Democracia religiosa

Um ‘padre’ é celebridade em época de campanha

Justiça seja feita, não se pode falar que no governo Bolsonaro haja discriminação religiosa. 

Depois de privilegiar dois’ pastores’, em negociações do MEC (lembram que o ministro disse que os atendia por um pedido especial do presidente?), agora na campanha o privilégio é para um ‘padre’ (esqueci o nome dele), que virou celebridade. É o que se pode chamar de democracia religiosa. 

Foto: Redes sociais