Vereadores

Política

“É hora de mudar!”

O advogado maringaense Cesar Augusto Moreno, presidente em exercício da OAB/Paraná, publicou o seguinte comentário no “Vergonhômetro”, no Facebook: “As eleições municipais estão chegando! É hora de mudar! O voto é a melhor forma de mudar os caminhos na vida pública. Além disso o voto é o instrumento eficaz para consolidação da democracia. Muda de vez Maringá.”

Por sinal, a iniciativa de Willy Taguchi no FB continua um sucesso de compartilhamentos, demonstrando que a população ainda não engoliu o aumento abusivo concedido pela atual legislatua aos vereadores, prefeito, vice e secretários de Maringá.

Akino

Saúde recuperada

Li no blog do Lauro Barbosa que Márcia Socreppa, que votou pela manutenção de 15 cadeiras na Câmara, puxou o assunto, ontem, durante a entrevista coletiva de Mário Hossokawa à imprensa, e quis saber se ainda há tempo de rever a decisão. Hossokawa respondeu que sim. Até julho.
Gostaria de saber qual a opinião da vereadora sobre a revogação dos supersalários, pois permanece em cima do muro, ou seja, favorável aos R$ 12.025,00. Outra coisa, ficamos felizes em saber que está bem de saúde, após algumas ausências, coincidentemente, em votações importantes, antes e logo após, como no caso das geminadas, e dos aumentos para agentes públicos.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Balanço anual

Os vereadores de Maringá, que foram manchete no decorrer do ano por conta do aumento abusivo dos subsídios de vereadores, prefeito, vice e secretários, e pela quantidade enorme de projetos enviados pelo prefeito Silvio Barros II (PP) aprovados em regime de urgência, sem discussão com a comunidade, marcaram entrevista coletiva com a imprensa hoje às 14h30. Preocupados com as eleições do ano que vem – afinal, eles escolheram ficar com apenas 15 cadeiras, número equivalente ao que existia na década de 50 -, fazer balanço das atividades é uma oportunidade para aparecer na mídia e, quem sabe, ficar na cabeça do eleitor.

Akino

Melhores, mais ou menos e piores

Sobre o desempenho dos vereadores de Maringá, nos três primeiros anos desta legislatura, leitor fez a seguinte classificação:
Bons: Humberto Henrique, Marly, Heine e Flávio Vicente. ‘Meia boca’: Dr. Manoel, Bravin, dr. Saboia, Mário Verri, Crispim. E os piores, em ordem partindo ‘dos mais piores’: 1. Paulo Soni; 2. Márcia Socreppa;3. Luiz do Postinho; 4. W Andrade; 5. John; 6. Zebrão.

Meu comentário: Classificaria de maneira diferente, dentro do mesmo espírito, levando em conta o desempenho, partindo dos melhores, os mais ou menos e os piores: 1º Humberto; 2º Marly; 3º Flávio Vicente; 4º Mário Verri; 5º Manoel; 6º Heine; 7º Saboia; 8º Bravin; 9º Zebrão; 10º John; 11º Luiz do Postinho; 12º Márcia Socreppa; 13º W. Andrade; 14º Paulo Soni. O presidente não vota (quando não lhe convém), não entra na classificação, mas corre o risco de ficar em último, por suas posições na questão dos supersalários.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Sonho

Sonhei que os vereadores de Maringá, diante da repercussão negativa que continua causado o aumento de 90% para os seus salários e e demais agentes políticos municipais, poderão ‘se convocar’ para realização de sessões extraordinárias para revogação das leis. A sanção das lei revogatória, seria feita pelo prefeito em exercício Mário Hossokawa em solenidade com a presença de toda a imprensa. Hossakawa reconheceria o equívoco e prometeria ser um soldado na defesa dos interesses do povo, e que John não teria mais influência nefasta sobre sua administração.
Aproveitando, seria aprovada a lei de autoria da vereadora Marly, proibindo a queima do lixo em Maringá, e com uma emenda de Humberto Crispim, constando que eventuais PPP só seriam permitidas sem comissões para agentes políticos.

Akino Maringá, colaborador

Herrar é umano

Desconto de 50%

Ao comentar uma reportagem sobre o aumento dos vereadores de Londrina e de Curitiba, agora pela manhã, o apresentador do Bom Dia Paraná (RPC TV/Globo) deu uma mãozinho aos de Maringá. Disse que por aqui o salário da turma saltou para R$ 6,3 mil. Eles agradecem.

Crônica

Um velhinho do barulho

O padre Orivaldo Robles revela em seu artigo semanal: na inauguração do Auditório Papa João Paulo II, há uma semana, dom Jaime Luiz Coelho chegou ao recinto e deu de cara com um vereador, desses que votaram pelo aumento abusivo de R$ 12 mil. Ao cumprimentar o primeiro bispo da cidade, este, do alto de seus 95 anos, a maior parte deles de serviços prestados a Maringá, disse: “Quero distância de vocês. Que vergonha! Vocês só se preocupam com os próprios interesses. Não olham para as necessidades do povo”.

No artigo, padre Orivaldo fala da obra e da convicção geral de que as construções da Igreja se fazem com o palpite dos ricos e o dinheiro dos pobres. Leia na íntegra “Brio quase centenário”:Continue lendo ›

Opinião

Os vereadores, de novo

Do padre Orivaldo Robles:

“Se o povo soubesse como são feitas as leis e as salsichas!”. O dito atribui-se ao chanceler Otto Von Bismarck (1815-1898). O adendo “não dormiria tranquilo” não parece original. No século 19 era lastimável a higiene das fábricas de salsichas. Hoje as coisas devem ter mudado. Quanto às leis, “há controvérsias”, como diria Francisco Milani, o Pedro Pedreira, da Escolinha do Professor Raimundo. É só ver o comportamento dos nossos vereadores. Bem na surdina, para esconder do povo a tramoia, quinta-feira passada, apreciaram e aprovaram, a toque de caixa, projetos que viraram a Lei n° 9104 e a n° 9105. Que estabelecem, para o próximo exercício, os subsídios de vereadores e de altos funcionários do Executivo. Já estão em vigor, mas só vão surtir efeito a partir de 1° de janeiro de 2013. Por que, então, o açodamento? Quando uma lei em Maringá foi discutida, aprovada e sancionada em tão pouco tempo? Que dizer então do aumento da verba de gabinete? Não é muita folga gastar dinheiro do povo no pagamento de cabos eleitorais, que cuidam da reeleição do vereador? Vamos deixar de falácia: qual a real função dos chamados assessores?Continue lendo ›

Blog

Uma operação de guerra

A sessão de amanhã da Câmara de Maringá, que deve definir o número de vereadores para a próxima legislatura, anuncia-se como um embate. O policiamento poderá ser o maior que a casa já viu em todos os tempos.
O movimento que tomou para si a propriedade do termo sociedade civil organizada deve investir mais do que já está, com publicidade na TV em horário nobre. Corre que somente um sindicato patronal estará bancando a presença de mil pessoas para um abraço no prédio do Legislativo.