Má-ringá

Mau exemplo

Estacionamento
A foto foi tirada ontem às 15h25, na agência do Bradesco da avenida Cerro Azul, Zona 2, em Maringá. Um funcionário da Secretaria de Saúde deixou o carro estacionado na vaga para cadeirantes.

Ambulância do Samu é veículo de carga

192
A ambulância de suporte avançado do Samu, placa AOZ-2459, da Prefeitura de Maringá, foi multada por avançar sinal vermelho no dia 13 de junho último, às 6h32, na avenida Morangueira. Segundo informações, a Setran emitiu a multa porque a viatura está como espécie “carga” e não como ambulância. Seria caso de documentação irregular? A multa de R$ 191,54 vence hoje. Os condutores já avisaram não vão mais rodar com ela até que se regularize a situação. Abaixo, a notificação com o destaque para a espécie do veículo: carga.
192b

Esportes: discurso e prática


As fotos mostram ginastas das equipes de Maringá e de Toledo aguardando do lado de fora do Ginásio Valdir Pinheiro, em Maringá, no último dia dos Jogos Abertos do Paraná. Eram por volta das 8h e s atletas, que se apresentaram a partir das 9h, tentam fazer a maquiagem na calçada. As fotos circulam pela internet com manifesto de revolta do autor diante do descaso, já que o tempo estava frio e as ginastas disputaram as finais. “Politico que não respeita crianças não merece meu voto”, escreveu Robson André dos Santos, que ao pedir compartilhametno das imagens disse acreditar que o mesmo aconteceu em outras modalides.

Nasce um novo lixão

Lixo em Maringá
Leitor envia fotos de imagens que não aparecem no horário eleitoral gratuito em Maringá: trata-se de um novo lixão irregular, às margens do Contorno Norte, entre os bairros Andrade e Colina Verde.
Lixo em Maringá

Sem tempo para o pedestre

Leitor observa que o semáforo instalado defronte ao portão do Parque do Ingá, um dos pontos turísticos mais visitados de Maringá, não tem tempo para os pedestres. “Observei que ele abre em três tempos, porém é quase impossível atravessar a avenida São Paulo com a avenida Tiradentes (vice-versa), pois os veículos têm a preferencia, não tem nenhum tempo ao pedestre”, reclama.

Investigação deve chegar até as empresas

O Parque Industrial Barros, sobre o qual circulam rumores cabeludos, como de que lotes foram dados a candidatos a vereador para negociarem dinheiro para suas respectivas campanhas, deverá beneficiar 73 empresas na primeira etapa. A questão é que, apesar da pressa em dar legalidade ao assunto – que, como se viu na gravação feita pelo Gaeco, com autorização da justiça, foi totalmente articulado pelo ex-secretário Ricardo Barros -, o parque industrial está sendo investigado pelo Ministério Público. Todas as empresas que manifestaram interesse e eventualmente adiantaram algum valor deverão ser convocadas a dar detalhes aos promotores. O irmão mais velho, Silvio Barros II, deu prazo exíguo para a confirmação do interesse dos empresários: sexta, segunda e terça-feira próximas. Estas são as empresas cujos representantes poderão ser ouvidos na investigação feita pelo MP: Continue lendo ›

Duas árvores a menos


Fotos do corte de duas árvores na avenida Laguna, aparentemente sadias, e que, coincidentemente, libera a fachada de mais um estabelecimento comercial, prática comum nos últimos anos em Maringá.

Postes para pontos de ônibus

Na televisão, com as maquetes em 3D, qualquer promessa fica bonita. Mas, na vida real, a coisa é bem diferente. Na última sexta-feira, a Prefeitura de Maringá realizou pregão presencial para a aquisição de 300 palanques (postes) em madeira plástica ecológica para pontos de ônibus, dispondo-se a pagar R$ 78,60 por unidade, R$ 23.580,00 no total. É mais barato que dar as condições que os pontos de ônibus cobertos podem proporcionar, numa cidade em que a tarifa do transporte coletivo estabelecida pela administração não é das mais baratas do país.
Não dá para saber se houver vencedores da licitação, pois o portal da transparência não é tão transparente assim.

Isso pode, Arnaldo?

Infração eleitoral
Leitor envia a foto de uma placa dos candidatos Pupin/Prado, numa rua ao lado do IML de Maringá. A qualidade não está boa (foi tirada por celular), mas dá para perceber que a placa está pregada na casa e na árvore que se encontra no passeio público.
PS – Depois da postagem, a irregularidade foi sanada.

Aguardando uma solução

CMEI Gerardo Braga
Mães de crianças esperam que esta semana a Secretaria de Educação consiga uma solução para o caso do CMEI Gerardo Braga, na avenida Carneiro Leão. O local, que parece um caixote, não tem ventilação e as próprias professoras têm recomendado que as mães fiquem com as crianças em casa enquanto durar o intenso calor. Há apenas um pequeno ventilador em cada sala, onde a porta tem que ficar obrigatoriamente fechada. Se as professoras reclamam do calor, imaginem a situação dos pequenos.

Estado de abandono


Do blog do Sismmar:
Apontado como solução na armazenagem e controle dos equipamentos públicos, o depósito do Almoxarifado Central da Prefeitura está em estado de abandono. Pior que isso é o tratamento precário dado a servidores que atuam no local. Não há local adequado para as refeições e o momento do descanso (que todo trabalhador tem direito) tem de ser feito em meio à poeira e aos entulhos. O local é sujo, mal iluminado e desprotegido. As imagens abaixo foram feitas ontem por dirigentes do Sismmar, que cobrará providências. É inadmissível o tratamento dado aos servidores que lá trabalham. Quem cuida dos bens do município é menos digno que um diretor, gerente ou secretário?
PS – O secretário de Administração, Gilton Boneau, explica que o local fotografado pelo sindicato não faz parte do almoxarifado. É um local onde estavam móveis do Patrimônio da prefeitura, separado por uma parede do almoxarifado. Os trabalhadores, que aqui estariam no final de uma mudança, garante, tem almoxarifado. O espaço integrará a Incubadora Tecnológica, que fica no mesmo prédio,

Lixo na área central


Leitora encontrou a foto desta lixeira, localizada na esquina das avenidas Brasil e Herval, no Facebook de um amigo e enviou para o blog com o seguinte comentário: “Como pensar em super câmeras se nem lixeira conseguem manter?”.

Comércio de DVDs

DVDs
Uma das bancas mais tradicionais do comércio ilegal de DVD em Maringá fica na rua Santos Dumont, defronte a agência da Caixa Econômica Federal.

Venha que eu lhe torço

Canteiro central
O estado do canteiro central da avenida 19 de Dezembro, próximo à praça 7 de Setembro, em Maringá, talvez explique a ausência de pessoas caminhando por aqueles lados. É um convite à torção.

Protótipo de novo abrigo

Abrigo
Leitora faz referência a esse modelo de “abrigo” de frente a Catedral de Maringá.”Quem passar por lá, tente imaginar como proteger-se da chuva, vento, frio ou do sol escaldante de verão. Outro teste interessante é tentar sentar-se no banco que além de alto e desconfortável, escorrega dado a inclinação que possui do lado esquerdo do banco. Tudo isso feito com o orgulho que é de costume do pessoal da “mudança”… Tudo, obviamente, pago com o meu, o seu, o nosso dim-dim. Os engenheiros envolvidos no projeto [o protótipo é desenvolvido pela Setran e Mondek] possuem uma competência espantosa!”.

Para uns, tudo; para outros, nada

ponto de onibus
Enquanto a administração de Maringá investiu milhões de recursos públicos no Parque do Japão, obra que sossegou a vida de amigos do rei, o povo ao redor continua precisando de atendimento. É o caso deste ponto de ônibus no Jardim Industrial, próximo a um postinho de saúde, que não tem cobertura – a não esta, de protesto, improvisada, que fizeram esses dias, postada por Fabiana Lofgren no Facebook. Em dias de chuva ou de muito sol, o pessoal que sai ou vai para o postinho sofre. Clique para ampliar.

Cidade violenta

Está na páginaMaringalidades, no Facebook:
Primeira frase do Pupin (PP) no programa eleitoral de hoje: “Maringá é umas cidades mais seguras do Brasil”. Alguém avisou a ele que nesta semana dois jovens (um de 15 e outro de 24 anos), aparentemente sem envolvimento com tráfico de drogas, foram executados na cidade? Pois é. A “meta” da atual administração é exibir na propaganda uma cidade perfeita.

Isso pode, Arnaldo?

Asfalto
Observação feita por leitor, que enviou as fotos: o asfalto foi recapeado pela Prefeitura de Maringá nas imediações de quem vai entrar para fazer compras no Supermercado Cidade Canção, na Lucílio de Held, no Jardim Alvorada. Já na saída, depois da compra, o consumidor encontra o asfalto esburacado. “Bom, já compraram mesmo”, raciocina, reforçando a tese de que o dono do mercado manda muito na cidade.
Asfalto

A linha amarela sumiu

Sinalização
Seis meses depois que o corredor de ônibus começou a funcionar em alguns horários na avenida Morangueira, em Maringá, as reclamações são muitas e vêm de comerciantes, clientes e usuários, que dizem que a via foi abandonada pela administração. A tal linha amarela, onde é proibido estacionar, desapareceu; junto com ela, desapareceu a fiscalização, o que se traduz em dinheiro público jogado fora com serviço de má qualidade. Por causa disso, a Setran infringe a lei quando multa os veículos estacionados ao longo da via, pois o artigo 90 do CTB diz: “Não serão aplicadas as sanções previstas neste código por inobservância da sinalização quando esta for insuficiente ou incorreta”.
Avenida Morangueira
Os corredores do transporte coletivo, reclamam, se tornaram uma pista de velocidade para os ônibus e um local utilizado por condutores de carros e motos para ultrapassagem pela direita, infringindo também o artigo 199 do CTB e causando acidentes. “Portanto, como temos visto que a administração não tem a capacidade de manter e muito menos de fiscalilizar, pelo fato desses corredores terem comprovadamente trazido mais transtornos que benefícios, tendo aumentando o número de acidentes principalmente a pedestres, e já que não existe mais a “linha amarela” sugerimos a retirada das placas “Proibibo estacionar na linha amarela”, liberando assím o estacionamento ao longo da via, evitando maiores transtornos, evitando também as ultrapassagens pela direita e melhorando a segurança no trânsito na avenida Morangueira”, defende um manifesto divulgado recentemente.

As responsáveis pelo acervo


De acordo com a portaria acima, de junho do ano passado, as responsáveis pela seleção, aquisição e preservação do acervo das bibliotecas públicas de Maringá: Flor de Maria Silva Duarte, Márcia Juliane Valdivieso Santa Maria, Fernanda Mecking Arantes e Kyoko Nishida Akabane. “No caso de a biblioteca ser premiada, seriam elas a subir no palco para receber o prêmio. Agora, no triste episódio da trituração de livros, nenhuma delas será responsabilizada?”, pergunta o Sismmar, que avosa que não aceitará nenhum tipo de punição à servidora que apenas cumpriu ordens. Leia mais.

Mais um lixão clandestino

lixao
No blog de Tiago Maior, fotos de um lixão às margens de um córrego localizado no final da avenida 28 de Junho e início da rua Mascarenhas de Moraes, em Maringá. “O crime é cometido pela população, porém a responsabilidade não é atribuída apenas pelos munícipes. O sistema de coleta de resíduos em Maringá precisa ser revisto”. Leia mais.

Livros destruídos: gerente é afastada

A gerente de Promoção da Leitura do Sistema de Bibliotecas Públicas de Maringá, Márcia Juliane Valdivieso Santa Maria, que é cargo de confiança (CC2), foi afastada das funções na tarde de hoje; o site da prefeitura, sem citar nomes, informa que o afastamento deu-se ontem e que foi aberta sindicância. Ela está grávida e foi escolhida como bode expiatório do novo escândalo envolvendo a administração municipal, a destruição de livros. A prefeitura alega que os livros são inservíveis, apesar das imagens mostradas na televisão e no YouTube mostrarem o contrário.
O blog soube que a Plush, flagrada nas imagens, fez várias viagens levando muitos livros para a destruição. O material foi vendido, sem que tivesse ocorrido licitação. Ninguém sabe informar a esta altura do campeonato onde foi parar o dinheiro.

Seria cômico…

Agora à tarde os vereadores aprovaram, em segunda discussão, projeto de Flávio Vicente (PSDB) criando a Semana Municipal de Incentivo à Leitura, que será comemorada em abril. A Secretaria de Cultura está fazendo sua parte desde já, destruindo livros.

Secretária mequetrefe

Esta semana, o advogado Paulo Sérgio Abreu e Silva, ao defender a ex-gerente financeira da agência SMP&B, Geiza Dias, acusada de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas na ação do mensalão, disse que ela era uma mera cumpridora de ordens do seu chefe e que era uma secretária mequetrefe. “Ela era uma ‘batedeira’ de cheques. Se Geiza não cumprisse essa missão, que era própria da seção financeira dela, evidentemente que ela estaria demitida por justa causa. Daí não estaríamos discutindo ação penal, mas um processo trabalhista”, afirmou.
Citando o caso, um leitor pergunta se o termo mequetrefe pode ser empregado também para outro tipo de secretárias, por exemplo, as que descartam livros para a reciclagem.

Destruição de livros, um agravante

O agravante, aponta leitora, no caso da destruição de livros da Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha Neto, é que em junho foi feita, por R$ 25 mil mensais, a locação de imóvel do empresário Pedro Granado, no Novo Centro, para abrigar por 12 meses a biblioteca com dispensa de licitação. Granado, ex-secretário de estado de Jaime Lerner, é conhecido financiador das campanhas dos Barros. A prefeitura dispensou licitação (com o argumento “cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha”, frente a dezenas de opções de imóveis em área central igualmente aptas), para locar um imóvel de sua escolha, que não comporta o acervo existente, o que leva ao descarte de acervo público. Isso é coisa para o Ministério Público e polícia.Continue lendo ›

Livros: dano qualificado

Paulo Vidigal levanta uma questão a respeito da destruição de livros promovida pela administração municipal de Maringá: Se for considerado que esses livros, adquiridos pelo município ou doados, pertencem ao patrimônio público, essa conduta pode vir a ser caracterizada como dano qualificado, conforme tipifica o Código Penal. Está lá, no artigo 163: Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia é dano qualificado e se o crime é cometido contra o patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista, a penaserá detenção, de 6 meses a 3 anos, e multa.

Quietude inquietante

Leitor, citando Monteiro Lobato (“Um país se faz com homens e livros”), questiona o que será que acham da destruição de livros os integrantes da Academia de Letras de Maringá, alguns deles alinhados ao grupo político que manda na cidade? O que acha a respeito a ex-presidente da entidade, Olga Agulhon, hoje secretária municipal da mesma administração? E a tal sociedade organizada, da qual fez parte inclusive alguns candidatos a prefeito, vai ficar quieta?

Vergonha, vergonha, vergonha

http://youtu.be/kSM3Gw5duyw
Mais um vídeo, este feito ontem pela manhã por Leandro Fóz, sobre o descarte de livros da Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha Neto, de Maringá, retrato do descalabro que atingiu a cultura da cidade sob a atual administração.