Viagra por prevenção

É justificável a compra de remédio contra a calvície, pelas Forças Armadas ? A princípio parece que não. Combater a calvície é responsabilidade pessoal e deve ser bancada com os vencimentos de cada um. Não parece razoável que o contribuinte banque de soldados e comandantes. Se fosse assim, o SUS deveria custear o tratamento de todos, e salvo engano isso não ocorre.
Mas o medicamento Finasterida, medicamento que foi comprado, pode afetar a função erétil e aí talvez se explique a compra, também, de Viagra em tão grande quantidade. Veja a bula aqui. Em resumo: (Nesses estudos, os seguintes efeitos adversos comuns (> 1/100 e ≤ 1/10) relacionados ao medicamento foram relatados em homens que receberam a Finasterida: diminuição da libido (Finasterida, 1,8% versus placebo, 1,3%) e disfunção erétil (Finasterida, 1,3% versus, placebo, 0,7%))
Calvicie, em serviço, para militares não deve ser problema, até porque todos trabalham de bonés ou quepes. Já disfunção erétil talvez seja , uma vez que o comandante em chefe, o presidente Bolsonaro, de gaba de ser, imorrível, imbroxável, incomível e outros ‘ins’, digo eu, inclusive incompetente. Veja o vídeo:
*/ ?>
