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Ministério Público

Servidores teriam sido “candidatos fictícios”

No Paraná, nas eleições realizadas neste ano, ao menos 80 candidatos a uma vaga no Executivo ou Legislativo municipais foram servidores públicos que são suspeitos de terem apresentado candidaturas fictícias. Essa é a conclusão inicial de averiguação conduzida pelo Ministério Público do Paraná, a partir do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público e à Ordem Tributária. O objeto da apuração veio do cruzamento de dados públicos disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral e Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.

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Gossip

Estão de mal

Candidatos a prefeito e a vice-prefeito, da mesma chapa majoritária, não estão conversando nem trocando olhares. Como têm que manter a aparência, tentam esconder a mútua antipatia; se pudessem, sairiam nos tapas. Um deles, que apagou das redes sociais todas as postagens que fez contra os funcionários públicos, é conhecido como “estadista da latinha de alumínio”.

Legislativo

Deputados por Maringá se dividem na votação de veto

Houve divisão entre os deputados federais que representam Maringá, ontem, na votação do veto ao projeto que permitia que algumas categorias (policiais, médicos e professores) conseguissem aumentos salariais até o fim de 2021. Ricardo Barros (PP) e Luiz Nishimori (PL) votaram pela manutenção do veto do presidente Jair Bolsonaro; Sargento Fahur (PSD) e Enio Verri (foto/PT) votaram pela derrubada.

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Legislativo

O desafio de Barros e do governo

O boletim de hoje da XP Análise Política avalia que Ricardo Barros e o governo terão um grande desafio, a propósito do veto do presidente Bolsonaro que o Senado derrubou ontem que impede o reajuste a servidores federais, estaduais e municipais (policiais, médicos e professores) na pandemia até o fim do ano que vem.

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Paraná

Auxílio emergencial foi pago a servidores municipais que sequer se cadastraram para receber o benefício

Servidores e ex-servidores públicos que constam da lista de 10,6 mil que podem ter recebido irregularmente o auxílio emergencial no Paraná estão sendo colocadas em situações de contrangimento. Associações de municípios começam a se posicionar e confirmam o que foi publicado ontem: muitas dessas pessoas sequer solicitaram o benefício, o que configuraria um erro do sistema da Dataprev.

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Maringá

Serviço caprichado

Confira o trabalho caprichado da equipe de servidores da Secretaria de Mobilidade Urbana de Maringá, na sinalização na região do Novo Centro.

O trabalho recebeu elogios do prefeito Ulisses Maia, que publicou as fotos nas redes sociais, e do secretário Gilberto Purpur, da Semob.

Dão de dez no trabalho de sinalização horizontal realizado por algumas empreiteiras locais.

Geral

Trabalho elogiável

Marco Antonio Deprá, autor da foto, registra o trabalho realizado por servidores da Prefeitura de Maringá, durante todo o dia de ontem.

“Foram oito pontos de coleta de materiais inservíveis. O trabalho foi intenso pois a população atendeu ao chamado de combate ao Aedes aegypti. Seria muito bom a prefeitura repetir esse trabalho ao menos uma mês por mês. Parabéns aos envolvidos”.

Blog

Servidores municipais reagem ao serem chamados de porcos por vereador do PSL

Uma postagem feita nas redes sociais pelo vereador Jamal Ali Mohamad Abou Fares (PSL) provocou a revolta em servidores públicos municipais.

Ao tentar criticar a administração municipal, ele referiu-se a uma roçada como sendo um “serviço porco”. A reação de funcionários, principal da Secretaria de Serviços Públicos, foi imediata. “Porco e sujo são seus posts”, escreveu um deles.

Fernando Gomes Camacho lembrou que o vereador foi sumariamente exonerado por não comparecer ao trabalho como médico de posto de saúde em Maringá.

O advogado Humberto Boaventura também fez coro, chamando a postagem de vergonha e reveladora do “tanto que essa gente despreza o serviço dos trabalhadores. O vereador fez uma ofensa de mau gosto ao falar que a roçada feita pelos trabalhadores do município foi um “serviço porco” na avenida Alexandre Rasgulaef. Pode até haver problemas nas roçadas devido ao período de chuva, falta de equipes e outros… Mas chamar o seviço de quem trabalha com salário baixo, 8 ou mais horas de baixo de sol “de porco” é um ataque a toda a classe trabalhadora. Não foi nem uma, nem duas vezes, que esses trabalhadores passaram na minha casa pedindo um copo de água gelada, e vem esse sujeito falar uma asneira dessa. Esse vereador é um legítimo representante das elites maringaenses. Nesse ano vamos mandar esse bolsonarista pra casa dele.”

“Me desculpe, mas vc não entende nada da logística do trabalho. Primeiro é feito essa parte e depois vem o trabalho com as roçadeiras e acabamento. Passe no mesmo local depois.”, lembrou Maria Lígia Guedes, diretora da Semusp.