Bronca

E o Natal Brilhante?

De Hilário Gomes, de Sarandi, em seu blog:
Até agora ninguém sabe ninguém viu o final da campanha da prefeitura intitulada de Natal Brilhante. Ninguém sabe quem ganhou os premios nem as casas e os comércios mais bonitos. Foi muita conversa para ” boi dormir ” e os empresários de modo geral ficaram mesmo decepcionados, até porque a iluminação e os eventos ficaram muito aquém do que prometeram. Administração “traz parente” é assim mesmo. Cheia de controvérsias e justificativas.

Atendimento diferenciado

Veranistas que residem em Matinhos não entendem o que leva aquela prefeitura a atender o público só depois das 12h30. O fato lembra a piada do restaurante que vive fechado para o almoço.
“Quem sabe, quando terminar a temporada (acerto de IPTU, transferências de imóveis, ITBI etc), a prefeitura abra nos dois períodos”, diz um deles.

“Não pode ser Maringá!”

Do professor Paulo Vergueiro:
Fiquei absolutamente indignado com a situação atual de nossa rodoviária. Suja, sem ventilação (não há um único ventilador funcionando), portas fechadas, transformam o ambiente (área de embarque) em verdadeira estufa. O cheiro é ótimo. O chamado para embarque é aos berros, na porta que deveria ser de acesso as plataformas de embarque, mas parecem porteiras de gado, na base do “Curitiba 18h30, quem vai?”… Meu Deus!!!
Quem tem bagagem maior que o limite dos acessos, tem que descer um degrau com o carrinho! Todo mundo cai lá! Ajudei pelo menos umas três senhoras em menos de 1 hora a catar as malas no chão. Preços exorbitantes de lanches e bebidas, funcionários mal vestidos e alguns até sujos. Não pode ser Maringá! Profundamente lamentável.Continue lendo ›

Oligopólio no litoral

Quem retorna de Matinhos vem com a mesma história: o buchinho na cidade litorânea é de que o atual prefeito Eduardo Antonio Dalmora, que já era dono de mais da metade dos supermercados da cidade, depois que assumiu a prefeitura estaria “forçando” os concorrentes a venderem seus estabelecimentos. Ele possuiria hoje mais de 90% dos supermercados por ali. “Como consequência, não há mais concorrência e os preços dos alimentos foram para a estratosfera. Os maiores prejudicados são, é claro, os nativos, já que os turistas estão de passagem”, comenta um maringaense que esteve por lá.

Filas na Praça de Atendimento

Leitor reclama do tamanho das filas na Praça de Atendimento do paço municipal, em Maringá, o que considera jum descaso com o contribuinte que está querendo pagar suas contas ou obter informações sobre o aumento do IPTU. Um funcionário garante que o problema é no Departamento de Informática. “O Sistema da Elotech não está aguentando o fluxo de dados e o Data Center não tem estrutura adequada para o funcionamento”, disse, aguardando providências da consultoria de TI da Prefeitura de Maringá.

Isso pode?

Do leitor:
Hoje quando estava indo para o trabalho, às 7h30, saindo de minha casa passo pela avenida São Judas Tadeu quando me deparo com um carro do Setran. Então me perguntei: O que um carro do Setran está fazendo ali parado, ao lado de um bosque em frente a Casa de Emaús? Passei bem devagarzinho ao lado vi um fiscal de dentro do carro operando um pequeno radar em cima do painel da viatura, marcando a velocidade do carro que ali tinha passado. Então eu pergunto: Isso pode?

Tem aumento de político embutido?

Tem maringaense desconfiado de que, a julgar pelo carnê do IPTU, o contribuinte já começou a pagar pelos abusivos subsídios de vereadores, secretários, prefeito e vice. Um leitor aponta o aumento de 22% no imposto, que o surpreendeu após ter lido na imprensa local que o reajuste deste ano seria na casa dos 6,5% (inflação medida pelo IPCA). Neste caso, a prefeitura elevou o valor do imóvel, o que, mantida a alíquota de 0,30%, dá os 22% de aumento.

Fui proibido de usar o espaço público

De José Fuji:
Todas as manhãs quando estou em Maringá, ou tenho disponibilidade de tempo, faço a minha caminhada no Parque do Ingá! Moro na Zona 7, e me utilizo de uma moto para a locomoção ate o local, mas como a moto não tem trava e por sinal é a única que disponho com muita dificuldade, e todos me conhecem, os seguranças do Parque do Ingá sempre eles permitiram que a deixasse no interior do local. Mas hoje caiu a tempestade. Continue lendo ›

Privigélios

O prefeito de Maringá costuma chamar uma servidora pública municipal de sua “segunda mãe”, o que lhe garante regalias não reservadas aos demais colegas de paço. Esta semana, reclama leitor, ela não apareceu para trabalhar e, pelo que se informa, só reaparecerá na segunda-feira. Ruim até para o prefeito, que costuma lhe apreciar os bolos, feitos na própria prefeitura, durante horário de expediente.

“Quem irá multá-los?”


Na quarta-feira, leitor flagrou uma viatura da PM cometendo duas infrações graves: estava estacionada sobre a faixa de pedestres e em frente a uma rampa para cadeirantes. Tudo isso defronte o Hospital São Marcos. Segundo informações, a viatura estava atendendo uma ocorrência, “mas um erro (de alguém) não justifica o outro, além do que havia a vaga da ambulância, a rampa do hospital, e outras vagas livres para estacionar. Quem irá multá-los?”. O leitor explica ainda que vários motoristas já foram multados neste mesmo local e por pararem na vaga da ambulância, na hora de emergência, levando paciente em estado grave para ser atendido. Mesmo explicando ao policial que tratava-se de um emergência, não escaparam da multa.


Do leitor maringaense: “Chegando a trabalho hoje pela manhã, como todos os dias, encontrei muita dificuldade para estacionar.Quando não são os cones guardando vagas em frente aos edifícios na rua Joaquim Nabuco, são as caçambas tirando vagas de motoristas. Como mostram as fotos, caçambas em uma distância de mais ou menos 50 tsmetros umas das outras, no mínimo cinco vagas foram tomadas pelas caçambas. Quando isso vai acabar?”.

Isto pode?


Na esquina da avenida Pedro Taques com rua São João, em Maringá, ontem à tarde. O leitor comenta: “O pedestre? Ora…. o pedestre tem uma graminha para pastar”.

Indústria de multas


Do leitor: “Sirvo-me da presente para externar a indignação de um motorista maringaense contra a Indústria de Multas Setran. Pelo visto na forma de agir dos seus agentes, a Setran deve ser de uma entidade, aparentemente, chefiada e mantida com a única finalidade arrecadatória, sem nenhuma preocupação com a segurança e a vida dos seus usuários, totalmente desprovida de princípios preventivos e educativos como se vê nas fotos anexas.Continue lendo ›

Corte de árvore


Leitor envia a foto e comenta: “Se você tem dinheiro suficiente para construir uma obra de luxo e tiver uma árvore atrapalhando, fique tranquilo, a Semusp vai lá e corta tudo. Mas aquelas árvores condenadas, que estão podres, caindo e já causaram até morte na cidades, eles não vão retirar”.

Procura-se

Leitor, ao lembrar no próximo dia 15 haverá audiência pública, convocada pelo prefeito de Maringá, para resolver o problema do lixo da cidade, pergunta: Foi de fato feita a convocação em jornais, rádios e outros meios de comunicação? “Ao entrar no site da prefeitura, a chamada não deveria estar em destaque na primeira página? Tente entrar em serviços, no link gerenciamento de resíduos e verá um enorme aviso “Em manutenção” . Tente a página da Secretaria de Meio ambiente. Surpresa, nenhuma informação da audiência pública. Há leitores a procura dessa informação. Há recompensa: Um panetone, entregue em sua casa (no dia 1º de abril).”

Luxo, lixo e educação


O contêiner de lixo do Green Ville, luxuoso prédio localizado na praça Kennedy, em Maringá, está sempre ocupando vaga de carro em via pública, reclama uma leitora. O que parece provocação é feito todos os dias. Dias atrás, ela desceu, tirou o contêiner da vaga e estacionou o carro. Alguém do prédio reagiu de forma pouco educada: o lixo foi jogado sobre o carro.

Sobra lá, falta aqui


A Prefeitura de Maringá faz um barulhão com a inauguração do Ginásio de Esportes Chico Neto, o primeiro climatizado do sul do país. A notícia, boa, porém, esconde um atraso inaudito na obra, que deveria ter sido entregue há cerca de três anos.

O prefeito Silvio Barros II (PP), por sinal, poderia aproveitar, agora que o cofre da prefeitura está cheio, e além de pagar a trimestralidade que o irmão mais novo negou ao funcionalismo, nos anos 90, mandar arrumar o ar-condicionado da praça de atendimento localizada no paço municipal, no andar abaixo de seu gabinete. Com esse calor, sem climatização, contribuintes e funcionários sofrem muito. O ar estaria com problemas há apenas oito meses.

Décimo-terceiro da mídia amiga?

Do letior:

A prefeitura vai torrar em dezembro – e talvez em janeiro também – milhõe$$$$$$$ de reais em campanha ufanista e narcisista tipo “eu me amo, não posso mais viver sem mim”. E como o dinheiro não sai do bolso dos fratelli Barros, será veiculada novamente a fraquinha campanha “educativa” de trânsito, cujos resultados são desanimadores. Toda essa dinheirama é pra auxiliar a mídia amiga e apaniguados a terem um Natal gordo? Para complementar o pagamento do décimo-terceiro que a mídia amiga tem que fazer em dezembro?Continue lendo ›

Lotação

A demora no atendimento aos que procuram o Hospital Municipal contrasta, novamente, com a Maringá sem problemas que é o mote da nova campanha publicitária que está no ar nos meios de comunicação de Maringá. Um leitor reclama que está no HM aguardando uma consulta há mais de quatro horas e que nunca havia visto o local tão lotado.

Eles deram exemplo?

Ao comentar sobre a moralidade do aumento dos vereadores, secretários, prefeito e vice de Maringá, o peemedebista Osvaldo Félix dos Anjos, depois de frisar que 100% da população é contra o reajuste indecente, sugeriu: “A imprensa poderia verificar se destes vereadores que votaram pelo seu “próprio aumento” quem são empresários ou que são médicos e têm suas clínicas, ou aqueles que tenham empregadas dométicas ou diaristas em suas residências, e se dariam um aumento desses aos seus funcionários ou de quanto foi este aumento no decorrer deste ano. Dar “bom dia”com o dinheiro que poderia ser economizado e revertido na saúde do povo carente no Hospital Municipal, na segurança do município, na melhora da educação das escolas municipais, neste nosso trânsito, isto é legislar para aqueles que lhe confiaram seus votos.”

Blocos para calçada tomam via pública


O Bradesco está se instalando na avenida Curitiba, uma das principais da vizinha Paiçandu, e há mais de uma semana os paiçanduenses veem  “estacionados” em via pública os blocos que serão utilizados para a calçada. O “estacionamento” da parede de tijolos na rua é irregular e, apesar da proximidade da delegacia, que fica na outra esquina, não se percebeu nenhum movimento para fazer a obra começar logo, mas assim que acontecer um acidente com um ciclista, uma criança ou um motociclista o banco, que no ano passado teve um lucro líquido de R$ 10 bilhões, com certeza a coisa começa a andar.

Correios não entregam cartas simples

Leitora aborda algo de que eu já tinha ouvido falar. Depois da última – e chata – greve dos funcionários dos Correios, o que já foi uma instituição respeitadíssima está uma bagunça. Apesar de falarem que não haveria prejuízo e que em dez dias tudo estaria em ordem, em vários bairros da cidade a situação não voltou ao normal. “Aqui no Jardim Monte Carlo, rua Dr Antonio de Azevedo, não passa carteiro há mais de duas semanas, sendo entregues somente cartas Sedex. Correspondências simples (contas de telefone, cartão, cartas simples ) não estão sendo entregues. Fui até a agência da Mauá e obtive a informação que não tem pessoal suficiente, e por isso não estão entregando cartas simples. Inclusive tem um cartaz dissendo: “Não estamos entregando cartas simples . Quero saber quem vai pagar a conta? Acho o direito de greve legal e necessário, mas daí a população a arcar com as consequências, já é demais. Como fica o direito do cidadão que paga seus impostos e necessita de serviços?”, reclama.

Som de boate desafio o Meio Ambiente

Leitor de Maringá escreve a propósito da boate Polo. “É claro que no início, quando obteve alvará da prefeitura, a atividade era outra. Aos poucos foi mudando e acabou assumindo os exatos mesmos procedimentos da sua antecessora, boate Velvet. A Polo tem colocado som em altíssimo volume nas madrugadas e pior do que isso: coloca o som na área frontal do prédio, voltado para fora e com os vidros abertos. Na última noite o meu decibelímetro (comprado na época da Velvet) apontava ruído em torno de 90 db. Insuportável! Não adianta reclamar com a Secretaria do Meio Ambiente da prefeitura, porque eles não tomam qualquer providência.Continue lendo ›

Mau exemplo


Leitor lembra o ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”. Os homens que devem dar exemplo aos maringaenses, estacionam um ônibus em cima da calçada na praça Manoel Ribas. Se um cidadão comum fizer isso, aparecem “trocentos” agentes de trânsito para multar o infeliz.

Exame caro

Fiz um exame de PSA pelo SUS. O resultado veio um pouco alto e quis fazer uma contraprova num laboratório particular. Em Maringá, um laboratório pediu R$ 88,00. Numa cidade da região, o mesmo exame me custou R$ 25,00. Como pode tamanha diferença? O PSA é necessário para complementar o exame de toque. O câncer de prostata assusta. Estive recentemente no Hospital do Câncer de Londrina. De cada 10 homens que estavam lá, cinco tinham problema na prostata. Muitos só descobrem a doença depois de muito tempo. Aí não tem mais jeito. O melhor é a prevenção.

Donizete Oliveira

Tradicionalmente desorganizada

De Maurício Azanha: “A quarta Meia Maratona de Maringá já deu mostras de sua tradicional desorganização mesmo antes da largada. A entrega dos kits dos corredores estava prevista em regulamento a partir das 12 horas do dia 6/11/2011. Esperei até as 12h50, quando fomos informados que o irresponsável pela entrega dos kits chegaria em 40 minutos, ou seja, com 1 hora e quarenta minutos de atraso. Participei da primeira edição em 2008, além de faltar água mudaram o percurso durante a prova deixando os corredores confusos. Mandei um e-mail para organização pedindo satisfação, mas nunca responderam. É inviável correr 21 km sem água, mas minha esperança era que haveria água na chegada. Não havia…Continue lendo ›

Rodeio atrapalha aulas em Sarandi

A Prefeitura de Sarandi autorizou o funcionamento de um rodeio num local complicado: ao lado da Faculdade Unissa, que existe há 10 anos. “É fácil deduzir que foi impossível ministrar aulas na faculdade devido ao som do evento”, conta um professor. Indignados, representantes da faculdade procuraram os organizadores do evento para solicitar que o som somente fosse ligado após às 23h, pois os alunos já teriam ido para suas casas. “O tratamento dispensado pelos organizadores do evento foi o pior possível: riram da cara dos alunos e representantes da faculdade, alegando que tudo já teria sido acertado com o prefeito. Mais tarde constatou-se que o local não dispõe sequer de alvará. Os argumentos utilizados pelos organizadores era o de que o prefeito era sócio da casa e que nem Deus impediria o evento de funcionar. É uma veronha! E a polícia? Sequer foi ao local. Naquela noite não se achava uma autoridade em Sarandi para resolver a questão”, reclama.

Estudantes reclamam

A propósito da publicação no DOU da autorização para a volta do curso de Medicina à Uningá (depois, inclusive, da realização do vestibular), alunos do curso de Biomedicina e Farmácia da instituição aguardam a solução de alguns problemas. Entre eles, a redução do número de professores, que teriam sido obrigados a atuar no curso de Medicina; os estudantes, no último bimestre do último ano, sem poder transferir de faculdade, têm que suportar a deficiência. Outras reclamações são a falta de estágio no laboratório de análises clínicas e a falta de estacionamento para carros, que estão sendo arrombados porque ficam fora da instituição.

Flanelinhas: ameaça à liberdade individual

flanelinha

No Brasil fala-se tanto em liberdade, direito de ir e vir, direitos humanos, etc. Na vivência do cotidiano nas grandes cidades, porém, tudo isso vai para a lata do lixo, pois os cidadãos que pagam altos impostos não consegue mais chegar com seu carro em determinado lugar em paz sem ser abordado por flanelinhas (ou “guardadores” de carro). É intimidado e, na prática, obrigado a pagar aos tais “guardadores” baseado em uma “lei” que eles determinam (ou paga ou tem seu carro/patrimônio prejudicado). Isso porque ainda não há lei que penalize quem cobrar dos cidadão por estacionar em via pública, ameaçando sua liberdade. Há casos que eles cobram R$ 20,00. Na prática isso significa que o Brasil está se tornando um país único no mundo: um país sem espaço público. Um país onde pagamos impostos ao poder público institucionalizado e ao “poder público” dos que privatizaram informalmente as ruas. Cobrando R$ 10,00 ou R$ 20,00 (ou até menos), certamente muitos desses flanelinhas ganham muito mais que milhares de professores e outras profissões. Isso sem pagar um centavo de imposto sobre a renda que conseguem. E, não tenho dúvidas, que esse dinheiro fácil, livre de qualquer custo, alimenta o tráfico de drogas.

Pensador