Pelo menos oito sanitários da rodoviária de Maringá estão indisponíveis para o uso de passageiros e usuários do terminal, na avenida Tuiuti. Eles aguardam reparos. O blog soube que o espaço destinado a cadeirantes vive fechado a cadeado e nem sempre há servidor público para atender quem precisa utilizá-lo, como aconteceu na manhã de hoje, quando as fotografias foram tiradas. A atual administração ainda não nomeou um administrador para a rodoviária.
De Paulo Vidigal:
Durante a campanha eleitoral o atual prefeito prometeu entregar nas casas das pessoas medicamentos de uso contínuo. Hoje fui ao Cisam pegar medicamentos para um parente e me deparei com um cartaz avisando da falta de medicamentos (Carbamazepina, Ritalina, não me lembro se mais algum). Imagino que a contratação de 515 cargos comissionados deve de fato tomar tempo. Mas os pacientes que dependem desses medicamentos e não tem comprá-los não podem esperar tanto tempo assim… Algum vereador quer se manifestar sobre a falta de medicamentos?
Alguém jogou este sofá ontem no canteiro central da esquina da avenida Paissandu com rua Vidal de Negreiros, na Vila Operária, em Maringá, como fazem, com certa frequência nos últimos sete anos, muitos maringaenses.
A Prefeitura de Maringá realizará na próxima terça-feira, no Auditório Hélio Moreira, à partir das 8h, mais uma Conferência para alteração da Lei do Plano Diretor, onde reapresentará a proposta que altera o destino da verba adquirida pela implementação da outorga onerosa. Segundo a legislação vigente, o dinheiro adquirido pelo município com a outorga onerosa deve ser destinado ao Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, mas, caso as alterações propostas pela prefeitura sejam acatadas na Conferência, passará a ser utilizado para outras funções, pervertendo este instrumento legal de garantia do princípio constitucional da Função Social da Terra Urbana e criando uma situação legislativa permissiva, que pode, por exemplo, autorizar o direcionamento do dinheiro adquirido pela outorga onerosa na construção de um grande empreendimento imobiliário para a estruturação do mesmo, com a construção de galerias pluviais, asfalto e iluminação em condomínios de luxo, ou para viabilizar áreas destinadas a grandes empreendimentos privados, como o Eurogarden ou o Parque Industrial 2. Leia mais.
A propósito da possível interdição de duas boates em Maringá – uma estaria cumprindo os projetos exigidos pela prefeitura, e sabe-se que há demora na análise -, leitor pergunta, por que a Woods [casa inaugurada há poucos meses na cidade] tem alvará se está localizada em uma rotatória, ou seja, num local proibido pela legislação de Maringá? “Alguém pode me explicar porque uns são beneficiados, quando sequer poderiam se instalar no local, enquanto outros gastam horrores em projetos e não conseguem alvará a não ser provisório?”, questiona. Até onde se sabe, o alvará da Woods é temporário.
Um terreno na avenida João Paulino Vieira Filho, no Novo Centro, em Maringá, chama a atenção pelo cheiro (está servindo de depósito de lixo também), além, claro, pela altura do mato. O local é conhecido como o mais caro metro quadrado de Maringá; agora, também tem o metro “mais alto” da cidade.
As fotos acima mostram a situação de alguns dos pontos de venda e de regularização do EstaR (Estacionamento Rotativo) de Maringá. Existem quiosques que estão em mau estado, há muitos anos. Como o blog noticiou ontem, os preços cobrados pelo município deverão quase dobrar em fevereiro, quando a prefeitura anunciará aumento nos valores.
http://youtu.be/ThG1qOLg-ms
No blog de Paulo Vidigal, depoimentos de moradores da ocupação Atenas. A reintegração de posse deve acontecer a qualquer momento e as 18 famílias não têm previsão do aluguel social prometido pela Prefeitura de Maringá. Ontem à noite elas decidiram que permanecerão nas casas.
Na calçada da avenida Horácio Raccanello, no Novo Centro, em Maringá. Detalhe: sobre a área destinada a pessoas deficientes visuais. Foto João Carlos Passari.
Leitor envia fotos tiradas ontem pela manhã na ciclovia da avenida Horácio Raccanello, em Maringá. Numa, uma cratera se abriu; noutra, um trecho bem judiado, próximo à rodoviária.
A bagunça na praça da Catedral, principalmente por jovens que levam seus carros com som alto, consomem drogas e deixam uma sujeira danada, virou nova reportagem da RPC TV. A falta de vergonha da turma chegou a tal ponto que alguns carros se transformam em verdadeiros bares, com todos os tipos de bebidas, fazendo do estacionamento da principal igreja da cidade um bailão que vara a madrugada. Um dos adeptos dessa bagunça, por exemplo, chegou ao cúmulo de criar um narguilé gigante, feito com uma bombona.
A Operação Sossego realizada ontem resultou na apreensão de 19 veículos, sendo sete veículos sem licenciamento, oito por causa de som alto, e quatro motocicletas, sendo uma por falta de CNH.
De Paulo Vidigal, narrando uma situação inusitada:
De 2002 até 2011, concursado como auxiliar de enfermagem, sempre trabalhei na saúde (postos de saúde, pronto atendimento). Exonerado injustamente, fiquei fora da prefeitura por seis meses e quando fui reintegrado judicialmente fui transferido da Secretaria de Saúde para a Secretaria de Assistência Social. Recentemente após denunciar que uma diretora fazia uso indevido do patrimônio, tendo inclusive recebido ameaça de morte, fui transferido para um setor em que não existe o cargo de auxiliar de enfermagem. Ou seja, num setor que não exerço a função para o qual fui concursado. É uma clara demonstração de perseguição política. Prova disso é que estão faltando auxiliares de enfermagem, pois o município abriu concurso para contratar auxiliares de enfermagem. Por que não me retornam para a saúde? Afinal, o munícipe com seus impostos me paga para trabalhar. Leia mais.
Na página do Maringalidades, no Facebook, a notícia de que o primeiro pedido para a remoção desta sibipiruna é de janeiro de 2011. Detalhe: a árvore condenada fica na Vila Esperança, mesmo bairro do secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio (PP).
Leitor reclama que a nova praça da Catedral reformada (ao custo de mais de R$ 3 milhões) pela administração Barros/Pupin não ficou apenas feia. No sábado ele conta que foi com seu filho para ver os chafarizes da catedral, ponto turístico da cidade, mas “ficamos com nojo”. Segundo ele, o entorno da categdral estava tomado por carros com som alto, com músicas que fazem apologia à droga, sexo e ao crime, “uma dezena de rodinhas de uso de narguilé, com aquele cheiro horrivel” e as muretas de granito dos espelhos d´água eram usadas como mesa de botequim, com bebidas alcoólicas de todos os tipos. “Falta segurança organização e respeito, e enquanto isso não houver eu não posso levar meu filho lá”, frisa.
Para quem duvidava: este é o valor que a Prefeitura de Maringá teve coragem de cobrar de um terreno no Jardim Oriental, no final da avenida Kakogawa, loteamento coincidentemente lançado quando se proibiu a construção de casas geminadas na cidade. O detalhe que é que o terreno não tem iluminação, mas a taxa foi cobrada. A Santa Alice Loteadora, sabendo que haveria uma reunião dos proprietários no último sábado, colocou uma placa avisando que o local está liberado para construir, mas o cheiro é de malandragem: como vai se construir sem energia elétrica?
Acontece há cerca de uma hora a segunda reunião dos proprietários de terrenos no Jardim Oriental, da Santa Alice Loteadora, em Maringá, sobre os quais foi lançado um dos mais caros IPTUs da cidade, em média R$ 2,5 mil. O local está lotado. Como se previa, por envolver a loteadora e a prefeitura municipal – dois dos maiores anunciantes da mídia local -, não há nenhum órgão de comunicação cobrindo o encontro.
O pessoal está brabo e estuda o que fazer judicialmente contra a empresa, de Arapongas, e a administração Pupin/Barros.
Fotos do Jardim Oriental, onde o IPTU é um dos mais caros de Maringá. Há posteamento, mas não rede elétrica instalada e, apesar disso, a prefeitura está cobrando a taxa de iluminação. “Estamos sendo extorquidos”, resumiu um dos proprietários de terreno. “O pior é que esse loteamento ainda não está liberado para construção, visto que falta infraestrura completa”, acrescenta.
PS – A Santa Alice Loteadora declarou ter doado R$ 30 mil para a campanha de Silvio Barros II nas eleições de 2008.
Em entrevista a Gilmar Ferreira, da Rede de Rádios, a vice-presidente do Sismmar, Solange Marega, fala sobre a questão da servidora perseguida pela administração por causa de um atestado médico e, também, sobre o prédio da UPA Zona Norte, entregue no final do ano, em condições precárias para o trabalho dos profissionais da saúde. Ela conta ainda que, apesar da obra ter sido feita com recursos federais (foram polpudos R$ 3,5 milhões), ontem tinha servidor municipal estava fazendo reparos no prédio, o que deveria ser feito por funcionários da empreiteira contratada pelo município.
Da professora Ana Lucia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles, a propósito da nova audiência pública para mudança do Plano Diretor: “A prefeitura perdeu a Conferência do mês passado, pois as propostas apresentadas estavam totalmente irregulares. As irregularidades que compõem este processo são muito graves, mas o pior de tudo é que o erro foi aprovado pela maioria dos conselheiros e dos delegados na maioria compostos pelos CC’s da prefeitura. Aprovados pela plenária da Conferência, os erros foram transformados em projeto de lei e, no dia seguinte, encaminhado ao Legislativo e aprovado pelos 11 vereadores da base do prefeito. Como conselheiras representantes da UEM, encaminhamos ao Ministério Público uma petição em que denunciávamos isto que agora se confirma, pois se convoca a toque de caixa, outra Conferência para alterar de novo o Plano Diretor, como se num Estado de Direito legislar significasse garantir a qualquer preço todos os interesses de um grupo. O mínimo que se pode dizer de uma prática autoritária como esta é que ela é ridícula, ou talvez encubra interesses que devem ser bem mais “robustos” do que se possa imaginar.”
Enquanto Carlos Roberto Pupin prepara o último lote de nomes para seu primeiro escalão, a saúde pública de Maringá continua no mesmo ritmo. Leitor informa que no posto de saúde do Jardim Alvorada só há um médico atendendo nesta segunda-feira – o vereador Manoel Álvares Sobrinho (PCdoB) -, para quem sobrou uma fila de cerca de 40 pessoas. Muitos pacientes estão sendo orientados a ir embora e voltar em outro dia.
O flagrante foi feito na avenida Euclides da Cunha, Zona 5, em Maringá, por volta das 12h40 de hoje. “Isso é ter certeza de impunidade. Duas pessoas que moram nessa casa de portão branco retiraram esse sofá e colocaram fogo no canteiro central. O senhor que está sentado, ficou de guarda pra ver se ia queimar tudo. E aí? Como fica?”, pergunta o leitor.
De Paulo Vidigal, em seu blog:
(Corrigido) Interrompo meu recesso de postagens por um motivo justo. Hoje pela manhã recebi a ligação de uma servidora do Pronto Atendimento da Zona Norte. Ela está desesperada pois não recebeu seu salário de dezembro. Me disse alegaram questões burocráticas. Mas pelo seu relato não é apenas isso. Ela apresentou um atestado médico sem CID (Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde ), o que não foi aceito e solicitado que apresentasse um atestado com CID. Ela apresentou o segundo atestado fora do prazo. Sua chefe deveria mandar uma comunicação interna para resolver o problema, mas segundo ela, esta não o fez. Leia mais.
A administração Pupin/Barros, que dificilmente passará do verão dados os indícios claros de inelegibilidade do candidato do condomínio, terá mais cargos comissionados que todo o poder público da França, Inglaterra e da Alemanha. A informação está em editorial da Gazeta do Povo desta quinta-feira intitulado “Excesso de comissionados”, comentando a doidura que tomou conta também do governo Beto Richa, que diz em certo trecho: “Uma quantidade só pode ser qualificada como grande ou pequena mediante comparação com objetos ou situações da mesma natureza. Assim, indagamos, seria razoável ou grande demais o número de cargos comissionados nos poderes Executivo e Judiciário no Paraná? No Executivo, por exemplo, contam-se hoje em mais de 4 mil – um milhar a mais do que existia em 2010. Leia mais.
Nivaldo Silva envia a foto e comenta que comum ver a cena no Jardim Três Lagoas, em Maringá. Teme que providências só sejam tomadas quando algum motociclista, à noite, não enxergar a corda e acontecer um acidente.
Ontem à tarde, mais uma vez a vaga do idoso na rua Santos Dumont, próximo à Getúlio Vargas, em Maringá, estava ocupada pelo container, dizem, sempre de forma intenacional. O agente de trânsito disse que recebe muitas denúncias semelhantes sobre a ocupação irregular da vaga, que fica defronte o Edifício Ana Bella. Para reclamar, só com o papa, pois no prédio residem pessoas muito próximas de quem manda na administração municipal. Foto O Fantasma da Ópera.
Leitora do blog, apontando a lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, pergunta: por que não tem vaga especial para idoso no estacionamento do Aeroporto Regional Silvio Name Junior, de Maringá? O artigo 41 da lei diz que ” assegurada a reserva, para os idosos, nos termos da lei local, de 5% das vagas nos estacionamentos públicos e privados, as quais deverão ser posicionadas de forma a garantir a melhor comodidade ao idoso”. No aeroporto, ambos os estacionamentos não garantem a vaga especial.
Um servidor do Samu quase foi agredido pela família de uma pessoa que precisou do atendimento do serviço e, quando neste chegou, já havia entrado em óbito. Desde que houve centralização do atendimento na Zona Sul, dependendo do local da ocorrência, o atendimento demora bastante. A informação está na entrevista da sindicalista Cibele Campos a Gilmar Ferreira, da Rede de Rádios, que fala ainda da falta de funcionários, frota não disponível e problemas na construção do prédio. O secretário de Saúde não tem recebido representantes do Sismmar para tratar das queixas.
Por causa das reclamações diárias à Rede de Rádios, sobre as condições da praça Raposo Tavares, no centro de Maringá, Gilmar Ferreira levou ao ar nesta quinta-feira, entre 12h e 13h, um apropriado comentário sobre o tema. O pessoal não entende por que, se as contas da prefeitura estão no azul, não melhoram a iluminação, fazem limpeza e tapam os buracos da praça mais central da cidade.
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