Akino

Denúncias de Almenara envolveriam outros

Na sessão da última quinta-feira, na Câmara de Maringá, o vereador Mário Verri lembrou que as denúncias de Almenara envolvem outros secretários. Um amigo, que conversou com Almenara, me disse que o empresário disse que Valter Viana é ‘peixe pequeno’, que as maiores denúncias seriam contra um ex-secretário, que atuava muito próximo do prefeito Silvio II e hoje é candidato a deputado.

Akino Maringá, colaborador

Secretária não respondeu as críticas

Ouvi na CBN matéria com o título: “Durante Sabatina, secretária responde críticas sobre irregularidades em licitações e materiais escolares” e notei que na verdade a secretária não respondeu, e não explicou, pelo contrário, mentiu, ou se enganou, quando disse que não houve compras sem licitação. Falou do Acervo da Globo, dizendo que a empresa que ganhou não tinha mercadoria para entregar.  Houve compra sem licitação sim, cara secretária. O Acervo da TV Cultura (conjunto de DVDS de programas da TV Cultura de São Paulo, que não se bae para que serviriam na Seduc) foi comprado sem licitação e depois das denúncias devolvido. O ‘Acervo da Editora Globo’ (livros) foi comprado sem licitação, por R$ 280.000,00; depois das denúncias, foi aberta a licitação ganha por um empresa de Maringá, por R$ 251.000,00 e depois foi efetuado o pagamento dos R$ 280.000,00 para Globo. Totalmente irregular. Temos todos os documentos, caso a secretária e os vereadores quiserem apurar. Acho que este caso daria uma CPI, principalmente em relação ao caso do Acervo da TV Cultura, onde restaram muitas dúvidas sobre um possível esquema de corrupção. Podemos dizer que, no mínimo, houve um prejuízo de R$ 29.000,00 para os cofres públicos.

Akino Maringá, colaborador

Urbamar: não seria improbidade?

No final do ano passado denunciamos a contratação de um escritório de advocacia de Curitiba, pela Urbamar, para defendê-la em um processo ganho em primeira instância, depois de ter apresentado as contrarrazões, e que estava concluso com o relator, depois vista ao MP, ou seja, sem nada para fazer, a rigor. Pelo contrato firmado em 26/10/2009, a empresa se comprometeu a pagar 1,7%  sobre o valor da cobrança, no ato, mais 2,3%, em caso de manutenção da sentença e outros 2,3% em caso de recurso à terceira instância. Trata-se do processo 592.606-6, recurso da Cesbe S/A (obras do túnel) contra a Urbamar, e não deu outra, a sentença de primeiro grau foi mantida. O valor da cobrança, pelo que entendi, é de R$ 12.336.091,83, valor atualizado até dezembro 2006. Com isto a Urbamar  teria pago, em outubro/09, R$ 209.713,56, agora vai pagar mais R$ 283.730,11 e depois outros R$ 283.730,11 (valores sem atualização), por certamente haverá recurso para tribunais superiores (pode haver combinação de advogados), pois é vantajoso para o escritório que defende a Urbamar, que haja o recurso. São quase R$ 600.000,00, em valores sem atualização.
Isto é legal?  Até  pode ser, mas não tenho dúvidas que é uma improbidade administrativa, um desrespeito ao contribuinte maringaense que é quem mantém a Urbamar. O que faz do diretor jurídico, sr. Turchiari?  Solicito à Controladoria do Município que determine a suspensão do pagamento dos 2,3% da segunda parcela e abro procedimento para apurar os fatos. Aos vereadores que solicitem mais informações sobre o caso. Acho que isto é grave.

Akino Maringá, colaborador

Secretária foi para confundir, não para explicar

Em sua exposição na Câmara, ontem, a secretária Márcia Socrepa usou a mesma tática do diretor da Urbamar. Abusou da retórica e falácia, tentando passar a idéia de transparência  e um grande trabalho à frente da Seduc, apresentando números fantásticos, conquista do Ideb previsto para 2015. Quanto aos temas como a compra do Acervo da TV Cultura e livros da Editora Globo, sem licitação, e que estão sob suspeita, foi evasiva e omitiu a  a verdade. Disse que não houve compra do Acervo da TV Cultura, o que não é verdade. Houve a compra no valor de quase R$ 500.000,00, o material recebido e só foi devolvido graças a denúncias de irregularidades levantadas por este modesto colaborador, publicadas no blog do Rigon, e providências tomadas pelo vereador Humberto Henrique. Talvez para confundir disse que o Acervo da Editora Globo (livros) era necessário e ajudou muito para se atingir o Ideb previsto para 2015. Ora, os livros só chegaram  em dezembro de 2009, e ficaram guardados já que havia a suspeitas de irregularidades. Como poderiam ter ajudado?
Minha opinião: A secretária  foi para confundir e não  para explicar. Dr. Manoel levou-lhe a bola. Flávio Vicente idem, Marly, ficou em cima do muro e apenas Mário Verri e Humberto Henrique questionaram. Quem conhece a realidade das suspeitas que pairam sobre a Seduc não ficou nem um pouco convencido. Os menos atentos podem ter ficado com boa impressão.

Akino Maringá, colaborador

Laptops, mais um trecho do acórdão

“Adilson de Oliveira e Benedito Barbosa, conforme a r. sentença, foram desleais para com a Administração Pública, em razão da falsidade ideológica no recebimento dos itens licitados, viabilizando a liberação antecipada do dinheiro público, devendo ser-lhes aplicadas as penas de ressarcimento integral do dano, e perda da função pública”.
Análise:  Adilson  é servidor e carreira e Benedito comissionado. Ambos foram condenados em outro processo (crime) a 1 e 9 meses de reclusão. Adilson perde a função de servidor  e Benedito recentemente foi exonerado do Gabinete de John. Que fique a lição para servidores. Não vamos ceder a pressão de políticos para a prática de ações equivocadas.

Akino Maringá, colaborador

Laptops, as penas de comissionados e funcionários

Vejamos um trecho do acórdão: “Para os membros da Comissão da licitação, Luiz Carlos Barbosa, Marcos Donizete de Souza, Dagoberto Faustino da Silva e Donizete Alves Correa, em razão de anuir com o preço desproporcional dos equipamentos, além da prática de falsidade ideológica, é de ser aplicada a penalidade de ressarcimento integral do dano, de perda da função pública, e de suspensão dos direitos políticos por cinco anos”.
Análise:  Luiz Carlos Barbosa e  Marcos Donizete de Souza são servidores efetivos e perdem a função pública, ou seja, serão demitidos com o trânsito em julgado. Dagoberto e Donizete eram comissionados e já foram exonerados. Terão que ressarcir o erário e ficam com os direitos políticos suspensos por cinco anos, não podendo nem votar. Claro que tudo isto depois de esgotados todos os recursos. Luiz Carlos Barbosa já foi condenado na ação criminal  do caso, a 1 ano e 9 meses de reclusão, processo ainda pendente de transito em julgado. Neste John conseguiu ser absolvido por falta de provas, mas do MP recorreu.
Nossa opinião: Que este caso sirva de lição para funcionários, inclusive comissionados. Não vale a pena arriscar suas carreiras para ajudar políticos em ações ilegais. Sejamos honestos.

Akino Maringá, colaborador

Belinati faz denúncia grave

O deputado Belinati denuncia, em entrevista  à CBN, que foi procurado por uma pessoa, em 2007, supostamente em nome da desembargadora Regina Portes, que além de atuar no TJ- PR, acumula o cargo de presidente do TRE- PR, oferendo-lhe a venda de uma sentença favorável, por R$ 300 mil, em processo que tramita no TJ- PR. Isto é muito grave e coloca sob suspeita as decisões do TJ- PR. Há sempre conversas sobre a influência deste ou daquele político. Já ouvi conversas sobre venda de sentenças, mas ninguém aponta. Sei que alguns processos estranhamente demoram muito para serem movimentados. Este caso dos laptops, cuja desembargadora era a revisora, ficou de 24 de agosto de 2009 a 15 de março aguardando pauta de julgamento, mas a informação é de que a demora foi justamente em decorrência dos compromissos da desembargadora junto ao TRE. O Rigon listou uma séria de decisões firmes da dra. Regina Portes, e neste caso de John, a decisão foi unânime. A verdade é que o caso precisa ser devidamente apurado. Será que Belinati não está querendo tumulturar? Lembro que há uma decisão muito importante, envolvendo gente do PP, que está nas mãos da desembargadora.
Akino Maringá, colaborador

Caso laptops, análise das condenações II

A Informar Ltda  e seu representante legal José Wanderlei Domingos  foram condenados ao ressarcimento integral dos valores recebidos e proibidos de contratar com o setor publico pelo prazo de 5 anos. O que vai acontecer? Tentará todos os recursos possíveis , com poucas possibilidades de exito já que os documentos e provas são contudentes. Ao final, com trânsito em julgado, restará dividir os prejuízos  da restituição aos cofres publicos com todos os envolvidos.
PS: Análise com base na republicação do acórdão.
Akino Maringá, colaborador

Candidatura de Ricardo Barros continua pendente

Ao contrário de algumas notícias, inclusive na Folha de Londrina, a candidatura de Ricardo Barros ao Senado continua  pendente de deferimento. Entre todas, só as de  Requião, Ricardo Barros e Valmor Venturini continuam pendentes. No tocante à declarações de bens só a de Ricardo continua aparecendo sem  bens declarados. Será que o deputado não tem nenhum bem em seu nome?

Akino Maringá, colaborador

W. Andrade bem de saúde

O vereador W. Andrade, que voltou de uma licença de 122 dias, disse que está bem de saúde. Que a licença médica, de dois dias, foi apenas para fazer alguns exames. Que teve uns problemas particulares, mas está tudo bem. Disse que vai tirar mais 60 dias de licença  interesse, por estar envolvido em campanha política de um candidato. Neste caso não será chamado o substituto, que só pode ocorrer em caso de licença superior a 120 dias.

Akino Maringá, colaborador

Caso laptops, análise das condenações

Saiu a republicação do  acórdão  confirmando que  o ex-presidente John  foi condenado ao reembolso de R$ 236.242,00, corrigido pelo INPC e juros de 1% ao mês valor que estima-se, atualizado, em cerca de de R$ 500.000,00, mais perda da função pública de vereador e suspensão dos direitos políticos por 8 anos. O que acontece? Certamente tentará todos os recursos possíveis  e é provável que está condenação não transite em julgado antes de 3 a 5 anos. Possibilidade de reversão da condenação é remotíssima, pois no STJ e STF não se reanalisam as provas e essas são  contundentes contra ele. De imediato fica inelegível para as próximas eleições (ficha limpa), mas deve terminar o mandato atual. Financeiramente só escapará do reembolso do prejuízo causado ao erário, se não tiver bens em seu nome e é provável que já os tenha transferido para terceiros. Não poderá ter qualquer recurso em bancos, sob pena de penhora. Em resumo a carreira política está seriamente comprometida e a vida financeira e empresarial será muito complicada, só podendo atuar através de laranjas. Que este caso sirva de exemplo para os políticos, mas sobretudo para funcionários de carreira e comissionados.

Akino Maringá, colaborador

Ricardo Barros presidente da Itaipu?

Ouvi dizer que o deputado Ricardo Barros seria o próximo presidente da Itaipu Binacional, seja o eleito Serra ou Dilma, seja eleito senador, impugnado, ou derrotado. Tudo já estaria acertado.
Minha opinião: Não sei se duvido da informação. Quando alguém disse que ele estava cotado para ser vice-líder de Lula, duvidei. Não vou cometer mais o mesmo erro.

Akino Maringá, colaborador

Vamos transformar comissionados em guardas municipais

Lembram da ideia que demos, de que se fossem exonerados uns 170 comissionados da Prefeitura e mais outros 100 da Câmara de Maringá, poder-se-ia contratar cerca de  300 guardas municipais e agentes de trânsito? Ao que parece não é tão absurda. Na sessão de ontem, da Câmara, o vereador Paulo Soni perguntou ao Coronel Rodrigues se a guarda municipal poderia inibir a violência e o presidente do Conseg confirmou que a atuação preventiva, com melhor aparelhamento da guarda municipal ajudaria. Hoje, segundo matéria  em O Diário, o presidente Hossokawa afirma que vai pedir que aqueles R$ 3.540 mil que a Câmara devolveu no final do ano passado e que até agora não foram aplicados na saúde, que seria o destino inicial, sejam aplicadas na Guarda Municipal. Paulo Soni disse que a Prefeitura podia contratar mais guardas municipais.
Nossa opinião: Vamos transformar os comissionados desnecessários em guardas municipais. Em vez de ficarem na Câmara e na Prefeitura, sem ter o que fazer, aquele batalhão de assessores comunitários, Assessores disto e daquilo, na verdade aspones, poderiam estar nas ruas patrulhando. Mas é preciso fazer concurso? Claro. Todos estes comissionados poderiam se inscrever e se for preciso dêem um jeitinho aprovem esta turma, o importante que que façam alguma coisa de útil para a sociedade que lhes pagas os salários. Desculpem os comissionados que realmente trabalham e são úteis, não é  aos senhores que estamos nos referindo.

Akino Maringá, colaborador

Prefeitura exonera 62 comissionados

A notícia bem que poderia ser de Maringá, mas refere-se a Nova Esperança, onde o Ministério Público conseguia decisão judicial favorável à demissão de comissionados nomeados ilegalmente. Aqui do MP ainda não logrou exito e o processo continua parado ou andando a passos de tartaruga, na espera do fim do mandato de Silvio II. Fala-se que o próprio prefeito foi conversar com o magistrado pedindo para que não concedesse a liminar.

Akino Maringá, colaborador

Almenara, o nosso Roberto Jefferson

Um amigo, que conversou com Devanir Almenara, disse-me, que guardadas as proporções, Almenara é o nosso Roberto Jefferson, que denunciou o mensalão. Este amigo confidenciou-me que pelo que diz Almenara, Gianoto e Paulichi podem ser considerados amadores, diante da situação atual. Coisa feia, que deixa muita gente com medo de uma investigação via CPI. Disse ainda que Valter Viana é peixe pequeno, talvez sirva de bode expiatório. Este negócio de propina para liberação dos terrenos e barracões seria o de menos. Almenara estaria recebendo denúncias de todos os lados. O prefeito estaria como Lula, não sabe de nada e nem quer saber.

Akino Maringá, colaborador

John também não vota em Ricardo Barros?

Ainda sobre a matéria de O Díario, sobre em  quem cada vereador vota, John, com sua experiência, se declarou indeciso até para o Senado, o que é um ‘me engana que eu gosto’. Claro que é Ricardo Barros desde criancinha, mas como o seu partido está na coligação Gleisi/ Requião, não poderia declinar seu voto. A título de curiosidade, se declararam Ricardo: Hossokawa, Macieira, Soni, Sabóia, Luiz do Postinho, Zebrão, Bravin, Evandro, W. Andrade e Flávio Vicente. Dois, John e dr. Manoel, estão indecisos, e Mário Verri, Humberto, e Marly, declararam que não votam em Ricardo. Obviamente se ele for candidato, pois corre o risco de ser barrado pelo ‘ficha limpa’.

Akino Maringá, colaborador

Dr. Manoel não tem compromisso com Ricardo Barros

Já ouvi dizer que o dr. Manoel não assinaria o requerimento da CEI da Propina por ter compromisso com Ricardo Barros, de quem seria um admirador. Isto é não é verdade, pois lendo matéria de O Diário, publicada na edição de hoje, sobre quem cada vereador apoia  para presidente, governador e Senado, ele se declarou indeciso quanto ao candidato para Presidência, que vota em Osmar para govenador e está indeciso para o Senado. Ora, se tivesse compromisso com Ricardo Barros declararia seu apoio.
Minha opinião: Por esta e outras razões, continuo acreditando na independência do vereador e que ele não decepcionará seus eleitores, fugindo do seu dever de fiscalizador do Executivo. Se confia em Viana, precisa dar-lhe um atestado de boa conduta apurando os fatos. Já Flávio Vicente, que disse que apoia Ricardo Barros, certamente não deixará de assinar, pois é independente.

Akino Maringá, colaborador

Vereadores: farra das diárias e ‘cursos’

O Fantástico e  o Jornal Hoje apresentaram ontem e hoje matérias sobre a farra das diárias pagas por Câmaras Municipais de todo o país para que Vereadores e funcionários participem de ‘cursos de aperfeiçoamento’, geralmente em cidades turísticas. Não é primeira vez que o assunto é abordado, e desta vez foram acompanhados cursos de câmaras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Por aqui, em passado não muito distante, vereadores de Maringá fizeram tais cursos. Lembro de um que o vereador Zebrão teria feito em Guaratuba, salvo engano, para aperfeiçoar a oratória.  Nos últimos tempos não se tem notícia de participação de vereadores em tais cursos. Já os servidores Marcos Donizete de Souza e Ederson H. Tanaka, segundo empenhos, teriam participado de 4 a 6 deste mês de Curso de Controle, Mesuração e Depreciação de bens no setor público, com carro e provavelmente motorista da Câmara, em Curitiba, curso este promovido pela Associação dos Servidores de Câmaras Municipais do Paraná.
Nossa opinião: Será que estes cursos não poderia ser à distância? Por que dois funcionários? Um não seria suficiente? Por ir de carro próprio e motorista? Será se fosse de ônibus não sairia mais barato?  Fico com um pé atrás com essas asssociações. Esperamos que não seja um esquema.
Estamos de olho e pelo que sabemos o Ministério Público se interessou por postagens que fizemos aqui sobre algumas viagens, salvo melhor juízo, desnecessárias que teriam sido realizadas por Ton Schiavone, Zebrão e Bravin.

Akino Maringá, colaborador

Dr. Manoel assinará?

Segundo informações o vereador dr. Manoel estaria revendo sua posição contra a CEI da propina e propenso a assinar o requerimento, convencido que a apuração dos fatos é um desejo da administração Sílvio Barros e do próprio Viana, que disse não nada deve e por isso não há o que temer. Neste caso seria preciso desmascarar o Almenara.
Minha opinião: Conhecendo a seriedade do dr. Manoel, não tenho dúvidas que ele assinará.

Akino Maringá, colaborador

Homens de Deus e as coisas do diabo

Um ‘homem de Deus’ é uma expressão usada por alguns, para dizer que a pessoa é boa, religiosa, de bom coração. Alguns se julgam enviados do Criador com a uma missão. Este seria caso do prefeito Sílvio II que muitos consideram um ‘homem de Deus’. É bonito ver que ele, como evangélico, não tem preconceito religioso e acolheu em sua equipe de governo outro que é considerado por alguns um ‘ homem de Deus’, e católico carismático Valter Viana. Dizem que ambos são ‘tementes’ e cumprem os mandamentos e ensinamentos de Cristo, por isso Viana jamais pediria propinas na sua atuação como secretário e as denúncias de Almenara são coisas do diabo. Almenara  teria sido usado, tentado. Por trás estaria uma campanha sórdida para desmoralizar a família Barros e dificultar a eleição de Ricardo para Senador e Cida para Federal, disse John. Coisas da política,  que alguns dizem que  é  ‘diabo’.
Neste sábado, dia sagrado para Sílvio II, na sua religião, há quem diga que ele está orando, juntamente com Viana, para a instalação da CPI que o inocentará, e por Almenara, pedindo a Deus que o perdoe, pois ele não sabe o que faz. Valei-nos são serapião, diria o Balestra. Alguns místicos dizem que o povo maringaense jogou ‘pedra na cruz’, pois depois de Jairo e Paulichi pensava-se que tudo de ruim já tinha acontecido. Preparem-se, a coisa é bem pior do que se imagina. Não chega ser o apocalipse, mas…

Akino Maringá, colaborador

Caso Almenara: por que não apurar?

Estão tentando desqualificar o denunciante. John o chamou de ‘picareta’, e insinuou que a intenção era aproveitar a campanha política e achacar. O vereador dr. Manoel disse que confia na honestidade de Valter Viana. O corregedor da Câmara não viu elementos incriminadores contra o vereador denunciado (John) . Humberto, Marly e Mário Verri entendem que é função da Câmara fiscalizar e neste caso, como todos os projetos de doações de terrenos foram aprovados por unanimidade, é imperativo que se apure as denúncias.
Minha opinião: Se estão certos da lisura da atuação do secretário Valter Viana, de que contra John nada pesa, enfim que as denuncias são infundadas é preciso investigar Almenara. Se a sua intenção era achacar um servidor fiel e dedicado, como está sendo qualificado o secretário, isto ofende a todos nós contribuintes. Se o objetivo era conseguir um terreno, indevidamente, isto afronta todos nós. Então é preciso desmacarrar Almenara e desestimular novos ataques contra outros secretários. Se é verdade o que pensa John, é preciso punir a tentativa e achaque. Nós tomamos as dores de Viana. Dr. Manoel, que confia cegamente nele, deve sentir sede de justiça. Por que não apurar? A CPI é absolutamente necessária, a não ser que se tenha medo de alguma coisa.

Akino Maringá, colaborador

Exonerações de assessores na Câmara

Foram exonerados 3 assessores do vereador Evandro Junior: Daniel Emerson de Matos, AP 7; Geraldo Martins da Silva Filho, AP-7; e Gustavo de Freitas Ferraz de Oliveira. Será que vão trabalhar na campanha?  Já do Gabinete de John Alves foi exonerado Benedito Barbosa, AP-9.  Bom seria se outros não fossem nomeados,pois assim diminuiríamos as despesas,  mas temos certeza que o serão.

Akino Maringá, colaborador

CPI: Operação abafa?

Pelo rumo das manifestações de alguns vereadores, da base, como John, Heine, e Sabóia, estaria em curso uma operação abafa em relação à proposta de criação da CPI da Propina (denuncias de Almenara). Pode ser coincidência, mas há quem pense que a visita de Sílvio II à Câmara foi para tratar do assunto. O forte pronunciamento de John é sintomático. Surpreendeu-me, pois entendo que deveria ser o maior interessado na apuração, já que teria sido acusado. Sempre ponderados e com absoluta razão  Humberto, Marly e Mário Verri defenderam a investigação. Para fazer justiça com Flávio Vicente, retifico post anterior, pois na verdade ele disse que nada tinha contra a  apuração, digamos,que ficou meio em cima do muro, no máximo. Quem se manifestou contra, segundo matéria de O Diário, foi o dr. Manoel, que não compareceu à sessão de hoje, por estar viajando.
Concluindo: Há uma preocupação com o desgaste de imagem por parte do grupo Barros e John foi o encarregado de liderar o movimento contra a CPI. Confesso que sua fala não foi de todo absurda e quem leu minha opinião, quando do surgimento da denúncia, sabe do que estou falando. Lauro Barbosa repercutiu no seu blog. Sempre fiquei com um pé atrás em relação ao denunciante, mas não ponho a mão no fogo por ninguém, neste caso.

Akino Maringá, colaborador

‘Welli Ton Schiavone Andrade’

Este poderia ser o nome de um dos vereadores de Maringá, nos últimos 4 meses. Seria uma mistura do titular W. Andrade, que tirou licença de 122 dias, com o suplente Ton Schiavone, que assumiu. Há informações de que Andrade saiu de licença mas não liberou o gabinete para uso de Ton. E os assessores? Não teriam que tirar licença também? Se ficaram, eram assessores do licenciado ou do substituto? Há quem diga que Ton ficou um vereador ‘sem gabinete’, ‘ sem assessores’ , talvez por isso,  ‘sem rumo’ .
Minha opinião: Esta licença de Andrade precisa ser melhor explicada, se bem que até no Senado acontece algo parecido. Aqueles dois dias de licença saúde, que somados aos 120 de licença interesse permitiram a convocação do substituto,  é coisa de enredo de novela. Quem foi o mentor? Se o vereador só tem o compromisso de comparecer na Câmara em dias de sessão e mesmo nos dias pode justificar a ausência , precisaria tirar licença saúde? Por que W. Andrade abriria mão dos subsídios  líquidos de cerca de R$ 17.000,00 no período? Outra atividade? Pelo que sabe nenhuma atividade impede a exercício simultâneo do cargo de Vereador. O que fez nesses 122 dias?
PS- Explicando: Vereador pode tirar licença de até 120 no interesse particular, mas o suplente só pode ser convocado caso a licença seja superior a 120 dias. Então? 2 dias de licença saúde. Certamente W. Andrade estava doente, senão o médico não teria assinado o atestado.

Akino Maringá, colaborador

Flávio Vicente reluta em apoiar

Pelo que lemos em matéria de O Diário, o vereador Flávio Vicente reluta em assinar o requerimento  para instalação da CPI da Propina, com aquele manjado argumento de que teme que ela possa atrapalhar as investigações do Ministério Público.
Minha opinião: Não atrapalha vereador, pelo contrário, ajuda. De qualquer forma tenho certeza que outro vereador está bastante interessado no assunto e certamente assinará o requerimento. Trata-se de John, que não ‘foge do pau’. Entendo que todos os vereadores deveriam assinar. Que o líder do prefeito encabece a lista, afinal se fala muito em transparência.

Akino Maringá, colaborador

Municipalização do transporte coletivo?

Li no blog do Lauro Barbosa que os vereadores Bravin, Zebrão e dr. Saboia protocolaram um projeto de lei autorizando a  municipalização (ou seria a estatização?) do transporte coletivo em Maringá, com o preço da passagem girando em torno de R$ 1,20.
Minha opinião: É preciso saber quais as verdadeiras intenções do projeto. Seria para valer? Ou uma carta na manga? Dizem (nunca foi provado) que a TCCC ficou, e talvez ainda esteja, refém de políticos que, a pretexto de garantir-lhe o monopólio, cobravam, digamos, agrados. Prefiro acreditar nas boas intenções do vereadores e que o projeto seja para valer. Neste caso deveria ser criada uma empresa pública (sugiro que a Urbamar seja transformada em empresa de transporte coletivo, com diretores escolhidos por concurso público, depois de uma auditoria para apurar eventuais irregularidades na sua gestão).

Akino Maringá, colaborador

Uso de pseudônimo, um detalhe

Leitor identificado como Homero, a quem quero agradecer, deu um pitaco, sobre o uso do pseudônimo. Recomendo a leitura a  Ton Schiavone  e outros que ainda têm dúvidas quanto à legalidade do uso do ‘Akino Maringá’.  No meu caso o nome verdadeiro é… Prefiro não divulgar. Sou modesto, não quero aparecer. Se fosse político mais ganharia do que perderia votos. Mas como disse Silvio II, temos que prestar contas para Deus, em primeiro lugar e para ELE e sou um dos seus filhos, só isso. Aliás, até Deus é conhecido por mais de um nome. Jave seria um pseudônimo?  Ah!  Quantas coisas escondemos! Atire a primeira pedra quemé totalmente transparente, como Ser Humano. O uso do pseudônimo é  um detalhe.

Akino Maringá, colaborador

Destaque para o presidente

Na sessão de ontem, outro destaque foi a atuação do presidente Mário Hossokawa. Firme quando  foi preciso (no ‘enquadramento do Observatório’), flexível, paciente, mas sem ‘amolecer’, ao permitir os debates, mesmo quando algum vereador, com Ton, atropela o regimento. Um grande líder está se consolidando. Tem tudo para continuar merecendo a confiança dos vereadores, na próxima gestão, se prevalecer o entendimento de Ricardo e Silvio (que mandam em pelos menos uns seis ou sete vereadores)  de que o presidente da Câmara não deva ser alguém do grupo formado Humberto, Marly, dr.Manoel, Mário Verri ou Flávio Vicente.

Akino Marigá, colaborador

Em tom de alfinetada: ‘um zé ninguém’

O vereador Ton Schiavone usou a tribuna ontem para falar da transparência e que hoje tudo é divulgado. Disse o que não sai nos blogs, está YouTube, no Orkut, enfim, disse não dá para esconder nada. Continuou, se um jornalista denuncia, tem que apurar e, talvez, para alfinetar-nos disse: “Não aqueles que não não usam o nome”.
Observações: Caro vereador Ton. O sr. já ouviu falar de uso de pseudônimo em jornalismo? O sr. conhece o Angelo Rigon, dono deste site? O Akino Maringá é o pseudônimo de um cidadão, colaborador do blog, que não é jornalista profissional, mas que tem nome, sobrenome endereço, CPF e no dia que ofender alguém, fizer denúncias infundadas, responde. Se o senhor não o conhece pessoalmente é outra história. Reconhece que errou no caso daquela viagem a Curitiba?  Tenho certeza que sim, mas precisa ser mais explícito. Considere-me um observador social. Isto é o que pretendo SER, sem levar ‘pitos’ diretos do presidente.
PS: No fundo eu sou, para usar uma expressão popular, um ‘zé ninguém’.

Akino Maringá, colaborador

CPI para o caso Almenara

Na sessão de ontem da Câmara de Maringá, o vereador Mário Verri levantou a possibilidade de pedir a instalação de de uma CPI para investigar as denúncias do empresário Devanir Almenara de que é exigida propina para a liberação de terrenos e barracões concedidos a título de incentivo pára instalação de novas empresas, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Valter Viana).
Minha opinião: Boa medida, a Câmara, com órgão fiscalizador do poder Executivo tem o dever de atuar, principalmente quando há denuncias. Se algum vereador foi citado, deveria ser o primeiro a assinar o requerimento, embora impedido de  participar dos trabalhos. E não venho com aquela desculpa do Congresso Nacional de que o caso já está sendo investigado pelo MP.

Akino Maringá, colaborador