Akino

John, mais uma vez equilibrado

Uma das notas de destaque da sessão de ontem foi o equilíbrio demonstrado pelo vereador John ao tentar demover o afoito líder do prefeito da ideia da “Moção de Repúdio do CMDA”. Considero-o um dos vereadores mais preparados e que se canalizasse seus conhecimentos e inteligência para o interesse público e prática da boa política, seria um respeitado líder maringaense, candidato em potencial a galgar cargos mais altos.

Akino Maringá, colaborador

Qual foi o assunto?

Antes do grande expediente da sessão desta terça-feira, da Câmara de Maringa, o presidente Hossokawa suspendeu a sessão e chamou os vereadores para aquela conversa ‘secreta’, pois o público não fica sabendo o que foi tratado. Qual foi  o assunto? Alguma coisa sobre as diárias? Lembro que o Bravin não tocou no caso, mas estava nervoso e ofendeu Humberto Henrique (indiretamente), só porque ele fez questão de registrar seu voto contra o repúdio ao CMDCA ( mais uma de Heine).  Gostaria de saber.

Akino Maringá, colaborador

Sessão da Câmara de Maringá

Hoje começa a segunda parte do ano legislativo e tem sessão da Câmara de Maringà. Gostaria de ouvir do Bravin as explicações para suas últimas idas a Curitiba,no final de junho e começo de julho, quando teria viajado para audência com um diretor do DER, que ao que consta havia sido demitido por Pessuti em abril. De W. Andrade, as razões da licença por 120 dias e sobre aquele projeto que seria revolucionário, que ele foi conhecer em Araçatuba (SP), também recebendo diária da Câmara.

Akino Maringá, colaborador

Furacão Almenara ainda ameaça

Li no blog do Messias  e chego à conclusão de que o caso do pagamento de propinas que ocorreria na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Valter Viana) pode mesmo ser um furacão e não uma marolinha, como diria Lula. Para Almenara,o prefeito foi omisso.
Minha opinião: De omisso Sílvio não pode ser acusado, pois determinou a abertura de uma sindicância, que segundo informações da assessoria de imprensa está atuando com todo rigor e só não apurou nada contra os denunciados, porque nenhum empresário confirmou o pagamento de propinas. Já no MP/Gaeco????

Akino Maringá, colaborador

Lauro Barbosa enigmático

Li no blog do Lauro Barbosa uma postagem falando de um acordo político, feito por dois pesos pesados da política paranaense e que não estaria sendo cumprido. Lauro acredita que pode sobrar até para a ‘chefia’. Fiquei curioso. Do que se trata? Algo a ver com Fruet, Flávio Vicente, Ricardo Barros? Quem? Falando em enigma, como será que anda o caso Almenara? O Lauro sempre tem boas informações.

Akino Maringá, colaborador

Declaração de bens

Já está disponível no site do TSE a declaração de bens do candidato Gustavo Fruet. Semana passada tínhamos postado, estranhando o fato de apenas as dele de Ricardo Barros não aparecerem e recebemos a informação de sua assessoria  imprensa de que já havia entregue ao TRE. Quanto à de Barros, nada até agora. Aparece sem declaração de bens.

Akino Maringá, colaborador

O que espero de Dilma

Assisti as falas de Dilma, Lula, e Osmar na Fiep, na última sexta-feira, e fiquei impressionado com o progresso da candidata. Surpreendeu-me positivamente e para quem pensava que ela só estava a reboque do presidente, demonstrou estar preparada. Lula, um fenômeno de popularidade e como cabo eleitoral. Confesso minha decepção com o PT e a política de Lula, por misturar-se e  aliar-se com os Sarneys,  Malufs, Collors, Ricardos e outros tantos políticos que em nada engrandecem a boa política. Diante da posssibilidade concreta da eleição de Dilma, espero que ela seja mais dura que Lula no trato com esses políticos chupins do dinheiro público. Que não ceda às pressões por aliamento com o PP, dando-lhe um ministério tão importante como o da Cidades. Que jamais escolha um vice-líder que na hora das eleições abandona a base. Enfim, que não se renda ao clientelismo do congresso.
Opinião local: Pelo que ouvi e senti, também são grandes as possibilidades de vitória de Osmar, Geisi e Requião.

Akino Maringá, colaborador

Tolerância zero no trânsito

Reiteramos a sugestão para a contratação de mais  250 agentes de trânsito, o que seria possível com o corte de cargos comissionados desnecessários na Prefeitura e na Câmara. Mais radares móveis, menos fixos desligados. Indústria da multa, diriam alguns. Indústria da prevenção de acidentes digo eu e do desperdício de dinheiro público. Coragem Sílvio II, coragem presidente Hossokawa, a solução está em vossas mãos.

Akino Maringá, colaborador

Até o Salsicha tirou sarro

A inauguração do Restaurante Popular de Maringá virou motivo de gozação. Ontem, no Band Cidade, o repórter Salsicha apresentou duas marmitas, vazias, dizendo que tinha passado no restaurante popular e entregou uma para o Juliano Pinga. Ambos ficaram ‘mangando’ de mais um atraso da inauguração que estava marcada para ontem.

Minha opinião: Este é mais um caso para a CGU e TCU. Há suspeitas de superfaturamento. Os recursos foram liberados há mais 3 anos. Não conseguem inaugurar. Falando da gozação do Salsinha e do Juliano, acho que o Pinga Fogo vai puxar-lhes as orelhas. Não podem tirar sarro nos patrões, os Barros.

Akino Maringá, colaborador

Uma das causas dos processos de Silvio II

São 214 comissionados nada Prefeitura de Maringá relacionados naquilo que seria um cadastro, compromisso assinado pelo prefeito, com a SER e ainda não cumprido. Há distorções flagrantes, uma delas a existência de assessores I, II, III e IV , sem definição de funções, em alguns casos para tentar driblar decisões judiciais, como no caso daquela que mandou exonerar assessores jurídicos, que passaram a ser simplesmente assessores II. Há ainda de três assessores I lotados no Gapre, que recebem como se exercem cargos de diretor. Dois estão vagos com as saídas de Ulisses Maia e Ton Schiavone, que juntamente com Leopoldo Fiewisk, não foram substituídos, sinal que eram cargos desnecessários. Permanece o sr. Mário Alexandre.  Ao todo, se somarmos os a Urbamar e Maringá Previdência e Aeroporto, serão cerca de 230 cargos, mas que poderiam ser reduzidos para 50, sem prejuízo para a gestão, pelo contrário.
Minha opinião:  Se pudesse dar um conselho para Sílvio II, diria para agisse em quanto é tempo, pois corre o risco de terminar sua carreira política como Jairo Gianoto, provavelmente John, Belinati e outros tantos com bens indisponíveis, respondendo a muitos processos e nós sabemos que o principal causador de tudo é o irmão.

Akino Maringá, colaborador

A volta de W. Andrade

É grande a expectativa na Câmara de Maringá pela volta de W. Andrade, após um período de 120 dias de licença por interesse particular, sem remuneração.  Algumas interrogações: Que motivos particulares o levaram a pedir licença? Ficou sem remuneração neste período, ou foi remunerado por fora (acerto com o condomínio Barros)? Fazia parte de algum acordo ceder o lugar para Ton Schiavonte?  A verdade é que com a volta de Andrade as sessões ficarão mais alegres e divertidas. É preciso reconhecer que Ton até teve momentos de independência, mas no geral não foi bem, talvez por falta de experiência. Que tenha boa sorte na eleição para Federal. Cuidado com as diárias!

Akino Maringá, colaborador

Vereador, deputado, lobista, ou eterno candidato?

As viagens de alguns vereadores de Maringá a Curitiba, sob o argumento de que vão à Sanepar, DER, Assembleia, Detran, secretarias e outros órgãos, nos deixam em dúvidas se eles sabem realmente quais as suas atribuições. Maringá tem 5 deputados, todos com escritórios aqui, com cerca de 20 assessores, que custam uma ‘fortuna’ ao contribuinte e que devem fazer este trabalho de contato com os órgãos da capital. Além do que, como se sabe, era da internet, do telefone, msn e todas as formas de comunicação, não há justicativa para constantes viagens, com carro e motoristas pagos pelo erário. Há quem suspeite que seja um esquema  para embolsar diárias. E quase sempre são os mesmos. Não se tem notícias de viagens de Humberto, Marly, dr. Manoel, Mário Verri, Flávio Vicente, o presidente Hossokawa e outros.  Há maioria dos vereadores, no quesito diárias, atua de forma correta, mas há excessos e os últimos casos envolvendo  Bravin, Zebrão e Ton Schiavone devem servir de exemplo para acabar de vez com esta prática nociva. Uma das sugestões é que todas as diárias sejam concedidas por meio de Resolução apresentada e votada pelo plenário, onde o postulante da viagem apresentaria as justificativas, depois prestaria contas, além de por escrito, publicamente. Ressalto que a conduta do presidente Hossokawa é digna de elogios e não cabe a ele saber se há irregularidades ou não, quando dos requerimentos. Que fique claro que vereador é vereador e sua atuação não pode se confundir com a deputado, lobista ou de eterno candidato em campanha.

Akino Maringá, colaborador

Bravin visita diretor exonerado?

Em requerimento de 1º de julho, o vereador Belino Bravin solicitou autorização para viajar a Curitiba, com diárias, veículo e motorista da Câmara,  com objetivo de tratar, no DER, junto ao diretor Rogério Walbach Tizzot, sobre o distrito de Floriano. O vereador deve ter se enganado, pois o sr. Rogério Tizzot tinha sido exonerado em abril.  No relatório da viagem a vereador mudou, informando que esteve na Sedu- Paraná Cidade, a fim de resolver assunto da rede de esgoto do distrito de Floriano.
Minha opinião:  Ficam dúvidas se o vereador viajou mesmo a Curitiba e a onde foi. O certo é que precisaria explicar, pois há indícios de de um erro grave, já que no dia 28 de junho, uma semana antes, o mesmo vereador teria viajado para tratar do mesmo assunto (esgoto) junto à Sanepar. Parece óbvio que para visitar um diretor do DER teria que marcar audiência. Como, se o diretor já havia sido exonerado? A conclusão que se chega é que esses requerimentos são fraudados e copiados pelos assessores. O presidente Hossokawa precisa tomar providências.  Assunto para o corregedor Sabóia. Gostaria de ouvir explicações  na próxima sessão.  Isto precisa acabar.

Akino Maringá, colaborador

Prevenção contra improbidade

Na suposição que o prefeito Sílvio II quisesse realmente mudar a sua administração, e acabar com o risco de novas condenações por improbidade, após romper com seu irmão Ricardo que deixaria de influenciar, algumas medidas seriam necessárias: 1- Reduzir de  cerca de 220 para 50 o número de comissionados, desses no máximo 20 seriam de pessoas de fora do quadro de servidores efetivos. 2 – Reduzir as secretarias para no máximo 10, substituindo todos os titulares. 3- Extinção da Urbamar. 4. Automia total para o Observatório Social realmente ser parceiro da sociedade organizada e poder fiscalizar tudo. 4- Fim da submissão da Câmara, com todos os vereadores convocados a fiscalizar de maneira efetiva todas as licitações, empenhos, pagamentos. Transparência total. Os espaços no Pinga Fogo, O Diário e em toda mídia seriam usados para divulgação de tudo , sem maquiar dados e aberto para denúncias. Todos os jornalistas, inclusive o Fabreti, ficariam proibidos de elogiarem o prefeito, gratuitamente, só em virtude das verbas. Parceria com o MP que passaria a atuar preventivamente e com todos os dados contábeis à disposição. Cumprimento de todas as leis e a Constituição. Denúncias de desvio de conduta de qualquer funcionário seriam punidas exemplarmente. Com essas medidas, que não apagariam o passado de 6 anos de muitos equívocos, Silvio Barros se credenciaria a ser perdoado quando de sua prestação de contas a Deus e passaria para história de Maringá, como um dos melhores. Não é difícil fazer tudo isto, basta vontade.

Akino Maringá, colaborador

Sem declaração de bens

Ainda não foram disponibilizadas no site do TSE as declarações de bens dos candidatos ao Senado, pela coligação Richa, Ricardo Barros e Gustavo Fruet. Será que eles não apresentaram?

Akino Maringá, colaborador

Serve de alerta

A condenação do prefeito Sílvio Barros, por nomear assessores para o seu Gabinete, mas que na verdade eram lotados em outros setores, serve de alerta para o presidente Mário Hossokawa e o primeiro secretário Heine Macieira, sempre preocupado com a legalidade das coisas, principalmente em relação à vereadora Marly. Será que todos os seis assessores comunitários, quatro assessores de Relações Institucionais, um assessor de Cerimonial, um assessor executivo, um assessor de Apoio para Assuntos de Planejamento, um assessor técnico e um chefe de Gabinete estão prestando serviços no Gabinete da Presidência? Tenho uma curiosidade para saber que tipo de serviço fazem esses assessores comunitários e os de Relações Instituicionais. São 10 ao todo, trabalhando 30 horas semanais. Trezentas horas de trabalho, por semana! Dr. Heine, por favor, consulte o seu assessor de Gabinete da Primeira Secretaria. Veja se está tudo legal. Por falar no assessor de Gabinete da Primeira Secretaria, será que ele trabalha só para o primeiro secretário ou presta serviços ao gabinete do vereador Heine Macieira?

Akino Maringá, colaborador

Mais pagamentos por desapropriação

A Prefeitura Municipal de Maringá pagou R$ 579.598,08 à CAS Assessoria Educacional S/C  por desapropriação. Reitero pedido para que os vereadores verifiquem estes processos, alguns com valores expressivos. Será que as avaliações foram corretas? Do que se trata? Houve um caso de  mais de R$ 3,7 milhões.

Akino Maringá, colaborador

Improbidade administrativa: tolerância zero

Digamos que cansado de ser condenado, envergonhado com os adjetivos usados no último acórdão, o prefeito Sílvio Barrros resolvesse mudar completamente o rumo de sua administração e instituísse o “programa tolerância zero contra atos de improbidade administrativa”. Que medidas tomaria? Em primeiro lugar chamaria o seu irmão Ricardo Barros e diria: “A partir de hoje você não terá mais qualquer influência no meu governo. Não indicará comissionados, não influenciará vereadores, enfim não mandará mais. Eu serei o prefeito, de fato e de direito. Não conversaremos mais sobre a administração municipal. Não aceitarei nem conselhos seus. Vou preparar um conjunto de medidas e anunciarei em seguida”. Que medidas seriam essas?

Akino Maringa, colaborador

Improbidade administrativa: uma definição muito forte

Esta expressão se popularizou nos últimos anos, mas muitos não sabem, com detalhes, o que significa. Vejamos um trecho do acórdão  da confirmação de mais uma condenação do prefeito Sílvio Barros (cabe recurso):  ‘Improbidade administrativa, sinônimo jurídico de corrupção e malversação administrativas, exprime o exercício da função pública com desconsideração aos princípios constitucionais expressos e implícitos, que regem a Administração pública. É mais que uma mera atuação, desconforme com a singela letra fria da Lei. É conduta denotativa de subversão das finalidades administrativas, seja pelo uso nocivo ( ilegal e imoral) do Poder Público, seja pela omissão indevida de atuação funcional, seja pela inobservância dolosa ou culposa das normas legais. Decorre tanto da desonestidade e da deslealdade, quando da inidoneidade ou incompetência do agente público no desempenho de suas atividades funcionais (Marino Pazzglini Filho ( …)
Nossa opinião: Vejam que definição forte. Fico até constrangido pelo que deve sentir a pessoa que recebe uma condenação assim, ao ler este trecho do acórdão,com a citação de um especialista,  e ser considerado, com todas as letras, de corrupto, omisso, desonesto, desleal, inidôneo ou incompetente. Lembro que numa das condenações do ex-presidente John, o relator escreveu em certo trecho, algo mais ou menos assim: ‘ temos certeza de que o réu não voltará a delinquir’. Fico imaginando o quanto é difícil para alguém que se julga sério, religioso, pessoa de Deus, se deparar com tal situação. Sinceramente, fico com pena. Para não ser severo demais, prefiro achar que é apenas incompetência.
Fica para o eleitor uma reflexão: Dá para votar em alguém condenado por improbidade administrativa? Você entregaria a administração do seu patrimônio a alguém com as ‘qualidades’ acima descritas?  Há  candidatos para a a próxima eleição, inclusive ao Senado, que são condenados por improbidade administrativa, mas que talvez não tenham os registros recusados pelo TRE, por falha na Lei da Ficha Limpa, ou interpretação favorável aos ímprobos.

Akino Maringá, colaborador

Quem poderia ser nosso representante?

Leitor que se identifica como Ricardo faz este questionamento e nós completamos: Qual a perfil ideal para os candidatos a deputado estadual, a federal e ao Senado, por exemplo? Que qualidades deveriam ter os candidatos para merecerem os nossos votos? Vamos refletir sobre o tema, ajudem-nos a preparar um artigo sobre este assunto. Sempre considerando que somos honestos e desejamos escolher candidatos honestos, competentes e independentes, na medida do possivel, para nos representar.

Akino Maringá, colaborador

De campana

Assim está o deputado Ricardo Barros junto ao TRE-PR para saber do resultado do julgamento do seu pedido de registro de candidatura e as impugnaçãoes. Surpreende que o Ministério Público Eleitoral não tenha comparecido e a tarefa ficasse para dois cidadãos. Mas as expressão de campana pode ser aplicada à ‘assessoria de imprensa’ do candidato. Fala-se que ele tentou Ruth Bolognese (ela disse no Jornal da Massa que ele ligou para ela no sábado, na hora do JN, preocupado com as atenções mais para Fruet), mas ficou com Fábio Campana, de cuja leitura do blog se percebe um espaço grande dado a ele. Justiça seja feita o nome de Barros foi um dos destaques de toda a imprensa, nos últimos dias, a bem da verdade, mais pela ficha do que pelas propostas. Há quem diga que mesmo confirmado o registro da candidatura sua ficha não mudará. Que os eleitores fiquem, também, ‘de campana’, literalmente.

Akino Maringá, colaborador

Repercussão no blog do Messias

Agradeço ao Messias Mendes, que em seu blog repercutiu opinião expressada em recente postagem nossa. Fico feliz por saber que é grande o número de pessoas que, assim, como o Messias, entendem os nossos posicionamentos. Nada pessoal  contra os cidadãos Ricardo e Sílvio. Nada de ódio ou rancor, como alguns chegaram a dizer. Apenas exercemos um direito de, como contribuinte e eleitor, entendermos que eles, pela forma de como fazem política, não deveriam ser os nossos representantes, ou seja, não deveriam administrar do erário, do qual somos ‘sócios’.

Akino Maringá, colaborador

Oração

Que as Forças Divinas, hoje e sempre,  inspirem os eleitores para que não votem em candidatos corruptos, ‘desviadores de recursos públicos’,os que cobram ‘pedágio’ das verbas (10, 20, 30% ou mais)  que conseguem com emendas parlamentares, que ajudam nos superfaturamentos de obras, que atuam em conluio com empreiteiros, que mentem descaradamente para o povo.
Nosso pedido: Vamos fazer uma corrente. Espalhar esta oração repeti-la, mentalmente,várias vezes ao dia,  pedir para os bispos, padres, pastores e toda e qualquer liderança religiosa que estimulem os seus fiéis a orarem assim. Os que souberem incluam nomes que políticos que se enquadrem neste perfil, os que não souberem de ninguém, não precisam dizer nome nenhum, só não vale excluir alguns que são apresentados como ‘santos’, nos programadas do meio dia, especialmente no Pinga Fogo.  Os ateus, utiizem  a força do pensamento e como auto-ajuda. Se for preciso apelem até para macumba, façam ‘trabalhos’.
PS: Candidatos,principalmente atuais detentores de mandatos, não devem fazer esta oração, pois correm o risco de serem atendidos e não terem os próprios votos. Cabos eleitorais, “voluntários” da campanha da Cida, CCs, parentes de candidatos corruptos, apoiadores, também não orar.

Akino Maringá, colaborador

Corrupção, crime hediondo

Li do no blog do Willy Taguchi, às 23h25, uma postagem com este título e concordo plenamente. Corrupção, principalmente no setor público, é um misto de roubo, assalto, extorsão e assassinaos e  precisa ser enquadrada com crime hediondo. Teríamos mais de 23.800 motivos para assim enquadrá-la. Quem sabe, na próxima legislatura seja apresentada alguma proposição neste sentindo, tornando oficial este entendimento.

Akino Maringá, colaborador

Caso Almenara

Leio no blog do Lauro Barbosa que Devanir Almenara estaria descontente com a cobertura da imprensa, depois que sua denúncia de exigência de propina para liberação de terrenos pela Secretaria de Desenvolvimento Econômica foi levada ao MP.  De nossa parte continuamos na expectativa e lembrando do caso (ontem e hoje fizemos postagens) apenas com uma dúvida, meu caro Almenara: Se V. Senhoria tivesse sido atendido, recebesse o barracão, sem pagar propina, e mesmo sabendo que outros teriam pago, e que lhe fora pedido,  denunciaria o fato?

Akino Maringá, colaborador

Qual é a minha intenção?

Levantar questões para que pensemos, discutamos, reflitamos, analisemos, nos informemos, esta é a principal intenção de muitos temas que levantamos neste espaço, que nos é concedido pelo Rigon. Os mais atentos percebem que na maioria dos nossos textos há um ponto de interrogação, que significa que não estamos afirmando nada. Quando emitimos nossa opinião, quase o sempre deixamos bem destacada, sob o título. Para deixar bem claro: nada pessoal contra a família Barros. Nem os conheço, nunca tive qualquer contato profissional ou político direto. Apenas discordo da forma de fazer política e entendo que pelo passado, principalmente de Ricardo Barros, eles não fazem bem para a cidade e, como contribuinte, preferiria que não fossem meus representantes. Tenho absoluta convicção de que estou certo nesta opinião, embora reconheça que não sou o dono da verdade. Os fatos, os processos, as condenações, as atitudes falam por si só.

Akino Maringá, colaborador

O que significa erário?

Estamos acostumados a ouvir e ler a expressão “prejuízos ao erário”. É comum que administradores públicos sejam acusados de causarem prejuízos ao erário. Muitos sabem, mas para os que não desconhecem, encontramos na Wikipédia uma definição: a palavra erário vem do latim ‘eararium’, que por sua vez de aes ‘ bronze’, ou seja reserva em moedas, um termo que indica genericamente finanças públicas. Alguns dizem erário público, o que é uma redundância. Uma pergunta: Quem não conhece algum ladrão do erário?

Akino Maringá, colaborador

Tenda dos Milagres: sérios prejuízos ao erário

A título de informação e para que o caso não caia no esquecimento, divulgamos mais um trecho de um acórdão (1): “Concluiu-se, pois, que os apelantes (2) efetivamente praticaram os atos ilegais e lesivos apontados na inicial, causando sérios prejuízos ao erário, impondo-se, destarte, a manutenção da sentença que os condenou a ressarcirem aos cofres públicos todas as diferenças das isenções concedidas sem apoio na Lei nº 3.222/92’.

1 – Acórdão de 16/09/2003, do TJ-PR – Decisão colegiada no processo  131.164-4, com recurso no STF.  2 – Apelantes: Ricardo José Magalhaes Barros, João Celso Sordi, Tércio Hilário de Oliveira, Álvaro Aparecido Monteschio e Município de Maringá. Este é o caso que ficou conhecido com ‘Tenda dos Milagres’, e a conclusão dos desembargadores é que que causou sérios prejuízos ao erário.

Akino Maringá, colaborador

Quais os resultados da viagem?

Seria interessante que o secretário Valter Viana prestasse conta e apresentasse o resultado desta viagem a Campo Grande, onde foi com uma equipe, para visitar a Feira do Empreendedor. Será que viram alguma coisa sobre cessão de terrenos e barracões?

Akino Maringá, colaborador

Os Barros odeiam Maringá?

Há uma teoria, que me foi contada em conversa informal, de que na verdade Sílvio e Ricardo odeiam Maringá, talvez inconscientemente. Este ódio teria sido gerado pela situação em que a família se viu após o fim do mandato do pai, que teria sido passado para trás por laranjas e ficado em situação bastante ruim. No fundo o desejo seria que e o povo maringaense se exploda, querem se vingar, repito, talvez de maneira inconsciente.
Minha opinião: Sem conhecimentos  de psicologia, não descarto totalmente esta hipótese, principalmente no tocante a Ricardo Barros. E o povo, na sua grande maioria, parece hipnotizado. Não queremos condenar, pois a psiquiatria explica que muitas vezes é uma questão patológica, provocada por um trauma e que tem tratamento.

Akino Maringá, colaborador