Má-ringá

Livros da biblioteca pública são destruídos

http://youtu.be/Ndg3Q48TPto
Não contente em destruir a história da cidade, com a derrubada de prédios históricos, a administração municipal resolveu destruir também a história do mundo. O acervo da Biblioteca Bento Munhoz da Rocha está sendo transferido, agora, em final de mandato, para um novo prédio, alugado por um grana considerável junto a um financiador de campanha da família, que não tem espaço para todos os livros. O que a secretária de Cultura, Flor Duarte, mulher do líder do prefeito, Heine Macieira (PP), fez? Deu para a Plush, que compra papel velho. O crime, que numa cidade com meio prefeito com aquilo roxo resultaria no mínimo na demissão do responsável, foi flagrado pela reportagem da (acredite) TV Maringá/Band e exibida agora à tarde. É revoltante, para dizer o mínimo. Como um prefeito vive viajando e outro fazendo campanha, você acredita que alguém tomará providêncua?

Menos uma

Corte de árvore
Leitor envia a foto de uma árvore cortada em Maringá, desta vez na rua Palmital, no Jardim Quebec, observando que agora quase não existem mais árvores naquele quarteirão. “Parece que o negócio de venda de madeira está prosperando novamente”, acrescenta.

Um quintal de reclamações

Quintal 1
O Quintal Espetinhos é notícia no blog desde que surgiu, em 2009, na Zona 5. Mudou para a Zona 2, trocou de dono, mas os problemas só aumentaram. Enquanto o bar não estiver instalado ao lado da casa de um juiz, infelizmente, parece que os problemas não acabarão. A foto mostra o catatau de documentos que existe contra o Quintal, reunindo queixas, laudos, abaixo-assinado e boletins policiais. Em funcionamento na avenida JK desde março do ano passado, ele até hoje não tem alvará da prefeitura e sequer o relatório de impacto de vizinhança, obrigatoriedade legal, chegou a ser feito.Continue lendo ›

Monumento à festa do corte

Árvores exterminadas
Em abril passado, três grandes árvores sadias foram exterminadas defronte o Laboratório São Camilo, na rua Santos Dumont, gerando revolta nas pessoas. É possível, ainda hoje, conferir a saúde das árvores nos tocos que ficaram e que ainda estão lá, como prova de uma agressão sem sentido. Replantar, que seria o mínimo, nada, mas pelo menos o que sobrou está servindo de suporte para o lixo.

Saúde determina retirada dos banheiros químicos

Banheiros químicos
Há quase um ano, conforme registrou o blog, o Sinttromar, sindicato dos motoristas rodoviários de Maringá e região, bancou a instalação de dois banheiros químicos para uso exclusivo dos funcionários do transporte coletivo urbano e metropolitano, já que a administração dos dois prefeitos não fazia a sua parte. Como se previu, o que era temporário virou definitivo, já que a Prefeitura de Maringá deixou o terminal abandonado até hoje.
Mas esta semana a Vigilância Sanitária do município notificou o sindicato e determinou a retirada dos banheiros, sob pena de multa. A administração força os funcionários a fazerem suas necessidades na rua e menosprezam o trabalho realizado pelo sindicato, que deveria ter sido feito pelo poder público. O Sinttromar promete reagir.

Na cidade do bonzão da Rio+20

Av. Américo Belay
Em maio o blog fez esta postagem sobre o corte da árvore-símbolo de Maringá na avenida Américo Belay. Hoje o autor da foto percebeu que as outras duas árvores vizinhas foram cortadas depois da publicação. “Eram ipês roxo, não santa bárbara como comentaram”, observa.

Os demais não merecem 100%?

Do blog do Sismmar:
A administração decidiu conceder verba de representação para servidores efetivos, com aumento de 100% nos salários. Os contemplados são contadores e procuradores do município. O Sismmar lamenta que a administração, ao invés de ter aprovado o PCCR geral, faça uso desses mecanismos para conceder revisão salarial apenas para alguns poucos. Os demais não merecem? Leia mais.

Usuários de maconha e a gente de bem

Do leitor: “É com pesar que vejo a atual situação de nossos jovens maringaenses. A praça da Catedral, o principal cartão postal da cidade, que sempre por mim foi visto como um lugar de reunião familiar e encontro de casais, tornou-se um lugar insuportável de se estar no fim de semana. Quero acreditar que não são todos os dias. Mas confesso que fiquei horrorizado ontem à noite. Pra piorar, o cheiro desagradável de maconha por todos os lados. E não era só na praça da Catedral, não. Em outros pontos abertos da cidade também. E onde há usuários de maconha “curtindo um barato na dele” tem traficantes oferecendo. E esses sim são perigosos. Dividem espaço com gente de bem. O jeito foi terminar a noite de domingo num shopping. Sem contar que não se vê polícia em lugar nenhum. Tudo bem que Maringá ainda, perto de outras cidades, inclusive da de onde vim, ainda pode se considerar um paraíso. Mas quando essa bolha estourar e tudo ficar sem controle, não terá mais jeito. É lastimável. E mais ainda, saber que essa molecada de mente fraca está submissa a tudo isso.’

De 60 para 105 dias

Licitada em dezembro do ano passado, a execução das obras no sistema de distribuição de energia elétrica no Ginásio de Esportes Chico Neto, em Maringá, contratada junto a Eletrofio, era para ficar pronta em 60 dias – coisa de R$ 587.763,10. No final de junho, a administração assinou o terceiro termo aditivo com a empresa – que, por sinal, foi beneficiada na licitação das luminárias azuis do PP, objeto de ação judicial – prorrogando por mais 45 dias o prazo dos serviços. Detalhe: apesar do sistema de energia elétrica incompleto, o ginásio foi inaugurado com barulho eleitoral um mês antes da licitação.

Queimadas impunes

Jardim Paraízo
Leitor envia a foto de mais uma queimada no Jardim Paraízo (com “z” mesmo), em Maringá, onde sempre tem essa poluição. “O bombeiro não atende essa ocorrência, a polícia também não e a prefeitura diz que não tem fiscal para ir ao local, na rua Esmeralda próximo à avenida Alexandre Rasgulaeff”, explica.

Infração dupla

Estacionamento irregular
A foto faz um sucesso no Facebook e mostra o carro do vereador Belino Bravin (PP), aquele que não possui bens, ocupando estacionamento para deficientes e , ao mesmo tempo, sobre a faixa de pedestres. A foto foi tirada dentro do Cesumar, em Maringá. Não é a primeira vez que o veículo é flagrado em irregularidades; em 16 de maio, ele ocupava vaga de ambulância na avenida XV de Novembro (aqui).

Casal de flanelinhas

Flanelinha
Nas proximidades das agências da Caixa e do Bradesco da praça 31 de Março, no Fim da Picada, em Maringá, chama a atenção a atuação de uma mulher como flanelinha. Ela trabalha junto com um rapaz.

Administração não respeita lei municipal

Do blog do Carlão:
Um programa da prefeitura denominado de “Agiliza obra”, criado no final de 2011 por decreto, tem gerado muita polêmica entre engenheiros, arquitetos e profissionais da área de construção civil. Este programa tem dificultado a aprovação de pequenos projetos junto à prefeitura [de Maringá] , isto porque os projetos que não atendem ao decreto são indeferidos, fazendo com que o contribuinte recolha novamente a taxa de análise de projeto, contrariando assim a lei complementar 910 que regulamenta a aprovação de projetos na construção civil na prefeitura de Maringá, e também atrasando todo o processo. Continue lendo ›

Queimando lixo a céu aberto

Lixo queimando
Nas imediações do Jardim Tóquio, à margem do Contorno Norte, em Maringá, a terra do especialista, um grande lixão clandestino se tornou um improvisado incinerador. Ali, sofás e resíduos diversos são queimados quase todas as noites.

Nem aí pra você

De Noth Camarão, no Facebook:
Quarta-feira, 4 de julho de 2012. A malha asfáltica da principal via de acesso de vários novos bairros, avenida Nildo Ribeiro, parcialmente restaurada. Natural. Ano eleitoral. Quem conhece sabe o que é percorrer, subindo e descendo, seus 11,5 km sinuosos. Vários setores envolvidos na operação “tapa buraco no capricho”. Seurb e Setran em contigente numeroso. Ao fim da tarefa, nínguém, nem um ser pensante, lembrou de deixar um sinal sobre a benfeitoria?! Nem uma tabuleta. Nem um cone! Nenhuma sinalização, se não me engano, obrigatória. Faixas?! Ah, isso deve depender de alguma outra licitação. E como esse ano acaba em outubro… Pode ser necessário contratar o “serviço de faixas” sem licitar. Ohhhh.Continue lendo ›

Maringá, Maringá

De Cícero Cattani:
E o Contorno Norte de Maringá ainda vai dar muito o que falar. O escândalo que derrubou o ministro dos Transportes, Aldredo Nascimento (PR), e respingou em políticos de porte de Paulo Bernardo e Ricardo Barros, continua insepulto. Em nota à imprensa, o Tribunal de Contas da União informadeterminou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes que, em até 60 dias, adote providências para corrigir superfaturamento em contrato para obras do Contorno Norte de Maringá, BR-376. O superfaturamento decorre da cobrança indevida para transporte do cimento. De acordo com o relatório, as composições do projeto da obra previram a utilização de cimento em sacos, disponibilizado na cidade de Maringá e entregue em qualquer ponto do município por preço, já incluído o frete. Dessa forma, não haveria motivos para o pagamento de transporte equivalente à distância de 416 km.
PS – Detalhes sobre o novo superfaturamento aqui.

Praticamente uma terra sem lei

Jardim Dourados
Moradores da região do Jardim Dourados não estão muito contentes com a administração municipal de Maringá. Ali, só há um terreno, que foi pago pelos proprietários, para implantação de equipamentos comunitários/área de lazer. No entanto, no local estão sendo construídas mais 16 casas pelo PAC Santa Felicidade (recursos da União), para receber mais famílias do Conjunto Santa Felicidade. Nas imediações outras casas haviam sido construídas com o mesmo propósito. Um abaixo-assinado assinado por cerca de 500 moradores foi enviado à prefeitura e ao Ministério Pública, mas, como tem sido praxe nos últimos anos, como nenhum promotor e nenhum juiz moram por ali, nada aconteceu. Os moradores não sabem mais a quem recorrer para ter direito ao que adquiriram em contrato. Mais: as casas estão sendo erguidas sem que haja sequer uma placa de identificação da obra, preço, nome da construtora, origem dos recursos, etc, o que viola as normas federais, municipais e do Crea.

Primeiro, o desvio; depois, o corte

Reserva
Em Maringá, as árvores que se cuidem. Na reserva de mata que existe entre a avenida São Judas Tadeu e a rua Palmital, em dois lugares diferentes fizeram um desvio na calçada nova, mas clortaram quatro árvores, que seriam exemplares nativos (a vizinhança diz que foram perobas, com troncos com 70-80cm em média).

Falta de planejamento e de acessibilidade

Placa na rampa
Mesmo tendo dois prefeitos, a administração maringaense começa do mesmo jeito que começou: sem planejamento. Este é um caso típico: colocaram uma placa, informando que pedestre só deve atravessar na faixa, no cruzamento das avenidas Colombo e Herval, defronte a UEM, justamente em cima da rampa para cadeirantes.

Salve Odorico Paraguaçu

Do leitor:
Londrina tem 16 cemitérios, sendo treze públicos e três particulares. Cada distrito londrinense tem seu próprio campo santo. Na cidade, há cinco: São Pedro (fundado em 1932); João XXIII (1964); Padre Anchieta (1968); Jardim da Saudade (1984); e São Paulo (1989). Agora, a Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf) promete, até o final do ano, anunciar a instalação de mais um cemitério na cidade, com área de 5 alqueires, de acordo com a matéria da Folhaweb.
Já em Maringá, apesar de existirem leis autorizando o prefeito a instalar novos cemitérios, percebe-se facilmente que o poder público não trata o assunto com a merecida atenção. O distrito de Iguatemi (7.155 habitantes) nunca teve cemitério. Seus mortos são sepultados em Maringá ou Mandaguaçu. Floriano (1.832 habitantes) conta com um pequeno cemitério onde novos sepultamentos não são permitidos desde 1975. O Cemitério Municipal de Maringá está superlotado. Novas sepulturas estão sendo instaladas nas ruelas ou encostadas dos muros, descaracterizando o projeto urbanístico original do arquiteto José Augusto Bellucci e causando insatisfação das famílias que mantém jazigos naquele local. Daqui a pouco, teremos que enterrar nossos entes queridos em Sucupira.

Poluição

O leitor Evandro Meske fez este vídeo mostrando a poluição na Zona 6, em Maringá. O pessoal já realizou abaixo-assinado, reclamou à Secretaria do Meio Ambiente, outros vídeos foram feitos e encaminhados às autoridades, mas nada mudou. A fumaça aparece todos os dias, acompanhada de mau cheiro, além de uma poeira preta.

Deve ser coincidência

Fachada sem árvores
Além das farmácias e de prédios que pertencem a financiadores de campanha da turma, as agências bancárias de Maringá também não possuem árvores atrapalhando a fachada. Nesta, na rua Santos Dumont, são duas a menos.

Busto atacado

Busto de Ary de Lima
O busto do ex-vereador e ex-deputado federal Ary de Lima, autor do Hino a Maringá, foi manchadopor uma tinta azul. O busto, que já chegou a ser furtado, fica na praça Kennedy, região central da cidade.

É devagar, devagarinho…

Depois do Centro Esportivo Oswaldo Lima – licitado às vésperas das eleições de 2008 e inaugurado há uma semana, às vésperas de novas eleições municipais -, mais um exemplo do “planejamento” da administração dos fratelli Barros: no último dia 17 o prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin, assinou o sexto aditivo da pavimentação asfáltica e galerias de águas pluviais da avenida Joaquim D. Moleirinho, Conjunto Habitacional Cidade Alta e Chácaras Alvorada. A obra, construída pela Pedreira Ingá a um custo de R$ 1,5 milhão (o site da transparência não traz os dados), deveria ter sido entregue, de acordo com a licitação  obras que agora deverão ser entregues em setembro de 2009 – há quase três anos. Com o novo aditivo, a empreiteira ganha mais seis meses para terminar o serviço.

Esperando a duplicação

Reportagem da RCC mostra a reclamação de moradores da Zona 38, que pedem um semáforo, mas por trás está a falta de planejamento da administração. Segundo a Prefeitura de Maringá, a construção de uma segunda via da rua Mário José de Faria Ferraz (continuação da avenida Petrônio Portela), que há um ano foi asfaltada. A duplicação da pista já resolveria o problema do o local, segundo o morador Renato Clososki, que acrescenta: “Tem gente achando que o povo é burro. (…) Na prefeitura até dizem que o Plano Diretor prevê dupla pista. Por que não fizeram? Simples, enquanto isso os chacareiros do outro lado da pista não precisam pagar e ainda avançaram para dentro do asfalto, como a Chácara Primavera, o G-10, etc. Asssim, quando a prefeitura confirmar que haverá duas pistas, nós vamos pagar pela desapropriação, que na verdade nunca teria existido se a prefeitura não tivesse permitido”. O caso também está no MP.