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Impugnação é oportunista, reclama Paulo Vidigal, da chapa 2

O servidor público municipal Paulo Vidigal, que encabeça a chapa 2, confirmou no Facebook que ontem a chapa 1, derrotada no primeiro turno da eleição para o Sismmar, entrou com pedido de impugnação do pleito, “de maneira oportunista, desrespeitando o resultado das urnas e o voto dos servidores”. A chapa 1 é ligada à CUT, assim como a 3. “Permanecemos na sede do sindicato até a 1 da manhã e conseguimos impedir que o pedido de impugnação fosse votado pela comissão eleitoral, sem que sequer nos fosse dado o direito de manifestar. Ficou deliberado que as duas chapas que concorrem ao segundo turno se manifestem até quinta-feira. Até lá, a eleição do segundo turno está mantida”.
Vidigal informou que a chapa 2 defende o respeito à vontade dos servidores e da comissão eleitoral, que, cumprindo o estatuto, decidiu pela impugnação da urna.

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O que diz o estatuto

Sismmar

O pedido de impugnação da eleição no Sismmar, feito pela chapa, 1, está embasado no parágrafo único do artigo 132 do estatuto do sindicato. A urna impugnada seria uma ligada à Setrans. A comissão eleitoral ainda se manifestou oficialmente. Tudo indica que, se a comissão não aceitar, a eleição terá desdobramentos judiciais.

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Comissão eleitoral analisa pedido da chapa 1 para impugnar a eleição no Sismmar

A chapa 1 (“Sismmar para todos”) que disputou a eleição do Sismmar e não foi para o segundo turno, ingressou nesta noite com pedido para impugnar todo o pleito. A chapa é encabeçada por Solange Marega, que integra a atual diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá, que ‘rachou’ nesta eleição.
Alegou-se o artigo 132 do estatuto do sindicato, e a comissão eleitoral está reunida para decidir sobre o pedido. Há chances de uma nova eleição. O pedido baseia-se numa urna que já havia sido impugnada de forma unânime pela comissão eleitoral, inclusive com concordância do indicado da chapa 1. A urna tinha votos a mais.

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No Judiciário

A eleição para o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar) deve acabar na justiça. Pode ser que um novo pleito seja convocado.

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Centrais na disputa

Conlutas

CUT de um lado, Conlutas de outro. O segundo turno da eleição do Sismmar promete. A chapa 3 fará a CUT descer em peso para Maringá, o que deve acontecer também com a outra central de trabalhadores. O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), por exemplo, participou da campanha da chapa 2, como se vê na foto.

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Apoio não funcionou

estrela PT

Candidatos a conselheiro tutelar em Maringá que tiveram apoio de petistas tiveram problemas na eleição de ontem. Os irmãos Mário (vereador) e Enio Verri (deputado federal) apoiaram a candidata Cleide Maria Luiz Santiago; o ex-vereador Mariucci apoiou Hudson Carlos dos Santos; ambos não chegaram.
Se serve de consolo: o PP, o PHS e o staff de Ricardo Barros apoiaram a candidata Rosária Ribeiro Ramos que, pela segunda vez, não se elegeu. A cúpula do PSC local apoiou Rogério Mizael, que também não chegou lá.

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‘Vergonha, vergonha’

Do leitor:

O sentimento foi de muita revolta, a chuva fria castigava os envolvidos no processo de eleição para a nova diretoria do Sismmar na noite da última sexta-feira. Estavam lá desde às 17 horas da tarde, ou seja, há mais de sete horas, do lado de fora, ¨presos ¨ na antidemocrática e arbitrária decisão de deixar de fora os donos da festa. Continue lendo ›

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Comemoração

Iraídes

A atual presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, comemorou o resultado da eleição em cima de uma mesa de vereador, no plenário da Câmara de Maringá. O vereador Mário Verri, presidente do PT local, também comemorou efusivamente, como registrou Gilmar Ferreira em vídeo.

Política

Acompanhando a apuração

PT

Petistas acompanham a apuração dos votos da eleição no Sismmar, nesta manhã na Câmara de Maringá, como o vereador Mário Verri e o advogado Marino Gonçalves. O deputado federal Enio Verri participou ativamente da campanha em favor da chapa 3.

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Mais uma parcial

O mais recente levantamento da apuração dos votos da eleição do Sismmar, faltando cerca de oito urnas, apontava 33,12% para a chapa 1 (528 votos), 32,68% para a chapa 2 (521 votos) e 34,19% para a chapa 3 (545 votos).
PS – As chapas 2 (Paulo Vidigal) e 3 (Iraídes Baptistoni) estarão no segundo turno da eleição. O resultado final: Chapa 1, Solange: 808; Chapa 2, Paulo: 884; Chapa 3, Iraídes: 903.

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Sismmar: apuração parcial

Foram apuradas até agora seis urnas na eleição para o Sismmar. O resultado, de acordo com mensagem enviada pelo vereador Mário Verri (PT) numa rede social, aponta a chapa 2 (Paulo Vidigal) com 41%, seguido da chapa 1 (Solange Marega) com 38% e a chapa 3 (Iraídes Baptistoni) com 20%. Os votos equivaleriam aos servidores públicos municipais do paço municipal, Secretaria de Saúde e UPA.
PS – São 23 urnas no total. Apuradas 10, a diferença entre as três chapas é pequena. A última parcial dava 32,82% para a chapa 1, 33,85% para a chapa 2 e 33,93% para a chapa 3.

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Começa a apuração

Eleição

Há cerca de 20 minutos começaram os trabalhos de apuração dos votos da eleição para o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar), na câmara municipal. Três chapas disputaram o pleito.

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Eleição sob tensão

O blog soube que há muita tensão neste momento no processo de escolha da nova direção do Sismmar. Agora a reclamação é de que a chapa 1 dificulta a coleta de votos: mudam ordem do itinerário das urnas, fecham as sessões para almoço com longa duração e colocaram seguranças truculentos para ameaçar adversários. Teme-se por hoje à noite, quando acontece a apuração na câmara.

Opinião

A vez dos ‘bate-pau’

Mais de dez seguranças particulares teriam sido contratados pela chapa 1 para acompanhar a eleição no Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá. A chapa é ligada à CUT. “Com a presença destes contratados nas mesas coletoras de votos ao pleito sindical estamos presenciando situações de constrangimento, ameaças, coação, intimidação e barbárie”, comentou Robson Gibim, militante dos movimentos sociais da cidade há mais de 20 anos, em denúncia ao movimento sindicalista no Facebook.
Para ele, “esta prática envergonha a Esquerda Socialista de Maringá, mancha a História do Sismmar, demonstra o grau de degeneração e burocratização da CUT Paranaense e em nada contribui ao avanço da Democracia Operária entre nós trabalhadores”.

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Para intimidar

Seguranças

A denúncia foi feita por Paulo Vidigal, da chapa 2, e está nas redes sociais: a chapa 1, que concorre ao Sismmar, teria contratado seguranças para intimidar integrantes das outras duas chapas. “A foto não foi feita numa academia, mas sim na porta do Sismmar. Chapa 1 contratou seguranças que intimidaram o coordenador de campanha de nossa chapa que tentava falar com o presidente Comissão Eleitoral. Uma integrante da Chapa 3 também foi intimidada”, diz o texto.

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Coordenadores importados

Chapa 3

A campanha eleitoral no Sismmar está como a temperatura ambiente dos últimos dias. Aponta um servidor que a chapa 3 é a única que tem coordenadores vindos de outras cidades. Na foto acima, postada em rede social, aparecem coordenadores de Campo Mourão (Marião) e de Londrina (Ceará e Negão), sem contar o principal coordenador, Carlão, de Cambé. “Como alguém que não convive com os servidores de Maringá pode saber o que é bom para eles?”, observa o internauta.

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Vestindo a camisa

Chapa 3

Newton de Almeida, chefe de gabinete do deputado federal Enio Verri (PT), como se vê na foto, está empenhado na campanha da chapa 3, que disputa o Sismmar. O parlamentar, por sinal, apareceu no Bom Dia Brasil de hoje numa reportagem sobre a volta da CPMF.

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Oposição ao Sismmar

Mais um vídeo da campanha do Sismmar, onde tem até chapa distribuindo canetas e bonés de brinde, além de realizar pesquisa. Paulo Vidigal enfatiza a campanha da chapa de oposição e diz que os servidores querem mudanças.

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Verri na campanha da chapa 3

Pesquisa

O deputado federal Enio Verri (PT) estaria partidarizando a eleição para o Sismmar. Consta que ele está de corpo e alma na campanha da chapa 3, o que inclui a contratação de uma empresa de pesquisas de Cascavel para mapear em quais repartições públicas municipais a turma está bem e investir – como mostra o flagrante acima. Verri teria um acordo que envolve até apoio na campanha política de 2016.

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Sismmar, chapa 1

Chapa 1

Esta é a chapa 1, que disputa em outubro a eleição no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá. “O sindicato não pode ter um dono, tem que ser dos servidores. O sindicato não pode ser utilizado para se perpetuar no poder, ou para trampolim político”, defende a chapa, encabeçada pela

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Eleição do Sismmar

Chapa Sismmar

Foram homologadas as três chapas que concorrem às eleições do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá. A votação será nos dias 1º e 2 de outubro. A chapa 3 têm como candidata à presidência a atual presidente Iraídes Baptistoni e, na vice, vice José Carlos Specian. Acima, todos os integrantes da chapa.

Maringá

De novo, a trimestralidade

Sismmar

Na Câmara de Maringá, neste sábado, servidores públicos municipais (a maioria, aposentados) discutem a ação da trimestralidade, direito negado ao funcionalismo na administração Ricardo Barros (PP). O advogado Silvio Januário participou, informando sobre os embaraços criados pela administração municipal para atrasar ainda mais o pagamento a que o pessoal tem direito.

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Oposição inscreve chapa

paulo e fran -

A chapa “Coragem para mudar e conquistar“, oposição à atual direção do Sismmar, foi inscrita. O pré-candidato à presidência é o servidor Paulo Vidigal. Servidor há treze anos, trabalha na saúde como auxiliar de enfermagem e graduou-se em Direito em 2014. A pré-candidata a vice é Franciely Medeiros. Franciely é servidora há sete anos, educadora infantil e graduada em Pedagogia.

Maringá

Inversão de prioridades

A presidente do Sismmar, Iraides Baptistoni, falando a Gilmar Ferreira, fala do constrangimento dos servidores da Semusp de receber roupas doadas e repassadas ao Provopar. Trimestralidade, vale-alimentação e coleta de lixo são outros assuntos abordados.