Má-ringá
Lixão a céu aberto da zona leste
Sem tratar dos recicláveis…

Falando sobre lembrança, só para lembrar fato já constatado por CPI da Câmara de Maringá: na cidade, está provado que o mosquito Aedes aegypti se prolifera em vasos de plantas e materiais recicláveis, como garrafas pet e potes de iogurte.
No entanto, será tarefa quase impossível reduzir o mosquito numa cidade como Maringá, que não tem uma política de coleta e aproveitamento de recicláveis, onde praticamente se enterra 100% lixo produzido pela população. Aqui, as autoridades têm culpa equivalente à dos moradores que não cuidam dos seus quintais.
Continuam furtos em escolas e postos de saúde de Maringá
Os próprios públicos em Maringá continuam sendo alvo de ladrões.
Agora, furtaram os computadores do posto de saúde do Parque Tarumã, na zona sul da cidade.Continue lendo ›
Lixo aos montes
Três árvores a menos
Cadê a mobilidade urbana?

Na avenida Mário Clapier Urbinati, na Zona 7, em Maringá, via muito frequentada por estudantes e que faz parte do recentemente inaugurado Contorno Oeste da UEM, o passeio público contrasta com o milionário investimento em propaganda feito pela administração municipal.Continue lendo ›
O abandonado Parque do Ingá
Para inglês ver
Descaso com o Parque do Ingá

No Parque do Ingá, mais dois exemplos de que a administração Pupin/Barros é pura perfumaria: acima, o que deveria ser um tal Museu Interativo e, abaixo, o Espaço Ambiental, tudo da época do especialista em canafístula. Pergunte se funcionam. Saiba mais aqui.

Cena típica maringaense
A água brota do asfalto
Faça chuva ou faça sol, a água brota no asfalto num trecho da avenida 29.020 (antiga Florindo Redivo, a que liga a avenida Alício Arantes Campolina à avenida Alexandre Rasgulaeff), recentemente inaugurada em Maringá.
O local faz parte do Contorno Oeste da UEM, obra realizada com recursos do BID (há um secretário municipal especificamente nomeado para cuidar da aplicação desses recursos).

Fora do padrão
Árvore cimentada
Retrato da Maringá 2015

Com o canteiro central pelado, sem nenhuma árvore, a avenida 19 de Dezembro é a mais recente mostra do desprezo da administração municipal com o meio ambiente.
No local será construída uma ciclovia – que o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) prometeu que iria estar pronta em 2008, com o custo saindo da ciclovia milionária da avenida Mandacaru -, e deverão ser plantadas árvores exóticas, como palmeiras.Continue lendo ›
Ciclovia no deserto
Sob o sol inclemente, canteiro central fica sem árvores

A administração Pupin/Barros fez a limpa: não resta mais nenhum flamboyant no canteiro central da avenida 19 de Dezembro, no trecho de três quadras, entre as avenidas Guaíra e a Colombo. Ontem o blog publicou algo a respeito.
Não é preciso dizer que, com a importância que árvores adultas têm na redução da temperatura, e no verdadeiro forno que se transformou Maringá, há muita gente lamentando que a prioridade nesta cidade não seja o ser humano. De 2011 até esta manhã foram cortadas 17 árvores naquele trecho.
Fundo de vale irregular: mais uma ação contra Pupin vem por aí

Do site Manchete:
Uma denúncia corriqueira de som alto contra uma associação localizada na rua Pioneiro Antonio Fritzen no Jardim Aeroporto/Bertioga poderá terminar com uma ação de improbidade administrativa para a atual administração municipal.
O caso começou em 2013 quando moradores defronte as chácaras das associações Aliança Farmacêutica, Sinttromar e Stessmar resolveram denunciar através da Ouvidoria da Prefeitura de Maringá (156) e boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia o som alto das festas que atravessavam a madrugada nestas chácaras. Continue lendo ›
Um ponto no meio do mato

A foto, de Giancarlo Nabarro Batista, mostra a situação do ponto de ônibus do transporte coletivo ns rua Píoneiro Maria Freire Lorencete, Jardim Tabaetê, em Maringá.
“Parabéns para o prefeito de Maringá por cuidar dos bairros. Continue lendo ›
‘Cidade verde’

Ao final da tarde, o resultado do ‘massacre’ na praça Geoffrey Wilde Diment, Zona 5, hoje em Maringá, e que revoltou muitos internautas, onde foram retiradas várias árvores. Mantendo a tradição das administrações de Silvio Motosserra, o governo municipal ‘trabalha’ para aumentar o calor dos infernos que estamos vivendo. Sinceramente…
Um ‘crime ambiental’

Leitor envia as fotos do que considera um crime ambiental cometido no último sábado pela Prefeitura de Maringá na rua Guarani, Zona 4. “Cortaram uma árvore saudável simplesmente por causa do projeto mal elaborado do prédio, que colocou a saída e entrada de veículos na garagem próximo da árvore existente há anos”, conta. Acima como era durante a obra e abaixo como ficou.
Antes e depois
O tempo passa…

O Cine Teatro Plaza, comprado a preço de ouro pelo município na época do irmão mais novo, Ricardo Barros (PP), acima ao final da primeira gestão do irmão mais velho, Silvio Barros II (PHS).

Aqui, em 2011, ao final da segunda gestão do especialista em turismo, meio ambiente e pipoca no micro-ondas, que teve como vice nas duas gestões Carlos Roberto Pupin.

Finalmente, agora, o mesmo prédio, em área central de Maringá, fechado com placas de metal, fechado para seu objetivo inicial e uma das coisas que mais enfeiam a cidade, além do mau exemplo de aplicação de dinheiro público pelo Executivo.
Sem data para funcionar, UBS pronta vira alvo de vândalos

Moradora do Jardim Paraíso se depara há meses com uma unidade básica de saúde pronta no bairro, mas sem previsão de inauguração.
Como se vê nas fotos, o prédio começa a ser alvo de vândalos. Continue lendo ›
Em Maringá, até centro esportivo funciona sem habite-se e alvará

O Centro Esportivo Municipal São Silvestre, em Maringá, existe há cerca de 15 anos (a foto acima é da entrega de uma reforma, em 2008), mas até hoje funciona sem ter habite-se e alvará do Corpo de Bombeiros. Por causa dessa irregularidade, uma vergonha, é que a festa das crianças do Jardim São Silvestre, há mais de duas décadas promovida por dona Maria da Vassoura, acontecerá na rua e não em local fechado, já que a previsão é de chuva. Seria arriscado liberar o local para uma festa que reunirá centenas de pessoas numa construção sem habite-se, embora o prédio já tenha abrigado outros eventos.
Caso semelhante ocorreu com o Ginásio Valdir Pinheiro, que abrigou eventos com milhares de estudantes sem ter alvará dos bombeiros nem projeto de prevenção a incêndio. Vá você, caro leitor, abrir uma portinha para vender banana (fruta que se parece com muito prefeito por aí) sem habite-se e alvará da prefeitura pra ver o que acontece – dá multa e interdição. Em Maringá, prédios públicos são campeões em irregularidades.
Absurdo é o mínimo

É para revoltar quem tem o mínimo de senso: a colocação das mangueirinhas luminosas nas árvores de Maringá começou a ser feita este ano com pregos nas árvores. “Um absurdo”, escreveu o vereador Ulisses Maia (SD) ao postar a foto da árvore acima, que fica no canteiro central da avenida Rio Branco. São colocados de 10 a 20 pregos em cada árvore. “Estamos pedindo à prefeitura que instale as mangueiras sem agredir as árvores”, acrescenta.
Vida e morte maringaense
OSM economiza R$ 70 milhões fiscalizando só 2% das licitações

O Observatório Social de Maringá divulgou hoje que em oito anos – gestões Silvio Barros II (PHS) e Carlos Roberto Pupin (PP), que chegaram a divulgar outdoors na campanha eleitoral com a logo do OSM – conseguiu economizar R$ 70 milhões dos cofres da Prefeitura de Maringá.
Detalhe: fiscalizando apenas 2% das licitações realizadas no Executivo. E olha que ainda há a gastança desmesurada com propaganda e cargos de confiança, de fazer inveja ao governo federal, sem contar a grana para promotores de feiras de aviação, confederações esportivas etc. O tamanho do volume de dinheiro que pode ser desviado talvez explique porque tem gente doidinha para voltar à prefeitura.
Painel tenta minimizar irregularidade cometida pela prefeitura

A perfumaria chegou ao Cemitério Municipal de Maringá. Quem acompanha o blog deve se lembrar da construção irregular dos ossários, rente ao muro da rua Mem de Sá (saiba mais).
A legislação estabelece que deve existir um espaço de pelo menos 5 metros entre os ossários e o muro, preferencialmente com arbustos de essências nativas, mas, como se sabe, Maringá tem donos acima da lei. Aqui, o IAP ajudou a pisar na legislação, e em troca teve até promoção para Curitiba. Continue lendo ›
O lixo que só aumenta

Amanhã vai fazer uma semana que este lixo está depositado no canteiro central da avenida Euclides da Cunha, Zona 5, uma das mais bonitas da cidade, defronte a Meta Propaganda, que faz aqueles comerciais sobre a maravilha que é Maringá. Agora, com a diferença de que porcalhões estão jogando sacos de lixo sobre os entulhos, o que comprova a tese de que este sistema adotado pela prefeitura estimula os sujismundos.
*/ ?>























