Mais lixo nos canteiros

Lixo espalhado pelo canteiro central da avenida Paissandu, numa das muitas fotos publicadas hoje no blog de Tabajara Marques. Aqui.

Lixo espalhado pelo canteiro central da avenida Paissandu, numa das muitas fotos publicadas hoje no blog de Tabajara Marques. Aqui.

Mais lojas fechadas e, em algumas das que permanecem com as portas abertas, faixas de protesto contra a forma como a administração Pupin/Barros está tratando a chamada revitalização da avenida Brasil, feita sem nenhum planejamento, a não ser a vontade do dono da cidade em colocar binário direcionado para seu empreendimento imobiliário. Hoje reportagem da RPC TV mostrou a reclamação dos comerciantes e a retomada, lenta, das obras da até agora principal avenida da cidade, que segue definhando, já que muitos consumidores, sem lugar para estacionar, sumiram.

Anderson Sampaio percebeu hoje, na hora do almoço, várias pessoas – entre elas, um casal de turistas norte-americano – procurando banheiro no Centro de Convivência Comunitário Renato Celidônio, no centro da cidade, ao lado do paço municipal, e dando de cara com grades e cadeado. Passa o tempo, passam os políticos, mas a mentalidade da cidade…

Leitor envia duas situações das quais o blog já recebeu reclamação. Primeiro, acima, a ocupação das calçadas da loja Revest Acabamentos – lá todo mundo pode, diria um apresentador.

A calçada da agência do Banco do Brasil, na praça Monsenhor Bernardo, Zona 7, vem sendo ocupada pela Kinpai Mitsubishi, com direito a carro da concessionária sobre o passeio público.
Enquanto o prefeito de Maringá e três secretários dão uma de corretores da empresa que organizará uma feira de aviação em Maringá, com dinheiro e infraestrutura públicas, e tentam seduzir expositores, na UPA Zona Norte muitos maringaenses exercitam a paciência. Nos últimos dias a lotação tem provocado uma demora quase insuportável para os que precisam de atendimento médico, sem contar o atraso no acionamento do fumacê, já que é o mosquito da dengue que está por trás do barulho. A demora é de horas.
Motivos não faltam para que a greve geral dos servidores públicos municipais de Maringá seja uma das maiores já realizadas. Há reclamações de todos os lados, que nem sempre chegam aos ouvidos do público, muitas vezes por conta dos R$ 30 mil diários gastos em propaganda pela administração Pupin/Barros. Na Unidade de Pronto Atendimento da Zona Sul, por exemplo, falta de lençóis a edredons – mas o discurso oficial é de um sistema de saúde exemplar.
PS – Após a postagem, os lençóis apareceram, mas as toalhas de banco não, o que impossibilitou a troca.

O protesto contra o prefeito de Maringá ganha versões que começam a circular nas redes sociais.

Uma árvore, aparentemente sadia, recebeu uma poda radical nesta tarde na rua Néo Alves Martins, na região central de Maringá. Muita gente reclamou. Dois guardas municipais deram “proteção” aos servidores que fizeram o corte.
PS – A árvore, um alecrim, informa a Semusp, estava seca e parte dela caiu com os ventos de domingo, causando inclusive interdição da pista. Como parte da retirada aconteceu no domingo, com ajuda da Setrans, houve quem imaginasse que a árvore tivesse sido retirada de forma aleatória.


O desabafo de uma comerciante no Facebook, postado nesta segunda-feira, é mais um sintoma de que a segurança pública em Maringá está longe da ideal. Uma leitora do Conjunto Cidade Alta, por exemplo, não sabe mais o que fazer com um homem que invadiu sua casa e não consegue que polícia nem Ministério Público tomem providência – além do atendimento feito por alguns servidores, o que só aumenta a sensação de insegurança. “No tempo do dr. Cruz [referindo-se ao ex-promotor de Proteção ao Patrimônio Público] a coisa era diferente, parecia que havia interesse em resolver a situação. Agora, não. Parece que todos não querem nada com nada – e a gente tendo que conviver com bandido”, reclama.

Leitora envia fotos de um terreno que fica na avenida Guedner, próximo ao Cesumar, em Maringá, onde toda vez que chove desce terra para asfalto, o que já aconteceu várias vezes. Numa das vezes houve inundação da rua, derrubou muro e até a Defesa Civil esteve lá, juntamente com a Setrans, que toda vez comparece para regular o trânsito no local. Ocorre que também pela construção no local o asfalto foi mexido para arrumar a galeria de águas, porém ele com os dias cedeu e ficou um quebra-molas invertido no local, que poderá causar acidentes. “A Setrans ja sabe como está, pois esteve lá por várias vezes, impossível que alguém não tome providências para arrumar este local. Será que vai precisar de um acidente com morte para a prefeitura solicitar ao proprietário do imóvel que arrume logo a rua que está sendo feita no terreno, para evitar que nas chuvas desça terra para a avenida Guedner?”, questiona.Continue lendo ›

No último dia 20 o blog publicou reclamação de leitor em relação aos entulhos da rua Palmital, no Jardim Imperial, em Maringá, acrescentando que a casa costuma ser invadida pelas águas por causa dos bueiros entupidos. ” “Sou eu quem limpo as bocas de lobo e limpo a rua para não entupir os bueiros e alagar a casa, mas como agora tem muito lixo vou precisar alugar uma caçamba. Já liguei na ouvidoria do município e a atendente disse que o fiscal não viu nenhum lixo no local. Nosso bairro parece estar abandonado”, escreveu. A foto acima, feita ontem, prova que ele tem razão – e a prefeitura, nenhuma, pois, apesar do IPTU caro que a administração está cobrando não se preocupa em dar a contrapartida.
http://youtu.be/P9GT8pBq2Zg
O Centro Municipal de Educação Infantil Dona Guilhermina, no Jardim Liberdade, em Maringá, sofreu com as chuvas. O ator Leandro Fóz mostra que, se a prefeitura se preocupasse, o fato não tinha se repetido, porque a primeira denúncia a respeito dos problemas que o prédio apresentava foi feita por ele em outubro do ano passado, como se vê abaixo.
http://youtu.be/cvj0yHO01i4

O mato toma conta de muitos terrenos em Maringá, e o poder público tem procurado fazer o possível para punir os responsáveis, diante principalmente da quase epidemia de dengue na cidade e das grandes chances deste tipo de local ser foco do mosquito. As fotos são de um terreno localizado ao lado do portão da UEM, no final da rua 10 de Maio, Zona 7. Algumas pessoas utilizam a parte dos fundos como ponto de parada (há marmitas com água) e uso de drogas. Na semana passada, conta leitor, um fiscal da prefeitura apareceu para conferir a má conservação do imóvel e tascar multa, mas foi embora constrangido quando ficou sabendo que o terreno pertence ao próprio município.


Sete vereadores estiveram na manhã desta quarta-feira no Centro Esportivo Otávio Cesário Pereira, na Zona 5, e no Centro Esportivo Dr. Luiz Moreira de Carvalho, na Vila Operária. Eles foram verificar a situação dos centros porque têm recebido muitas reclamações da população. A fiscalização será feita em todos os centros esportivos. Amanhã eles irão ao centro esportivo do Jardim Alvorada, às 9 horas, e ao CSU da avenida Guaiapó, às 10 horas.
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O Contorno Norte de Maringá, que nada contorna, virou tema de duas reportagens de televisão nesta quarta-feira. Na TV Maringá (aqui) o foco foi o volume pouco significativo de caminhões que trocou a avenida Colombo pelo novo trecho da rodovia, que, por não ter quebra-molas nem semáforo, é mais rápido. Nas reportagem de Victor Cardoso, um motorista diz que a obra que custou mais de R$ 412 milhões virou um elefante branco, corroborando o que seu Reynaldo Carrara fala há tempos. Na RPC TV (aqui) o tema foi o número de pessoas que não utiliza as várias passarelas, em especial em locais onde o contorno está no nível das pistas marginais. O baixo movimento de veículos registrado até agora também colabora para que muita gente atravesse as pistas. Mas fiquem frios: vem aí o Contorno Sul Metropolitano…

O arcebispo de Maringá, dom Anuar Battisti, o padre Manoel Silva Filho, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e o Observatório das Metrópoles visitaram as famílias abrigadas na desativa Escola Municipal Rural Delfim Moreira na última sexta-feira. Para o arcebispo, o local não tem as mínimas condições para abrigar seres humanos. “Não queremos achar culpados. Queremos apenas que os direitos dessas famílias sejam respeitados. Com a equipe da rádio Colmeia, levamos cestas básicas para as famílias. Um gesto simbólico. Que Deus abençoe a todos e esperamos que essa situação seja resolvida o quanto antes”, escreveu. Seu artigo semanal, publicado hoje em O Diário, é sobre o tema: “Não basta olhar. É preciso agir!”. Para ele, “não podemos ficar de braços cruzados diante de situações graves como esta” e que a prioridade é dar dignidade às crianças, “a começar pelo direito de frequentar a escola, de se alimentar com dignidade, de ter um lugar digno para dormir e brincar” e pergunta: “Onde foi parar o Estatuto da Criança e do Adolescente?”. Espera-se que alguém do Judiciário, sensível, responda, pois sensibilidade no Executivo não existe.
Continua o improviso da Prefeitura de Maringá em relação ao Samu. Segundo o sindicato, prova disto é o Comunicado Interno enviado às centrais do serviço. Na mensagem a diretora geral da Secretaria de Saúde, Marly Maçaneiro, reconhece que as ambulâncias que estão prestando o atendimento à população são provisórias e pede aos servidores que continuem a prestar o socorro, apesar disso. Leia mais.

Uma construção denunciada como irregular há vários anos aos órgãos do meio ambiente está sendo concluída na avenida Nildo Ribeiro da Rocha, esquina com rua Katsuji Nishiyama, próximo ao Hospital Municipal, em Maringá, que aparece no mapa da cidade como área ambiental. O prédio, um barracão, deverá estar concluído em dois meses. A construção, em área de preservação (atrás passa o córrego Moscados), estava paralisada havia anos e foi retomada recentemente. Diante da inércia das autoridades, há quem esteja disposto a denunciar, agora, a própria Prefeitura de Maringá por permitir a irregularidade.

Na avenida Brasil da Maringá que já foi bem cuidada os contribuintes, que não são consultados para nada mas sustentam com seu IPTU salgado uma caterva de cargos comissionados, têm que improvisar para transpor a via central da cidade. Segundo Tabajara Marques, é o jeitinho brasileiro de não pisar no barro. Mais fotos aqui.
http://youtu.be/AfE99QDeutY
Reportagem sobre o Samu de Maringá, exibida ontem à noite pela RPC TV Maringá. Na terça-feira o Samu usou vans para fazer o atendimento, já que a prefeitura ainda não disponibilizou as novas viaturas para o serviço. Ontem uma pessoa de idade teria morrido em virtude da demora de atendimento, por conta da falta de ambulâncias.
Do Sismmar, de Maringá, depois de obter o compromisso da administração Pupin/Barros de que as ambulâncias novas estariam rodando desde ontem:
É no mínimo lamentável. A administração mais uma vez prova seu total descaso com a saúde da população e também com os servidores municipais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está operando com apenas duas viaturas, utilizadas para o transporte de pacientes e que não oferecem suporte para atendimentos complexos. Leia mais.
A saúde pública maringaense nunca esteve neste nível: neste domingo, o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Emergência) trabalha com apenas uma viatura – a avançada. Nenhuma das quatro ambulâncias básicas encontra-se em atendimento; todas estão na oficina. Enquanto isso, na Setrans, três viaturas novas, doadas pelo Ministério da Saúde, encontram-se paradas, aguardando liberação.

O canteiro central da avenida Riachuelo, na Vila Operária, virou um lixão a céu aberto, como há anos se verifica em várias regiões de Maringá. Hoje, porém, a coisa está exagerada: duas verdadeiras mudanças (com direito a cama, colchão, armários, guarda-roupa e sofás) foram despejadas sobre o passeio público. O pessoal continua mal educado também porque a prefeitura não oferece alternativa, não cumpriu com o prometido há mais de seis anos, de construção de ecopontos, e porque raramente pune alguém. Que tal Sarandi emprestar seus fiscais para Maringá?

Além de problemas com abastecimento de água (que acabou causando diarreia e vômitos) e com a falta de recolhimento de lixo, as famílias que haviam ocupado casas no Moradias Atenas e que hoje estão nas instalações da desativada Escola Municipal Delfim Moreira, na zona rural de Maringá, têm mais do que reclamar. A prefeitura, que havia se comprometido com a justiça garantir creche para as crianças, a partir de amanhã, pipocou e agora diz que não terá como transportá-las. O Conselho Tutelar foi acionado para fazer com a administração Pupin/Barros, que tem mostrado uma insensibilidade incomum, cumpra o que determina a legislação.