A Secretaria de Estado da Saúde confirmou hoje, em boletim, mais 103 pessoas com o novo coronavírus e duas mortes em decorrência da doença. O monitoramento acumula 2.242 casos e 123 óbitos pela doença causada pelo vírus Sars-CoV-2. Acima, o gráfico com o coeficiente de incidência por regional de saúde (casos confirmados por milhão de habitantes);
A Secretaria de Saúde informou hoje à tarde mais um óbito pela Covid-19 e 74 confirmações da doença. 148 cidades do Paraná têm ao menos um caso de residente confirmado com o novo coronavírus, segundo o monitoramento da Sesa. Maringá não aparece na relação das cidades com novos casos. O gráfico mostra os casos (verde) e óbitos (vermelho) confirmados no estado.
Mais 40 casos confirmados da covid-19 em pessoas que residem no Paraná constam do boletim divulgado há pouco pela Secretaria de Estado da Saúde. A quantidade de óbitos chegou a 101 em decorrência da patologia. Acima, o gráfico com o coeficiente de mortalidade por regional de saúde (óbitos por milhão de habitantes).
O boletim da dengue divulgado hoje pela Secretaria de Estado da Saúde contabiliza 157.418 casos confirmados no Paraná e 122 óbitos provocados pela doença. A epidemia atinge 223 cidades – 55,8% dos municípios paranaenses. São cidades que apresentam, proporcionalmente, incidência maior que 300 casos autóctones por 100 mil habitantes.
A Secretaria de Saúde confirma mais 16 casos e quatro óbitos pela Covid-19 nas últimas 24 horas. O Paraná tem ao todo 1156 casos já confirmados, 682 pessoas que já se recuperaram e estão liberadas com segurança do isolamento e 73 que foram a óbito em decorrência da Covid-19. Acima, o coeficiente de incidência por regional de Saúde (1 milhão/hab), destacando o número de casos em Paranavaí, Cascavel, Campo Mourão e Curitiba.
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou uma nova atualização da situação de pacientes conformados com o novo coronavírus, 42 novos casos e três óbitos nas últimas 24 horas. No total o Paraná registra 987 casos confirmados e 50º óbito de residentes no Estado com a doença. Os pacientes que morreram são dois homens residentes de Apucarana (com idades 47 e 51 anos) e uma mulher de Londrina (de 56 anos). Todos os pacientes estavam internados. (Acima, gráfico com os casos confirmados por dia.
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou neste sábado mais 71 casos de pacientes contaminados com o novo coronavírus; o total chegou a 945 residentes do Paraná com a doença. Paranavaí teve óbito confirmado.
A Secretaria Municipal de Saúde de Maringá informou no boletim de hoje que a cidade registrou três mortes por coronavírus – um aumento de 50% em relação ao número divulgado até ontem. Só que a Secretaria de Estado da Saúde, em boletim divulgado antes, informou que havia 4 óbitos em Maringá – o que seria um aumento de 100%.
Dados do boletim da Secretaria de Estado da Saúde confirmam mais 16 casos de coronavírus neste domingo. Agora o Paraná soma 152 casos confirmados – cinco não residem no Estado –, 2.580 descartados e 696 em investigação. Para variar, os números constantes do boletim da Sesa não batem com os da Secretaria de Saúde de Maringá.
O boletim diário sobre casos de coronavírus em Maringá desta quarta-feira, com atualização da Secretaria de Saúde do Paraná, indica 23 notificações, 1 caso confirmado, 8 casos descartados e 14 sob análise.
Em nota distribuída nesta noite, o governo do estado decidiu pela manutenção de eventos programados no Paraná, por considerar que não se justifica o cancelamento em função da situação epidemiológica favorável.
O boletim da dengue divulgado hoje pela Ssecretaria da Saúde do Paraná registra 26.692 casos confirmados de dengue no estado; com 6.129 casos a mais que a semana anterior que trazia 20.563 confirmações. O aumento é de 29,81%.
A campanha nacional de vacinação contra o sarampo começou na segunda-feira (10) e segue até o dia 13 de março.
No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde pretende vacinar o público mais infectado pela doença até agora, os jovens com idade entre 20 e 29 anos. Neste sábado (15), haverá o “Dia D”, e os postos de saúde estarão abertos para facilitar o acesso à população.
De acordo com dados do Programa Nacional de Imunização (PNI), menos de 1% deste grupo está imunizado. “Os dados mostram que temos cerca de 600 mil jovens em nosso Estado e que apenas 5,2 mil foram vacinados no último ano. Este é exatamente o público mais afetado, são 52% do total de pacientes confirmados com sarampo”, disse o secretário Beto Preto.
“Temos o panorama e sabemos quem é que está mais suscetível, é preciso lembrar, reforçar e instruir as pessoas a tomarem a vacina”, afirmou o secretário. “É a única forma de prevenção. Embora não seja uma doença que estivesse comum em anos anteriores, o sarampo é muito contagioso e perigoso. As consequências podem aparecer anos depois e as complicações podem levar à morte”, acrescentou.
VACINAS – O Paraná possui 1.852 salas de vacinação dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e mais de 1,2 milhão de doses da vacina tríplice viral para a campanha. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba.
QUEM TOMA A VACINA – A dose zero deve ser aplicada em crianças entre seis e onze meses. A dose número 1 aos 12 meses de vida com a vacina tríplice viral, e a dose 2 aos 15 meses com a vacina tetra viral (que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora).
A população com até 29 anos deve receber ao menos duas doses da vacina. E para as pessoas que estão no grupo com idade entre 30 e 49 anos basta ter o registro de uma dose. Acima dos 50 anos, a vacina é indicada apenas nos casos de bloqueio vacinal após a exposição com casos de suspeita da doença ou confirmados. Mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas. E aquelas que desejam engravidar, devem aguardar no mínimo 30 dias após receber a dose da vacina.
Os profissionais da área da saúde devem ser vacinados com as duas doses da tríplice viral em qualquer faixa etária, independente se atuam na atenção primária, secundária ou terciária.
QUEM NÃO TOMA A VACINA – Pessoas com a imunidade baixa, mulheres grávidas e menores de seis meses de idade não devem tomar a vacina.
Mais informações sobre o calendário de vacinação podem ser acessadas aqui.
BOLETIM – O boletim epidemiológico publicado nesta quinta-feira (13) confirmou que 850 pessoas já receberam a confirmação do diagnóstico de sarampo no Estado. Destas, 447 têm idade entre 20 e 29 anos, 219 estão na faixa de 10 a 19 anos, 94 registros entre 30 e 39 anos, 46 são pessoas na faixa de idade acima dos 40 anos e 44 pacientes confirmados com menos de 10 anos.
Em Curitiba são 508 confirmações e, considerando mais 19 cidades da região metropolitana, o número de casos é de 765, ou seja, 90% dos pacientes estão concentrados na região da capital paranaense.
No Estado todo, o vírus do sarampo ainda circula ou já circulou em 42 cidades em todas as regiões. Para mais informações, acesse o boletim completo aqui.
O Paraná aponta hoje 102,08 casos de dengue autóctones por 100 mil habitantes, incidência que confirma situação de alerta de epidemia no Estado. O dado está no boletim que monitora a doença e foi divulgado hoje pela Secretaria Estadual da Saúde.
Maringá, Sarandi e Nova Esperança estão na lista das 15 cidades que passaram a estar em situação de alerta e Atalaia, Itaguajé, Presidente Castelo Branco, Nossa Senhora das Graças e Santa Fé, na microrregião de Maringá, estão em epidemia.
O boletim da Sesa registra nesta semana 14.697 casos confirmados de dengue. São 3.815 casos a mais que a semana anterior, que apresentava 10.882. O aumento é de 35,06%.
“Alertamos a todo o paranaense, independente da região de residência, para a necessidade de eliminarmos os criadouros do mosquito transmissor da doença; cerca de 90% dos focos estão nos quintais e pátios e nos ambientes internos das residências e das empresas privadas e públicas; precisamos do apoio de todos nesta ação de remoção, pois o período de maior transmissão dengue ainda não chegou”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Este período, segundo análise da sazonalidade, entre fevereiro e março, podendo se estender conforme as condições climáticas.
O índice infestação é calculado pela “Regra de 3 simples”: divide-se o número de casos autóctones confirmados pelo número de habitantes e multiplica-se por 100 mil habitantes; no caso do Paraná são 11.585 casos autóctones e 11.348.937 milhões de habitantes, totalizando 102,08 casos por 100 mil habitantes.
MUNICÍPIOS – Aumentaram também os municípios em situação de epidemia; eram 34 e agora são 50. Entraram para esta relação: Indianópolis, Itaúna do Sul, Mirador, Planaltina do Paraná, Porto Rico, Santo Antônio do Caiuá, São João do Caiuá, São Pedro do Paraná, Terra Rica, Atalaia, Itaguajé, Nossa Senhora das Graças, Presidente Castelo Branco, Santa Fé, Uraí e Porecatu.
São 29 os municípios em situação de alerta para dengue; 15 entraram para esta lista a partir deste boletim: Nova Aurora, Engenheiro Beltrão, Altônia, Brasilândia do Sul, Cruzeiro do Oeste, Umuarama, Amaporã, Nova Londrina, Querência do Norte, Maringá, Nova Esperança, Sarandi, Andirá, Rancho Alegre, e Arapuã.
O total de casos notificados é de 49.464, registrados em 309 municípios do Paraná.
“O Governo do Estado realiza uma grande força-tarefa por meio do Comitê Intersetorial de Controle da Dengue, em funcionamento desde o ano passado, e vem promovendo ações em todo o Paraná, em parceria com municípios e entidades da sociedade civil. Foram realizados mutirões de limpeza com orientação técnica para a remoção de focos, palestras de orientação sobre medidas preventivas e capacitação de mais de 1.200 profissionais sobre manejo clínico da doença, nas regiões de Londrina, Maringá, Paranavaí e Campo Mourão”, informou o secretário Beto Preto.
Na próxima semana, de 11 a 14 de fevereiro, a capacitação sobre manejo clínico da dengue para médicos, enfermeiros e profissionais da saúde será ministrada pelos técnicos da Sesa nas regiões de Jacarezinho, Cornélio Procópio e Cianorte. (Sesa)
“Estamos em guerra contra a dengue”, resume o prefeito de Maringá, Ulisses Maia, ao detalhar as ações de prevenção ao mosquito transmissor da doença. São diversas secretarias conectadas no esforço conjunto de combater e conscientizar sobre a urgência de evitar situações que facilitem a proliferação do mosquito. A estratégia contínua do município será reafirmada em reunião de mobilização nesta quarta, 29, às 9 horas, no Teatro Calil Haddad.
No evento serão detalhadas a estratégia aplicada pelo município no combate a dengue e apresentado um plano de curto prazo para intensificar ações de prevenção. “Precisamos envolver todos nesse esforço, pois a dengue é uma doença grave e exige ampla mobilização. Não vamos dar trégua ao mosquito e nessa guerra somos todos soldados”, afirma o prefeito. O convite para a reunião se estende aos mais diversos setores organizados da sociedade.
O secretário de Saúde, Jair Biatto, destaca a importância da prevenção como recurso essencial no combate a dengue. “O esforço de cada um, cuidado do seu espaço, proporciona ganhos coletivos. É preciso reduzir ou eliminar focos do mosquito, ou seja, locais que acumulam água. É um procedimentos simples que pode salvar vidas”, diz o secretário, acrescentando que dengue exige atenção, pois mata. “Não há margem de tolerância contra mosquito”, afirma Biatto.
Além de reforçar as equipes que atuam diretamente nas casas, informando sobre a importância de esvaziar recipientes com água parada, ambiente adequado para a proliferação do mosquito, a Prefeitura de Maringá intensifica trabalho de roçada, retirada de entulhos e materiais inservíveis, descartados irregularmente em áreas públicas, e notifica proprietários de terrenos a manter espaços limpos. “Vamos apertar o cerco contra o mosquito. Essa é uma guerra de todos e vamos vencê-la”, afirma o prefeito, segundo release distribuído à imprensa.
Em nível estadual, técnicos da Secretaria de Saúde percorrem desde ontem as regiões de Londrina, Maringá, Paranavaí e Campo Mourão, com orientações sobre remoção técnica de criadouros do vetor, interpretação do canal endêmico da doença, orientações sobre manejo clínico e assistência aos pacientes de dengue.
Hoje a reunião será em Maringá; com a participação de profissionais de saúde dos 30 municípios da região da Amusep; na quinta, em Paranavaí, com 28 municípios; e, na sexta, em Campo Mourão, com representantes de mais 25 cidades.
O Comitê Regional Intersetorial de Controle da Dengue realizará amanhã, no auditório do Hospital Universitário Regional de Maringá, reunião com com a participação do médico sanitarista da Secretaria de Estado da Saúde, Enpeas Cordeiro de Souza Filho.
Ele é especialista em saúde coletiva e, de acordo com a 15ª Regional de Saúde, que convite para o encontro, serão tratados assuntos pertinentes ao combate à dengue na região. A reunião começará às 18h30.
Enéas Cordeiro de Souza Filho possui graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (1986) e especialização em Saude Coletiva pela Universidade Federal do Paraná (2003). Atualmente é médico da UFPR e médico da Secretaria da Saude do Estado do Parana.
Representes da Secretaria de Estado da Saúde estão em Maringá hoje para apresentar o Plano Regional Integrado para as equipes de gestão das regionais de saúde da crorregião noroeste. A organização do evento é da 15ª Regional de Saúde, sediada em Maringá, com apoio logístico do Hospital Universitário Regional de Maringá.Continue lendo ›
O cirurgião dentista Antonio Carlos Nardi ficou poucos meses no cargo de secretário de Saúde do Paraná e não quis ficar esperando: tratou ele mesmo de mandar colocar sua fotografia na galeria de ex-secretários da Sesa.Continue lendo ›
Será assinado amanhã termo de cooperação técnica entre o Conselho Regional de Enfermagem do Paraná e Secretaria de Estado da Saúde do Paraná que visa a fiscalização, capacitação e promoção de medidas para a qualificação dos estabelecimentos de saúde, prioritariamente os de alta complexidade.
Na solenidade, que será realizada a partir das 14 horas no auditório da Sesa/PR e transmitida por videoconferência às 22 regionais de saúde, também ocorrerá o lançamento do programa de educação permanente Coren Paraná Atualiza. Continue lendo ›
Munhoz de Mello, na micro-região de Maringá (cidade do secretário de Recursos Humanos da administração Pupin/Barros, Gilmar José Benkendorf Silva), é um dos onze municípios paranaenses que enfrentam epidemia de dengue, segundo o novo boletim sobre a doença divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde. Continue lendo ›
(Corrigido) O número de mortes causadas pela dengue em Maringá este ano aumentou: ontem, a Secretaria de Saúde do Paraná confirmou mais dois óbitos, que ocorreram em fevereiro e março. Um deles tinha Síndrome de Down e cardiopatia. Em todo o estado, desde agosto do ano passado, 16.886 casos de dengue foram confirmados, sobretudo nas regiões norte, noroeste e oeste, e 48 municípios atingiram patamares epidêmicos, o que significa que as cidades registraram índices superiores a 300 casos por 100 mil habitantes. O último boletim divulgado em Maringá, há uma semana, informava 7.485 casos notificados, 3.027 confirmados e 3 óbitos; a atualização dos casos e óbitos será divulgada hoje. PS: A tabela divulgada pela Sesa traz 4 mortes na Regional de Maringá.
O governador Beto Richa autorizou a nomeação de 48 servidores para atuar nas centrais de regulação nas regionais de Curitiba, Cascavel, Maringá e Londrina, que são responsáveis pelos serviços do Samu, Siate, transferências e internações de pacientes no SUS. A informação é de Rafael Fantin, do Bonde. Ao todo, são 22 médicos, entre clínicos gerais, pediatras e cardiologistas, três enfermeiros, 21 técnicos de enfermagem e dois auxiliares de enfermagem.
Segundo informações da assessoria de imprensa de Secretaria Estadual de Saúde, dois médicos clínicos gerais e quatro técnicos de enfermagem irão atuar em Londrina na 17ª Regional. Para a 15ª Regional de Maringá, o governo autorizou a contratação de cinco médicos clínicos gerais, seis técnicos de enfermagem, uma enfermeira e um auxiliar administrativo. Quatro médicos e um enfermeiros foram nomeados para regional de Cascavel. Os profissionais vão gerenciar o fluxo de atendimento aos pacientes do SUS, principalmente em casos de urgência e emergência.
A Secretaria de Estado da Saúde, comandada pelo maringaense Michele Caputo, realizará em 3 de setembro várias licitações, como a de aquisição de refeições e auditório para atender a 15ª Regional de Maringá, estando dispota a pagar até R$ 59.639,00. Também serão realizados pregões eletrônicos para o fornecimento de passagens aéreas e terrestres nacionais (valor máximo de R$ 310 mil), contratação de empresa para locação de ventiladores não invasivos e fornecimento de máscaras nasal ou facial, com garantia e assistência técnica, entrega parcelada (valor máximo de R$ 797.600,00) e para aquisição de luvas cirúrgicas (paga-se até R$ 99.750,00)
O deputado estadual Enio Verri (PT) citou o caso hoje, da tribuna da Assembleia Legislativa: os vigilantes da Secretaria de Estado da Saúde e do Bem-Estar Social vivem momentos de apreensão. Eles estão sem receber salário desde o quinto dia útil desde mês. A alegação da empresa (Genesy Segurança e Vigilância) é que a Sesa não faz o pagamento desde dezembro. Circula agora também que as oficinas que prestam serviços de consertos de veículos das regionais de saúde, espalhadas pelo estado, também estão sem receber.
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