“Se tiver eleição para xerife da cidade, eu sou candidato”

Perguntaram ao sargento Tavares se ele será candidato nas próximas eleições. Ele erespondeu: “Só se tiver eleição para o cargo de xerife da cidade, do jeito que a insegurança caminha e pistolagem, tráfico de drogas, roubos, assaltos, etc., etc. Resumindo tem pai que é cego ou finge que não está vendo nada, passou da hora da segurança pública tirar o pé do chão e dar uma resposta para a comunidade. Maringá pouco a pouco vem se transformando numa cidade aos moldes das colombianas, executam-se pessoas em plena via pública e não se toma nenhuma providência, a não ser o blá blá blá de sempre. Um exemplo são o esquadrão das Falcon, estão agindo tranquilamente, tão tranquilo que até parece que tem cobertura de alguém daqui e do além, afinal ninguém pega ninguém, ninguém viu, ninguém sabe, ninguém conhece. Afinal, quem são esses assassinos que estão agindo livremente? Com a palavra a segurança pública do Paraná”.
Tavares, numa só resposta, demonstrou mais preocupação com a vida humana do que o Conseg, a OAB, a Igreja e a Acim, enfim, a chamada “sociedade civil organizada”. Maringá virou um México.
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