Má-ringá

Terminal intermodal

Placas

Em que outra cidade do planeta a chamada sociedade organizada aceitaria como normal a construtora que pertence ao sócio do prefeito vencer uma licitação de R$ 24 milhões 395 mil (recursos do governo federal) em final de mandato?
Só naquela onde moralidade pública não é prioridade e em que pouquíssimos se preocupam com o bom emprego do dinheiro público.

Hora do jamegão

coleta

A administração Pupin/Barros prepara-se para assinar sem alarde (se é que já não assinou) o contrato de quase R$ 30 milhões com a Constroeste para a coleta e destinação do lixo.
A ideia é não fazer barulho, pois toda a sociedade maringaense sabe que tem um caroção por baixo desse angu.Continue lendo ›

O mau cheiro vem com a noite

Av. Nildo Ribeiro

Leitor que reside no Jardim Botânico, próximo ao local em que era para ser construído o prometido Parque Trópico de Capricórnio (com recursos do Shopping Catuaí, lembram?), diz que tem um mistério noturno na baixada da avenida Nildo Ribeiro da Rocha, próximo ao córrego Cleópatra, onde hoje tem uma extensão da avenida Itororó.
Depois das 18h, conta, aparece um mau cheiro insuportável, cheiro de esgoto a céu aberto, como se alguma empresa estivesse despejando esgoto no córrego.Continue lendo ›

Pupin manda descontar R$ 136 de ACS que ganham apenas R$ 1.056,00

pupin

Está no site do Sismmar que o “pacote de maldades” do prefeito Pupin contra os servidores municipais parece mesmo não ter fim. Pupin, em sua postura vingativa contra os trabalhadores que lutam por seus direitos, lembra mais um intendente dos tempos de Tiradentes do que um prefeito dos dias atuais.
Em sua última maldade, o prefeito de Maringá mandou descontar R$ 136 de ACS (agentes comunitários de saúde) que ganham apenas R$ 1.056,00.Continue lendo ›

O retrato da lambança

Avenida 19 de Dezembro

Na avenida 19 de Dezembro, a palmeira quebrada é o retrato de uma das obras mais mal planejadas da cidade, para a implantação de uma ciclovia que virou ciclofaixa. Como observou leitor, em postagem anterior, a lambança no paisagismo é característica da atual gestão. Algumas das mais de 30 palmeiras plantadas no canterro reduzido, no lugar dos flamboiãs floridos, estão morrendo.

Avenida 19 de Dezembro

Lambança no paisagismo

Canteiro Canteiro

Leitor, que viu dias atrás reportagem sobre obras mal feitas na avenida Morangueira, em Maringá, denuncia que (o caro) paisagismo do canteiro central foi feito de maneira errada – tanto na Morangueira quanto na avenida 19 de Dezembro.
Embaixo do canteiro tem um grossa camada de pedras, logo acima tem uma camada de 10 cm de terra e por cima dessa fina camada de terra tem a grama e as palmeiras plantadas.Continue lendo ›

Entrega cancelada

Central

Aconteceria hoje às 10h30 a inauguração de mais uma obra não concluída em Maringá. Época de pré-campanha, a administração Pupin/Barros não quer saber. Dias atrás entregaram uma cooperativa que funciona em prédio sem alvará da prefeitura, por restrições de acessibilidade.
Como se vê na foto acima, a Central de Triagem de Recicláveis, que passou por reforma e ampliação e seria “entregue” hoe, funciona embaixo de tendas.Continue lendo ›

Prefeitura banca salas para autarquia que não funciona

AMR

Este ano, mesmo sem ter uma estrutura aparente e sem responsável, a Agência Maringaense de Regulação (que existe desde 2012 para cobrar o cumprimento do contrato com a Sanepar) consumiu R$ 31 mil do imposto pago pelo contribuinte, embora no orçamento constassem reservados R$ 426.642,00.
No ano passado, também sem ter atividades, a AMR custou R$ 125.516,04.
Em 2914, foram R$ 266.528,47 (R$ 145.348,40 com pessoal). Apesar de a autarquia não funcionar, a administração Pupin/Barros paga aluguel e condomínio de duas salas no Edifício Atalaia, região central da cidade; do lado fica o Cine Teatro Plaza, que pertence ao município mas está há anos abandonado.

Em Maringá, muro esconde conjunto habitacional e torna visível a segregação

Maringá também seu muro da vergonha, que busca esconder o Conjunto Santa Felicidade, que há alguns anos o ex-prefeito Silvio Barros II (PP) tornou notícia nacional ao utilizar milhões de reais via PAC do Ministério das Cidades para desfavelizar algo que não era favela.
O vereador Ulisses Maia, neste vídeo, reagiu ao muro que a administração Pupin/Barros construiu: é segregação.

Virou moda

Barreiras

Barreiras no passeio público são proibidas; calçada é para pedestre, é questão de mobilidade urbana.
Em Maringá, além das floreiras da dona Luíza que tomam conta de alguns espaços públicos, agora virou moda colocar barreiras nas calçadas – como esta (acima) na avenida José Alves, perto da avenida Sabiá.Continue lendo ›

Lixão no canteiro central

Entulho

Leitor flagrou um morador da rua Citrino jogando entulho (volume considerável, quase um caminhão) no canteiro central da avenida José Alves dos Santos em Maringá.
O canteiro central virou um lixão a céu aberto e a prefeitura não toma providências, “pois está empenhada apenas na campanha do irmão do chefe”. O Jardim Brasil ficou de fora do trajeto da tocha olímpica, que era a única esperança de ver a prefeitura fazer sua parte.

Entulho-canteiro

Licitação de ATIs: Observatório pede providências aos vereadores

ati

O Observatório Social de Maringá encaminhou um ofício de sete páginas aos vereadores de Maringá (abaixo) depois que não conseguiu sensibilizar o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) sobre indícios de irregularidades numa licitação – vejam só – de academias ao ar livre, as chamadas ATIs. A licitação foi realizada no último dia 13 e vencida pela Zati Equipamentos para Ginástica Ltda., por R$ 239.940,41.
O OSM havia informado ao prefeito que as peças que a Secretaria de Esportes e Lazer pretendia adquirir tinham praticamente o mesmo preço de um equipamento novo (veja acima), além de que o edital era contraditório e obscuro.Continue lendo ›

Em Maringá, central de materiais recicláveis ocupará imóvel com restrição de acessibilidade

mapa

A Prefeitura de Maringá faz barulho para anunciar a inauguração, amanhã à tarde, a primeira etapa da Central de Valorização de Materiais Recicláveis, que vai começar a funcionar atendendo sete cooperativas que fazem a reciclagem de materiais. Será na avenida João Batista Sanches, 1.359, Parque Industrial 2 (acima).
A prefeitura só não divulgou um detalhe: a sede da CVMR está irregular, será inaugurada sem alvará de funcionamento, posto que não foram obedecidas as exigências legais de acessibilidade. Continue lendo ›

Para a Setrans, muito; para o Samu…

churrasqueira

Isonomia não é com a administração Pupin/Barros. Veja a diferença entre a Setrans em prédio que o prefeito alugou de seu vizinho de prédio por quase $ 50 mil mensais, e agora com churrasqueira construída graças ao contribuinte (acima), e o prédio do Samu (abaixo), recentemente reformado, e onde foram gastos mais de meio milhão de reais.

samu

CAT já está um ano atrasado

Kelly Moraes e Marcos Luvizeto, da TV Tibagi (Rede Massa/SBT), produziram reportagem sobre o atraso na entrega do Centro de Atendimento ao Turista, obra de cerca de R$ 1 milhão, super-aditivada, dentro do Parque do Ingá – local onde jazem construções abandonadas, todas construídas com dinheiro público.
No mesmo Parque do Ingá que tem um portal de quase R$ 300 mil. Parabéns à Rede Massa, que consegue produzir jornalismo em ano eleitoral.

A família imperial pode tudo

Zona 5

Desta vez a escola bilingue do ministro da Saúde interino e da vice-governadora do Paraná, na esquina da avenida Euclides da Cunha com rua Vitório Balani, na Zona 5, não usou servidores públicos municipais. Na quarta-feira (acima) o passeio público foi furado colocadas as barreiras contra avanços de automóveis.
Tal procedimento é proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro, pois a calçada deve ser livre para a circulação de pedestres, mas a família imperial pode tudo, como se vê no avanço da marquise/toldo, que também contraria a lei.

Zona 5

Dá pra piorar

Avenida Mandacaru

Em Maringá, quando você acha que a novela chegou ao final, aparece um videotape com o melhor do pior.
O blog acompanhou o sumiço de árvores defronte este prédio, na avenida Mandacaru (aqui e aqui), e, dada à inércia da prefeitura, agora não tem mais nenhum espaço permeável no espaço público.

Recordar é viver

Asfalto

Para ajudar a Prefeitura de Maringá, onde o pessoal está mais preocupado em gastar dinheiro com propaganda em revista de luxo do que resolver os problemas da cidade, o blog publica fotos da as obras de pavimentação na avenida 19 de Dezembro, ao lado do canteiro central, que teve exterminados seus quase 50 flamboiãs e reduzido em tamanho, para mostrar que houve um responsável. Hoje o local afunda, cheio de crateras, ao longo de algumas quadras.Continue lendo ›

Improviso permanente (3)

brasil

Mais um símbolo do desplanejamento que tomou conta de Maringá há mais de uma década, alguns tubos plásticos (para passagem de fiação) permanecem expostos no canteiro central da avenida Brasil.
Foram feitos para o binário da avenida, projeto abandonado sem maiores explicações pelo prefeito Pupin após se dar conta de que havia feito uma c(*)gada na avenida ao obedecer o hoje ministro da Saúde e estragar uma das principais vias da cidade.Continue lendo ›

Um aeroporto sem site

Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Junior

O site do Aeroporto Regional Silvio Name Junior, de Maringá, funcionou pouco desde que o domínio foi registrado pela Terminais Aéreos de Maringá SBMG S.A. Há pelo menos 10 anos o site está “em manutenção”, sem oferecer as informações mínimas sobre voos, companhias e o funcionamento da própria empresa.
E o pessoal ainda falava em ter um pólo aeronáutico…

Marcas de uma gestão

Avenida Morangueira

Acima, foto do canteiro central da avenida Morangueira. As marcas da administração Pupin/Barros não se resumirão somente à incompetência, fisiologismo e descontrole de gastos. Há também, entre outras, o total desprezo ao meio ambiente.