Má-ringá

Carta manifesta repúdio à conferência

Representantes da Universidade Estadual de Maringá na conferência pública que alterou o Plano Diretor, na última segunda-feira, divulgaram ontem uma carta aberta à comunidade universitária repudiando a condução do evento, feita pelo secretário Leopoldo Fiewski. Além de criticar a proposta de transposição da UEM, a carta conclama a comunidade acadêmica a ficar atenta às propostas que são elaboradas nos gabinetes da gestão municipal em períodos de transição de governo e de encerramento do ano letivo, “pois suas consequências comprometerão o futuro de nossa instituição”. A íntegra da carta:Continue lendo ›

Pic-nic no entorno da Catedral

De Edson Xavier, no Facebook:
Descobri porque a cidade está nesse clima dos infernos:
É o calor refletido pelo estrago que a prefeitura fez com a área verde que havia em torno da catedral. Sugiro que os responsáveis por mais esse ato de vandalismo façam um pic-nic num domingo de sol, com suas famílias, nesse lugar insuportável que, fatalmente, vai afastar os “fiéis” para atrair banhistas. Espero que isso aconteça mesmo e, se bobear, até eu quero me deliciar e tomar banho de água colorida.

A ocupação do Atenas e o problema da moradia

O MPM – Movimento Popular por Moradia – distribuiu texto sobre a ocupação de casas no Moradias Atenas II, chamando atenção para problema da moradia em Maringá, onde mais de 15 mil famílias esperam por uma casa popular e a prefeitura não é capaz de atender a demanda, embora venda terrenos subsidiados para empresários. “A ocupação de 18 casas populares nas Moradias Atenas II, conjunto habitacional localizado no noroeste de Maringá, chama atenção para o problema da moradia na cidade. Desde o dia 28 de outubro, 20 famílias ocuparam os imóveis – que ainda não foram finalizados – pressionadas por dificuldades como o alto preço do aluguel e a morosidade da Prefeitura na construção de novas unidades.Continue lendo ›

Prefeitura não quer UEM discutindo Plano Diretor

A informação circula desde ontem pelos departamentos da Universidade Estadual de Maringá e foi antecipada aqui: a administração Barros/Pupin não quer a participação da UEM na discussão das mudanças (estranhas, em final de mandato) no Plano Diretor e sistema viário da cidade, via conferência municipal convocada para acontecer na próxima segunda-feira. As alterações incluem diretrizes viárias que atingirão a universidade. Mensagem do Observatório das Metrópoles informa que a prefeitura vetou a inscrição dos participantes da UEM no segmento Poder Público (125 vagas), direcionando as inscrições destes representants para “sociedade civil” no segmento “entidades profissionais, acadêmicas, de pesquisa e conselhos profissionais” (17,5 vagas), e acrescenta que haverá recurso para garantir o cumprimento do regimento.

Plano Diretor: UEM se mobiliza para conferência

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As representantes da UEM no Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial, as professoras Ana Lúcia Rodrigues e Fabíola Cordovil, informam à comunidade acadêmica que a prefeitura de Maringá fará uma Conferência Municipal de alteração da legislação urbanística complementar do Plano Diretor de Maringá no próximo dia 10, às 8h30, na câmara municipal. “São várias leis, mas, em especial, destacam-se a proposta do Executivo respectiva à lei do Sistema Viário Básicoque mantém as diretrizes viárias para transposição do câmpus da UEM, já refutadas pelos conselhos superiores”. Rodrigues comenta que, em desrespeito às negociações que buscam uma solução consensual que estão em andamento entre a UEM, a comunidade e a prefeitura, esta proposta de alteração da Lei 886/2011 sobre Diretrizes Viárias, corta a UEM com prolongamento de vias em três pontos. Leia mais.

Coreto e abrigo público

coreto
Sem cumprir a finalidade para a qual foi construído, o coreto da praça dos Expedicionários, na Zona 4, em Maringá, tornou-se abrigo para moradores de rua. Quem reside no bairro não consegue lembrar quando aquela  praça foi usada para manifestações culturais.

Doente, árvore cai sobre dois carros

Queda de árvore
Depois de a Prefeitura de Maringá exterminar a seringueira mais conhecida da cidade, na praça Napoleão Moreira da Silva, que poderia ter sido recuperada se a administração Barros/Pupin tivesse interesse e preocupação com o meio ambiente, ontem foi a vez de uma grande árvore cair sobre dois carros na avenida Papa João XXII, pertinho do paço municipal. Foi no final da tarde, quando o tempo armou-se para uma chuva que não veio. A árvore estava condenada e, como muitas outras em Maringá, não recebeu do poder público a atenção que merecia. Foi a tônica dos últimos oito anos: árvores sãs, mas pertencentes a empresários amigos, foram colocadas abaixo, e as doentes, que precisam ser retiradas, tiveram obrigatoriamente que esperar uma longa fila. No caso de ontem, o vento chegou antes da boa vontade da administração picapau. A queda da árvore aconteceu no pátio da Uniodonto, defronte a praça da Catedral.
Queda de árvore

Falta de acessibilidade

Do blog de Vandré Fernando:
O conhecido cadeirante Ismael [Roberto Batista Melo], funcionário público municipal e conselheiro do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, acabou de passar por uma situação dificil no Conselho Tutelar Zona Sul: ele precisou usar o banheiro e não foi possível porque o órgão não tem acessibilidade da mesma forma que o abrigo municipal e outros órgãos públicos. Se uma empresa for tirar alvará na prefeitura e não tiver acessibilidade a prefeitura libera? Por que os órgãos da prefeitura podem não ter acessibilidade? Quem fiscaliza a prefeitura?

Cidadania e Dia do Servente de Pedreiro

Na sessão de hoje, os vereadores de Maringá aprovaram projeto dos petistas Humberto Henrique e Mário Verri outorgando ao professor doutor Reginaldo Benedito Dias, o título de Cidadão Benemérito de Maringá, por ser trabalho como escritor e historiador. Na mesma sessão foi aprovado projeto do vereador Aparecido Domingos Regini Zebrão (PP) instituindo o Dia Municipal do Pedreiro e do Servente de Pedreiro, que será comemorado em 13 de dezembro. Saiba mais.

O horror, o horror

Seringueira
Foto de Leonel Lopes mostra mais de perto o que fizeram à seringueira da praça Napoleão Moreira da Silva. Um especialista, leitor do blog, está curioso para ver o laudo que condenou a árvore. Há mais de um ano, como registrado no blog, ele havia alertado para a existência de cupins de solo na seringueira, o que poderia ter sido combatido e salvado a árvore. Hoje ele conferiu de perto e disse que as principais artérias da seringueira estavam sem sinal de infestação. Como diria Kurtz, de Joseph Conrad, “O horror, o horror”.

Questão de apadrinhamento

Árvore em Maringá
Meses atrás, conforme o blog revelou, três árvores sadias foram cortadas defronte um laboratório de análises clínicas, na rua Santos Dumont, em Maringá. A prefeitura aproveitou e utilizou um equipamento que tira o toco da árvore, mas, pra confirmar a fama da administração, só replantou uma delas. No lugar das outras duas agora há flores e a fachada da empresa está liberada. Já na rua Néo Martins, perto do Bradesco, centro da cidade, uma árvore seca, sem padrinho forte, continua ali, sem ser retirada nem substituída.
Árvore em Maringá

Menos verde, mais concreto

Imagem Catedral
Pela foto, de Marcelo Henrique, dá pra perceber quanto o verde saiu perdendo na reforma da Catedral de Maringá, a terra do sabe-tudo da Rio+20, SM SB II, o homem da canafístula centenária. Aqui, como era antes, quase do mesmo ângulo.

Sìmbolo da incompetência pepista

Em 2007, como confirma este texto de Elmo Fanhani, publicado no blog, o prefeito Silvio Barros II já anunciava a intenção de privatizar o Parque do Ingá, sem levar o assunto à discussão com a comunidade, através de uma audiência pública, já que para o local é destinado dinheiro do ICMS verde. Os espaços a serem terceirizados – os vereadores votam hoje o projeto em segunda discussão -, segundo Luiz Modesto, vêm sendo revitalizados ou construídos letargicamente desde 2009, quando o Parque foi fechado para reforma, e desde sua inauguração em 2011, por pressão das entidades e meios de comunicação, ainda não foram totalmente concluídos. Para isso, o Ministério das Cidades repassou à gestão Barros/Pupin o montante de R$ 2.287.088,10. Leia mais.

O dono do local

flanelinha
Leitor volta a reclamar da “máfia dos flanelinhas” em Maringá, e o fato de um deles, que fica diariamente na praça da Catedral, se achar o dono do local, só permitindo a entrada de quem o paga diária ou mensalmente. O fato acontece a pouco metros do paço municipal. “Isso é feio, muito feio, pois no meu enteder fere a questão básica da constituição nacional que é direito de ir e vir. Lá é um espaço público, ele não pode fazer aquilo”, escreve o leitor que encaminhou a foto que mostra como ele controla o acesso de veículos à praça, utilizando cavalete para bloquear a passagem.

Campanha contra a privatização do Parque do Ingá

O Forum Maringaense pelo Direito às Cidades (FMDC) está lançando a campanha “Contra a privatização do Parque do Ingá”. O projeto do prefeito Sílvio Barros II (PP), que visa entregar a administração do local a terceiros – depois de anos “enrolando” a comunidade maringaense – já está na câmara municipal, deveria ter entrado ontem em regime de urgência mas acabou sendo retirado por uma sessão. O projeto foi encaminhado ao Legislativo dois dias depois do registro de uma morte por afogamento no lago do local, o ponto turístico mais visitado da cidade, apesar de inacabado.

O corte da seringueira


Maringá perdeu neste sábado uma das imagens mais fortes de seu suposto verde, deteriorado nos últimos oito anos de administração municipal, que chega ao fim com o furor de seu início, reduzindo a área verde. As fotos acima, da professora Raquel, registram a retirada da grande seringueira que havia na praça Napoleão Moreira da Silva, centro da cidade, com direito a cercado e uma placa do Lions Clube. A professora lamenta, especialmente, o fato de a Secretaria do Meio Ambiente (creia, existe) não possuir uma política e práticas que contribuam com a saúde de nossas árvores. O blog havia alertado sobre a saúde da seringueira em agosto do ano passado, depois de revelar uma particularidade: ela não foi plantada por Geraldo Pinheiro, pioneiro e ex-servidor prefeitura e, sim, por uma professora da antiga Usape, que funcionava ali.
Um fim digno (?) numa administraçã0 tem no desleixo a principal característica em relação ao verde da cidade – e agora, ironia do destino, com o apoio da antiga direção do Partido Verde. Mas, também, o que exigir de um prefeito que manda derrubar uma canafístula centenária depois de ter assinado um termo dizendo o contrário com a Polícia Ambiental, fato que vai completar aniversário neste novembro?

Segurança particular na calçada

Rua São Jorge
Na rua São Jorge, Zona 17, região nobre de Maringá (paralela à avenida Cerro Azul), privilegiado grupo de moradores possui uma guarita de segurança privada sobre o passeio público.  A guarita existe há anos, e ao que se sabe nunca ninguém foi incomodado por fiscais da prefeitura.

A precária saúde pública de Maringá

Trechos do vídeo da CPI dos Leitos, realizada pela Assembleia Legislativa do Paraná, que se referem a Maringá. É mostrado o caso de uma senhora de idade que quebrou o fêmur e faleceu após esperar 16 dias por uma cirurgia no Hospital Universitário. No final do vídeo, as imagens mostram a paciente sendo retirada às pressas, devido à chegada dos deputados da CPI. O vídeo integral foi disponivilizado pela Alep aqui.

Questão de qualidade

O material contratado pela Prefeitura de Maringá para fazer a sinalização horizontal de trânsito em ruas e avenidas realmente não parece ser tão como antes. Na região da avenida Mandacaru, estão refazendo toda a sinalização, que havia acabado de ser feita.

Palco político

Caminho do Terminal
Leitor envia foto e comenta: “Atores (?) caminham bem lentamente em direção ao terminal, hoje à tarde (16h). Talvez alguma metáfora do “teatral palco político” que virou o terminal…”.

Sustentabilidade, só na promessa

A propósito do vídeo acima, leitor explica que naquele condomínio, “como na maioria, temos os contâineress onde separamos os recicláveis (aqui). Acontece que, como não temos mais a coleta seletiva em nossa cidade, quando esses contâineres se enchem, a zeladora é obrigada a jogar todos os materiais recicláveis já separados, em outro container na frente do prédio, juntamente com o lixo orgânico. Há algum tempo a “administração cdadã” exigiu dos condomínios a utilização dos contâineres para a separação dos recicláveis, com a promessa da coleta seletiva, que funcionou por pouco tempo. Depois do investimento dos condôminos na aquisição dos contâineres e conscientização em utilizá-los, estamos cumprindo com o nosso, separando os recicláveis. Mas ficamos indignados pois a administração não cumpre com o compromisso de coletar esses materiais, que poderiam gerar emprego e renda para outras pessoas. Grande exemplo para a população, de uma administração que fala muito sobre sustentabilidade, mas fica só na promessa.”

O modelo de cidade e a violência

tabela
A violência cresce em Maringá e, assim como no país inteiro, as principais vítimas são os jovens. Em Maringá 66% das vítimas de homicídio tem até 29 anos. Segundo a coordenadora do Observatório das Metrópoles, professora Ana Lúcia Rodrigues, isso resulta da falta de perspectivas e de opções para os jovens. “Não há políticas públicas para a juventude e o respectivo Conselho Municipal. Não há parques públicos, áreas de lazer, de esporte, não há equipamentos culturais públicos, gratuitos e de qualidade, abertos todos os dias da semana.
Assim, o bar se torna a opção mais frequente de encontro entre os jovens e se constitui num espaço de construção dos laços de convivência. O bar deve ser uma opção, mas, não pode ser a única, como ocorre em muitos bairros da cidade”, pondera.
A professora acrescenta que quando o Observatório das Metrópoles começou a tratar deste tema, há mais de 5 anos, “dizíamos que em Maringá o problema ainda era muito pequeno e podia ser enfrentado com ações públicas. Cada dia fica mais difícil dizer isso, pois o problema da violência já não é pequeno e se tornará cada dia mais grave se não for enfrentado com a inclusão de todos os moradores na cidade.”

Taxas de homicídio dobraram em 8 anos

A professora Ana Lúcia Rodrigues, do Observatório das Metrópoles, lembra que nessa semana ocorreu mais um homicídio em Maringá e que, provavelmente, não será o último do ano. Para ela, é preciso destacar duas respostas que os estudos vêm oferecendo ao aumento da violência: 1) a criminalidade e a violência são os produtos mais expressivos e significativos da segregação socioespacial, responsável pelo abandono das pessoas em territórios precários – na terra de ninguém, onde prolifera o ódio e o ressentimento, como sentimentos cotidianos e banais; 2) a violência é um produto da desigualdade social que está longe de poder ser naturalizada, como se faz de costume. A violência já equivale em nossos dias a uma bomba detonada, cujos estragos se propagarão cada vez mais intensamente, enquanto a origem não for enfrentada e desativada. Abaixo, o documentário “Violência Urbana – Expressão da Desigualdade Social”.

A professora destaca que nos últimos 8 anos as taxas de homicídio dobraram em Maringá e isso não é ao acaso. Está vinculado às ações da administração municipal que não priorizou o conjunto da população e, com isso, aprofundou a desigualdade social. Em 2004 a taxa era de 7.8 homicídios para cada 100 mil/bhab. Em 2012 (antes que os próximos ocorram) a taxa de homicídios já alcançou 15.7 homicídios.

Menos três árvores

Árvores cortadas
Três árvores, sadias conforme atestou leitor do blog, foram cortadas defronte a sorveteria Delícias do Cerrado e o edifício Marataízes, na avenida XV de Novembro. Hoje à tarde, um homem negociava a retirada do toco com raízes e o fechamento do buraco com concreto, por R$ 3 mil. Enquanto isso, uma árvore morta na rua Nassib Haddad, que atrapalha a fiação de energia elétrica, permanece lá, incólume.

Árvore morta

Falta de educação ambiental

Mau exemplo
Leitora envia a foto como um mau exemplo a ser combatido e que até já foi mais comum por aqui. O banner foi literalmente pregado na árvore por dois rapazes, propagadeando o produto que está sendo demonstrado no estacionamento do Supermercado Bom Dia, na avenida Rio Branco, em Maringá.

O que sobrou de ontem

Propaganda irregular
As imediações do Colégio Presidente Kennedy, na Mandacaru, em Maringá, amanheceram sujas. Milhares de santinhos jogados ontem enfeiavam ruas, canteiros e floreiras, coisas que fazia que Maringá não via em época eleitoral.
Propaganda irregular

Esse pedestre atrapalhando o trânsito

Fotos da avenida Colombo com Herval, em Maringá, enviada por leitor:
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Retiraram aquela placa que estava em cima da rampa para cadeirante orientando o pedestre a cruzar na faixa e colocaram corrimões/grades amarelas no lugar
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A placa que estava na esquina foi agora colocada no canteiro central, em frente a UEM em cima de onde tinha também o lugar para cadeirantes atravessarem depois que saiam da faixa de pedestres
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A placa que estava na calçada da UEM foi também colocada no canteiro central, em frente a UEM do lado contrário da outra placa que foi tirada da esquina da Colombo com a Herval. “Um detalhe que observei é que a faixa que existe (ou existia) no local está bem apagada como se pode observar nas fotos. Se o cidadão estiver na calçada da esquina onde tem a pista de ciclismo, para atravessar a avenida Colombo até a calçada da UEM, ele precisa atravessar na faixa até a calçada do Colégio Gastão Vidigal, depois atravessar da esquina do Gastão até o canteiro central e ter toda paciência do mundo até que os sinais fechem para os carros, daí atravessa até a calçada do outro lado e espera de novo o sinal fechar para quem vem da rua Demétrio Ribeiro com sentido ao centro para poder atravessar a faixa ali existente e assim conseguir chegar na calçada da UEM. Para quem está na calçada da UEM, é só fazer o sentido inverso. Em resumo, o que faz um pedestre no trânsito de Maringá a não ser atrapalhar o tráfego de automóveis? Nosso trânsito não foi pensado para os pedestres, infelizmente.”

Acessibilidade zero

Acessibilidade zero
O blog já havia alertado sobre o erro, que meses depois ainda não foi corrigido. Na avenida Colombo, defronte a UEM, a Prefeitura de Maringá ferrou com a acessibilidade de cadeirantes ao colocar uma placa sobre uma rampa. Acredite que quem fez isso é a mesma turma que prometeu acessibilidade tridimensional, entre outras promessas maravilhosas, na campanha eleitoral.