Má-ringá

Matagal no Jardim Cidade

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Moradores do Jardim Cidade, em Maringá, reclamam do matagal, como este ao lado de uma casa na rua Luiz Correa, 377B. O morador diz que já reclamou da prefeitura, mas não foi atendido.

Cenas da realidade maringaense

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Novos flagrantes de Anderson Sampaio: acima, o Centro Comunitário dos jardins Quebec/Bandeiras/Vitória, abandonado, trancado e coberto pelo mato. Abaixo, uma unidade de saúde novinha, localizada no Jardim Rebouças, e ainda fechada. Os moradores querem saber quando começará a funcionar.
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Lixo e mato

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Outro flagrante de Anderson Sampaio: a situação da Academia da Terceira Idade localizada na praça da Igreja Sagrado Coração de Jesus, na avenida São Domingos, Vila Morangueira, em Maringá.

Um quê de abandono

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Não é a primeira vez que o blog faz o registro: a foto é de Anderson Sampaio e, com direito a vegetação no telhado, dá o tom de abandono do Centro Esportivo do Jardim Alvorada, na rua Mato Grosso, em Maringá.

Como se não bastasse…

Famílias na Escola Delfim Moreira
Além das condições terríveis em que foram colocadas na desativada Escola Municipal Delfim Moreira, que fica na zona rural de Maringá, as 17 famílias que dividem 13 pequenas salas e o corredor do prédio enfrentam um outro problema que filho de cargo comissionado do Pupin não tem. Além da água ter provocado vômitos e diarreia na turma, em especial nas crianças, e o lixo ser queimado a céu aberto, o pessoal não tem cobertura da saúde pública. Ontem uma criança de 8 anos, que assistia a queima do lixo, escorregou e caiu, sofrendo queimaduras. Acionado, o Samu negou-se a atender a ocorrência. Depois de muito custo, passadas longas 12 horas, o socorro apareceu. Não foi a primeira vez. Dias atrás o portão caiu em cima de um morador, e novamente o Samu informou que eles não realizam atendimento naquela região.

É falta de respeito mesmo

Estacionamento proibido
Leitor esteve no domingo passado no Parque do Japão (aquela obra que o especialista em sustentabilidade disse que seria privada e só recebeu recursos públicos) e achou um absurdo o valor do estacionamento no local, R$ 10,00. Para piorar, conta, a Setrans proibiu o estacionamento na rua lateral do parque, como se vê na foto, com vários cavaletes, com certeza pra induzir o estacionamento dentro do parque. “A opção que tive pra não pagar foi estacionar no fim da rua, a 400 metros da entrada. Isso é uma falta de respeito ao cidadão”, protesta. Ou seja, o contribuinte bancou a construção do parque com o dinheiro dos seus impostos e depois não pode nem estacionar na rua pública…
Parque do Japão

E o direito dos deficientes físicos?

faixa
A maringaense Natássia Carneiro Zagotto perguntou no Facebook: até quando as autoridades vão relegar o direito dos deficientes físicos? A faixa de pedestres fica defronte sua casa, mas não há passagem para cadeira de rodas, um problema antigo. “Hoje estava com meu pai, que para passar do outro lado da rua desviou a cadeira para passar pela rotatória, quando veio uma moto cortando balão, que não nos atropelou porque o meu pai gritou com o motoqueiro, que freou, e o meu pai conseguiu desviar a minha cadeira, e claro que tudo isso com a ajuda de Deus”, contou. Em outros locais da cidade, como no avenida Mandacaru, defronte a Biblioteca Tamires Moreira de Carvalho, há anos existe rampa de um lado e de outro, mas não no canteiro central, onde passa uma ciclovia em que se gastou muito, mas muito dinheiro do contribuinte.

Aguardando atendimento

entulhos
No Facebook, Dionísio Martins conta que a retirada dos entulhos da calçada na rua Mathias de Albuquerque, em Maringá, foi solicitada em 10 de dezembro. “Se para os amigos está difícil, imagine para os inimigos”, comentou.

Mato e ruas sem asfalto no Andrade II

jardim andrade
Em tempos de doação de R$ 1,5 milhão dos cofres públicos para organizadores de uma feira aeronáutica particular, moradores do Jardim Andrade II reclamam que há mais de seis meses não é feita roçada no bairro, que tem mais de 14 anos e tem ruas sem asfalto. “A população convida o vereador que falou que Maringá tem dinheiro de sobra no caixa para ir fazer uma visita no bairro; eles garantem que com apenas 1 minuto eles mostraria o que acontece”, diz o Câmera no Rec. Leia mais.

Porcalhões não mudam os hábitos

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A praça da Catedral de Maringá permaneceu cheia de lixo até o final da manhã de ontem, primeiro dia do ano. Somente depois das 10h é que dois (isso mesmo, dois, segundo reportagem da RPC TV) servidores da prefeitura estiveram no local para recolher a sujeira deixada pelos porcalhões que, mesmo mudando o ano, não mudam os hábitos. Foto Tabajara Marques (mais fotos aqui).

Um poste na calçada

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Foto de Gilmar Ferreira mostra um poste caído na rua Joubert Carvalho, região central de Maringá. O poste está ali há 90 dias, bem defronte a Secretaria de Educação.

Menos uma árvore

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O corte de uma árvore aparentemente sadia chamou a atenção de leitor, que fez as fotos acima. O corte, feito pela Semusp, aconteceu ontem, por volta das 17h, na avenida São Paulo, ao lado de um antigo posto de gasolina, na frente de uma empresa que está se instalando no local.

Capacidade reduzida

Os dirigentes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá receberam ontem a informação de que mais uma vez o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está atendendo com apenas duas ambulâncias básicas e uma avançada. “Lembramos que a greve foi suspensa, mas isso não significa que os servidores estão desmobilizados!”, observa o blog do Sismmar.

Vagas reduzidas

Estacionamento
O fim de ano não está nada bom para o motorista maringaense, um dos mais multados do país. Além de perder centenas de vagas para o Circo Vostok, no Novo Centro, teve reduzidas as vagas de outro estacionamento público, aquele da antiga estação rodoviária, próximo à praça Raposo Tavares, para a realização de uma feira (foto). Ali, são cerca de cem vagas a menos. A propósito do circo, o pessoal teria conversado com as “pessoas certas”, o que facilita determinadas concessões que são normalmente negadas aos simples mortais da província.

Areia na pista de atletismo

areia
A pista de atletismo do Estádio Willie Davids era o xodó da administração Silvio Barros II, que relegou o futebol. Esta semana, porém, ficou evidente que o time do ex-vereador Zebrão (PP) passa a ser prioridade para a turma. No WD, a areia para a reforma do estádio foi colocada sobre a caríssima pista, o que também dificultou o treinamento dos atletas, que estão iniciando a base para os treinos das competições de 2014.

Lixo volta a acumular nas ruas

De Oséias Miranda:
Esse ano um dos problemas que mais renderam reclamações foi referente a coleta de lixo. Recentemente a população vive o drama de ter o lixo acumulado na frente de suas residências por mais de duas semanas. Depois de muita polêmica, anúncio da possibilidade da terceirização da coleta de lixo e reclamações no 156, redes sociais e até para secretário de serviços públicos a coisa tinha dado uma melhorada, mas essa semana o problema voltou com tudo.

Dinheiro para cortar o mato não tem…

Crianças no mato
Enquanto o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) atende seu chefe, Ricardo Barros, e quer tirar R$ 1,5 milhão do erário para dar a organizadores de uma feira aeronáutica privada, crianças do Centro Municipal de Educação Infantil Laura Parente Bossolan, na Vila Esperança, brincam em meio ao mato. Não tem dinheiro para cortar mato na gestão Pupin/Barros, mas, para feira aeronáutica, balonismo e que tais…

Sobre condições de trabalho

Samu Maringá
Na noite de sábado, uma viatura do Samu ficou emperrada na rua Julio Mesquita, perto da Igreja Nossa Senhora da Liberdade, em Maringá. Como o socorro não viria, tiveram que levar o veículo para o pátio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. “Dava para ouvir o barulho do motor se arrebentando. O cheiro de queimado foi sentido pelas pessoas que estavam dentro de casa”, conta leitor. A propósito de condições de trabalho, no Facebook o pessoal está cobrando o cumprimento dos motivos que levaram à greve há algum tempo, com0 ambulâncias novas, vale alimentação, hora extra e uma base adequada para o Zona Norte.

Aumento do IPTU assusta maringaenses

iptu
Reportagem exibida hoje pela RPC TV mostrou que havia pouca gente na audiência sobre o aumento do IPTU, realizada ontem na Câmara de Maringá, mas a bronca será muito grande se os valores propostos pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) forem aprovados pelos vereadores. O aumento em alguns casos chega a 53%. A periferia pagará mais caro que imóveis localizados na região central, como se vê acima.

Zona no trânsito

Carros e micro-ônibus estão circulando até pelo canteiro central, na avenida Morangueira, saída para Iguaraçu, por causa do PAS (Processo de Avaliação Seriada). A pista está lotada de carros, e muita gente, com medo de chegar atrasada, está desrespeitando as leis de trânsito. O fato se verifica também nas proximidades da UEM. Não há agentes da Setrans para organizar o tráfego ou punir os abusos.

Lixo na área central

Estacionamento
No chão do estacionamento do EstaR onde se erguia a Estação Rodoviária Municipal, área central de Maringá, restos de limpadores de para-brisa são vistos em volume considerável. O local sofre do mal que, de resto, a cidade sofre: não há lixeiras disponíveis.

Secretário comanda rejeição de comunidade terapêutica pública

Aconteceu ontem a Sétima Conferência dos Direitos das Crianças e Adolescentes de Maringá, realizada no Cesumar. Na plenária, o conselheiro tutelar Carlão apresentou a proposta para que a cidade tenha uma comunidade terapêutica pública, para recuperar dependentes químicos. As que existem atualmente são ligadas às igrejas. A decisão de apresentar a proposta foi tomada em conjunto pelo Conselho Tutelar de Maringá. O secretário de Assistência Social e Cidadania, vereador liencado Flávio Vicente (PSDB), que chegou no final da plenária, liderou os ocupantes de cargos comissionados no voto contrário – e a proposta não foi aprovada.
O secretário é o mesmo que esta semana desmarcou reunião que teria com os conselhos tutelares de Maringá para discutir sobre o serviço social 24 horas. Pupin, como sempre, bem assessorado – ou é ele quem está ditando o jeitão da Sasc funcionar?

Exclusivo caçamba

Vaga
Leitor envia foto, tirada ontem, do que considera desrespeito na avenida Carneiro Leão, em Maringá: uma caçamba na vaga de estacionamento destinada a idosos.

As pichações se multiplicam

Pichação
De uns tempos pra cá aumentou consideravelmente o número de próprios públicos e privados pichados em Maringá. A própria administração municipal, há alguns anos, para “ficar de bem” até com autoridades policiais, andou liberando a pichação, e agora tem sentido na pele. Os prédios da prefeitura, da câmara e a praça da Catedral de Maringá têm sido constantemente pichados, além de prédios e armários espalhados pelas vias públicas, a maioria com assinatura dos autores. Até o banco do Bar União não escapou à sanha do spray na mão de desocupados. Alguns dos pichadores estão se sentindo à vontade. É preciso dar um basta.

Destruir para revitalizar

parqueantes
Assim como na reforma milionária da praça da Catedral e da reforma às pressas feita na praça da Acema, agora a administração municipal de Maringá comprova que não sabe revitalizar sem, antes, destruir. Preservar não é um verbo que se usa muito por lá. Desta vez, no Parque Alfredo Nyffeler, na Vila Morangueira, todas as árvores que existiam defronte a área frontal do parque foram arrancadas, revoltando moradores da região. Além de abrigar pássaros, algumas serviam as pessoas com suas sombras, pois havia bancos em torno delas. Acima, como era o local antes; abaixo, como ficou. Clique para ampliar.
Parque Alfredo Nyffeler

Opção pela propaganda

De Paulo Vidigal, sobre a reunião que discutiu a proposta de PCCR do pefeito Pupin para o funcionalismo maringaense: “(…) A proposta apresentada hoje manteve as distorções de carga horária e a política de concessão de abonos. Para piorar trouxe a desastrosa possibilidade de concessão de reajustes salariais diferenciados por categorias. (…) Uma administração que gasta em seis meses mais de cinco milhões em propaganda e tem na sua folha de pagamento 334 cargos comissionados definitivamente não têm como prioridade valorizar os servidores de carreira, principalmente aqueles que recebem os menores salários”. Leia mais.

Eles não prometeram, mas estão fazendo

A administração Pupin/Barros, que não pode ver uma mangueira em pé, está derrubando todas as árvores defronte a entrada do Parque Alfredo Nyffeler, na Vila Morangueira. De acordo com vizinhos revoltados com a derrubada das árvores, há sibipirunas e mangueiras entre as várias colocadas abaixo. Alguns moradores tentaram reclamar com a Secretaria do Meio Ambiente, mas não obtiveram resposta. O parque, cujo cercamento já dura um ano e não termina, passa por mais uma fase de reforma, depois de ficar abandonado por vários anos. Desta vez, porém, conseguiram se superar: a derrubada das árvores vai deixar o local feito um deserto.