Brasil

Reportagem da revista Época envolve empreiteira maringaense e casal de ministros

King Air
A revista Época desta semana traz reportagem de Andrei Meireles e Marcelo Rocha informando que o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, foge de pergunta sobre o uso de avião de uma empreiteira maringaense que faz obras públicas e financiou campanha da mulher, Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil. A matéria fala do “empenho especial” do ministro na construção do Contorno Norte de Maringá – “uma obra tocada pela empreiteira Sanches Tripoloni, que já custa o dobro de seu preço original. Inicialmente, Bernardo ajudou a liberar verbas para a obra, destinadas por meio de emendas parlamentares ao Orçamento da União. Depois, Bernardo conseguiu incluir a construção do contorno no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que livrava o empreendimento da dependência de emendas parlamentares, sempre sujeitas a contingenciamentos e cortes orçamentários”. Em outro trecho, a revista confirma que a Sanches Tripoloni é hoje uma das construtoras que mais recebem verbas públicas.” No ano passado, ela recebeu R$ 267 milhões do governo federal. Sua ascensão é recente. Em 2006, por causa da má situação financeira da empresa, seus sócios chegaram a registrar uma redução de capital. Na campanha eleitoral de 2010, a empreiteira e seus donos fizeram doações de R$ 7 milhões, especialmente para o PR, que comandava o Ministério dos Transportes, e o PT. No Paraná, eles doaram R$ 510 mil para a campanha da ministra Gleisi Hoffmann ao Senado. O deputado estadual Ênio Verri, do PT do Paraná, que foi chefe de gabinete de Paulo Bernardo no Ministério do Planejamento, também foi beneficiado por uma doação”. Perguntado se usou o King Air da empreiteiira, o casal de ministros manteve silêncio absoluto. Confira a reportagem.Continue lendo ›

O mensalão do Ministério das Cidades

Depois dos escândalos que derrubaram os ministros dos Transportes e da Agricultura, o radar do Palácio do Planalto está apontado desde a semana passada para o gabinete do ministro Mário Negromonte (PP), das Cidades. A edição de Veja que chega às bancas neste sábado traz informações levadas à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, por um grupo de parlamentares do PP. Em guerra aberta com uma parte da legenda pelo controle do partido, Negromonte estaria transformando o ministério num apêndice partidário e usando seu gabinete para tentar cooptar apoio. Segundo relatos dos deputados que foram convocados para reuniões na pasta, a ofertas em troca de apoio incluem uma mesada de R$ 30 mil para quem aderir. Leia mais.

PS – O Ministério das Cidades é aquele que arranjou alguns milhões para desfavelizar o que não era favela em Maringá, que resultou num projeto feito a toque de caixa, com fraude em sua montagem.

CPI da Corrupção

Nenhum dos três deputados federais por Maringá assinou pela instauração de uma CPMI – Comissão Parlamentar Mista de Inquérito – para apurar “os casos de corrupção que assolam o país”, como frisa o blog aberto especialmente para acompanhar a CPI. Entre os que já assinaram estão Tiririca, Acelino Popó, Takayama e Anthony Garotinho. O blog incentiva que os eleitores tentem convencer os que ainda não assinaram.

O grande golpe

A Operação Alquimia, uma das maiores de todos os tempos, realizada hoje de forma conjunta entre a Polícia Federal e a Receita Federal, que desarticulou uma organização formada por empresários acusados de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e sonegação fiscal, traz um nome familiar a certos maringaenses. O grupo, que teria dado prejuízo de R$ 1 bilhão aos cofres públicos, atuava principalmente em São Paulo e Bahia, mas com ramificações em Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Góias, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe, além do Distrito Federal. Empresas laranjas vendiam produtos para outras empresas, legais, e acumulavam impostos a pagar. Quando esse montante de impostos alcançava um certo valor, essa empresa “laranja” era considerada insolvente e desaparecia. Das 300 empresas fiscalizadas, 30 estão localizadas em paraísos fiscais, notadamente na Ilhas Virgens Britânicas – este, coincidentemente, o nome familiar, até há cerca de um ano sede de uma grande empresa “local”.

GVT consegue descontão para pagar ICMS não recolhido

A operadora GVT, que tem sede em Curitiba e call-center em Maringá, autuada em diversos Estados por recolher somente uma pequena parte do ICMS que incide sobre os serviços de telecomunicações e recorrer das multas na Justiça, aceitou proposta do Conselho de Política Fazendária (Confaz) e começa a recolher o tributo não pago a partir deste mês. A Folha de S. Paulo, que publicou a notícia de Julio Wiziack e Tatiana Resende hoje, calcula que a empresa irá pagar 63% do total da dívida, de cerca de R$ 900 milhões. Leia mais.

Espertinha a GVT, hein? Recolhe o ICMS do consumidor e não repassa ao erário, algo que antigamente era chamado de apropriação indébita.

Secretário da Receita Federal e Edmar discutem FIA

Edmar e Freitas Barreto
O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Freitas Barreto, acompanhado do coordenador Geral de Tributação, Fernando Mombelli, e da assessora Valeria Barbosa, recebeu o deputado federal Edmar Arruda (PSC). Eles debateram a mudança na data de recolhimento da opção pelo Fundo da Infância e Adolescência, de até 6% para pessoa física.
Edmar está propondo que o contribuinte possa realizar esta opção e recolhimento com a entrega da declaração. Atualmente a data é 31 de dezembro, uma data em que o contribuinte não tem como saber quanto terá que pagar de imposto. Leia mais.

‘Licitações corrompidas’ na Agricultura

De Josias de Souza:
O ministro Wagner Rossi, representante do PMDB na pasta da Agricultura, grudou-se nas manchetes como ímã em chapa de aço. Se depender do servidor público Israel Leonardo Batista, ex-chefe da comissão de licitações da Agricultura, Rossi não descerá do topo das páginas. Israel é o personagem que trouxe à luz a revelação de que o lobista Júlio Fróes dispunha de sala no prédio do ministério e distribuía dinheiro a servidores. Em entrevista aos repórteres José Ernesto Credencio e Andreza Matais, Israel pronunciou frases inquietantes. Disse que Rossi “desarranjou” o setor de licitações do ministério. Afastou servidores do quadro efetivo e nomeou terceirizados que “vão assinar o que não devem”. Leia mais.

Casa do pai Lula

De Cláudio Humberto:

O ex-ministro Antonio Palocci integrará o conselho do Instituto Lula. Falta convidar Erenice Guerra para os Recursos Humanos, Cesare Battisti para a segurança privada e ter Jeany Mary Corner na recepção.

Verba do Turismo teria ficado com deputada

A deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP) foi arrastada para o centro do escândalo que arde no Ministério do Turismo, informa Josias de Souza. Fátima é autora das emendas orçamentárias que destinaram verbas da União para convênios turísticos no Estado dela, o Amapá. Os projetos previstos nos contratos, dizem a Polícia Federal e o Ministério Público, não se materializaram. E o dinheiro foi desviado. Leia mais.

O escândalo, portanto, acaba beneficiando um umuaramense: o deputado federal Osmar Serraglio disputa, como Fátima Pelaes, uma vaga no TCU.

A vez de Paulo Bernardo

Segundo Cláudio Humberto, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) disse hoje que pretende ir ao Congresso Nacional nos próximos dias para esclarecer dúvidas dos parlamentares sobre denúncias de fraudes no Ministério dos Transportes e no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. O ministro recebeu convite do Congresso para esclarecer denúncias de seu envolvimento em negociações de contratos para obras de ferrovias e rodovias no Paraná. “Pretendo ir assim que for agendado. Faz parte do processo diplomático prestar contas ao Congresso”, disse. “Alguns jornais publicaram que o Pagot [Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Dnit] teria dito que eu tinha responsabilidade no Dnit. Acho que vocês viram que o Pagot disse que não falou isso. Mas houve um convite, inclusive com concordância da base aliada, e eu acho que é uma obrigação ir lá”, afirmou.

O Contorno Norte será um dos temas da prestação de contas.

Por que os brasileiros não reagem?

De Juan Arias, do El País, há quase um mês:

O fato de que em apenas seis meses de governo a presidente Dilma Rousseff tenha tido que afastar dois ministros importantes, herdados do gabinete de seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva (o da Casa Civil da Presidência, Antonio Palocci – uma espécie de primeiro-ministro – e o dos Transportes, Alfredo Nascimento), ambos caídos sob os escombros da corrupção política, tem feito sociólogos se perguntarem por que neste país, onde a impunidade dos políticos corruptos chegou a criar uma verdadeira cultura de que “todos são ladrões” e que “ninguém vai para a prisão”, não existe o fenômeno, hoje em moda no mundo, do movimento dos indignados. Será que os brasileiros não sabem reagir à hipocrisia e à falta de ética de muitos dos que os governam? Não lhes importa que tantos políticos que os representam no governo, no Congresso, nos estados ou nos municípios sejam descarados salteadores do erário público? É o que se perguntam não poucos analistas e blogueiros políticos. Na íntegra.

Um currículo repleto de denúncias

De Fábio Fabrini e Chico de Gois em O Globo:

Preso ontem pela Polícia Federal, o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, foi promovido ao segundo cargo mais importante da pasta, em janeiro deste ano, mesmo sob acusações de desvio de verbas da extinta Sudam, favorecimento de empresa de sua família e irregularidades na gestão de convênios federais. Graças ao apoio das bancadas de diversos partidos no Congresso, devidamente recompensadas com a liberação de emendas, atravessou oito anos blindado das denúncias em postos importantes do ministério, administrado no período por PTB, PT e PMDB. Fred, como é conhecido, chegou à pasta em 2003, como nome imposto ao ex-ministro Walfrido Mares Guia (PSB, ex-PTB) pelo então presidente nacional do PTB, José Carlos Martinez (falecido em 2003). Leia mais.

Devo, não nego

De Cláudio Humberto:

O ex-prefeito de Maringá Ricardo Barros, que pretendia presidir a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), quer pagar em suaves prestações a dívida de R$ 300 milhões com a estatal de energia Copel.

Corrupção no Judiciário

Do Valor Econômico:
Desvios de verbas, vendas de sentenças, contratos irregulares, nepotismo e favorecimento na liberação de precatórios são problemas comuns no Judiciário em todas as regiões do país. Há desde tribunais que usam dinheiro público para contratar serviços de degustação do café tomado pelos juízes até saques de milhões em sentenças negociadas pelos próprios magistrados. Em pouco mais de dois anos de inspeções realizadas nos Estados, o Conselho Nacional de Justiça descobriu casos de pagamento de 13º salário a servidores exonerados, desvio de verbas de tribunal para a maçonaria, pagamento de jeton a médico de tribunal, associações de mulheres de magistrados administrando serviços judiciais, esquemas de empréstimos consignados fraudulentos envolvendo juízes e até sorteios de relatores de processos totalmente direcionados, com apenas um juiz concorrendo. Leia mais.

PS – Em Maringá, atenta leitor, vê-se privilégio nas sentenças envolvendo bancos.

Em sequência

Do Painel, da Folha de S. Paulo:

Do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), sobre a sucessão de denúncias e percalços políticos no governo Dilma: “Parece saco de caranguejo: você puxa um e vem outro grudado”.

Blogue-se

De Cláudio Humberto:

A estatal Itaipu Binacional é uma das patrocinadoras do 1º Encontro Internacional de Blogueiros, em outubro, em Foz do Iguaçu (PR). A célebre dissidente Yoani Sánchez não virá, claro. Só outro Sánchez, o Iroél, um dos responsáveis pela censura a blogueiros, em Cuba.

Botando quente

Nelson Jobim é o terceiro ministro a cair nos primeiros oito meses do governo Dilma (aqui). É o terceiro a cair que ela herdou do governo Lula.

Aposta-se que é questão de semanas a caírem os primeiros ministros considerados realmente dela, de sua escolha. É esperar para ver.

Ministro nega denúncia envolvendo Caramuru Alimentos

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, rebateu as acusações do ex-diretor da Companhia Nacional de Abastecimento, Oscar Jucá Neto, relativas a irregularidades em pagamento da estatal à empresa Caramuru Alimentos, de Apucarana. Segundo o ministro, as acusações são mera “elucubração” do ex-diretor, que estaria “ressentido” com a demissão. O ministro participa neste momento de audiência pública da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara. Jucá Neto disse à revista Veja que a Conab estaria protelando o repasse de R$ 14,9 milhões à gigante do mercado agrícola Caramuru Alimentos, referentes a dívidas contratuais. Segundo ele, representantes da Conab estariam negociando um acerto para aumentar o montante a ser pago para R$ 20 milhões. Desse total, R$ 5 milhões seriam repassados por fora a autoridades do ministério. Leia mais.

Sem medo de ser feliz

De Cláudio Humberto:
A empreiteira Sanches Tripoloni, que fez doações para a campanha da senadora e ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil), continua surfando no aumento de 1.273% dos seus contratos no Dnit: no dia 27, em plena crise, faturou mais um empenho, desta vez no valor de R$ 100 milhões.

PP tem esquema de corrupção no Ministério das Cidades

De Rodrigo Petry, Agência Estado:

O tesoureiro do Partido Progressista, Leodegar Tiscoski, e outros executivos ligados ao partido liberavam recursos para obras consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União, algumas delas com recomendação de “retenção dos pagamentos”, segundo reportagem da edição desta semana da revista IstoÉ. A reportagem afirma que, dos gabinetes do Ministério das Cidades, comandado pelo PP, os políticos favoreciam empreiteiras que contribuíram financeiramente com campanhas eleitorais do partido no ano passado. O ministro das Cidades, Mário Negromonte, negou com veemência as acusações. Leia mais.

PS – À cabeça dos que sabem veio a seguinte expressão ao ler esta notícia: “PAC Santa Felicidade”.

A frase

A única coisa que eu acho importante é termos, de vez, a CPI do Dnit – Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Dnit

Fazendeira é presa no MS

Do G1:

A fazendeira Beatriz Rondon, investigada pela Polícia Federal por suspeita de participar e organizar safáris ilegais no pantanal sul-mato-grossense, foi presa em flagrante nesta sexta-feira pela posse de armas. A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em uma fazenda em Aquidauana, cidade a 130 quilômetros de Campo Grande. Leia mais. Pela internet circula corrente conclamando ambientalistas a “pegar” a mulher que promovia safáris e mortes de onças.

Barros pressionou para Dnit liberar verbas

http://youtu.be/B6DnOEyjEyg
De Cícero Henrique, no Caldeirão Político:

O ex-diretor do Dnit, Luiz Antonio Pagot, afirmou que o prefeito de Maringá, Silvio Barros II, e o irmão dele, ex-deputado federal Ricardo Barros, ambos do PP, pressionaram o órgão para liberar as verbas para o Contorno Norte do município. Segundo Pagot, o prefeito Silvio Barros era o responsável pelas desapropriações. “Muitas vezes vinha com o irmão que era deputado federal [Ricardo Barros, do PP], que vinha exigir pressa na licitação, conclusão do segundo lote de obras, licitação do segundo lote de obras”, disse o ex-diretor do Dnit. “Fui ao Dnit no sentido de conquistar obras e apressá-las”, confirmou Ricardo Barros, ex-vice-líder dos governos FHC e Lula, que atualmente tenta chegar à presidência da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). Os aditivos nas obras do Contorno Norte de Maringá chegam ao astronômico valor de R$ 37 milhões.

Maringá lidera convênios com Dnit

Da Folha de S. Paulo:

A Prefeitura de Maringá (PR) é a mais beneficiada por convênios municipais com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) desde 2003. Foram R$ 148,6 milhões em convênios no período, segundo levantamento feito pela reportagem. Porto Velho (RO) está em segundo lugar, com R$ 111,3 milhões. Dos quatro convênios, três foram assinados depois de maio de 2008, quando o município contratou Teresinha Rocha Nerone para captar recursos em órgãos públicos estaduais e federais. Ela é amiga do casal de ministros Paulo Bernardo (Comunicações) e Gleisi Hoffmann (Planejamento). Maringá é uma das principais bases eleitorais dos petistas. O quarto e maior convênio da cidade com o Dnit, no valor de R$ 94,1 milhões, foi firmado em 2004. Mas 75% do valor só foi liberado após a contratação de Teresinha. Leia mais.

Interesse público

De Josias de Souza sobre a viagem do ministro Dias Tofolli à ilha de Capri para o casamento de um advogado:

O Blog entende que a questão é, sim, de interesse público. Desde que paguem integralmente as suas despesas, magistrados podem ir a casamentos de amigos na ilha de Capri, na ilha de Comandatuba ou nas ilhas Aleutas. Magistrados não vivem enclausurados, mas os mais cuidadosos, em respeito à instituição e ao interesse público, só recebem advogados com as portas abertas ou na presença de assessores. Na íntegra.

Amiga dos ministros, Teresinha Nerone entra na história

Da Folha.com: Amiga do casal de ministros petistas Paulo Bernardo (Comunicações) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil), a consultora Teresinha Nerone atuou no governo para obter apoio do Ministério dos Transportes à construção do anel viário de Maringá (PR), informa reportagem de Rubens Valente publicada na Folha deste domingo. A obra é investigada pelo TCU (Tribunal de Contas da União), que aponta sobrepreço de R$ 10,5 milhões nos pagamentos do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). A empresa de Teresinha é contratada desde 2008 pela Prefeitura de Maringá para “assessoramento na montagem e acompanhamento de processos para a captação de recursos”. Teresinha tem uma antiga e estreita relação com o casal de ministros. Em outubro de 2009, postou em sua página no microblog Twitter que estava “na praia, tomando vinho” com Gleisi e Paulo Bernardo. Questionado sobre isso, Bernardo respondeu: “Isso não é da sua conta”. Leia mais.

Auro Ida e os semi-deuses

O jornalista Auro Ida, 53, foi assassinado na quinta-feira à noite em Cuiabá, e não se descarta crime passional. Fundador do Midianews, Auro, em agosto do ano passado, escreveu um artigo revelador dos bastidores do Ministério Público e do Tribunal de Justiça do Mato Grosso: aqui.