Não à militarização

Sismmar posicionou-se contrariamente à militarização nas escolas municipais

A gestão Somos Todos Sismmar avalia que a proposta anunciada pela Prefeitura de Maringá para consultar a comunidade a respeito “desvia a atenção dos problemas centrais da Educação, que só serão enfrentados com investimento público pela valorização dos(as) servidores(as) e melhorias concretas na estrutura das unidades”,

Para o sindicato, a rede municipal precisa de medidas já defendidas pelo Sismmar e pela categoria: “robusto pacote de reformas e obras nas unidades, melhores condições de trabalho, abertura de concursos públicos, valorização efetiva dos(as) servidores(as) da Educação, ampliação da segurança física e jurídica para quem atua nas escolas e fortalecimento das carreiras. Sem enfrentar esses pontos, qualquer proposta alternativa funciona apenas como verniz sobre rachaduras profundas. Muda-se o discurso, mas não resolve o que realmente pesa no cotidiano de profissionais”.

O Sismmar também ressalta que não há qualquer evidência de que a simples adoção de um modelo militarizado resolva os desafios pedagógicos, estruturais e administrativos da rede. Ao contrário, a proposta tende a enfraquecer o debate sobre as reais necessidades da Educação pública e colocar em risco princípios constitucionais ligados à gestão democrática do ensino. Confira abaixo a íntegra da nota, publicada em rede social: