‘Espero que o Brasil sobreviva’

A revista Veja desta semana mostra as dimensões superlativas e o potencial explosivo da delação premiada de 75 executivos da empreiteira Odebrecht, incluindo seu ex-presidente Marcelo Odebrecht.Continue lendo ›

A revista Veja desta semana mostra as dimensões superlativas e o potencial explosivo da delação premiada de 75 executivos da empreiteira Odebrecht, incluindo seu ex-presidente Marcelo Odebrecht.Continue lendo ›
Na semana que vem a jornalista Cláudia Cruz está novamente em Curitiba, mas não será como na semana passada quando esteve visitando seu marido, o ex deputado federal Eduardo Cunha, preso por envolvimento na Operação Lava Jato. Cláudia estará na Polícia Federal, frente a frente com o juiz Sergio Moro, sendo interrogada como acusada.Continue lendo ›
O ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) foi preso nesta tarde em Brasília, por determinação do juiz Sergio Moro (aqui).
Para relembrar, acima, em 12 de março de 2015, numa reunião da CPI da Petrobras, outro maringaense, o deputado federal Ricardo Barros (PP), hoje ministro de Temer, da tropa de choque de Cunha, durante o depoimento de seu colega atacou o Ministério Público e defendeu os deputados acusados pela Lava Jato.

De Amarildo, no jornal A Gazeta, de Vitória (ES).

O ex-assessor parlamentar João Claudio Genu (foto), réu da Lava Jato, afirmou em depoimento na última quinta-feira, 23, que entregou propina ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, primeiro delator da grande operação anticorrupção.
Moro questionou Genu se sabia se havia dinheiro ‘direcionado para outros políticos’. “Sabia. Desde 2004, o Janene dava dinheiro para bancada toda”, declarou Genu, preso na Lava Jato. A informação é de Fausto Macedo, no Estadão.Continue lendo ›

De Amarildo, no jornal A Gazeta, de Vitória (ES).

De Paixão, na Gazeta do Povo, de Curitiba.
A nota foi publicada dias atrás pelo site O Antagonista:
Responsável pelo plantão do STF durante o recesso do Judiciário, o ministro Ricardo Lewandowski tomou outra decisão polêmica contra a jurisprudência da corte que estabeleceu o cumprimento de pena após condenação em segunda instância.Continue lendo ›
… ‘baixasse’ em Maringá? Fiquei pensando se a Polícia Federal e a PGR, com os membros da força tarefa da Lava Jato, tendo o juiz Sérgio Moro nas decisões, pudesse atuar um ano, fazendo uma devassa nas três últimas administrações da Prefeitura de Maringá. O que aconteceria? Quantos seriam presos? Qual seria o montante que teriam que devolver? Quantos fariam deleção premiada? Qual seria a reputação de Silvio II, Pupin e Ricardo Barros, ao final de um ano, só um ano de investigação e decisões judiciais?
O que acha, Nereu? Pegariam coisas erradas? Empreiteiras quebrariam?
Akino Maringá, colaborador

Um grupo aproveitou a passagem da tocha olímpica por Maringá para manifestar apoio ao trabalho do juiz federal Sergio Moro. (Foto: Nailena Faian/Massa News)

De Carlos Brickmann:
Um homem discreto, tímido, que pouco se manifesta fora dos autos do processo, virou ídolo nacional. No lançamento do livro Bem-vindo ao inferno, que prefaciou, sobre a caça a Roger Abdelmassih, viajou de Curitiba a São Paulo, com a esposa, por sua conta, chegou ao evento de táxi, foi recebido com rosas brancas, aplaudido; e foi embora. Nem o jantar aceitou. Continue lendo ›
O maringaense Sergio Moro, juiz federal responsável pela Lava Jato, foi ovacionado durante o show do Capital Inicial, ontem em Curitiba.

Da coluna Painel, da Folha de S. Paulo:
Só a toga salva – Petistas tomaram um susto ao abrir uma pesquisa interna de intenção de voto para o Planalto. Realizada na cidade de SP entre o fim de maio e o início de junho, a sondagem mostra Sergio Moro no topo da lista de presidenciáveis, com 14%.Continue lendo ›

Enquanto o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), chamava os que trabalham na Lava Jato de torturadores, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, visitava o juiz Sergio Moro, ontem em Curitiba, e declarou seu apoio aos integrantes da força-tarefa. Barros é maringaense, como Moro; Moraes, paulistano.

Na Gazeta do Povo, Reinaldo Bessa informa que uma fotografia do juiz Sergio Moro com dona Flora Madalosso deverá substituir a do ex-presidente Lula na entrada do restaurante Madalosso, em Santa Felicidade. Continue lendo ›

De Iotti, no jornal Zero Hora, de Porto Alegre (RS).

… ter pertencido à Arena, braço partidário da ditadura militar, e ao PFL.
O juiz federal Sergio Moro, para o reitor Mauro Baesso, não tem currículo para receber a homenagem. Mesma sorte não tiveram da instituição dois doutores honoris causa: o ex-governador Paulo Pimentel e o ex-prefeito e ex-deputado federal Adriano Valente.
O reitor Mauro Luciano Baesso, da UEM, decidiu não conceder o titulo de doutor honoris causa ao juiz Sérgio Moro, depois que um grupo de docentes e funcionários da Universidade Estadual de Maringá solicitou sua invalidação.
A informação é de Marcia Villanova, no site Brigada Herzog. Continue lendo ›

Está pronto para lançamento o livro “Sergio Moro, o homem, o juiz e o Brasil”, de autoria do advogado Luiz Scarpino Júnior, editado pela Novas Ideias. Trata-se do terceiro livro sobre o maringaense, e o preço do exemplar é R$ 37,90.Continue lendo ›

De Robson Bonin, na revista Veja:
Entre todos os corruptos presos na Operação Lava-Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa é de longe o que mais aproveitou o tempo ocioso para fazer amigos atrás das grades. Político à moda antiga, expoente de uma família rica e tradicional do Nordeste, Corrêa é conhecido pelo jeito bonachão. Conseguiu o impressionante feito de arrancar gargalhadas do sempre sisudo juiz Sergio Moro quando, em uma audiência, se disse um especialista na arte de comprar votos. Falou de maneira tão espontânea que ninguém resistiu (leia mais).
A propósito, postagem de Cícero Cattani em agosto do ano passado intitulava-se “O futuro dos Barros a Pedro Corrêa pertence”.

De Mário Simas Filho, na revista IstoÉ deste final de semana:
Tanto no Palácio do Planalto como entre ministros do Supremo Tribunal Federal existe a certeza de que nos últimos seis meses agentes da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, teriam espionado o presidente Michel Temer, líderes do PMDB, o juiz Sérgio Moro e até ministros do STF.
A descoberta, há cerca de duas semanas, de um grampo ambiental instalado sob a mesa do gabinete do ministro Luís Roberto Barroso confirmou as suspeitas que a equipe do presidente Michel Temer e membros da força tarefa da operação Lava Jato têm desde dezembro. Continue lendo ›

O juiz federal Sergio Moro estará amanhã em Maringá, fazendo palestra sobre combate à corrupção, em evento jurídico que faz parte das comemorações dos 50 anos do curso de Direito da UEM.
A palestra está marcada para começar às 21h.Continue lendo ›

Começa a circular em junho próximo o jornal Metro em Maringá (aliás, grafado incorretamente como “O Metro” no site do Grupo JMalucelli). O pré-lançamento acontece amanhã.
Serão distribuídos gratuitamente 20 mil exemplares diários nas regiões metropolitanas de Maringá e Londrina; em Curitiba, são 30 mil exemplares/dia, com circulação de segunda a sexta. Continue lendo ›

Por falar em Sergio Fernando Moro, ele discursará sobre corrupção na próxima quarta-feira, quando retorna a Maringá para participar do primeiro dia do simpósio comemorativo aos 50 anos do curso de Direito da Universidade Estadual de Maringá. Aliás, o número de inscritos está praticamente fechado.
Na palestra, que começará às 21h, Moro também falará sobre a instituição onde se graduou.

Ontem fez duas semanas que o professor Basílio Bacarin foi paraninfo geral da formatura da UEM (que praticamente ignorou o evento).
No discurso ele destacou que o juiz federal Sergio Moro formou-se na instituição, lembrou sua atuação contra a roubalheira na Petrobras e cobrou elegantemente do reitor Mauro Baesso o andamento de sua sugestão, para a entrega do título de doutor honoris causa ao ilustre maringaense.Continue lendo ›

Acompanhado da mulher Rosangela, o juiz Sergio Moro esteve ontem em Nova Iorque, EUA, onde foi homenageado pela Time como uma das 100 personalidades mundiais da atualidade escolhidas pela revista.
Em rara fala à imprensa (ao Jornal Nacional), ele disse que a escolha “honra muito a instituição, o trabalho institucional, isso eu tenho sempre dito, e acho que é o reconhecimento também que o Brasil toma passos importantes na prevenção e no combate à corrupção. Essa perspectiva eu acho muito positiva”.