As ações contemplam a revisão geral anual (data-base), reestruturações de carreira e avanços funcionais, beneficiando servidores ativos e inativos em diversas áreas do Poder Executivo
Há uma suspeita para que dois vereadores – Rafael Roza (Pros) e Cris Lauer (PSC) – tenham votado contra o projeto que institui indenização para as famílias de servidores, profissionais da área de saúde, que morreram na linha de frente contra a covid-19.
No Paraná, nas eleições realizadas neste ano, ao menos 80 candidatos a uma vaga no Executivo ou Legislativo municipais foram servidores públicos que são suspeitos de terem apresentado candidaturas fictícias. Essa é a conclusão inicial de averiguação conduzida pelo Ministério Público do Paraná, a partir do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público e à Ordem Tributária. O objeto da apuração veio do cruzamento de dados públicos disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral e Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.
Candidatos a prefeito e a vice-prefeito, da mesma chapa majoritária, não estão conversando nem trocando olhares. Como têm que manter a aparência, tentam esconder a mútua antipatia; se pudessem, sairiam nos tapas. Um deles, que apagou das redes sociais todas as postagens que fez contra os funcionários públicos, é conhecido como “estadista da latinha de alumínio”.
Houve divisão entre os deputados federais que representam Maringá, ontem, na votação do veto ao projeto que permitia que algumas categorias (policiais, médicos e professores) conseguissem aumentos salariais até o fim de 2021. Ricardo Barros (PP) e Luiz Nishimori (PL) votaram pela manutenção do veto do presidente Jair Bolsonaro; Sargento Fahur (PSD) e Enio Verri (foto/PT) votaram pela derrubada.
O boletim de hoje da XP Análise Política avalia que Ricardo Barros e o governo terão um grande desafio, a propósito do veto do presidente Bolsonaro que o Senado derrubou ontem que impede o reajuste a servidores federais, estaduais e municipais (policiais, médicos e professores) na pandemia até o fim do ano que vem.
Até o último sábado já haviam retornado ao cofre da União R$ 2.936.400,00 devolvidos por servidores públicos do Paraná que receberam indevidamente o auxílio emergencial criado pelo governo federal devido à pandemia da covid-19. O ressarcimento foi efetuado por 2.659 pessoas.
Servidores e ex-servidores públicos que constam da lista de 10,6 mil que podem ter recebido irregularmente o auxílio emergencial no Paraná estão sendo colocadas em situações de contrangimento. Associações de municípios começam a se posicionar e confirmam o que foi publicado ontem: muitas dessas pessoas sequer solicitaram o benefício, o que configuraria um erro do sistema da Dataprev.
O site RCP informa que a Unicesumar ainda não se manifestou sobre um desesperado apelo que circulou ontem nas redes sociais denunciando condições de perigo eminente de contágio entre colaboradores do Bloco 4 e no EAD (leia aqui).
Marco Antonio Deprá, autor da foto, registra o trabalho realizado por servidores da Prefeitura de Maringá, durante todo o dia de ontem.
“Foram oito pontos de coleta de materiais inservíveis. O trabalho foi intenso pois a população atendeu ao chamado de combate ao Aedes aegypti. Seria muito bom a prefeitura repetir esse trabalho ao menos uma mês por mês. Parabéns aos envolvidos”.
Uma postagem feita nas redes sociais pelo vereador Jamal Ali Mohamad Abou Fares (PSL) provocou a revolta em servidores públicos municipais.
Ao tentar criticar a administração municipal, ele referiu-se a uma roçada como sendo um “serviço porco”. A reação de funcionários, principal da Secretaria de Serviços Públicos, foi imediata. “Porco e sujo são seus posts”, escreveu um deles.
Fernando Gomes Camacho lembrou que o vereador foi sumariamente exonerado por não comparecer ao trabalho como médico de posto de saúde em Maringá.
O advogado Humberto Boaventura também fez coro, chamando a postagem de vergonha e reveladora do “tanto que essa gente despreza o serviço dos trabalhadores. O vereador fez uma ofensa de mau gosto ao falar que a roçada feita pelos trabalhadores do município foi um “serviço porco” na avenida Alexandre Rasgulaef. Pode até haver problemas nas roçadas devido ao período de chuva, falta de equipes e outros… Mas chamar o seviço de quem trabalha com salário baixo, 8 ou mais horas de baixo de sol “de porco” é um ataque a toda a classe trabalhadora. Não foi nem uma, nem duas vezes, que esses trabalhadores passaram na minha casa pedindo um copo de água gelada, e vem esse sujeito falar uma asneira dessa. Esse vereador é um legítimo representante das elites maringaenses. Nesse ano vamos mandar esse bolsonarista pra casa dele.”
“Me desculpe, mas vc não entende nada da logística do trabalho. Primeiro é feito essa parte e depois vem o trabalho com as roçadeiras e acabamento. Passe no mesmo local depois.”, lembrou Maria Lígia Guedes, diretora da Semusp.
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