Má-ringá
Como não tem…

De leitor, comentando sobre os carrinhos elétricos doados recentemente à Oficina de Trânsito da Viapar:
– A Setrans também comprou uma dúzia desses carrinhos pra utilizar no Parque do Ingá [na pista acima, até hoje abandonada]. Nunca foram utilizados e estão jogados no depósito da Semat. Se aqui tivesse MP eu denunciava, mas como não tem…
Agora, na Morangueira
Legado maldito

Preocupados apenas com seus dúbios projetos, escreve o leitor que fez as fotos, os nomes dos administradores de Maringá certamente serão um dia proscritos da história desta cidade para as próximas gerações, estão dia após dia matando o verde que já chegou a ser destaque nacional como modelo de preservação ambiental.

Hoje a cena que se vê na avenida Kakogawa é lastimável: centenas de grevíleas plantadas há mais de 30 anos bem como muitos ipês roxo, símbolo da cidade, estão sendo retirados sem que a população sequer fosse consultada sobre esta obra que está avaliada em mais de R$ 13 milhões.Continue lendo ›
Gastos questionáveis

A Prefeitura de Maringá paga, desde o ano passado, mais de R$ 64 mil por mês de aluguel para sediar a Secretaria de Trânsito e Segurança e o EstaR Estacionamento Rotativo Regulamentado (foto).
Desde que os dois órgãos deixaram suas antigas sedes – dois prédios públicos, ou seja, pelos quais a prefeitura não pagava um centavo de aluguel -, elas permanecem fechadas, sem uso – o que torna as locações um verdadeiro desperdício de dinheiro público, já que houve dispensa de licitação alegando-se urgência para a mudança.Continue lendo ›
Cada vez menos árvores

Avenida Kakogawa e praça Emíli Farjado Espejo, zona norte de Maringá, neste domingo, 24 de abril.Continue lendo ›
Enfileiradas para a execução
A afronta continua

Há mais de 15 dias o blog publicou a irregularidade gritante na colocação de um toldo na Escola Saint Helena Bilingual Education, na Zona 5, que, assim como a cidade, pertence ao deputado federal Ricardo Barros e de sua mulher, a vice-governadora Cida Borghetti (PP).
Até agora a Prefeitura de Maringá não viu nada.Continue lendo ›
Árvores ao chão
A situação mudou. Pra pior

No final do ano passado o vereador Humberto Henrique (PT) levantou que a administração Pupin/Barros lidera o cabidômetro no Paraná, dada a grande quantidade de cargos comissionados mamando na teta do IPTU do maringaense. A situação mudou.
Em novembro do ano passado eram 388 CCs; no mês passado eram 349. O vereador estim30a que para empregar essa montanha de cabos eleitorais o erário seja sangrado em R$ 25 milhões por ano.
Mais do planejamento capeta

Na cidade planejada, a Prefeitura de Maringá anunciou a construção de uma ciclovia na avenida 19 de Dezembro. Foram construídos avanços sobre a pista, retirados na semana passada (o saco de cimento está barato mesmo).Continue lendo ›
A lei não vale para todos

Em cidade que tem dono é assim: a lei não vale para todos. A Escola Saint Helena Bilingual Education, na Zona 5, colocou recentemente um toldo que não segue a legislação que regula sobre o projeto, a execução e as características das edificações em Maringá.
Ele deveria ficar no máximo a 1 metro do meio-fio, mas como se vê na foto a distância não é respeitada. Qual o fiscal tem coragem para multar a escola da vice-governadora Cida Borghetti e do deputado federal Ricardo Barros (PP)?Continue lendo ›
Sítio cercado
Quatro dias depois da limpeza…

A cena é das mais comuns em Maringá: entulhos no canteiro central de avenida.
Neste caso, na avenida Sofia Rasgulaeff, no Conjunto Parigot de Souza. Continue lendo ›
Novela que se repete

A cena acima é mais um capítulo de uma novela diária que acontece em Maringá, preferencialmente diante de farmácias (esta, registrada no ano passado, na avenida Mandacaru). Na cidade que não tem lei específica para cuidar de seu maior bem comum, as árvores, não há quem dê jeito.
É a típica atitude de quem não zela pela cidade. Acompanhe os capítulos anteriores:Continue lendo ›
Reclamação feita ao vivo

A denúncia de agressão contra as grevíleas da região do Jardim Liberdade, publicada aqui por duas vezes, chegou ontem ao programa do Salsicha, na RICTV Record.
O advogado Zé Roberto Balestra, que ficou revoltado com o tratamento dado às árvores por funcionários da Prefeitura de Maringá, foi entrevistado ao vivo repórter muchilink Claudiomar.Continue lendo ›
Dezoito dias depois…

A Setrans levou 18 dias para trocar um semáforo que foi atingido por um dos sucatões da Semusp (caminhão de coleta do lixo, sucateado para justificar a privatização do serviço). A empresa que fabrica os semáforos, e que tem estreito relacionado com um forte político maringaense, fica nas proximidades.
Durante todo este período os motoristas conviveram com transtornos, pois foram colocados cavaletes e, depois, cones para impedir a passagem de uma pista para outra, obrigando a turma a malabarismos.Continue lendo ›
Em Maringá, uma sucessão de má aplicação de recursos públicos

A administração Silvio Barros II/Pupin deixou para a cidade exemplos clássicos de desperdício de dinheiro público,inclusive na área em que o ex-prefeito diz dominar.
No Parque do Ingá, o portão que deveria permitir acesso pela avenida Paissandu, que teve até festa de inauguração mas nunca funcionou, custou aos cofres públicos, em julho de 2011, R$ 20.502,00. A preço de hoje, R$ 27.203,05.Continue lendo ›
Árvores nunca mais

A propósito de recente postagem sobre a derrubada de todas as árvores da avenida 19 de Dezembro, leitor envia a foto e comenta:
– Com essa brita rachão no canteiro, nunca mais teremos árvores lá…
A prioridade deles

Antes de virar o inferno na terra, a avenida 19 de Dezembro tinha canteiro central com árvores.
Como em Maringá a regra é exterminar as saudáveis e manter as condenadas, hoje não há nenhuma no espaço entre a praça 7 de Setembro e a avenida Colombo.Continue lendo ›
Planejamento capetex na 19

Aos poucos os motoristas que passam o inferno na avenida 19 de Dezembro vai percebendo o que a administração Pupin/Barros quer fazer, sem consultar ninguém, naquela via.
Na esquina das ruas Rui Barbosa e Campos Sales há um avanço sobre a pista. Na primeira quadra, entre a Colombo e a Rui Barbosa, como se vê na foto, o canteiro central ficará drasticamente reduzido, para caber as rodas das bicicletas.Continue lendo ›
Mais de 4 anos atrás…

A Rubia Pimenta, de O Diário online, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Maringá, Valter Viana, em janeiro de 2012, disse que o Parque Cidade Industrial Parque I ficaria pronto em seis meses.
Viana foi prudente: o edital previa que parque ficaria pronto em quatro meses. Ele e a prefeitura devem ter se enganado e trocaram meses por anos.
Quatro anos depois, Parque Cidade Industrial ainda não tem uma só empresa instalada

No último dia 12 o prefeito Carlos Roberto Pupin assinou o 15º termo aditivo ao contrato 436/2012, no valor de R$ 27.998.489,10, firmado em agosto de 2012 pelo então prefeito Silvio Barros II (sem partido) com a Construtora Sanches Tripoloni Ltda. para implantação de infra-estutura de pavimentação asfáltica, galerias de águas pluviais, rede de água e esgoto, iluminação pública e serviços de urbanização, no Parque Cidade Industrial I.
Anunciado em janeiro do ano eleitoral de 2012, foi licitado próximo à campanha eleitoral, e depois de suspeito processo de desapropriação, o parque industrial foi anunciado como um dos maiores da América Latina. A primeira parte deveria estar pronta, segundo o contrato, em 120 dias.Continue lendo ›
‘Demora sem pressa’

Nem tudo é padrão Fifa em Maringá.
Hoje por volta das 13h30, na avenida Lucílio de Held, cruzamento com a rua Buenos Aires, no Jardim Alvorada, um acidente envolveu um veículo Renault e uma motocicleta Honda. Continue lendo ›
CAT já beira os R$ 800 mil

O Centro de Apoio ao Turista – a obra de 300 metros quadrados, de R$ 747.500,00, que deveria ter sido entregue em agosto do ano passado – recebeu o sexto aditivo, assinado no último dia 27 pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP).
A obra (acima) agora beira os R$ 800 mil: a Alcalde Engenharia e Obras receberá mais R$ 43.809,55. A publicação feita esta semana no Órgão Oficial do Município não explicam o motivo do aditivo.
Uma aula do que não se deve fazer

A tirolesa do Parque do Ingá, que nunca funcionou, é hoje símbolo de como não se deve administrar uma cidade.
E precisou um prefeito-especialista para chegar a tamanha meleca administrativa, onde se enterraram milhões de reais.Continue lendo ›
Locomotiva-depósito

As placas da trilha de aventuras, da autopista de carrinhos elétricos e da tirolesa, que serviram na gestão Silvio Barros II (sem partido) só para enganar a galera e a imprensa, que fez um dia de visita antes da reabertura do Parque do Ingá, estão hoje jogadas atrás da Maria Fumaça – outro símbolo da cidade que está largado.
“Divirta-se com a natureza”, dizia uma das placas de madeira.Continue lendo ›
Ritmo pepista de construção

Placa colocada defronte o Parque do Ingá informa que o Centro de Apoio ao Turista, obra de R$ 747 mil, completamente dispensável, já que no local há várias construções recentes e abandonadas, sem uso, informa que o prazo de entrega era 24 de agosto do ano passado.
As obras começaram em fevereiro do ano passado e até agora, um ano depois, ainda não foram finalizadas.
Perigo nas ruas

Um caminhão de coleta de lixo da Prefeitura de Maringá bateu contra um poste da Copel, ontem à tarde, após perder o freio, na Zona 5, informa o site Manchete (leia mais). Depois que o grupo que está no poder decidiu pelo sucateamento da frota da Semusp, para poder privatizar o serviço de coleta do lixo na cidade, a coisa complicou. Por isso, quando ver um sucatão, saia do caminho, fuja do perigo.
Construções estão abandonadas dentro do Parque do Ingá

O Parque do Ingá possui pelo menos quatro construções prontas há anos em seu interior que não são usadas ou são subutilizadas.
Poderiam tranquilamente servir para uma espécie de Centro de Apoio ao Turista, que está sendo construído ao preço de R$ 747.500,00 no meio do parque (geralmente, bases de apoio a turista são localizadas na entrada).Continue lendo ›
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