Maringaense vai assumir diretoria na Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Depois de Sergio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, mais um maringaense integrará o governo federal. Continue lendo ›

Depois de Sergio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, mais um maringaense integrará o governo federal. Continue lendo ›
De Guilherme Amado, no blog de Lauro Jardim:
Jair Bolsonaro tomou posse, depois de 28 anos na Câmara, e ainda não entendeu o que é e como funciona o Coaf.Continue lendo ›
De Leandro Mazzini, na coluna Esplanada:
A Coluna citou que Magno Malta seria o novo presidente do Sesi (Serviço Social da Indústria). Seria. Mas aprontou outra. Continue lendo ›

De Guilherme Amado, na coluna de Lauro Jardim:
Mesmo tendo três semanas para se preparar para explicar a movimentação financeira de R$ 1,2 milhão, Fabrício Queiroz complicou mais que explicou na entrevista que deu ao SBT Brasil. Deixou quatro pontas soltas e mentiu em pelo menos um momento da entrevista. Eis as quatro pontas soltas:Continue lendo ›
O futuro ex-senador Magno Malta será presidente do Serviço Social da Indústria (Sesi), informa Leandro Mazzini.
O senador Alvaro Dias continua lutando para conseguir a presidência do Senado, colocando-se aos do entorno do presidente eleito como alternativa mais palatável a Renan Calheiros. Continue lendo ›

De Igor Gadelha, da Crusoé:
Defensores ferrenhos de Jair Bolsonaro nas redes sociais, a maioria dos atuais e novos deputados do PSL ainda não emitiu qualquer opinião sobre a investigação do Ministério Público que apura movimentação suspeita nas contas do ex-motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (foto).Continue lendo ›

De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Jair Bolsonaro lidou com a primeira crise do seu governo com uma mistura de onipotência e ingenuidade. Diante de um problema no qual ele e o filho Flávio (eleito senador) não são investigados ou acusados de coisa alguma, transformaram o silêncio em suspeita.Continue lendo ›

De Josias de Souza:
O caso Coaf imita uma pedra jogada do alto da montanha. Seu primeiro movimento foi lento. Mas a notícia rola há dez dias sem uma explicação capaz de detê-la. Redobrou a velocidade. Os membros da dinastia Bolsonaro e seus súditos começam a se dar conta de que ficou difícil interromper uma crise que, não tendo sido contida no nascedouro, ganhou dinâmica própria.Continue lendo ›
De Claudio Dantas, em O Antagonista:
A equipe econômica do futuro governo não gostou da pressão de Luiz Carlos Hauly pela aprovação de sua proposta de reforma tributária na comissão especial da Câmara, nesta semana.Continue lendo ›
De Reinaldo Azevedo:
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, voltou a fazer ontem as suas “lives”. Afirmou que haverá uma por semana. Impressionam o despreparo, a falta de informação, o improviso. Continue lendo ›
Do BR-18:
Distante da política partidária, o ex-prefeito Fernando Haddad questiona nesta quarta, 12, por que Jair Bolsonaro soube antes da sociedade que o caso do ex-assessor do filho Flávio Bolsonaro fazia parte do relatório do Coaf, em entrevista ao Valor.Continue lendo ›
De Josias de Souza:
Fabrício ‘Coaf’ Queiroz tomou chá de sumiço. Desapareceu há 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 dias. É uma pena, pois muitos esperavam que explicasse rapidamente o trânsito “atípico” de R$ 1,2 milhão na sua conta bancária. Mas dá para ver o lado bom da situação, mesmo que seja preciso procurar um pouco. Continue lendo ›

De Juliana Castro e Igor Mello:
Ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL) e citado em relatório do Coaf por conta da “movimentação atípica” de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017, o policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz mora em uma casa simples e sem pintura externa, em um beco no bairro da Taquara, na Zona Oeste do Rio.Continue lendo ›

O jornalista Claudio Tognolli (foto), que teve livro prefaciado pelo ex-juiz nascido em Maringá, disse hoje no programa Pânico, da Jovem Pan, que acredita que Sergio Moro não aguenta seis meses como ministro do governo Bolsonaro. Continue lendo ›
De Josias de Souza:
Até onde a vista alcança, não há no episódio sobre a movimentação bancária suspeita do ex-motorista do primeiro-filho Eduardo Bolsonaro nenhum bom exemplo. Mas o Caso Coaf é um bom aviso. Continue lendo ›

De Leandro Mazzii, na coluna Esplanada:
Embora tentem minimizar o relatório produzido pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que apontou movimentações financeiras atípicas de um ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), integrantes da equipe de transição temem que o episódio tenha desdobramentos que possam ofuscar a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e comprometer o início de governo.Continue lendo ›

Do site O Antagonista (acredite!):
O caso é simples: trata-se de saber se Fabrício Queiroz coletava dinheiro de assessores parlamentares da família Bolsonaro e o repassava a quem os empregava. Ou se não é nada disso, muito pelo contrário.Continue lendo ›
De Reinaldo Azevedo:
Flávio Bolsonaro, deputado estadual e senador eleito, em cujo gabinete estava lotado Fabrício Queiroz, o homem que movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, afirmou que seu ex-subordinado tem uma “história plausível”, que será apresentada ao Ministério Público Federal. Vamos ver. Reportagem da Folha traz mais detalhes da movimentação financeira do amigão da família Bolsonaro. Querem ver?Continue lendo ›

De José Thomas Filho, em seu blog:
Bolsonaro precisa esclarecer rápido movimentação financeira do militar que prestava serviço a seu filho.Continue lendo ›

Como se vê, a imprensa brasileira aguarda o ex-juiz comentar sobre o mais recente ocorrido, aliás muito bem explicado aqui. Por enquanto, sem comentários.

De Jussara Soares, em O Globo:
O presidente eleito Jair Bolsonaro impôs recentemente mais uma espécie de “lei do silêncio” ao seu vice, general Hamilton Mourão, em um novo capítulo da disputa interna do futuro governo. Continue lendo ›
O presidente eleito Jair Bolsonaro começou ontem a conversar com os partidos políticos. Há uma série de conversas marcadas com os principais nomes de alguns partidos, mas o PP não é um deles.Continue lendo ›

O servidor público federal Gustavo Henrique Rigodanzo Canuto, anunciado hoje pelo presidente eleito como futuro ministro do Desenvolvimento Regional, nasceu em Paranavaí.Continue lendo ›
E o nome do ministro do Meio Ambiente da gestão Jair Bolsonaro não foi divulgado hoje. Mas ele disse que conversou e até deu recomendação ao seu futuro ministro.Continue lendo ›
De Josias de Souza, sobre o presidente eleito Jair Bolsonaro, que hoje indicou para o Ministério da Saúde um político investigado por fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois:
Um candidato só se conhece em uma situação: depois de eleito. Quando está pedindo votos, o que o político fala não merece 100% de crédito. Quem acredita em tudo, imbeciliza-se. Continue lendo ›

De Vera Magalhães, no BR-18:
As entrevistas de Sergio Moro ao Fantástico e de Eduardo Bolsonaro ao Estadão mostram que são muitas, e complexas, as diferenças de visão de Justiça, de combate à corrupção e à violência entre o futuro ministro da Justiça e o bolsonarismo de raiz.Continue lendo ›
Da coluna Expresso:
Relator da reforma tributária, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) tem tentado sensibilizar o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), sobre a importância de votar a proposta.Continue lendo ›

O maringaense Sergio Moro, repercutem as manchetes dos jornais, pode se tornar ministro da Justiça do governo Bolsonaro ou assumir vaga no STF. A intenção foi anunciada ontem, nas entrevistas do presidente eleito.Continue lendo ›

De Lauro Jardim, em O Globo:
Hamilton Mourão conversará ainda esta semana com Jair Bolsonaro, a sós, e vai dar ao presidente eleito três recados. São elas:Continue lendo ›
De Leandro Mazzini:
Os ministros do STF soltam bandidos políticos da cadeia, provocam a PF, atropelam o Congresso Nacional – todas as leis polêmicas caem na Corte, que dá a palavra final – e se deram um aumento de salário de mais de R$ 6 mil para 2019, desdenhando do esforço do governo para cortar gastos e enquanto o salário mínimo-pula de R$ 900 e poucos para pouco mais de R$ 1 mil. Pergunta: Quem manda mesmo hoje no País?

O empresário Oriovisto Guimarães (Podemos) é, como pessoa física, o maior devedor entre os 54 senadores eleitos ou reeleitos, que, juntos, devem R$ 65 milhões à União. Continue lendo ›

De Bela Megale, da Época:
De vestido longo vermelho, brincos e pulseiras dourados e sapato preto de salto agulha, uma advogada insistia com os seguranças para ter acesso à área VIP onde estava o recém-empossado presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli.Continue lendo ›
De Elio Gaspari, em O Globo:
Numa malvadeza do calendário, o ministro José Antonio Dias Toffoli foi eleito para a presidência do Supremo Tribunal Federal no mesmo dia em que o pretório excelso decidiu por 7×4 pedir ao Congresso um aumento de 16,38%. Cada eminente ministro pretende receber R$ 39,2 mil mensais.Continue lendo ›
O Banco Central determinou hoje a liquidação extrajudicial da Gradual Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A., com sede em São Paulo, que foi alvo da Operação Encilhamento, que apura desvios em fundos de pensão municipais. Lembre-se que a Gradual foi contratada pela Maringá Previdência, gestão de quem?, em 2013.

A comissão de ética da Presidência da República determinou a abertura de procedimentos de investigação contra nove ministros do presidente Michel Temer para apurar as condutas deles em viagens oficiais pelo país. Entre eles está o maringaense Ricardo Barros.Continue lendo ›