‘Demora sem pressa’

Nem tudo é padrão Fifa em Maringá.
Hoje por volta das 13h30, na avenida Lucílio de Held, cruzamento com a rua Buenos Aires, no Jardim Alvorada, um acidente envolveu um veículo Renault e uma motocicleta Honda. Continue lendo ›

Nem tudo é padrão Fifa em Maringá.
Hoje por volta das 13h30, na avenida Lucílio de Held, cruzamento com a rua Buenos Aires, no Jardim Alvorada, um acidente envolveu um veículo Renault e uma motocicleta Honda. Continue lendo ›

O Centro de Apoio ao Turista – a obra de 300 metros quadrados, de R$ 747.500,00, que deveria ter sido entregue em agosto do ano passado – recebeu o sexto aditivo, assinado no último dia 27 pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP).
A obra (acima) agora beira os R$ 800 mil: a Alcalde Engenharia e Obras receberá mais R$ 43.809,55. A publicação feita esta semana no Órgão Oficial do Município não explicam o motivo do aditivo.

A tirolesa do Parque do Ingá, que nunca funcionou, é hoje símbolo de como não se deve administrar uma cidade.
E precisou um prefeito-especialista para chegar a tamanha meleca administrativa, onde se enterraram milhões de reais.Continue lendo ›

As placas da trilha de aventuras, da autopista de carrinhos elétricos e da tirolesa, que serviram na gestão Silvio Barros II (sem partido) só para enganar a galera e a imprensa, que fez um dia de visita antes da reabertura do Parque do Ingá, estão hoje jogadas atrás da Maria Fumaça – outro símbolo da cidade que está largado.
“Divirta-se com a natureza”, dizia uma das placas de madeira.Continue lendo ›

Placa colocada defronte o Parque do Ingá informa que o Centro de Apoio ao Turista, obra de R$ 747 mil, completamente dispensável, já que no local há várias construções recentes e abandonadas, sem uso, informa que o prazo de entrega era 24 de agosto do ano passado.
As obras começaram em fevereiro do ano passado e até agora, um ano depois, ainda não foram finalizadas.

Um caminhão de coleta de lixo da Prefeitura de Maringá bateu contra um poste da Copel, ontem à tarde, após perder o freio, na Zona 5, informa o site Manchete (leia mais). Depois que o grupo que está no poder decidiu pelo sucateamento da frota da Semusp, para poder privatizar o serviço de coleta do lixo na cidade, a coisa complicou. Por isso, quando ver um sucatão, saia do caminho, fuja do perigo.

O Parque do Ingá possui pelo menos quatro construções prontas há anos em seu interior que não são usadas ou são subutilizadas.
Poderiam tranquilamente servir para uma espécie de Centro de Apoio ao Turista, que está sendo construído ao preço de R$ 747.500,00 no meio do parque (geralmente, bases de apoio a turista são localizadas na entrada).Continue lendo ›

Falando sobre lembrança, só para lembrar fato já constatado por CPI da Câmara de Maringá: na cidade, está provado que o mosquito Aedes aegypti se prolifera em vasos de plantas e materiais recicláveis, como garrafas pet e potes de iogurte.
No entanto, será tarefa quase impossível reduzir o mosquito numa cidade como Maringá, que não tem uma política de coleta e aproveitamento de recicláveis, onde praticamente se enterra 100% lixo produzido pela população. Aqui, as autoridades têm culpa equivalente à dos moradores que não cuidam dos seus quintais.
Os próprios públicos em Maringá continuam sendo alvo de ladrões.
Agora, furtaram os computadores do posto de saúde do Parque Tarumã, na zona sul da cidade.Continue lendo ›

Na avenida Mário Clapier Urbinati, na Zona 7, em Maringá, via muito frequentada por estudantes e que faz parte do recentemente inaugurado Contorno Oeste da UEM, o passeio público contrasta com o milionário investimento em propaganda feito pela administração municipal.Continue lendo ›

No Parque do Ingá, mais dois exemplos de que a administração Pupin/Barros é pura perfumaria: acima, o que deveria ser um tal Museu Interativo e, abaixo, o Espaço Ambiental, tudo da época do especialista em canafístula. Pergunte se funcionam. Saiba mais aqui.

Faça chuva ou faça sol, a água brota no asfalto num trecho da avenida 29.020 (antiga Florindo Redivo, a que liga a avenida Alício Arantes Campolina à avenida Alexandre Rasgulaeff), recentemente inaugurada em Maringá.
O local faz parte do Contorno Oeste da UEM, obra realizada com recursos do BID (há um secretário municipal especificamente nomeado para cuidar da aplicação desses recursos).


Com o canteiro central pelado, sem nenhuma árvore, a avenida 19 de Dezembro é a mais recente mostra do desprezo da administração municipal com o meio ambiente.
No local será construída uma ciclovia – que o ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) prometeu que iria estar pronta em 2008, com o custo saindo da ciclovia milionária da avenida Mandacaru -, e deverão ser plantadas árvores exóticas, como palmeiras.Continue lendo ›

A administração Pupin/Barros fez a limpa: não resta mais nenhum flamboyant no canteiro central da avenida 19 de Dezembro, no trecho de três quadras, entre as avenidas Guaíra e a Colombo. Ontem o blog publicou algo a respeito.
Não é preciso dizer que, com a importância que árvores adultas têm na redução da temperatura, e no verdadeiro forno que se transformou Maringá, há muita gente lamentando que a prioridade nesta cidade não seja o ser humano. De 2011 até esta manhã foram cortadas 17 árvores naquele trecho.

Do site Manchete:
Uma denúncia corriqueira de som alto contra uma associação localizada na rua Pioneiro Antonio Fritzen no Jardim Aeroporto/Bertioga poderá terminar com uma ação de improbidade administrativa para a atual administração municipal.
O caso começou em 2013 quando moradores defronte as chácaras das associações Aliança Farmacêutica, Sinttromar e Stessmar resolveram denunciar através da Ouvidoria da Prefeitura de Maringá (156) e boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia o som alto das festas que atravessavam a madrugada nestas chácaras. Continue lendo ›

A foto, de Giancarlo Nabarro Batista, mostra a situação do ponto de ônibus do transporte coletivo ns rua Píoneiro Maria Freire Lorencete, Jardim Tabaetê, em Maringá.
“Parabéns para o prefeito de Maringá por cuidar dos bairros. Continue lendo ›

Ao final da tarde, o resultado do ‘massacre’ na praça Geoffrey Wilde Diment, Zona 5, hoje em Maringá, e que revoltou muitos internautas, onde foram retiradas várias árvores. Mantendo a tradição das administrações de Silvio Motosserra, o governo municipal ‘trabalha’ para aumentar o calor dos infernos que estamos vivendo. Sinceramente…

Leitor envia as fotos do que considera um crime ambiental cometido no último sábado pela Prefeitura de Maringá na rua Guarani, Zona 4. “Cortaram uma árvore saudável simplesmente por causa do projeto mal elaborado do prédio, que colocou a saída e entrada de veículos na garagem próximo da árvore existente há anos”, conta. Acima como era durante a obra e abaixo como ficou.

O Cine Teatro Plaza, comprado a preço de ouro pelo município na época do irmão mais novo, Ricardo Barros (PP), acima ao final da primeira gestão do irmão mais velho, Silvio Barros II (PHS).

Aqui, em 2011, ao final da segunda gestão do especialista em turismo, meio ambiente e pipoca no micro-ondas, que teve como vice nas duas gestões Carlos Roberto Pupin.

Finalmente, agora, o mesmo prédio, em área central de Maringá, fechado com placas de metal, fechado para seu objetivo inicial e uma das coisas que mais enfeiam a cidade, além do mau exemplo de aplicação de dinheiro público pelo Executivo.