para se ter uma ideia do Titanic que virou a administração Pupin/Barros: antes do Natal o secretário de Meio Ambiente, Umberto Crispim de Araújo, presidente municipal do PMDB, encontra-se em viagem, segundo publicação feita por Verdelírio Barbosa.
Como ninguém manda faz tempo na prefeitura, ele aparece como ‘trabalhando’ no portal da transparência, mas continua no Piauí (sua família é de Simplício Mendes). Continue lendo ›
A Secretaria de Crispim promoveu dois CCs: Fernando Rocha era Assessor III, desses que não se sabe o que fazem, com salários de R$ 3.163,43, foi promovido a Gerente de Controle Ambiental, com salários de R$ 4.509,89. Já Julio Groschoski Neto, que ocupava o mesmo cargo, com o mesmo salário, saltou para diretor-geral com salários de R$ 7.140,83. É a turma aproveitando os últimos dias para faturar o máximo às custas do contribuinte.
Akino Maringá, colaborador

Os 15 CCs atualmente lotados na Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em Maringá, em salários e encargos, é de R$ 89.415,87, mensais, ou R$ 1.072.990,48, por ano, R$ 4.291.961,90, em quatro anos de mandato.
Já em Londrina há apenas o cargo de secretário, onde a remuneração é menor que Maringá, se gasta algo em torno de R$ 13.000,00 mensais, ou R$ 156 mil, por ano, R$ 624 mil em 4 anos. A diferença entre que Maringá gasta a mais em CCs num mandato é R$ 3,667 milhões.Continue lendo ›

Que as administrações Pupin/Barros sempre acomodaram cabos eleitorais em suas centenas de cargos comissionados não é segredo para ninguém, mas a entrega de secretarias a castas partidárias assumiu proporção mesmo nos últimos anos.
Veja o caso de Silvana Aparecida Fernandes Pereira, cargo de confiança desde janeiro deste ano na Secretaria Municipal do Meio Ambiente, onde ganha mais de R$ 4 mil mensais. A Sema ‘pertence’ ao PMDB local.Continue lendo ›

Circula que um funcionário da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Maringá teria limpado as gavetas da Sema por volta das 6h da manhã, bem antes da chegada dos agentes policiais do Gaeco e do auditor da Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público.
Todo o material teria sido levado por um rapaz, de apelido Brinquinho, para uma sala na Secretaria Municipal de Serviços Públicos.

… 7 FGs e 14 estagiários, em Maringá.
Perguntamos aos candidatos Ulisses Maia e Silvio Barros II: Os senhores manterão esta estrutura ou reduzirão? Em Londrina, para se ter uma ideia, só há um cargo comissionado, o de secretário.Continue lendo ›

De acordo com release distribuído pelo MP, o Gaeco de Maringá cumpriu mandados de busca e apreensão na Secretaria Municipal do Meio Ambiente e em quatro residências da cidade dentro da Operação Sibipiruna. Das casas vistoriadas, três são de servidores da Secretaria do Meio Ambiente e uma é de um particular.
O release não informa, mas o blog soube que se tratam de José Luiz Nardo (na foto com o secretário Umberto Crispim), diretor-geral da Sema e ex-diretor do Instituto de Águas do Paraná em Maringá, Alessandro Fernandes da Silva e José Carlos Pinheiro, fiscais da secretaria. Continue lendo ›

O blog soube que o caso de corrupção na Secretaria do Meio Ambiente da administração Pupin/Barros (na área de licenciamento ambiental) aconteceu envolvendo um motel.
Corre que haveria inclusive uma área vip no motel usado para churrascos com gente da Sema.Continue lendo ›

A Secretaria de Meio Ambiente foi entregue à direção do PMDB de Maringá, na campanha eleitoral de 2012. O partido fez parte da aliança de 12 siglas que apoiou Carlos Roberto Pupin; agora, faz parte da coligação de 15 partidos que apoiam Silvio Barros II (PP) – um dos prejudicados com a operação envolvendo Gaeco e Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público.
Prejudicado porque Umberto Crispim, chefe dos alvos da operação, é coordenador de Caminhadas da campanha do candidato a prefeito da coligação Mudança Que Dá Certo.Continue lendo ›

Funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Maringá aguardam no corredor do Paço Municipal Silvio Barros, enquanto policiais do Gaeco auxiliam a Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, cumprindo mandado de busca e apreensão.Continue lendo ›

A operação que ainda acontece no terceiro piso do paço municipal, onde fica a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, é de iniciativa da Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, que em Maringá é comandada pelo promotor Pedro Ivo Andrade (foto).
O Gaeco auxilia com apoio policial; cinco policiais estão no local.Continue lendo ›

Policiais do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime (Gaeco) de Maringá estão neste momento no terceiro piso do Paço Municipal Silvio Magalhães Barros, na avenida Tiradentes XV de Novembro.
O alvo é a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, comandada por Umberto Crispim, presidente municipal do PMDB de Maringá. Detalhes em instantes.Continue lendo ›
Um motivo de preocupação a menos: Paulino Mexia, ex-chefe do IAP e regional da Semana em Maringá, não permanecerá à frente da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná. Ontem tomou posse Antonio Carlos Bonetti, ex-prefeito de Eneas Marques.
Ficaria muito ruim para Beto Richa manter à frente da Sema quem autorizou a administração Pupin/Barros a construir ossários grudados no muro, sem respeitar a legislação estadual que estabelece distância mínima de 5 metros.
Saiu hoje a exoneração de Ricardo José Soavinski da Decretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, com data de ontem. Seu substituto ainda não foi designado.
Ontem o blog deu em primeira mão sua nomeação para o cargo de secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, por indicação de Ricardo Barros (PP). A nomeação foi feita no dia 23 e a exoneração, um dia depois, confirmando que o RH do governo estadual não é lá muito bom nessas coisas.

Não é a primeira queixa que o blog recebe queixa sobre o mesmo tema: carro da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Maringá é visto em local de compras em horário de serviço. O flagrante foi feito ontem, no estacionamento de uma loja de confecções na área central da cidade. O carro tem a identificação 1055.
Ontem, em restaurante da avenida Brasil de Maringá, estavam juntos vereadores de Itambé, que na noite anterior, sob protestos da população, haviam derrubado o veto do prefeito ao projeto que implanta aterro sanitário de resíduos perigosos naquela cidade, e Ananias Soares Vieira, do escritório regional da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Continue lendo ›
A Secretaria de Meio Ambiente de Maringá vai soltar pelo menos 40 mil peixes nos rios da região, além de fazer o plantio de duas mil árvores de espécies nativas, informou a prefeitura na manhã de hoje. A Prefeitura de Maringá, em conjunto com a câmara e a Prefeitura de Japurá, vão plantar cerca de mil mudas de árvores e soltar 10 mil peixes norRio Ivaí no dia 27 de setembro. Ainda este ano, outros 20 mil peixes de mandi-guaçu serão soltos no local. O rio Paracatu também ganhará 10 mil peixes. Essa será a quarta soltura de peixes e plantio de mudas em menos de um ano. Leitor questiona a legalidade de o município de Maringá investir para plantar árvores em outras cidades, enquanto ainda existem grandes problemas na Cidade Canção, onde não se replanta, por exemplo, a maioria das árvores removidas do passeio público pela própria municipalidade. Ele aponta também as escolhas das cidades, como Japurá, administrada pelo PMDB. “Plantar árvore e soltar peixe não é proteção ambiental, é apenas desperdício de dinheiro. O critério de escolha dos municípios, pior; a escolha deveria recair sobre rios que vão para o Pirapó, que abastece Maringá. A ação parece ter finalidade exclusiva eleitoreira, mas com recursos dos maringaenses”, analisa.
Às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, além da derrubada de mata nativa no Bosque Dois, até então intocável por conta da legislação municipal, Maringá convive com a possibilidade de venda de uma reserva florestal, como quer o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), e ainda com o funcionamento de uma empresa acusada de cometer crime ambiental que no entanto obteve alvará da prefeitura mesmo sem apresentar o relatório de impacto de vizinhança e o laudo de viabilidade. Contra esta empresa, a CCGP – Usina de Compostagem Ltda., na semana passada a Associação Anjos dos Animais apresentou nova denúncia junto à Promotoria de Defesa do Meio Ambiente. A ONG denuncia que continuam ocorrendo despejos diários de material irregular na usina, sem que nenhum órgão ambiental da cidade – Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o Instituto Ambiental do Paraná – tome as devidas providências. O Ministério Público recebeu farto material, que inclui imagens e documentos, diante do risco de prejuízos irreparáveis ao meio ambiente.

A ADA considera que a CCGP Usina de Compostagem, que funciona às margens do rio Pirapó, que abastece Maringá, recebeu irregularmente a licença de operações do IAP, pois além de não ter a infraestrutura (condição básica para entrega da autorização) ainda há condicionantes descumpridos. Foi feita denúncia junto à Controladoria Geral do Estado em fevereiro passado, mas também não houve resposta. Apesar dos problemas, a usina obteve ajuda do município na formalização de um termo de ajustamento de conduta (TAC), que por sua vez “atravessou todas as normas ambientais, plano diretor e outros, ao permitir a concessão do alvará sem relatório de impacto de vizinhança (RIV) e laudo de viabilidade. Tal documento possibilitou a confecção do alvará definitivo da empresa, que mesmo quando não possuía alvará algum já figurava no cadastro de fornecedores do município e nunca foi fiscalizada pelo município ou estado”. Moradores da região reclamam do forte odor e da proliferação de vetores. A prefeitura também não enviou resposta a solicitação sobre a concessão do alvará. Continue lendo ›