Akino

Seria o começo do fim do império?

Há quem diga que as eleições de outubro podem marcar o começo do fim do império Barros em Maringá. Com a não eleição de Ricardo, uma possível derrota de Cida, a confirmação das vitórias de Osmar e Dilma, o cacique perderia a força. Os processos contra Silvio II, no máximo permitiriam a conclusão do seu mandato, mas às duras penas.Como seria Ricardo Barros sem poder político? Teria tantos ‘amigos’? Seria idolatrado pela imprensa? E Silvio II? Tenho sérias dúvidas se algumas pessoas de inteligência, os formadores de opinião, são fãs ou comparsas.

Akino Maringá, colaborador

Enquanto isto, Viana viaja

Parece que as denúncias de corrupção na Secretaria de Desenvolvimento Econômico não abalaram o secretário Valter Viana. Segundo empenhos de diárias, ele e mais dois funcionários viajaram a Campo Grande, de 23 a 25 últimos, para conhecer uma feira do Sebrae, visando preparar outra que acontecerá em outubro em Maringá. Não se sabe o custo total da viagem, mas é bem provável que seja dessas viagens tão utéis quanto aquela de Ton Schiavone para visitar a Assembleia Legislativa. E nós, os contribuintes, bancamos. É brincadeira ! Há quem diga que foi um prêmio de Silvio II, por conta do estresse a que ficou submetido do ex-vereadores, por culpa de Almenara.

Akino Maringá, colaborador

Rapidinhas do Akino

Moacyr Franco, que se apresentará no Olímpico dia 6, é candidato a senador por São Paulo. Competente. Roberta Pitareli,que é sobrinha dos senadores Dias, está na RPC TV Cultura. Em pleno sábado Sílvio II trabalhou, o que é pecado segundo sua religião, pedindo votos via telefone.

Akino Maringá, colaborador

Pesquisa Datafolha para o Senado

Acabo de ver na RPC o resultado da primeira pesquisa Datafolha para o Senado: Roberto Requião aparece com 50%; Gleisi Hoffman 28%; Ricardo Barros 19%, empatado tecnicamente com Gustavo Fruet  que tem 16%, em terceiro lugar.
Minha opinião: Tudo indica que a disputa pelo terceiro lugar será bastante acirrada. Há quem diga que Fruet deve reverter a situação.

Akino Maringá, colaborador

Há outros bons candidatos

Por uma questão de justiça é preciso divulgar que Maringá tem outras  boas opções de candidaturas a deputado. O PPS, por exemplo, tem João Oficial para Estadual e Willy Taguchi para Federal. O PV conta com Alberto Abraão, sem falar de Flávio Vicente, que é do PSDB e não está no convite  do ‘condomínio Barros’, isto é bom sinal. Por que Evandro está e Flávio Vicente não? Esquecimento? Incompatibilidade? Deve haver outros, lembro de Edmar Arruda, com as restrições de proximidade com os Barros, mas que também ficou de fora do convite. João Ivo Caleffi, que deve ser respeitado. Enio Verri, em que pese o ‘amolecimento’ na última campanha para prefeito. Um pouco fora do contexto, uma observação: ‘ Só espero que o PT amoleça, mais uma vez, para Ricardo Barros e o prestigie num eventual governo Dilma’.

Akino Mariná, colaborador

Quinteiro: estranho no ninho?

Recebemos convite para participar do lançamento das candidaturas de Cida, Dr. Batista, Evandro, Ulisses Maia e Quinteiro, hoje às 20h, o mesmo que foi publicado em O Diário, em que aparecem, além dos 5 candidatos acima, Ricardo Barros, Fruet, Beto e Serra.  Pequenos detalhes indicam para  quem efetivamente o grupo Barros está pedindo votos. Os números de Ulisses Maia, Evandro e Cida, aparecem em azul, bem destacados. O de Quinteiro é ilegível. O do Dr. Batista consegue-se ler com esforço, assim como de Gustavo Fruet. Já os de Ricardo, Beto e Serra, apesar de serem outra cor, aparecem bem legíveis. Conclusão: Como Ulisses e Evandro são da mesma coligação, o voto em qualquer um dos dois vale o mesmo e para Ricardo, em que pese Ulisses ser do PP, uma eleição de Evandro é ‘ bom também’. Dr. Batista é mais chegado. Fruet, eles não fazem questão de divulgar e para Quinteiro  não pedem voto de jeito nenhum. Quinteiro é um estranho no ninho, que só serve para pedir votos para Richa, Serra, Ricardo e Cida, só isto eles querem e em troca ajudam financeiramente na campanha, provavelmente com ‘recursos não contabilizados’. Estranho no ninho? Nem tanto, Quinteiro sonha, fala-se, em ser, uma vez reeleito, o ungido de Ricardo, em 2012, até por falta de opções do grupo. Esta é a minha opinião.

Akino Maringá, colaborador

Como funcionaria o superfaturamento em obras públicas

Digamos, hipoteticamente, que determinada obra com recursos federais esteja sob suspeita de superfaturamento, no entanto mais R$ 23 milhões teriam sido autorizados para sua continuação. Quanto a empreiteira vencedora gastaria para realizar os serviços orçados nos R$ 23 milhões?  Há quem diga que, na maioria das obras públicas, o custo efetivo para o empreiteiro é algo em torno de 50%. Neste caso seriam R$ 11,5 milhões. Qual o lucro aceitável para o empresário? Numa economia estabilizada, como a nossa, inflação de cerca de 5% aa,10% seria uma boa margem o que elevaria o valor final para R$ 12,65 milhões.  E como se chegaria aos R$ 23 milhões? A empreiteira, pelos risco que corre, não se contentaria com 10% de lucro, pediria algo mais, um lucro total de 30% mais ou menos, o que elevaria o valor a receber para R$ 15 milhões. Sobrariam R$ 8 milhões que seriam dividos, criminosamentee, entres os agentes públicos, ou não (há caso de lobistas). Cada um teria o seu quinhão. Aí entrariam os medidores das obras, agentes municipais, secretários, prefeitos, deputados e os federais liberadores. Muita gente teria a sua fatia nos R$ 8 milhões restantes. Suspeita-se que alguns políticos sejam sócios ocultos da maioria das empreiteiras.
Resumindo: A obra que custaria R$ 12,650 milhões teria um superfaturamento de R$ 10,350 milhões. Dinheiro ‘furtado’ do povo.

Akino Maringá, colaborador

Juntas eleitorais apuradoras

A propósito das postagens do Rigon sobre a composição das juntas eleitorais apuradoras, ressalto a importância serem constituídas por pessoas isentas de interesses, especialmente que não sejam funcionários comissionados, vinculados à administração municipal. Antes do TRE aparelhar seus cartórios e contratar, por concurso, funcionários efetivos e bem remunerados, boa parte do serviço era executada por funcionários comissionados pagos pelo município e há quem diga que havia muita influência. Fala-se, não sabe até que ponto é verdade, que fraudes teriam acontecido. Todo cuidado é pouco, sobretudo diante dos comentários da influência  que teria o candidato ao Senado, Ricardo Barros, em todas as instâncias do Judiciário, até no STF.

Akino Maringá, colaborador

“Nóis na fita”?

Esta expressão popular, tão usada pela malandragem, é detestada por alguns, neste momento, em Maringá. A maior torcida, reza brava, oração e todo tipo de macumba é para que prevaleça outra  expressão: ‘Nóis não está na fita’. Há quem diga que o prefeito Sílvio II já saiba, mas não acredita. Outros dizem que a situação de Valter Viana é tão tranquila quanto a de Tuma Junior era, naquele caso das conversas com um contrabandista.

Akino Maringá, colaborador

Urbamar continua descumprindo a lei

Até o momento a Urbamar, que é uma sociedade anônima mantida com capital do município, cujas atividades são bancadas quase que exclusivamente com dinheiro do contribuinte, não está cumprindo a Lei complementar 131/2009, a Lei da transparência, que obriga a divulgação de receitas, e despesas em tempo real, na internet.  Solicitamos providência aos senhores vereadores e da Controladoria do Município, através do secretário Zanoni, sob pena de caracterizar prevaricação.

Akino Maringá, colaborador

Mais pagamento de desapropriação

Foi efetuado no último dia 15, pela Prefeitura Municipal de Maringá, o pagamento de R$ 1.118.477,05, à pessoa de Sebastião Rosa …, referente desapropriação. Sugiro que os vereadores, fiscais do dinheiro público, verifiquem o processo. Em dois dois foram quase R$ 5 milhões pagos em desapropriações e seria interessante que o contribuinte soubesse o que foi desapropriado, para que se verificasse se a avaliação foi correta. O setor de comunicação da Prefeitura poderia adiantar. Divulgaremos.

Akino Maringá, colaborador

Campanha de Ulisses custará até R$ 2,5 milhões

Dois milhões e quinhentos mil reais foi o limite de gastos declarado ao TRE,  quando do registro da candidatura, por Ulisses Maia. O valor dos bens é de R$ 459.000,00, e deles não consta qualquer disponibilidade financeira, como saldo em conta corrente, aplicações ou dinheiro em espécie, o que indica que sua campanha será totalmente financiada por doações, integralmente declaradas, já que como especialista em direito eleitoral, tendo dado diversas entrevistas sobre o assunto, sabe que é crime eleitoral o caixa dois ou qualquer outro artifício.
Opinião: Muitos, como eu, até gostaríamos de nos candidatar a deputado, mas o custo da campanha inviabiliza. Onde é que, na boa, conseguiríamos arrumar R$ 2.500.000,oo? Considerando o salário de cerca de R$ 15.000,00 mensais, são R$ 180.000,00, por ano, em 4 anos R$ 720.000,00.Nem que eu ganhasse na Mega Sena arriscaria. Acho que é um investimento muito alto na campanha.

Akino Maringá, colaborador ?

Curiosidades das declarações de bens de candidatos

Continua aparecendo, no site do TSE, sem declaração de bens os registros das candidaturas de Ricardo Barros e Gustavo Fruet ao Senado. Para os candidatos ao Governo do Paraná, Beto Richa, que declarou um patrimônio de R$ 4.238.118,72, tem cerca de R$ R$ 3.500.000,00 em aplicações financeiras e ações, ou seja, dinheiro realizável a curto prazo. Já Osmar Dias, para um patrimônio de R$ 5.191.343,92, possui apenas  cerca de R$ 930.000,00 em aplicações financeiras, a maior parte do patrimônio e de bens imóveis. Não é possível acessar a declaração de Beto, referente 2008. Dá erro. Curioso é que a de Osmar é possível acessar normalmente.
PS – O único registro de candidatura deferido até agora foi o de Osmar Dias.

Akino Maringá, colaborador

Estão tentando desqualificar

Percebe-se uma tentativa de desqualificar as denúncias de Almenara, mas a entrada do Gaeco no caso indica que a coisa é mais séria do que  pensam alguns. Acho que vai ter mais gente ‘montando no porco’.

Akino Maringá, colaborador

Voluntário na política

A propósito de opiniões a cerca do que significa ser voluntário na política ,a situação fica mais clara se dissermos ‘trabalho voluntário’. Não tenho dúvidas que para a Justiça Eleitoral existe o trabalho remunerado de cabos eleitorais, por exemplo, e se admite o trabalho sem remuneração, neste caso chamado trabalho voluntário. Hoje é muito difícil alguém trabalhar, regularmente, e de maneira voluntária em campanhas políticas. Então, para resumir, dizer que há voluntários nas campanhas de Cida e Ricardo é , como escreveu o Rigon,um ‘me engana que eu gosto’.
Quanto a mim, para responder a um leitor, sou voluntário por opção de vida e não estou a serviço deste ou daquele partido ou candidato. Sou, digamos, um sonhador  que gostaria que houvesse mais justiça social e que o dinheiro público fosse tratado como tal. Entendo que posso ser útil utilizando o blog para emitir opiniões e dar informações. Tenho algum interesse? Claro tenho, estou preocupado, como disse Sílvio II, com a prestação de contas a Deus que todos nós teremos que fazer um dia. Quando olho ao  redor, vejo que a a vida sou generosa comigo e procuro retribuir com um pouco de trabalho e no meu caso é voluntário mesmo, primeiro porque ninguém me obriga e segundo porque não estou em busca de remuneração financeira ou outros favores. E não venham os críticos dizerem que eu deveria candidatar a algum cargo, para tentar fazer melhor. Ainda não me sinto com estômago para ser vereador, por exemplo. Admiro os honestos e éticos que conseguem conviver no meio.

Akino Maringá, colaborador

Pode sobrar para Almenara

Pelo andar da carruagem as denúncias bombásticas do empresário Divanir Almenara vão resultar em prejuízos só para ele mesmo. Valter Viana segue tranquilo e setores da imprensa já parecem achar que ele é  vítima. Será?  Repito, que nesta história talvez não haja mocinhos, e  as vítimas continuam sendo os contribuintes.Questionamentos: Qual o critério de norteou a escolha de Viana para ser secretário? Para que serve a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a Sede? Só o Codem não seria suficiente?  Por que o poder público não se  preocupa mais com o desenvolvimento social, e deixa o econômico mais para os verdadeiros empresários, que precisam dele para sobrevivência e contam com apoios do BNDES, Banco do Brasil, e outros agentes de crédito e fomento?

Akino Maringá, colaborador

Procurando voluntários

Está no Hoje Notícias, edição de hoje, anúncio com a foto da candidata  Cida Borghetti com o seguinte texto:’ Seja voluntário da nossa campanha’.
O que é um voluntário nas campanhas eleitorais? Entendo que são os chamados militantes dos partidos, que trabalham de graça, por ideologia. Será que alguém trabalharia nestas condições para uma campanha de Cida e Ricardo? Sem pensar em empregos comissionados, pelo menos?  Será que esses ‘voluntários serão ‘remunerados’, por caixa dois, ou usando os recursos é dinheiro vivo que a candidata declarou possui? Vamos ficar atentos e denunciar esta eventual fraude. Voluntários, só o PT os tinha em suas campanhas, hoje não tenho certeza.

Akino Maringá, colaborador

Por que tanta demora? II

O processo 601/ 2001, da Segunda Vara Cível de Maringá, que segundo registro no sistema de acompanhamento foi enviado ao TJ-PR em 28/06, ainda não deu entrada nos sistema do tribunal. Por que tanta demora? Saiu realmente de Maringá? Chegou a Curiiba? Foi extraviado nos correios? Há quem diga que o réu, que é candidato ao Senado, teria muita influencia nos cartórios.

Akino Maringá, colaborador

Previsões de um vidente

Valter Viana tem 50% de chances de permanecer no cargo e 50% de ser exonerado, em função dos efeitos do furacão Almenara. Dependendo do padrinho, se o seu ‘santo protetor’ for tão forte quanto o da secretária Márcia Socreppa, escapa. Comenta-se que Sílvio II tem um coração tão bom que não consegue demitir assessores, mesmo com denuncias e fortes indícios de que tenham cometido irregularidades.

PS – Desta vez consultei o professor Jucelino de Floriano e ele, além dessas previsões,  avisa que Ricardo Barros será eleito senador, Ton Schiavone e Paulo Soni serão federais e que a licitação do transporte colativo em Maringá não será vencida por nenhuma empresa ligada ao grupo Constantino.

Akino Maringá, colaborador

Curiosidades dos registros de candidaturas

Estão disponíveis no site do TSE os dados dos registros de candidaturas para as eleições deste ano, inclusive com certidões apresentadas pelos candidatos. Vale a pena conferir. Consultei, rapidamente, alguns dados  de conhecidos.

Sobre declaração de bens chamou-me a atenção o fato de dois candidatos ao Senado, Ricardo Barros e Gustavo Fruet, não terem declarado, ou ainda não estão disponísveis os dados no site. A candidata  Cida Borghetti declarou um patrimônio de R$ 610.560,15, com índicios de subavaliação, pois o prédio da Prudente de Morais (o famoso escritório) aparece avaliado em R$ 130.000,00. Curioso foi ela declarar que possui R$ 167.000,00 em dinheiro (cash). Outro que declarou uma quantia expressiva, proporcionalmente ao patrimônio de R$ 143.353,62, foi Ton Schiavone, com R$ 25.140,00, limpinhos; já Roberto Requião disse ter R$ 400.000,00.
Dúvidas: Por que alguém guardaria tanto dinheiro em casa? Por que não depositar em bancos? Problemas de sonegação? Origem duvidosa dos recursos? Ou este dinheiro não existe e já estão fazendo previsão para caixa 2? Ou outro motivo? Não sei o que acontece, pois quando fico com R$ 500,00 em casa, tenho medo de ser assaltado. Político é ‘bicho’ enigmático!

Akino Maringá, colaborador

Ricardo Barros está a serviço do PT?

Recebi de um amigo, com este título, o   seguinte texto : ‘A aproximação de Ricardo Barros ao PSDB do Paraná tem todos os elementos para  se supor que ele estaria a serviço do PT, a quem prestava serviço até anteontem, como vice líder, cargo de que teria desapeado sem  que houvesse o menor muxoxo petista.  A nível nacional o PP continua aliado a Lula e o Paraná foi um dos poucos estados em que esta coligação foi liberada. Sem a candidatura de Barros, o candidato ao Senado seria Abelardo Lupion, cujo perfil o credenciava para ocupar o vácuo deixado pela candidatura de Osmar Dias a governador’.
Minha opinião: Ricardo Barros nunca está a serviço de alguém que não seja ele mesmo. Mais se serviu do que foi útil ao Governo Lula. Na verdade, sem querer, agora está realmente sendo útil as candidaturas de Dilma, Osmar Dias e Gleisi,  mas pelo fato de estar do outro lado e causar a desagregação que vem causando.

Akino Maringá, colaborador

Transresíduos ainda fatura

São R$ 39.255,00 pelo aluguel de três caminhões de coleta de lixo à Prefeitura de Maringá. Transresíduos, como sabemos foi a primeira empresa a faturar com as contratações emergenciais  para o resolver o problema do lixão. Tudo caminha para mais uma contratação.

Akino Maringá, colaborador

Empenhos

Foram empenhados em 16 último, pela Prefeitura Municipal de Maringá,  valores expressivos para a Sanches Tripoloni – R$ 1.319.896,15 de uma dívida de R$ 13.198.961,50, salvo engano da construção do Aeroporto -, mais R$ 384.933,17 para Luiz Moreira Advogados, de honorários no valor de R$ 3.849.331,17 do mesmo processo. Mais R$ 1.120.780,03 para a D. M. Construções de uma dívida de R$ 11.207.800,00, dentre outros.  Não se sabe quando serão efetuados os pagamentos, mas é bem provável que seja antes da eleições.

Akino Maringá, colaborador

Furacão ou ventinho?

É costume dar nomes próprios aos furacões. O que que ameaça atingir a administração Barros, envolvendo secretários, ex-secretários, vereadores, etc teria o nome de “Furacão Almenara” e as previsões mais catastróficas diziam que teria efeito devastador. Há “meteorologistas”, no entanto, que afirmam que a tormenta não passará de “ventinho”, que não causará maiores estragos, pois todas as providência para aplacar $ua fúria teriam sido tomadas no fim de semana. Vamos aguardar.

Akino Maringá, colaborador

Zebrão está magoado

Na última sessão da Câmara de Maringá, o vereador Zebrão falando por si e por Bravin, ‘pegou corda’ numa fala da vereadora Marly sobre a falta de ‘prestigiamento’, digamos assim, dos vereadores do PP, e disse: “Eu entendi o que a vereadora Marly quis dizer, se eu e o Bravin ‘fosse doutor’ (sic), mas com a gente só tem o segundo ano???”. Senti que entendi estava magoado com o fato de não ter sido escolhido como candidato a deputado e quando fala de doutor, pensava em Ulisses Maia.

Akino Maringá, colaborador

De campana

Tem candidato que passa os dias com atenção ‘de campana’, no TRE para saber se o seu registro de candidatura será confirmado ou será barrado pelo ‘ ficha limpa’.

Akino Maringá, colaborador

Projeto do Contorno Sul Metropolitano

A Prefeitura de Maringá corrigiu os dados do convênio com o Ministério dos Transportes que no seu Portal da Transparência constava com valor de R$ 15.000.000,00 e no da CGU por R$ 1.500.000,00, com contrapartida de R$ 375.000,00, para contratação de projeto de viabilidade para a construção do Contorno Sul Metropolitano, um obra obscura, sem divulgação e que na minha opinião dificilmente sairá do papel pelos próximos 20 anos. O projeto foi contratado por R$ 1.704.000,00.  Gostaria de saber que se a vereadora Marly já recebeu as informações requeridas e qual a sua posição como fiscal da boa aplicação do dinheiro público. Pode a prefeitura bancar projeto de um contorno federal, que é na verdade uma extensão de uma BR? Qual o interesse neste projeto?  Há quem desconfie que seja um esquema.

Akino Maringá, colaborador

Devoradores de verbas da educação II

O esquema seria o seguinte: ‘Vendedores’, uma espécie de representantes comerciais, visitariam prefeitos em cidades menores  ou secretários de Educação, e outros contatos, em cidades maiores oferecendo os ‘produtos’, que completariam o percentual legal dos gastos com educação. Apresentariam o ‘kit’ completo, com documentação para inexigibilidade de licitação, ou modelos de licitações dirigidas. Para facilitar a venda  e conquistar a boa vontade dos contatos, presentes seriam oferecidos, em percentual que poderia chegar até 40% do valor gasto. Pouco importaria a utilidade do que está se adquirindo, DVDs, livros,  o que conta neste esquema é completar o percentual da receita que deve ser aplicado em educação. Há quem diga que os golpistas usam técnica  igual a do ‘conto do bilhete premiado’ e nele podem cair pessoas honestas que ocupam cargos nas secretarias de educação. Por esta razão é preciso que o Observatório Social, a Controladoria do Município, a Câmara e todos nós contribuintes fiquemos atentos para não deixar que os zelosos funcionários municipais, comissionados ou de carreira que tratem de compras na nossa Seduc, caiam neste golpe. Pente fino em todas as licitações e ou compras sem.

Akino Maringá, colaborador

“Devoradores de verbas da educação”

Suspeita-se que a Seduc de Maringá estaria sendo vítima de um esquema especializado em ‘devorar’ verbas destinadas à educação. Isto pode ter acontecido com caso do Acervo da TV Cultura e agora com os Conjuntos Educacionais. Detalhes mais tarde.

Akino Maringá, colaborador