Má-ringá

Locomotiva-depósito

placas

As placas da trilha de aventuras, da autopista de carrinhos elétricos e da tirolesa, que serviram na gestão Silvio Barros II (sem partido) só para enganar a galera e a imprensa, que fez um dia de visita antes da reabertura do Parque do Ingá, estão hoje jogadas atrás da Maria Fumaça – outro símbolo da cidade que está largado.
“Divirta-se com a natureza”, dizia uma das placas de madeira.Continue lendo ›

Ritmo pepista de construção

cat

Placa colocada defronte o Parque do Ingá informa que o Centro de Apoio ao Turista, obra de R$ 747 mil, completamente dispensável, já que no local há várias construções recentes e abandonadas, sem uso, informa que o prazo de entrega era 24 de agosto do ano passado.
As obras começaram em fevereiro do ano passado e até agora, um ano depois, ainda não foram finalizadas.

Perigo nas ruas

caminhão de lixo

Um caminhão de coleta de lixo da Prefeitura de Maringá bateu contra um poste da Copel, ontem à tarde, após perder o freio, na Zona 5, informa o site Manchete (leia mais). Depois que o grupo que está no poder decidiu pelo sucateamento da frota da Semusp, para poder privatizar o serviço de coleta do lixo na cidade, a coisa complicou. Por isso, quando ver um sucatão, saia do caminho, fuja do perigo.

Cidade dos sofás

Sofá

Se o leitor observar bem, nas duas fotos, feitas por José Fuji, aparecem quatro sofás. Na foto à dir., o outro sofá aparece junto à árvore. Foram feitas hoje à tarde, na avenida Perimetral, imediações da Vila Operária.

Lixão a céu aberto da zona leste

José Alves Nendo

Reflexo da falta de gestão (leia-se interesse nada republicano) na área nos últimos anos, Maringá tem vários lixões a céu aberto. Como o acima, na avenida José Alves Nendo, zona leste da cidade, que não combina com a propaganda oficial, milionária, aliás.

Sem tratar dos recicláveis…

Mosquito

Falando sobre lembrança, só para lembrar fato já constatado por CPI da Câmara de Maringá: na cidade, está provado que o mosquito Aedes aegypti se prolifera em vasos de plantas e materiais recicláveis, como garrafas pet e potes de iogurte.
No entanto, será tarefa quase impossível reduzir o mosquito numa cidade como Maringá, que não tem uma política de coleta e aproveitamento de recicláveis, onde praticamente se enterra 100% lixo produzido pela população. Aqui, as autoridades têm culpa equivalente à dos moradores que não cuidam dos seus quintais.

Lixo aos montes

Lixo

Leitor envia a foto da lixaiada na rua Basílio Saltchuck, área central de Maringá. E pergunta: a próxima epidemia em Maringá vai ser de ratos?

Três árvores a menos

plaenge

Na avenida Londrina, em frente ao prédio que está sendo construído pela Plaenge, a Prefeitura de Maringá cortou na semana passada três árvores saudáveis para limpar a fachada do empreendimento.

Cadê a mobilidade urbana?

Mário Clapier

Na avenida Mário Clapier Urbinati, na Zona 7, em Maringá, via muito frequentada por estudantes e que faz parte do recentemente inaugurado Contorno Oeste da UEM, o passeio público contrasta com o milionário investimento em propaganda feito pela administração municipal.Continue lendo ›

O abandonado Parque do Ingá

Parque do Ingá Parque do Ingá

As fotos acima são do que deveria ser uma pista para carrinhos próximo ao que deveria ser um museu dentro do Parque do Ingá. São de 2011, gestão Silvio Barros II (PHS), o ímprobo especialista em canafístula, mas, como se sabe, não virou. Abaixo, o estado de abandono em que o local se encontra hoje.

Parque do Ingá Parque do Ingá

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Para inglês ver

Tirolesa

A tirolesa do Parque do Ingá é outra herança da gestão Silvio Barros II (PHS)/Pupin (PP). Mas, como diria o atual prefeito, a culpa foi da gestão anterior.
Ninguém se interessou em pedir que o erário fosse ressarcido do gasto mal planejado.

Descaso com o Parque do Ingá

Museu interativo

No Parque do Ingá, mais dois exemplos de que a administração Pupin/Barros é pura perfumaria: acima, o que deveria ser um tal Museu Interativo e, abaixo, o Espaço Ambiental, tudo da época do especialista em  canafístula. Pergunte se funcionam. Saiba mais aqui.

Espaço ambiental

Cena típica maringaense

Mato

O corajoso que se atreve a andar na rua Palmital (Quebec/Jardim Imperial), na pista lateral do Parque do Cinquentenário, vai encontrar mato…

Mato

mato, e, para ter certeza de que está mesmo em Maringá…

Mato

encontra um sofá no meio do mato!

A água brota do asfalto

AV. Florindo Redivo

Faça chuva ou faça sol, a água brota no asfalto num trecho da avenida 29.020 (antiga Florindo Redivo, a que liga a avenida Alício Arantes Campolina à avenida Alexandre Rasgulaeff), recentemente inaugurada em Maringá.
O local faz parte do Contorno Oeste da UEM, obra realizada com recursos do BID (há um secretário municipal especificamente nomeado para cuidar da aplicação desses recursos).

AV. Florindo Redivo

Fora do padrão

Calçada

Leitor envia a foto de uma árvore que começou a ser sufocada, na avenida Herval, região central de Maringá. As medidas estão abaixo das mínimas estabelecidas pela legislação municipal (1m20 x 2m).

Árvore cimentada

Calçada

A foto é da calçada da nova avenida, próximo ao condomínio dos blocos de Letras da Universidade Estadual de Maringá. Não há nenhuma árvore. Quer dizer, apenas uma – e ainda cimentaram ao seu redor. Como diz o leitor que enviou a foto, “daí a culpa é da própria iniciativa privada, do condomínio”.

Retrato da Maringá 2015

Avenida 19 de Dezembro

Com o canteiro central pelado, sem nenhuma árvore, a avenida 19 de Dezembro é a mais recente mostra do desprezo da administração municipal com o meio ambiente.
No local será construída uma ciclovia – que o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) prometeu que iria estar pronta em 2008, com o custo saindo da ciclovia milionária da avenida Mandacaru -, e deverão ser plantadas árvores exóticas, como palmeiras.Continue lendo ›

Ciclovia no deserto

Av. 19 Dezembro

O blog já registrou duas vezes, mas a indignação do maringaense continua: aproximadamente 30 árvores sadias estão sendo decepadas ao longo do canteiro central da avenida 19 de Dezembro. “Ciclovia precisa ser no deserto? Lamentável e triste”, resume um deles.

Sob o sol inclemente, canteiro central fica sem árvores

Corte de árvores

A administração Pupin/Barros fez a limpa: não resta mais nenhum flamboyant no canteiro central da avenida 19 de Dezembro, no trecho de três quadras, entre as avenidas Guaíra e a Colombo. Ontem o blog publicou algo a respeito.
Não é preciso dizer que, com a importância que árvores adultas têm na redução da temperatura, e no verdadeiro forno que se transformou Maringá, há muita gente lamentando que a prioridade nesta cidade não seja o ser humano. De 2011 até esta manhã foram cortadas 17 árvores naquele trecho.

Fundo de vale irregular: mais uma ação contra Pupin vem por aí

Fundo de vale

Do site Manchete:

Uma denúncia corriqueira de som alto contra uma associação localizada na rua Pioneiro Antonio Fritzen no Jardim Aeroporto/Bertioga poderá terminar com uma ação de improbidade administrativa para a atual administração municipal.
O caso começou em 2013 quando moradores defronte as chácaras das associações Aliança Farmacêutica, Sinttromar e Stessmar resolveram denunciar através da Ouvidoria da Prefeitura de Maringá (156) e boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia o som alto das festas que atravessavam a madrugada nestas chácaras. Continue lendo ›

‘Cidade verde’

Árvores cortadas

Ao final da tarde, o resultado do ‘massacre’ na praça Geoffrey Wilde Diment, Zona 5, hoje em Maringá, e que revoltou muitos internautas, onde foram retiradas várias árvores. Mantendo a tradição das administrações de Silvio Motosserra, o governo municipal ‘trabalha’ para aumentar o calor dos infernos que estamos vivendo. Sinceramente…

Um ‘crime ambiental’

Rua Guarani

Leitor envia as fotos do que considera um crime ambiental cometido no último sábado pela Prefeitura de Maringá na rua Guarani, Zona 4. “Cortaram uma árvore saudável simplesmente por causa do projeto mal elaborado do prédio, que colocou a saída e entrada de veículos na garagem próximo da árvore existente há anos”, conta. Acima como era durante a obra e abaixo como ficou.

Rua GuaraniContinue lendo ›

Antes e depois

Centro Comercial

O Centro Comercial, na praça Raposo Tavares, área central de Maringá, antes e depois das pichações. Agora o prédio combina com as edificações vizinhas, a antiga Kalahari e o Cine Teatro Plaza.

Centro Comercial

O tempo passa…

Plaza

O Cine Teatro Plaza, comprado a preço de ouro pelo município na época do irmão mais novo, Ricardo Barros (PP), acima ao final da primeira gestão do irmão mais velho, Silvio Barros II (PHS).

Plaza

Aqui, em 2011, ao final da segunda gestão do especialista em turismo, meio ambiente e pipoca no micro-ondas, que teve como vice nas duas gestões Carlos Roberto Pupin.

Plaza

Finalmente, agora, o mesmo prédio, em área central de Maringá, fechado com placas de metal, fechado para seu objetivo inicial e uma das coisas que mais enfeiam a cidade, além do mau exemplo de aplicação de dinheiro público pelo Executivo.

Em Maringá, até centro esportivo funciona sem habite-se e alvará

CE São Silvestre

O Centro Esportivo Municipal São Silvestre, em Maringá, existe há cerca de 15 anos (a foto acima é da entrega de uma reforma, em 2008), mas até hoje funciona sem ter habite-se e alvará do Corpo de Bombeiros. Por causa dessa irregularidade, uma vergonha, é que a festa das crianças do Jardim São Silvestre, há mais de duas décadas promovida por dona Maria da Vassoura, acontecerá na rua e não em local fechado, já que a previsão é de chuva. Seria arriscado liberar o local para uma festa que reunirá centenas de pessoas numa construção sem habite-se, embora o prédio já tenha abrigado outros eventos.
Caso semelhante ocorreu com o Ginásio Valdir Pinheiro, que abrigou eventos com milhares de estudantes sem ter alvará dos bombeiros nem projeto de prevenção a incêndio. Vá você, caro leitor, abrir uma portinha para vender banana (fruta que se parece com muito prefeito por aí) sem habite-se e alvará da prefeitura pra ver o que acontece – dá multa e interdição. Em Maringá, prédios públicos são campeões em irregularidades.