Solidariedade ao ministro Edson Fachin

Chamar um ministro do STF de parcial é muito grave

Não é a primeira vez, e hoje de novo uma comentarista disse que quando foi indicado para STF já seria ‘um juiz parcial’.

Luiz Edson Fachin (Rondinha, 8 de fevereiro de 1958) é um jurista e magistrado brasileiro, atual ministro do Supremo Tribunal Federal e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Anteriormente, foi advogado, procurador do Estado do Paraná e professor titular de direito civil da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná. Na carreira acadêmica, notabilizou-se por sua obra voltada ao direito civil.

Biografia – Luiz Edson Fachin, cujo pai era agricultor e a mãe professora, nasceu em Rondinha, Rio Grande do Sul, em uma família de poucas posses, que mudou-se para Toledo, Paraná, quando ele tinha dois anos de idade. Aos dezessete anos, ele se mudou para Curitiba para estudar. Em sua sabatina pelo Senado Federal em 2015, Fachin declarou que teve uma infância de privações e uma adolescência difícil, tendo vendido laranjas nas ruas da cidade e passagens em uma estação rodoviária.

É casado com Rosana Amara Girardi Fachin, desembargadora do Tribunal de Justiça do Paraná,com quem tem duas filhas, Camila e Melina, bem como três netos: Bernardo, Flor e Bela. É fluente em inglês, espanhol, italiano e francês.

Advocacia – Fachin atuou como advogado desde 1980, quando fundou o escritório Fachin Advogados Associados, até 2015, quando foi indicado ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.Em seu escritório, trabalhou principalmente em casos de conflitos empresariais, sucessórios, ambientais, agrários e imobiliários.

De 1982 a 1987, foi procurador jurídico do Instituto de Terras, Cartografia e Florestas do Estado do Paraná. Em 1985 foi procurador geral do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Foi, também, procurador do Estado do Paraná de 1990 até 2006. (Fonte: aqui)

Meu comentário (Akino): Penso que chamar um Ministro do STF de ‘juiz parcial’ é acusá-lo de corrupto e isso é muito grave.

Foto: Rosinei Coutinho/STF