Má-ringá

Nunca antes nesta cidade…

Semusp
Um vistoso pé de mamão cresce na caçamba de um caminhão, estacionado no pátio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos de Maringá. Segundo o autor da foto, o veículo está parado por falta de manutenção.

Onibus prefeitura de Maringá
No site Manchete, foi publicada esta foto que mostra a porta de um ônibus utilizado para o transporte de servidores para as ruas da cidade segurada por um cabo de vassoura. Enquanto isso, organizadores de uma feira particular de aviação recebem R$ 1,5 milhão para ganhar dinheiro em Maringá, cidade onde o prefeito Pupin ainda quer gastar até R$ 181 mil com carro novo, com bancos de couro, para seu gabinete.

Procuradores se mobilizam por direitos e denunciam alto número de CCs

Reunião Sismmar
Mais de 70% dos procuradores municipais de Maringá estiveram presentes ontem à assembleia convocada pelo Sismmar, onde deliberou-se por denunciar a administração Pupin/Barros ao Ministério Público sobre a quantidade de pessoas não concursadas (CCs) atuando na Procuradoria Geral (Proge), entre outras decisões. O pessoal tem passado apurado nas mãos de Luiz Carlos Manzato, que obedece direta e cegamente a Ricardo Barros. Uma das decisões foi procurar a subseção local da OAB para que a entidade se manifeste sobre as irregularidades, mas aí a coisa complicada. De alguns anos para cá a entidade está nas mãos da turma, e entre os CCs dos Barros há gente da direção da OAB. Em retaliação à mobilização dos procuradores, o secretário José Luiz Bovo, que é quem mais manda na Prefeitura de Maringá depois de RB, anuncia rodízio e remoção de servidores. Afinal, por aqui a justiça é feita por eles…

Preservado mato na creche suspeita de dengue

Mato em Maringá
Em sua página no Facebook, Clécio Silva mostra sua indignação em relação à “falta de respeito, vergonha na cara, incompetência e demais atributos aqueles que estão fazendo hora extra nos cargos que exercem”, mostrados nas fotos em que aparece a CMEI Nadyr Penteado Virmond, na avenida Franklin Roosevelt, em Maringá. Na semana passada cortaram a grama ao lado da creche, retiraram todo o material cortado do canteiro central e do contorno do prédio, mas não cortaram o mato da própria creche. “E o mais grave: duas pessoas que trabalham na creche estão afastadas por suspeitas de dengue, duas ou mais crianças estão faltando por suspeita de dengue. Hoje pela manhã confirmei que a diretora também esteja com suspeita de dengue, pois não foi trabalhar”, contou.

Marginais destroem horta no Sol Nascente

Horta destruída
(Atualizado) Seu Toninho e dona Fátima moram na rua Pioneiro José Faian, no Conjunto Sol Nascente, em Maringá, nos fundos de um bar que possuem. Nos fundos da casa existia uma horta/pomar, que eles cuidavam com extremo cuidado havia mais de dez anos. Na última sexta-feira à tarde eles descobriram que a horta, cercada com alambrado, havia sido invadida e completamente destruída. Os marginais cortaram todas as hortaliças, legumes e frutas que haviam ali: dezenas de bananeiras (eram quatro variedades de banana), cebolinha, almeirão, morango, chuchu,  maracujá vermelho, pimenta, milho, mandioca, quiabo, mamão, entre outras variedades. Sobraram apenas alguns pés de mamão. Para desgoto do casal de idosos, tudo foi covardemente destruído, a golpes de foice ou ferramenta semelhante. Ninguém viu os autores, certamente de dois a quatro, e que levaram boa parte do dia cometendo o crime, percebido somente no início da noite. Seu Toninho evitou ontem entrar no local, estava deprimido e choroso.Continue lendo ›

Objetivo seria ‘limpar’ imóvel colocado à venda em fevereiro


(Atualizado) Os vizinhos, sabendo que cuidar da horta também era uma espécie de terapia para dona Fátima e seu Toninho, dividem a tristeza provocada pelo ataque, que teve como objetivo “limpar” o terreno colocado à venda. No entanto, o restante do lote, que não é ocupado, possui bastante mato, que não foi cortado. O terreno da horta, que antes de ser ocupado por eles acreditava-se ser um “retalho” do município, pertencia a terceiros, segundo informações que obtiveram na prefeitura. No terreno há uma saída de água/óleo vinda de um posto de gasolina, que degradou o solo (foram feitas reclamações aos órgãos ambientais, mas eles nunca apareceram por lá).Continue lendo ›

“Balcão de loja”

Avenida Lucílio de Held
Canteiro central da avenida Lucílio de Held com rua Mascarenhas de Moraes, no Jardim Alvorada, em Maringá, agora há pouco. “Um balcão de loja. É muito lixo ao redor”, resume José Fuji.

Apertem os cintos, os clientes sumiram!

Avenida Brasil, em Maringá
Mais lojas fechadas e, em algumas das que permanecem com as portas abertas, faixas de protesto contra a forma como a administração Pupin/Barros está tratando a chamada revitalização da avenida Brasil, feita sem nenhum planejamento, a não ser a vontade do dono da cidade em colocar binário direcionado para seu empreendimento imobiliário. Hoje reportagem da RPC TV mostrou a reclamação dos comerciantes e a retomada, lenta, das obras da até agora principal avenida da cidade, que segue definhando, já que muitos consumidores, sem lugar para estacionar, sumiram.

Sem banheiro público

banheiro
Anderson Sampaio percebeu hoje, na hora do almoço, várias pessoas – entre elas, um casal de turistas norte-americano – procurando banheiro no Centro de Convivência Comunitário Renato Celidônio, no centro da cidade, ao lado do paço municipal, e dando de cara com grades e cadeado. Passa o tempo, passam os políticos, mas a mentalidade da cidade…

Enquanto o prefeito toma vinho no Chile…

Ocupação de calçada
Leitor envia duas situações das quais o blog já recebeu reclamação. Primeiro, acima, a ocupação das calçadas da loja Revest Acabamentos – lá todo mundo pode, diria um apresentador.
Ocupação de calçada
A calçada da agência do Banco do Brasil, na praça Monsenhor Bernardo, Zona 7, vem sendo ocupada pela Kinpai Mitsubishi, com direito a carro da concessionária sobre o passeio público.

Lixão da Zona Norte

Lixão
O final das ruas Amilcar Vecchi e Professor Jaílton Saraiva, no fundo do Jardim América e ao lado do Contorno Norte, em Maringá, virou um lixão a céu aberto. As fotos foram feitas hoje por Marco Antonio Deprá.
Lixão

Exercitando a paciência

Enquanto o prefeito de Maringá e três secretários dão uma de corretores da empresa que organizará uma feira de aviação em Maringá, com dinheiro e infraestrutura públicas, e tentam seduzir expositores, na UPA Zona Norte muitos maringaenses exercitam a paciência. Nos últimos dias a lotação tem provocado uma demora quase insuportável para os que precisam de atendimento médico, sem contar o atraso no acionamento do fumacê, já que é o mosquito da dengue que está por trás do barulho. A demora é de horas.

Realidade difere do discurso

Motivos não faltam para que a greve geral dos servidores públicos municipais de Maringá seja uma das maiores já realizadas. Há reclamações de todos os lados, que nem sempre chegam aos ouvidos do público, muitas vezes por conta dos R$ 30 mil diários gastos em propaganda pela administração Pupin/Barros. Na Unidade de Pronto Atendimento da Zona Sul, por exemplo, falta de lençóis a edredons – mas o discurso oficial é de um sistema de saúde exemplar.
PS – Após a postagem, os lençóis apareceram, mas as toalhas de banco não, o que impossibilitou a troca.

No Novo Centro, lixo na calçada

Avenida Horácio Raccanello
Na periferia de Maringá, pessoas mal acostumadas depositam lixo nos canteiros centrais, pois sabem que a coleta vai demorar e o lixo vai feder. Na avenida Horácio Raccanello, no Novo Centro, o costume não é muito diferente.

Uma árvore a menos na Néo Martins

Corte de árvore
Uma árvore, aparentemente sadia, recebeu uma poda radical nesta tarde na rua Néo Alves Martins, na região central de Maringá. Muita gente reclamou. Dois guardas municipais deram “proteção” aos servidores que fizeram o corte.
PS – A árvore, um alecrim, informa a Semusp, estava seca e parte dela caiu com os ventos de domingo, causando inclusive interdição da pista. Como parte da retirada aconteceu no domingo, com ajuda da Setrans, houve quem imaginasse que a árvore tivesse sido retirada de forma aleatória.
Corte de árvore

Insegurança pública generalizada

desabafo
O desabafo de uma comerciante no Facebook, postado nesta segunda-feira, é mais um sintoma de que a segurança pública em Maringá está longe da ideal. Uma leitora do Conjunto Cidade Alta, por exemplo, não sabe mais o que fazer com um homem que invadiu sua casa e não consegue que polícia nem Ministério Público tomem providência – além do atendimento feito por alguns servidores, o que só aumenta a sensação de insegurança. “No tempo do dr. Cruz [referindo-se ao ex-promotor de Proteção ao Patrimônio Público] a coisa era diferente, parecia que havia interesse em resolver a situação. Agora, não. Parece que todos não querem nada com nada – e a gente tendo que conviver com bandido”, reclama.

Problemas após as chuvas

Av. Guedner
Leitora envia fotos de um terreno que fica na avenida Guedner, próximo ao Cesumar, em Maringá, onde toda vez que chove desce terra para asfalto, o que já aconteceu várias vezes. Numa das vezes houve inundação da rua, derrubou muro e até a Defesa Civil esteve lá, juntamente com a Setrans, que toda vez comparece para regular o trânsito no local. Ocorre que também pela construção no local o asfalto foi mexido para arrumar a galeria de águas, porém ele com os dias cedeu e ficou um quebra-molas invertido no local, que poderá causar acidentes. “A Setrans ja sabe como está, pois esteve lá por várias vezes, impossível que alguém não tome providências para arrumar este local. Será que vai precisar de um acidente com morte para a prefeitura solicitar ao proprietário do imóvel que arrume logo a rua que está sendo feita no terreno, para evitar que nas chuvas desça terra para a avenida Guedner?”, questiona.Continue lendo ›

Lixo e alagamento no Jardim Imperial

Alagamento
No último dia 20 o blog publicou reclamação de leitor em relação aos entulhos da rua Palmital, no Jardim Imperial, em Maringá, acrescentando que a casa costuma ser invadida pelas águas por causa dos bueiros entupidos. ” “Sou eu quem limpo as bocas de lobo e limpo a rua para não entupir os bueiros e alagar a casa, mas como agora tem muito lixo vou precisar alugar uma caçamba. Já liguei na ouvidoria do município e a atendente disse que o fiscal não viu nenhum lixo no local. Nosso bairro parece estar abandonado”, escreveu. A foto acima, feita ontem, prova que ele tem razão – e a prefeitura, nenhuma, pois, apesar do IPTU caro que a administração está cobrando não se preocupa em dar a contrapartida.

Desleixo faz creche ser novamente alagada

http://youtu.be/P9GT8pBq2Zg
O Centro Municipal de Educação Infantil Dona Guilhermina, no Jardim Liberdade, em Maringá, sofreu com as chuvas. O ator Leandro Fóz mostra que, se a prefeitura se preocupasse, o fato não tinha se repetido, porque a primeira denúncia a respeito dos problemas que o prédio apresentava foi feita por ele em outubro do ano passado, como se vê abaixo.
http://youtu.be/cvj0yHO01i4

De onde vem o mau exemplo

Matagal Zona 7
O mato toma conta de muitos terrenos em Maringá, e o poder público tem procurado fazer o possível para punir os responsáveis, diante principalmente da quase epidemia de dengue na cidade e das grandes chances deste tipo de local ser foco do mosquito. As fotos são de um terreno localizado ao lado do portão da UEM, no final da rua 10 de Maio, Zona 7. Algumas pessoas utilizam a parte dos fundos como ponto de parada (há marmitas com água) e uso de drogas. Na semana passada, conta leitor, um fiscal da prefeitura apareceu para conferir a má conservação do imóvel e tascar multa, mas foi embora constrangido quando ficou sabendo que o terreno pertence ao próprio município.
Matagal Zona 7

Vereadores constatam o abandono do centro esportivo da Zona 5

Vereadores no CE Zona 5
Sete vereadores estiveram na manhã desta quarta-feira no Centro Esportivo Otávio Cesário Pereira, na Zona 5, e no Centro Esportivo Dr. Luiz Moreira de Carvalho, na Vila Operária. Eles foram verificar a situação dos centros porque têm recebido muitas reclamações da população. A fiscalização será feita em todos os centros esportivos. Amanhã eles irão ao centro esportivo do Jardim Alvorada, às 9 horas, e ao CSU da avenida Guaiapó, às 10 horas.
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Os problemas do Contorno Norte

Contorno Norte
O Contorno Norte de Maringá, que nada contorna, virou tema de duas reportagens de televisão nesta quarta-feira. Na TV Maringá (aqui) o foco foi o volume pouco significativo de caminhões que trocou a avenida Colombo pelo novo trecho da rodovia, que, por não ter quebra-molas nem semáforo, é mais rápido. Nas reportagem de Victor Cardoso, um motorista diz que a obra que custou mais de R$ 412 milhões virou um elefante branco, corroborando o que seu Reynaldo Carrara fala há tempos. Na RPC TV (aqui) o tema foi o número de pessoas que não utiliza as várias passarelas, em especial em locais onde o contorno está no nível das pistas marginais. O baixo movimento de veículos registrado até agora também colabora para que muita gente atravesse as pistas. Mas fiquem frios: vem aí o Contorno Sul Metropolitano…

“Onde foi parar o Estatuto da Criança e do Adolescente?”

Dom Anuar na Escola Delfim Moreira
O arcebispo de Maringá, dom Anuar Battisti, o padre Manoel Silva Filho, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e o Observatório das Metrópoles visitaram as famílias abrigadas na desativa Escola Municipal Rural Delfim Moreira na última sexta-feira. Para o arcebispo, o local não tem as mínimas condições para abrigar seres humanos. “Não queremos achar culpados. Queremos apenas que os direitos dessas famílias sejam respeitados. Com a equipe da rádio Colmeia, levamos cestas básicas para as famílias. Um gesto simbólico. Que Deus abençoe a todos e esperamos que essa situação seja resolvida o quanto antes”, escreveu. Seu artigo semanal, publicado hoje em O Diário, é sobre o tema: “Não basta olhar. É preciso agir!”. Para ele, “não podemos ficar de braços cruzados diante de situações graves como esta” e que a prioridade é dar dignidade às crianças, “a começar pelo direito de frequentar a escola, de se alimentar com dignidade, de ter um lugar digno para dormir e brincar” e pergunta: “Onde foi parar o Estatuto da Criança e do Adolescente?”. Espera-se que alguém do Judiciário, sensível, responda, pois sensibilidade no Executivo não existe.

Samu agoniza com a falta de ambulâncias

Continua o improviso da Prefeitura de Maringá em relação ao Samu. Segundo o sindicato, prova disto é o Comunicado Interno enviado às centrais do serviço. Na mensagem a diretora geral da Secretaria de Saúde, Marly Maçaneiro, reconhece que as ambulâncias que estão prestando o atendimento à população são provisórias e pede aos servidores que continuem a prestar o socorro, apesar disso. Leia mais.

Obra irregular prestes a ser concluída

moscados
Uma construção denunciada como irregular há vários anos aos órgãos do meio ambiente está sendo concluída na avenida Nildo Ribeiro da Rocha, esquina com rua Katsuji Nishiyama, próximo ao Hospital Municipal, em Maringá, que aparece no mapa da cidade como área ambiental. O prédio, um barracão, deverá estar concluído em dois meses. A construção, em área de preservação (atrás passa o córrego Moscados), estava paralisada havia anos e foi retomada recentemente. Diante da inércia das autoridades, há quem esteja disposto a denunciar, agora, a própria Prefeitura de Maringá por permitir a irregularidade.

Criatividade maringaense

tabajara
Na avenida Brasil da Maringá que já foi bem cuidada os contribuintes, que não são consultados para nada mas sustentam com seu IPTU salgado uma caterva de cargos comissionados, têm que improvisar para transpor a via central da cidade. Segundo Tabajara Marques, é o jeitinho brasileiro de não pisar no barro. Mais fotos aqui.

A lamentável situação do Samu

http://youtu.be/AfE99QDeutY
Reportagem sobre o Samu de Maringá, exibida ontem à noite pela RPC TV Maringá. Na terça-feira o Samu usou vans para fazer o atendimento, já que a prefeitura ainda não disponibilizou as novas viaturas para o serviço. Ontem uma pessoa de idade teria morrido em virtude da demora de atendimento, por conta da falta de ambulâncias.

Palavras ao vento: Samu na mesma

Do Sismmar, de Maringá, depois de obter o compromisso da administração Pupin/Barros de que as ambulâncias novas estariam rodando desde ontem:
É no mínimo lamentável. A administração mais uma vez prova seu total descaso com a saúde da população e também com os servidores municipais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está operando com apenas duas viaturas, utilizadas para o transporte de pacientes e que não oferecem suporte para atendimentos complexos. Leia mais.