Menos gritaria, mais propostas


É uma espécie de versão institucional do “Menos Brasília, mais Paraná”
Alexandre Curi (Republicanos) parece ter encontrado uma forma de entrar no debate sobre o STF sem disputar o campeonato de quem grita mais alto contra o Supremo.
O candidato ao Senado pelo Paraná colocou propostas na mesa: código de ética para ministros, fiscalização externa, limites às decisões monocráticas e mudança no sistema de indicação ao STF.
Para a escolha dos ministros, por exemplo, Curi propõe o modelo 7–3–1: sete vagas para magistrados de carreira, três para a advocacia e uma para o MPF, sempre a partir de listas tríplices, com a escolha final mantida nas mãos do presidente e a aprovação pelo Senado.
É uma espécie de versão institucional do “Menos Brasília, mais Paraná” que Curi adotou na campanha: menos gritaria, mais propostas.
Porque reclamar do Supremo é fácil. Difícil é dizer o que pretende mudar — e como.
Foto: Arquivo/Alep
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