Má-ringá

Cobrando a mudança do IML

IML

O promotor Maurício Kalache vai cobrar a mudança do Instituto Médico Legal de Maringá. O prédio novo está pronto há mais de ano e, por obra e graça de Beto Richa (PSDB), ainda não foi entregue. O MPE tem uma preocupação antiga com o atual prédio, na avenida JK: restos humanos estariam sendo despejados há anos pela rede de esgoto direto no Parque do Ingá.

Sobrou uma conta salgada

Ney Braga

Havia poucos populares na inauguração do salão comunitário do Conjunto Ney Braga, em Maringá, hoje pela manhã. A claque dos cargos comissionados, no entanto, estava em peso. Mais de uma dezena de veículos públicos, incluindo duas caminhonetes da Defesa Civil, estavam lá. Uma  van da frota municipal foi usada, com motorista e tudo, somente para levar um CC até o local. Povo mesmo, raro. Da avenida José Alves dos Santos, que fica defronte o salão, não havia praticamente ninguém. Mas aí tem uma justificativa. Continue lendo ›

Para poucos

Tronco

Na internet, a reclamação de algo que é norma nos últimos anos em Maringá: o privilégio até na hora da retirada do tronco que sobrou da árvore retirada, também com privilégio. No caso da foto, defronte o poderoso Sicoob. Defronte a casa de Patrícia Dias, autora da postagem, fez um ano que retiraram a árvore e deixaram o tronco. “$ mzanda quem pode?!”, resume.

Mais um sucatão

Sucatão

Caminhão coletor de lixo da Prefeitura de Maringá, com problemas mecânicos, parado na avenida Cerro Azul, próximo ao número 572, próximo ao Royal Plaza, Zona 2, agora à noite, em flagrante feito por um leitor. O lixo, problema aparentemente simples de se resolver, em Maringá é uma eterna suspeição. As moscas em torno do negócio são as mesmas faz tempo.

Confira os vereadores que não querem o atendimento após as 22h a moradores de rua

Votação veto

A população de rua está ferrada se depender dos vereadores Luizinho Gari (PDT), Belino Bravin (PP), Saboia (PMN), Flavio Vicente (PSDB), Da Silva (PDT), Negrão Sorriso (PP), Luiz Pereira (PTC) e Márcia Socreppa (PSDB). Atendendo a administração Barros/Pupin, os oito votaram pela manutenção do veto ao projeto de Ulisses Maia (SD) que determinava a volta do atendimento 24 horas às crianças, adolescentes, moradores de ruas e pessoas que enfrentam problemas sociais e precisam de atendimento no período da noite. Um verdadeiro absurdo, pois se trata de um retrocesso (o plantão após as 22h foi abolido há pouco tempo), além de uma falta de sensibilidade sem tamanho.
Nas redes sociais, maringaenses protestam contra os vereadores sem noção. O conselheiro tutelar Vandré Fernando, por exemplo, considerou a manutenção do veto “lamentável e indignante”.

Só na conversa

Tropico

Este é o terreno público, no final da avenida Cerro Azul, onde deveria estar construído, desde 2008, o Memorial Trópico de Capricórnio. A lembrança é de Lauro Barbosa. O então prefeito Silvio Barros II (PHS) anunciou com pompa, na Acim, que a construção se daria através de uma PPP com o Shopping Catuaí, e para a obra chegaram a ser destinados recursos federais (havia placa e tudo no local). Seria só o jeito de governar do ímprobo da sustentabilidade se o atual prefeito não tivesse igualmente prometido a obra.

Em época de sucatões…

O vídeo é de 2009, época do prefeito Silvio Barros II (PHS), mas continua mais atual do que nunca em época de sucatões circulando pelas ruas de Maringá, quando o processo de sucateamento da coleta faz parte da pressão pela joia da coroa, a tentativa de privatizar o sistema a todo e máximo custo.

A lei, o IAP de Beto Richa e as ‘chaminés’

Ossário

O IAP, que autorizou a derrubada de uma mata intocável, perpétua, no Cesumar, em Maringá, é o mesmo que permitiu que a Prefeitura de Maringá construísse parte de dois mil ossários no limite da calçada, na rua Mem de Sá, apesar de a lei estabelecer um limite mínimo interno de 5 metros.
A agressão à alegislação é gritante, como o caso da mata do Cesumar. De acordo com a legislação, internamente a área de 5 metros deveria ser preservada, “destituída de qualquer tipo de pavimentação ou recobertura de alvenaria, destinada à implantação de uma cortina constituída por árvores e arbustos adequados, preferencialmente de essências nativas”. A alínea “a” do inciso II do artigo 4° da resolução é clara: “não será permitida a construção de ossários na área descrita neste inciso” (leia mais).
No Paraná de Beto Richa, quem transgride a lei ganha promoção. O chefe do escritório regional à época dos absurdos agora integra a direção do órgão, em Curitiba. De outro lado, como mostram a foto abaixo, o que tem chamado a atenção dos vizinhos aos ossários é uma espécie de chaminé sobre a construção. (Fotos: O Fantasma da Ópera)

Ossário

Na Brasil, prefeitura planta grama sobre a grama já plantada

Avenida Brasil
Dando continuidade à série de c(*)gadas na avenida Brasil, iniciada em janeiro deste ano, sem projeto e sem planejamento, só com a ideia fixa de fazer a principal via do Centro desembocar no futuro mega-empreendimento do dono da cidade, agora funcionários da Secretaria de Serviços Públicos de Maringá estão plantando grama sobre a grama já plantada naquele canteiro central. O desperdício ocorre porque em um longo trecho da avenida Brasil entre as avenidas Paraná e Cidade de Leiria, onde se faz a implantação da ciclovia, uma boa parte de grama já havia sido plantada. Funcionários disseram que, por um erro de cálculo, a grama plantada anteriormente estava mais baixa que a ciclovia, fazendo-se necessário o novo plantio de placas de grama, explica a postagem no site Manchete. Alguém se preocupará em reparar mais um prejuízo no bolso do maringaense?

Contorno Sul, que situação…

Contorno Sul
No Jornalis, Vera Guedes posta fotos de Aldemar Gomes mostrando a situação do asfalto no Contorno Sul. “Encontramos a maioria do asfalto em desnível, faixas de demarcações apagadas, matos cobrindo as placas de sinalização e até asfaltos danificados”, conta.  Sem vontade política, ninguém vai mexer por ali.

Na UEM, prédio inacabado é tomado por usuários de drogas

Prédio inacabado UEM
Uma das muitas construções inacabadas que existem no campus sede da Universidade Estadual de Maringá, iniciada há cinco anos, virou ponto de encontro de dependentes químicos e desocupados. O assunto foi tema de reportagem exibida ontem à noite na RPC TV de Maringá. O prédio fica ao lado do Hospital Universitário, perto da praça Jacinto Ferreira Branco, na avenida Mandacaru. Leia mais.

Sem portas

wc
O Fantasma da Ópera envia foto mostrando que os sanitários do banheiro masculino da UPA Zona Sul, em Maringá, agora não possuem portas.

Três anos de poeira depois, pedalinhos irão para o Parque do Ingá

pedalinhos
A Encantos Náuticos Turismo, de Joinville (SC), vai administrar os pedalinhos do Parque do Ingá por cinco anos, pagando 16% de seu faturamento bruto mensal à Prefeitura de Maringá. A licitação foi realizada na última quinta-feira, informa Fábio Linjardi. O público pagará R$ 5,00 por pessoa para usar o pedalinho por 15 minutos. Como se sabe, o Parque do Ingá foi fechado na gestão de Silvio Barros II, especialista em turismo, e depois reaberto de forma capenga. Material adquirido com dinheiro apodrece por lá há anos. No caso dos pedalinhos, adquiridos em Taquara (RS), eles estavam tomando poeira havia nada menos que três anos no almoxarifado da prefeitura. O blog cobrava o uso dos pedalinhos desde maio de 2012. São cinco em formato de caravela, cada uma custando R$ 6.894,00, e cinco no formato de cisne, a R$ 2.290,00 cada.

Crime ambiental

Crime ambiental
Na Estrada do Cunha (depois do Posto Duzentão, próximo à Fazenda Unicesumar), em Maringá, o flagrante de um crime ambiental: mais de uma centena de lâmpadas fluorescentes descartadas irregularmente. Leia mais no Maringá News.

Na UEM, descaso, má gestão, desperdício do dinheiro público

Ginásio de Esportes-10 UEM
O cemitério de obras inacabadas no campus sede da Universidade Estadual de Maringá é a imagem do abandono e da má gestão – são vários blocos somente iniciados, contendo centenas de salas de aulas se deterioriando. Político, o professor Décio Sperandio, que foi vereador e hoje concorre ao terceiro mandato de reitor, mudou as prioridades dos recursos de R$ 15 milhões obtidos na gestão anterior (Gilberto Pavanelli) junto ao então governador Roberto Requião, o que fez tudo desandar. O mesmo Sperandio era até recentemente cargo comissionado do governador Beto Richa, cuja relação com a UEM não chega perto à de Requião. Sem falar em Ricardo Barros (PP), que usa a administração fantoche para segurar a liberação de algumas obras, como o ginásio acima, com recursos federais garantidos há anos. Ele usa a prefeitura para negociar a construção do túnel sob a UEM, e já falou isso na cara do reitor Julio Prates – que, até onde se sabe, não reagiu. O assunto deve voltar a baila esta semana, também por conta da campanha eleitoral.
Salas de Aulas-8 UEM

Virou a casa da sogra

Maringá da Deprê
Postagem do Maringá da Deprê no Facebook, reproduzida pelo Radar Maringá, com o comentário: “Enquanto trabalhadores do centro, mesmo pagando o tal Estar feat. flanelões, não podem parar com o carro mais que duas horas na região central, o Vale Sorte coloca o “prêmio da semana” em uma vaga durante o dia todo e ainda invade a calçada. Eles podem mais que todos os outros? Alguém estaria fazendo vistas grossas? Cadê o Setrans? Cadê a GM Goiabeira? A lei não deveria ser para todos?”.

Aguardando um novo acidente

Caçamba no escuro
Esta fotografia foi tirada ontem à noite na avenida Colombo esquina com a rua Arlindo Planas, em Maringá, e reflete a situação de um contêiner, a mesma de muitos outros espalhados pela cidade. Destaca o leitor que a fez que, em que pesem as regras municipais que disciplinam a localização, forma e identificação, não parece haver a tão esperada atividade fiscalizadora, esse tal poder de polícia. “Recentemente duas mortes, trágicas e violentas de cidadãos maringaenses, em razão de terem batido em contêineres, não foram suficientes para levantar a preocupação com o tema. Certamente, no seu nada modesto blog, altamente eficiente nos temas sociais e políticos a questão será devidamente encaminhada”, comenta.

Reposição de árvore? Aqui, não…

Calçada sem árvore
Há alguns dias o blog publicou uma postagem sua o transtorno causado nas imediações da praça 7 de Setembro (a do Peladão), em Maringá, por conta da a retirada de um árvore. Marca das últimas administrações, vê-se acima o flagrante feito pelo leitor Renato Alexandre: a árvore foi retirada e o espaço que ela ocupada foi concretado, liberando totalmente um estacionamento da farmácia, que estava em construção à época do corte. A farmácia, assim como outros estabelecimentos, perdeu com a retirada das vagas da avenida Brasil, mas não permitir a substituição da árvore, como estabelece a lei, é muito. Espera-se que a prefeitura conserte o estrago feito, sob pena de um “liberou geral” que lei alguma poderá segurar.
Corte de árvore

Um dia complicado

Trânsito
Se em dia de jogo o trânsito fica complicado em Maringá, imagine quando tem jogo e reperfilamento asfáltico, como acontece hoje na avenida Mandacaru? A confusão vinha desde a praça 7 de Setembro, por causa da pista interditada na Mandacaru. Os agentes da Setrans chegaram horas depois. Para complicar, na praça José Ferreira Branco, perto do Hospital Universitário, onde também tem semáforos, vendedores de milho com carro parado em local irregular ajudaram a atazanar o fluxo de carros.
Trânsito

Tiros contra a escola

O blog soube que na última noite dois tiros foram disparados contra a Escola Municipal Professora Benedita Natália Lima, na avenida Guedner, em Maringá. O guarda municipal que cuida do estabelecimento não ficou ferido, mas só aumenta a preocupação da turma em relação aos disparos feitos contra prédios públicos nas madrugadas maringaenses, aumentando o risco desses servidores públicos.

O parque que virou motel

Enquanto o governo federal manda dinheiro para construir o Centro de Apoio ao Turismo do Parque do Ingá, o local está longe de ser o must que já foi (para usar palavreado dos anos 60). No Facebook, por exemplo, há alguns meses foi publicado o vídeo acima mostrando o parque, abandonado, virou um motel a céu aberto.

Tudo como dantes

Avenida Monlevade
E a avenida Monlevade, em Maringá, que liga as avenidas Horácio Raccanello à Colombo, permanece fechada com montes de terra. Os motivos seriam imobiliários, e a ordem teria partido do dono da cidade e, claro, obedecida pela administração.

Uma reflexão

Galho
Um morador da rua Letícia Molinari, em Maringá, conta leitor, resolveu cortar o galho do ipê que fica na calçada, na rua. Esta ação e a forma como agiu há vários dias atrás reflete bem a nossa sociedade: Não se preocupou se poderia fazer desta forma, fez mal feito, deixou o galho pendurado num local em que passam pessoas. Deve pesar mais de cem quilos, qualquer hora cai e se atingir alguém pode ser fatal. Como exigir um mundo melhor se nas pequenas coisas somos relapsos?

Ex-CC de Pupin constroi irregularmente em praça pública

praca
Nos útimos anos, em Maringá, a mistura do público com o privado tornou a administração municipal uma verdadeira casa da mãe Joana. Ontem o secretário de Assuntos Comunitários, Miguel Grillo (PMDB), acompanhado dos assessores e ex-vereadores Luiz do Postinho (PRP) e Zebrão (PP), esteve na praça que existe no cruzamento das ruas rio Madeira com rio Guandu, na zona norte da cidade. Pois não é que lá o presidente da associação de moradores do Conjunto Branca Vieira, Residencial Village Blue e Parque Residencial Tuiuti, Dionilson da Silva Filho, ex-assessor da Proge, exonerado por conta de apropriação indevida de grama pública, sem autorização de ninguém, sem projeto nem alvará, está construindo por conta própria um piso de concreto e o que seria um palco? Sobre. Sobre o contrapiso o ex-CC pretende colocar uma tenda que já está ali há algumas semanas, ligada à Igreja Adventista. Grillo repreendeu Dionilson, que virou as costas e não deu satisfação. Fiscais da prefeitura devem embargar a obra hoje, sob pena de a banana se tornar de vez o símbolo oficial da administração Pupin/Barros. Por ali também há o nome do ex-CC pintado em coisa pública. A grande tenda da igreja também teria sido montada sem autorização da prefeitura; ali são realizadas palestras sobre saúde e vida familiar, com distribuição de brinde, sem o conhecimento da Sasc.

Lixo ao lado do posto de saúde

Lixo
Leitora envia foto das proximidades do posto de saúde do Jardim Pinheiros, em Maringá, cidade que vive epidemia de dengue. “Como se pode fazer campanha para limpeza de terrenos casas cuidados para evitar doenças sendo que no próprio local que deveria ter higiene não tem?”, pergunta.

Na dianteira

A BandNews FM, de Curitiba, lembrou nesta manhã que a dengue matou cinco pessoas no Paraná, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Das cinco mortes, três foram registradas em Maringá. A última vítima foi o garoto Miguel Tosetti Correa, de 4 anos.

Menos uma árvore na frente de uma construção

Corte de árvore
Cena mais que comum em Maringá repetiu-se há poucos minutos. Ontem um leitor do blog alertou para o corte de uma árvore sadia, mas que vai livrar mais uma fachada de prédio na cidade. Nesta manhã acabaram de cortar a árvore na rua Quintino Bocaiuva, 201, e levaram os troncos. Como aparentemente ninguém na prefeitura se preocupa com a devastação que vem sendo cometida nos últimos dez anos, o leitor pensa em formalizar a denúncia do corte ao Ministério Público, às voltas com o corte de mata nativa no Bosque Dois, feita pela sempre quente motosserra Pupin/Barros.