Má-ringá

Rapidez com uns, lerdeza com outros

Corte de árvore
Hoje pela manhã o pessoal da Semusp, informa o leitor que enviou a foto, cortou ou “podou” uma árvore saudável na rua Quintino Bocaiúva, defronte o número 201, onde coincidentemente há uma construção. Do outro lado da rua, acrescenta, tem uma árvore condenada com pedido de corte desde 2007 – e até hoje nada. “Como uns conseguem com certa rapidez o corte e outros devem esperar por 7 anos (por enquanto)?”, questiona.

Lixo no canteiro central

Lixo na avenida
Leitor enviou a foto pela manhã, e agora à tarde tudo do mesmo jeito: o lixo que enche um caminhão está no canteiro central do cruzamento da rua Américo Brasiliense com avenidas Argentina e Jinroku Kubota, no Jardim Alvorada, em Maringá.

Declaração de óbito do garoto Miguel: morte por dengue hemorrágica

Laudo morte por dengue hemorrágica
Esta é a declaração de óbito do garoto Miguel Tosetti Correa, de 4 anos, que morreu na última quarta-feira em Maringá, tendo como causa a dengue hemorrágica (clique para ampliar). A Secretaria Municipal de Saúde, apesar da confirmação feita após exames médicos, não admite oficialmente a terceira morte pela doença. Maringá vive, mais uma vez, epidemia de dengue. Ouça o depoimento de Patrícia Correa, mãe de Miguel, aqui.

Falta aparecer o mandante

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Três pessoas foram detidas ontem furtando grama pública em Maringá – leia mais no site Manchete. Aguarda-se agora a revelação do nome do mandante do furto, que seria presidente de associação de bairro e um dos 515 CCs da administração Pupin/Barros.

Cadê o IAP? 1

Iguatemi cachoeira
No Facebook, uma postagem do Maringá da Deprê mostra fotos de uma cachoeira que existia próximo ao distrito de Iguatemi e que acabou, com a complacência do IAP, quando o local se transformou num condomínio de luxo. Saiba mais.
Iguatemi condomínio

Cadê o IAP? 2

Sol Nascente poluição
O IAP, cujo chefe regional é Paulino Mexia, que pode perder o cargo nos próximos dias por ter ignorado uma lei municipal e a recomendação do Ministério Público em relação ao corte de mata nativa no Bosque Dois, nunca apareceu quando chamado para verificar a grave poluição provocada por um posto revendedor de combustíveis no Contorno Sul, proximidades do Conjunto Sol Nascente, em Maringá. Simplesmente o estabelecimento jogava óleo puro no terreno vizinho. Um morador teve sua horta invadida, por meses, pela poluição vinda do posto – e tentou acionar o órgão ambiental, há tempos. O óleo acabou infiltrado na terra, e a fiscalização até hoje não apareceu por lá. Fosse autorização para derrubar mata nativa…
Sol Nascente poluição

O rottweiller solto na rua e a falta de um serviço público

Cachorro solto
Um cão rottweiler de grande porte colocou em polvorosa moradores da rua Saulo Porto de Virmond, Chácara Paulista, em Maringá, na manhã de hoje. Bem tratado, arrastando uma corrente fina, ele atacou um cão pequeno, que estava no colo da dona e não o soltava, chegando a quebrar o fêmur. Moradores e transeuntes entraram em pânico e tentavam libertar o pequeno até que jogaram água fria e ele soltou e continuou no local. Uma moradora explica o que aconteceu depois: “Fiz contato com 193, o atendente orientou ligar para um celular de plantão do Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura. Após várias tentativas (chamava até cair na caixa) retornei ao bombeiro que, atencioso, também tentou contato mas igualmente não foi atendido pelo suposto número de plantão. Ao todo fiz duas ligações para o celular do CCZ e 6 contatos com 193 e o atendente informou que iria passar para os superiores mas não teriam local para encaminhar o animal. Por volta de 12h passou uma viatura da PM que passou a tentar contatos também; em seguida saí do local e logo recebi retorno do bombeiro dizendo que estavam buscando providências. Retornei após as 13h, o cachorrão não estava mais lá, um comerciante informou que a PM ficou no local até a chegada do dono, que residiria no bairro”. Em resumo, ficou a indignação pela falta de um serviço público que desse uma resposta rápida e clara diante da situação assustadora, pois outros ataques poderiam ter acontecido.

Sem interesse imobiliário

Mapa Maringá
Leitor envia a foto e, aproveitando o gancho de o prefeito ter passado por cima da lei e mandado derrubar árvores no Bosque Dois, pergunta por que a prefeitura então não faz a ponte para poder ligar a avenida que corta o Conjunto Ney Braga e vai sair na avenida Sabiá, próximo à Coca-Cola? “Essa sim é uma obra esperada há tempo e que beneficiaria muita gente, até desafogaria um pouco o tumultuado transito da avenida Mandacaru. Pena que esse povo não tem interesse imobiliário nesta região”, comenta.

Taser contra as árvores

Derrubada de árvores
Para a derrubada de dezenas de árvores do Bosque Dois, ontem pela manhã, o prefeito Pupin armou uma verdadeira operação de guerra, mobilizando igualmente dezenas de servidores municipais, veículos e equipamentos. Entre eles, vários guardas municipais – que, por lei, não foram constituídos para, armados com Taser, contemplar árvores cortadas pela administração. Se a moda pega, se guardas municipais forem deslocados para contemplar cada árvore cortada pela turma da motosserra, vai faltar contingente para cuidar dos próprios públicos. De certo o prefeito temia que as árvores se revoltassem e atacassem os servidores, pelo fato de tudo estar sendo feito às escondidas, correndinho, em combinação com Paulino Mexia, do IAP, já que a ilegalidade do corte foi indiscutível…

Enquanto isso, no Parque das Palmeiras…

Parque das Palmeiras
Leitor fez fotos no Parque das Palmeiras nesta manhã. É o mesmo bairro onde reside a família de Miguel Tosetti Correa, 4 anos, que morreu ontem de dengue hemorrágica. Como outras da zona norte da cidade, todas as ruas têm lixo, entulhos e percebe-se que alguns moradores possuem coisas amontoadas nos quintais. Acima, a calçada do bosque que existe no bairro, onde há anos moradores jogam lixo. Abaixo, pneus e até um televisor no lixo na avenida São Judas Tadeu. “Não se vê por aqui a prefeitura fazendo arrastões ou campanhas preventivas. Ontem pelas 5h30, antes do falecimento do menino, o fumacê passou várias vezes pelas ruas do bairro”, acrescenta.
Parque das Palmeiras
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Quem te viu, quem te vê…

Parque do Ingá
Em junho próximo fará três anos que o Parque do Ingá, fechado durante boa parte da administração Silvio Barros II (PHS), o da sustentabilidade, foi reaberto de forma manquitola – e de lá pra cá muita coisa deve ter se perdido, como o material para arvorismo e a tirolesa, que nunca funcionaram efetivamente, além da bizarra passarela de metal (acima) colocada pelo ex-prefeito junto ao portão de entrada da avenida Paissandu, que teve até festa de inauguração mas permanece fechada, em mais um típico caso de desperdício de dinheiro público sem que ninguém tenha sido responsabilizado. O Parque do Ingá ficou relegado na administração passada (foto abaixo), da qual o atual prefeito foi vice, porque a prioridade era investir pesado, com dinheiro público, no Parque do Japão – recentemente repassado à iniciativa privada, com as ligações que muitos conhecem.
Parque do Ingá

Na UPA, infartado aguarda UTI desde sexta

UPA
O sr. Sebastião Janoário da Silva está infartado desde a última sexta-feira na UPA Zona Sul, em Maringá, aguardando encaminhamento para uma UTI. Na sexta faltava vaga no Hospital Santa Rita; no sábado, faltava ambulância para o transporte. Familiares reclamavam que até ontem nada havia sido feito. Hoje o ministro da Saúde, Ademar Arthur Chioro dos Reis, do PT, estará na cidade para botar azeitona na empada dos Barros e dizer que em Maringá, que vive epidemia de dengue, tudo está azul.

A milionária ciclovia da escuridão

Ciclovia avenida Mandacaru
A administração maringaense que anunciou uma ciclovia no canteiro central da avenida Brasil é a mesma que não dá manutenção às existentes, em especial a milionária ciclovia da avenida Mandacaru, onde praticamente não existe mais iluminação.

Horta destruída, parte final: agora, vão retirar o alambrado


(Atualizado) Lembram da horta que o seu Toninho e a dona Fátima cuidavam com extremo carinho havia mais de dez anos, num terreno nos fundos de sua residência no Conjunto Sol Nascente em Maringá, e que foi completamente destruída no início do mês, às escondidas? Está praticamente confirmada a suspeita de que os vândalos usando facões e roçadeira foram pagos para dizimar dezenas de bananeiras (eram quatro variedades de banana), cebolinha, almeirão, morango, chuchu, maracujá vermelho, pimenta, milho, mandioca, quiabo, mamão, almeirão, entre outras variedades de hortaliças, frutas e verduras. O bairro todo – que usufruía da horta – desconfiava que foi a mando de quem interesses imobiliários no local. De acordo com a informação que chegou hoje aos moradores, amanhã o megaempresário Ricardo Barros, que está vendendo terrenos nas proximidades das torres da Eletrosul desde fevereiro, vai mandar arrancar a cerca de alambrado que o casal colocou há alguns anos, completando o “serviço” e liberando os lotes para facilitar a venda.

Flanelinhas: um apelo à GM

Leitor faz um apelo aos guardas municipais, ainda mais nesta época de Festa da Canção: “É sabido pelos frequentadores da Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Glória, que há muito tempo trabalhavam ali dois guardadores de carros, ambos com idade já avançada, o “Baiano” e o sr. “Joaquim”. O sr. Joaquim infelizmente faleceu no último dia 12, ficando só o “Baiano”. O mesmo está muito vulnerável aos flanelinhas que rodeiam o entorno da Catedral e coagem os motoristas. O padre Orivaldo, em sua missa do último dia 13, fez uma apelo para todos os fiéis, para que cuidemos do Baiano, pois o mesmo ali corre risco de ser espancado para que outro tomem sua “vaga”. No mais, a atuação deles é desde a Catedral, até em frente do estacionamento do Fórum e do Hotel Bandeirantes. Na saída das missas do sábado e domingo a gente vê eles xingarem as pessoas que não dão dinheiro pra eles e ameaçar principalmente as pessoas de mais idade, e já pela segunda vez consecutiva vimos a “flanelinha” que cuida em frente do Hotel Bandeirantes arrumando confusão com quem estaciona o carro ali. Sem falar que ali da praça para fazer a traficância de substâncias tóxicas”.

Na terra do prefeito que mandou comprar um carrão de R$ 171 mil…

UPA Zona Norte
Do presidente da Câmara de Maringá, Ulisses Maia (SDD), no Facebook, depois de visitar a UPA Zona Norte  e constatar que lá tem respirador, mas não funciona, porque não tem ar comprimido, nem oxigênio, porque o aparelho está emprestado para Sarandi:
– É uma vergonha o que estão fazendo com as pessoas. Crianças e idosos internados no corredor. Estrutura física inadequada. Não tem sistema de oxigênio e nem ar comprimido. Um caos. Os médicos e servidores se esforçam. Mas não dão conta. Até quando temos que assistir isso? Dinheiro a saúde tem. O problema está na gestão.

Prefeitura privilegia o particular em detrimento do público

FSP
Como era…
FSP
…e como ficou
Leitor, incomodado com o que aconteceu, envia as fotos da Farmácia São Paulo na avenida São Paulo, Vila Operária, que fechou para reforma tendo, na frente, uma vaga de estacionamento reservada, além de possuir estacionamento próprio nos fundos. Agora, abriu com vagas na frente da loja, mas, em para isso, acabaram com três vagas públicas que existiam na pista de rolamento. A loja até ganhou da Setrans uma faixa amarela proibindo o contribuinte mortal de estacionar onde antes era público; foi precisar rebaixar toda a guia, o que também é irregular. A forma de administrar implantada pelos Barros continua firme na gestão Pupin: privilegia-se o particular em detrimento do público. “No centro qualquer c(*)gada que você faz tem um agente te pegando. Qual é a relação das redes de farmácia com a prefeitura que tudo pode?”, questiona, lembrando que as farmácias sempre puderam cortar suas árvores sem que ninguém do município fizesse absolutamente nada.
FSP

Enquanto isso, na avenida Brasil…

Avenida Brasil Maringá
O comércio agonizante da avenida Brasil, em Maringá, mostra as consequências da retirada dos estacionamentos transversais que estavam instalados naquela via, as ¨espinhas de peixe¨, ação que foi decidida com interesses privados e sem consulta popular. Se não houver reação, o próximo passo é o binário, também visando os interesses imobiliários do chefe do prefeito. Sem considerar as salas comerciais, que, ao contrário de antes, são muitas para locação, hoje são 19 os pontos de lojas térreas fechadas entre a praça 7 de Setembro e a praça Rocha Pombo. Comerciantes e moradores preparam um ato público para as 17h da próxima terça-feira, com concentração na praça Napoleão Moreira da Silva.
Avenida Brasil Maringá

Movimento na avenida Monlevade

monlevade
A avenida Monlevade, que deveria ligar a avenida Horácio Raccanello até a avenida Colombo, mas encontra-se fechada com montes de terra, está movimentada nesta manhã. Mas até o final da tarde deve ser fechada novamente. A vergonha continua, já que a administração fantoche finge que nada acontece. A interrupção aconteceria por conta de uma disputa imobiliária envolvendo o dono de Maringá.

Vestiário do WD é padrão PP

Vestiário do Estádio Willie Davids
Fotos tiradas pela equipe técnica do Londrina Esporte Clube e postadas no Facebook mostram as condições do vestiário do Estádio Willie Davids, em Maringá. É o mesmo local que o prefeito quer trazer grandes jogos nacionais, para dar circo ao povo que se vê às voltas com dengue e incompetência administrativa. Ali já gastaram milhões nos últimos nove anos.

“Nem da própria casa cuidam”

Paço municipal
Não é só a mudança que continua: continua chovendo mais dentro do paço municipal de Maringá do que fora. “Nem da própria casa cuidam. Estão chovendo baldes de água dentro do saguão da prefeitura. As goteiras estão em todos os lugares. Deve faltar dinheiro pra manutenção. Mas pra trocar o carrão do prefeito não falta verba, né”, comenta o leitor que enviou a foto.

Resort do Aedes aegypti

Avenida Brasil
Na avenida Brasil, quase esquina com a avenida Duque de Caxias, em Maringá, além da questão estética, a construção da passarela de asfalto sobre o canteiro central provocou uma outra consequência. Em tempos de epidemia e de CPI da Dengue, é uma espécie de Minha Casa Minha Vida para o mosquito Aedes aegypti, já que a massa asfáltica avança sobre a pista de rolamento sem escoamento de água.

“É uma lástima”

Avenida Brasil, Maringá
Do leitor Josué Junior Gonçalves, que envia fotos do último dia 5: “É uma lástima. Moro há dez anos na região central e jamais vi a movimentada avenida Brasil nesse marasmo em pleno sábado pela manhã. Fiz questão de fotografar, pois fiquei abismado”.
Avenida Brasil, Maringá

Nunca antes nesta cidade…

Semusp
Um vistoso pé de mamão cresce na caçamba de um caminhão, estacionado no pátio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos de Maringá. Segundo o autor da foto, o veículo está parado por falta de manutenção.

Onibus prefeitura de Maringá
No site Manchete, foi publicada esta foto que mostra a porta de um ônibus utilizado para o transporte de servidores para as ruas da cidade segurada por um cabo de vassoura. Enquanto isso, organizadores de uma feira particular de aviação recebem R$ 1,5 milhão para ganhar dinheiro em Maringá, cidade onde o prefeito Pupin ainda quer gastar até R$ 181 mil com carro novo, com bancos de couro, para seu gabinete.

Procuradores se mobilizam por direitos e denunciam alto número de CCs

Reunião Sismmar
Mais de 70% dos procuradores municipais de Maringá estiveram presentes ontem à assembleia convocada pelo Sismmar, onde deliberou-se por denunciar a administração Pupin/Barros ao Ministério Público sobre a quantidade de pessoas não concursadas (CCs) atuando na Procuradoria Geral (Proge), entre outras decisões. O pessoal tem passado apurado nas mãos de Luiz Carlos Manzato, que obedece direta e cegamente a Ricardo Barros. Uma das decisões foi procurar a subseção local da OAB para que a entidade se manifeste sobre as irregularidades, mas aí a coisa complicada. De alguns anos para cá a entidade está nas mãos da turma, e entre os CCs dos Barros há gente da direção da OAB. Em retaliação à mobilização dos procuradores, o secretário José Luiz Bovo, que é quem mais manda na Prefeitura de Maringá depois de RB, anuncia rodízio e remoção de servidores. Afinal, por aqui a justiça é feita por eles…

Preservado mato na creche suspeita de dengue

Mato em Maringá
Em sua página no Facebook, Clécio Silva mostra sua indignação em relação à “falta de respeito, vergonha na cara, incompetência e demais atributos aqueles que estão fazendo hora extra nos cargos que exercem”, mostrados nas fotos em que aparece a CMEI Nadyr Penteado Virmond, na avenida Franklin Roosevelt, em Maringá. Na semana passada cortaram a grama ao lado da creche, retiraram todo o material cortado do canteiro central e do contorno do prédio, mas não cortaram o mato da própria creche. “E o mais grave: duas pessoas que trabalham na creche estão afastadas por suspeitas de dengue, duas ou mais crianças estão faltando por suspeita de dengue. Hoje pela manhã confirmei que a diretora também esteja com suspeita de dengue, pois não foi trabalhar”, contou.

Marginais destroem horta no Sol Nascente

Horta destruída
(Atualizado) Seu Toninho e dona Fátima moram na rua Pioneiro José Faian, no Conjunto Sol Nascente, em Maringá, nos fundos de um bar que possuem. Nos fundos da casa existia uma horta/pomar, que eles cuidavam com extremo cuidado havia mais de dez anos. Na última sexta-feira à tarde eles descobriram que a horta, cercada com alambrado, havia sido invadida e completamente destruída. Os marginais cortaram todas as hortaliças, legumes e frutas que haviam ali: dezenas de bananeiras (eram quatro variedades de banana), cebolinha, almeirão, morango, chuchu,  maracujá vermelho, pimenta, milho, mandioca, quiabo, mamão, entre outras variedades. Sobraram apenas alguns pés de mamão. Para desgoto do casal de idosos, tudo foi covardemente destruído, a golpes de foice ou ferramenta semelhante. Ninguém viu os autores, certamente de dois a quatro, e que levaram boa parte do dia cometendo o crime, percebido somente no início da noite. Seu Toninho evitou ontem entrar no local, estava deprimido e choroso.Continue lendo ›

Objetivo seria ‘limpar’ imóvel colocado à venda em fevereiro


(Atualizado) Os vizinhos, sabendo que cuidar da horta também era uma espécie de terapia para dona Fátima e seu Toninho, dividem a tristeza provocada pelo ataque, que teve como objetivo “limpar” o terreno colocado à venda. No entanto, o restante do lote, que não é ocupado, possui bastante mato, que não foi cortado. O terreno da horta, que antes de ser ocupado por eles acreditava-se ser um “retalho” do município, pertencia a terceiros, segundo informações que obtiveram na prefeitura. No terreno há uma saída de água/óleo vinda de um posto de gasolina, que degradou o solo (foram feitas reclamações aos órgãos ambientais, mas eles nunca apareceram por lá).Continue lendo ›