valorização

Verdelírio

Super valorizado

O procurador Deltan Dallagnol, da Operação Lava Jato, em 2016 cobrava R$ 18 mil por palestras o que resultou naquele ano um faturamento de quase R$ 220 mil por 12 palestras. Agora o preço é de R$ 35 mil além de passagem aérea, estadia, alimentação e extras para ele e um acompanhante.Continue lendo ›

Maringá

Era de valorização

Floriano

O funcionalismo público vive uma era de valorização, destaca o site do Sismmar, “depois de muitos anos de truculências e perseguições”. Nesta terça-feira, um dia depois da sanção da lei que concede o vale-alimentação de R$ 200 (R$ 250 no total, com contrapartida de R$ 50 dos servidores), o prefeito Ulisses Maia (PDT) nomeou a servidora de carreira Marcela Rossini como administradora temporária do distrito de Floriano. Leia mais.

Má-ringá

Em Maringá, central de materiais recicláveis ocupará imóvel com restrição de acessibilidade

mapa

A Prefeitura de Maringá faz barulho para anunciar a inauguração, amanhã à tarde, a primeira etapa da Central de Valorização de Materiais Recicláveis, que vai começar a funcionar atendendo sete cooperativas que fazem a reciclagem de materiais. Será na avenida João Batista Sanches, 1.359, Parque Industrial 2 (acima).
A prefeitura só não divulgou um detalhe: a sede da CVMR está irregular, será inaugurada sem alvará de funcionamento, posto que não foram obedecidas as exigências legais de acessibilidade. Continue lendo ›

Maringá

Por condições de trabalho e valorização

Protesto cooperativas
A propósito do assunto abaixo, o blog das cooperativas de reciclagem de Maringá informa que ontem foi realizado um protesto por melhores condições de trabalho e valorização. “Com mais de 10 anos de existência, a coleta seletiva e a reciclagem dos resíduos sólidos não tem avançado no município, que optou por trazer à sociedade diversas propostas de soluções, no entanto, nenhuma delas teve viabilidade, como em 2006, quando promoveu uma seleção de tecnologia na proposta da Biopuster, oriunda da Áustria, mas que logo teve o seu fracasso em Maringá, além do outro recente facasso da incineração, que estão no rol das “milagrosas e milionárias soluções” trazidas pela administração em conluio com a chamada “Máfia do Lixo”. Leia mais.

Maringá

Presidente do Crea-PR pede valorização a Pupin e se diz apreensivo

Demorou, mas o Crea-PR se manifestou publicamente sobre a questão dos engenheiros e arquitetos da Prefeitura de Maringá. O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná, Joel Krüger, se reuniu com o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) hoje à tarde e, além de apresentar os Estudos Básicos de Desenvolvimento Municipal (Municipalização do Licenciamento Ambiental, Mobilidade Urbana e Arborização Urbana), falou sobre valorização profissional e a questão salarial do quadro técnico de engenheiros da prefeitura – e não sentiu avanço. “Ficamos apreensivos porque o prefeito afirmou que não há o que fazer neste momento, por uma série de fatores. Só que os engenheiros já sentem essa necessidade de melhoria”, disse. Ele acrescenta que hoje, há uma referência de salário na faixa de R$ 5.763,00 mil (mínimo profissional, conforme lei federal 4.950-A) e a prefeitura paga de R$ 2,7 mil a R$ 3 mil. O presidente do Crea-PR manteve sugestão ao prefeito de que este aplique a gratificação de responsabilidade técnica, pois com este dispositivo a remuneração percebida pelos servidores ficariam em patamares adequados. Há um ano Pupin, então na interinidade de seu segundo mandato consecutivo, nega a GRT a esses profissionais.

Má-ringá

Coletor valorizado, guarda municipal desvalorizado

GMM
A administração Pupin abriu concurso público para coletor, motorista e professor. O concurso deixa ver a importância dos guardas municipais para o grupo que está no poder pelo terceiro mandato seguido. Para o coletor são oferecidos R$ 683,85, mais R$ 200,00 de abono salarial, mais R$ 9,95 de abono variável, mais R$ 300,00 de gratificação de produtividade e desempenho e um adicional de insalubridade de R$ 271,20. Total: R$ 1.465,00. Um guarda municipal recebe R$ 683,85 mais R$ 200,00 de abono, totalizando R$ 883,85. Uma diferença considerável. De vez em quando, como aconteceu na semana passada por duas vezes, ainda tem que cuidar do paço municipal para o prefeito de plantão não sentir na pele a turba irada. Um detalhe: o concurso para coletor é nível fundamental incompleto quando da posse, e a GM de Maringá é ensino médio completo.